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Comunidade
Descrição: FEDERAÇÃO ISRAELITA SEFARAD B’NEI ANUSSIM
CNPJ N° 02.354.990/0001-91
Rua Cônego Antonio Dias Pequeno - 57
Jardim Tietê - São Mateus - São Paulo - SP
CEP 03945-050 fone: 55 011 20182471
"Soe o grande Shofar (trombeta) para nossa liberdade e ergue a bandeira para juntar os nossos dispersos, e nos reúna logo, a todos, dos quatro cantos do mundo, para a nossa terra. Bendito sejas Tu, Adonai, que reúnes os dispersos do Teu povo Israel"

Benção da Reunião da Diáspora
(Trecho da Amidá - oração tradicional judaica)
No dia 01 de outubro de 1997 um grupo de descendente Ben Anús (filho do forçado)
Reuniram-se para a primeira reunião e formação de uma federação que atendesse nossas necessidades, garantida pela constituição federal de liberdade de culto.
Organização da comunidade judaica de origem B´nei Anussim (filhos dos forçados), oportunidade de readaptação e Retorno a comunidade oficial, por esse motivo nos tornamos oficial junto aos órgãos competentes obedecendo as Leis Brasileiras de Federação e associação devidamente documentada.
Apoiamos-nos ainda em documentos históricos como altos de fé a inquisição, como em trabalhos sérios como da historiadora e professora Anita Novinsk, Daniel Cordeiro e outros renomados em marranismo (anussim)
Foi decidido nesta primeira assembléia geral Presidida pelo senhor Alexandre Pasolini
Proposta da federação: a união das comunidades de origem B`nei Anussim em âmbito nacional.
Criar meios próprios para Educar (escolas e creches) e readaptação de cripto judeus, e conversos ao judaísmo.
Ações sociais prol anús e a comunidade local sem distinções e preconceitos.
Garantia de culto judaico proporcionando sinagogas e vida judaica aos descendentes Sefaraditas de origem ibérica.
Formação da comunidade judaica de origem anussim de forma independente da vontade alheia aos grupos contrários, de acordo com a lei de liberdade religiosa e carta as nações unidas que garante liberdade de culto e convicções.
Independente financeiramente de qualquer grupo religioso, dependendo somente dela mesma e de seus associados ou doações voluntárias de qualquer pessoa ou instituição que julgue ser necessária, esteja de acordo com o estatuto da mesma ou do código civil vigente, código moral conseqüentemente com a Lei da Torá, halacha judaica.
Na ocasião foi escolhido pelos presentes: o Sr. Marcos Moreira da Silva (Mordechai Moré) como presidente da entidade, sendo lido a ata convocatória e lavrada ata de diretoria e apresentação do estatuto vigente.
Nestes dez anos nossa instituição vem crescendo, alcançando seus objetivos.
Com mais 1.500 associados e grupos espalhados por todo Brasil.
A Federação Israelita Sefarad B´nei Anussim vem por meio desta, informar a seus associados que a diretoria da federação reuniu-se com a seguinte proposta à mudança de nome: A federação Israelita Sefarad B´nei Anussim adotará doravante o nome: Federação Israelita Sefarad Brasileira eliminando desta forma o preconceito causado pela palavra Anussim (forçados) visto que não somos mais forçados e a legislação vigente nos assegura pleno direito denominacional.
Nosso objetivo:

Ajuda para vivermos judaísmo, com rabinos e autoridades religiosas e civís que nos ajudem em Israel, futura aliá, conversão e retorno em Israel .

O que me baseio na halacha da teshuva?

Examinei as principais tendências encontradas nas responsas ashkenazim e sefaradim acerca do retorno dos convertidos forçados (ao cristianismo e ao islamismo) para o judaísmo. Aquela apresentação pretendia expor um exame histórico da opinião rabínica, e Como esta se desenvolveu com o passar do tempo. Este ano examinando alguns textos rabínicosdesta forma proponho examinar as fontes judaicas legais do passado, esta apresentação pretende ser uma teshuvá (responsa) haláchica à qual espero que seja um início para pesquisas e respostas a uma nova responsa judaica legal para o presente.
Dentro da tradição legal rabínica, os rabinos quase sempre emitem decisões haláchicas (legais) Como responsas para perguntas a eles enviadas por pessoas seculares ou até mesmo por outros rabinos. As perguntas são denominadas sheelot, e as respostas teshuvot; a literatura como um todo é denominada responsa haláchica. As teshuvot (respostas) podem ser respostas curtas e simples a uma pergunta, ou podem ser respostas elaboradas; ambas apresentam respostas à questão e as fontes sobre as quais a resposta está baseada. As opiniões haláchicas em geral estão constituídas de precedentes, construídas sobre as decisões e opiniões do passado. Porém, elas não se limitam às opiniões maioritárias de qualquer geração, mas nas palavras da Mishná, que pode selecionar até mesmo uma opinião minoritária ou uma opinião individual de um rabino do passado. Dito isto, devo acrescentar que esta apresentação representa a minha opinião individual acerca das perguntas feitas, e de forma alguma está vinculada à minha congregação ou ao movimento que sigo.
Agora devemos retornar à pergunta feita nesta responsa haláchica; quais são os requisitos judaicos legais para o retorno dos anussim, a integração à comunidade judaica religiosa? Embora esta pergunta possa não parecer relevante, justa, ou tampouco razoável para muitos anussim, é uma pergunta essencial dentro da formatação legal judaica. Em essência, está relacionada à questão do status básico: Quem é judeu, e quais são os elementos essenciais da identidade judaica?
As respostas dadas a esta pergunta afetarão cada aspecto da participação no seio da vida religiosa judaica, desde a participação na sinagoga ao matrimônio com outro judeu. Antes de apresentar a minha própria resposta, examinaremos duas teshuvot modernas, responsas rabínicas que, de forma estrita, também encaminham a questão das exigências para o retorno dos anussim.
A primeira destas foi escrito pelo rabino Mordechai Eliahu (1994), ex-Rabino-Chefe sefaradí de Israel, e a segundo pelo rabino Aaron Soloveichik (1994), Rosh Yeshiva do Brisk Rabbinical College de Chicago. Ambos são proeminentes rabinos ortodoxos. Ambas as teshuvot foram escritas como respostas para perguntas submetidas pela Dra. Shulamith Halevy, e publicadas no website dela. *A teshuvá do rabino Eliahu é muito simples e direta; ele declara que os seguintes passos são exigidos para o retorno de um anús ao povo judeu: "Após a conclusão de todos os passos de estudo da Torá, a aceitação do jugo da Torá e seus mandamentos, a circuncisão... e a imersão... ele deveria receber um certificado com o título, `Certificado para ele/ela que retornou aos caminhos dos seus antepassados".
Em outras palavras, além do certificado, Eliahu impõe todas as exigências de conversão ao anús em processo de retorno. Eliahu explica que estas exigências são necessárias por causa do longo tempo desde as conversões forçadas, e por causa da preocupação acerca dos casamentos inter-religiosos por sucessivas gerações. Porém, talvez o aspecto mais notável da teshuvá de Eliahu é a sua aceitação da conexão judaica dos anussim, apesar do longo tempo e das suas dúvidas relativas á linha matrilinear de descendência. Ao falar dos rituais exigidos ele usa termos de retorno em vez de conversão, e como notado acima, o certificado que ele acredita que deveria ser emitido não é um "Certificado de Conversão", mas em vez disso, um "Certificado de Retorno".Por outro lado, a responsa de Soloveichik também pode ser curta, mas não é nada simples. Inicialmente ele declara: "Eles (os anussim) devem ser tratados como judeus plenos em todos os sentidos (contados para um minián, receberem aliot, etc.)". Os rituais escolhidos são importantes, porque ambas as mitsvot (observâncias religiosas) exigem que o participante seja tão obrigado pela lei judaica como os demais participantes do serviço religioso. Ao permitir que os anussim as realizem, sem qualquer conversão ou ritual de retorno da parte de uma congregação, é um reconhecimento explícito e público de que eles são completamente judeus.Todavia, em seguida ele nega a inserção deles na comunidade de todas os modos, medidas ou formas, ao exigir conversão plena se o anús desejar se casar dentro da comunidade judaica.
Diferente de Eliahu, Soloveichic usa explicitamente o termo conversão em lugar de retorno: "Ele ou ela têm que passar por conversão plena". Esta exigência ritual usando o termo "conversão" contradiz a sua contenção anterior de identidade judaica dos anussim uma vez que a exigência explícita de "conversão" implica que eles não são judeus de modo algum e que, assim sendo, não deveriam ter permissão para contar em um minián ou para receber uma aliá na Torá. Esta responsa é extremamente confusa. Não há precedente na tradição judaica legal para uma pessoa por um lado ser tratada como completamente judia e explicitamente capaz de cumprir as exigências judaicas legais ao lado de outros judeus, e por outro lado ser tratada como não-judia e ser obrigada a "passar por conversão plena", ao desejar se casar um judeu. A teshuvá de Eliahu se enquadra bem na estrita tradição haláchica ashkenazí relativa ao retorno dos anussim. Figuras ashkenzazis legais de Rashi ao Rama, ao reconhecerem a condição judaica dos anussim, exigem que eles passem por rituais idênticos aos exigidos para um convertido ao judaísmo. Eliyahu se remete à responsa sefaradí de Solomon ben Simon Duran (1400-1467). Porém, ele só aceita a responsa de Duran na medida em que declara que o anús deve ser "aceito com bondade", e como a base do conceito de que a cerimónia deveria ser a de retorno em vez de conversão. Ele rejeita a opinião básica de Duran, e de fato a de todas as demais autoridades sefaradís medievais, que exigem os rituais de conversão. Estas duas respostas representam a soma total do pensamento rabínico moderno que eu pude encontrar ao examinar o retorno dos anussim à comunidade judaica.
Porém, eles não representam todas as respostas haláchicas possíveis e legítimas às exigências para o retorno dos anussim. Examinaremos agora outra abordagem, minha sugestão pessoal, sobre uma resposta haláchica adequada para esta pergunta.Conforme verificado acima, ambas as responsas rabínicas existentes seguem exigências ashkenazís estipuladas no que diz respeito ao retorno dos anussim. Todavia, a comunidade que retorna não é de ashkenazim, mas de sefaradim. É sabido que as vivências históricas das duas comunidades não foram idênticas, e não deveria ser surpreendente, portanto, que as respostas haláchicas para situações discrepantes também não sejam idênticas. Isto ocorre graças ao fato de que a halachá é, por natureza situacional e dinâmica, em vez de universal e estática.
Por isso eu acredito que é apropriado nós voltarmos inicialmente para a responsa haláchica dos rabinos sefaradís em vez dos ashkenazís, uma vez que eles escreviam e basearam-se nas realidades da comunidade à qual estamos nos referindo.
Em essência, a pergunta que faremos poderia ser reformulada para: "Será que os aussim em processo de retorno devem se submeter aos rituais de conversão antes de receberem permissão para participar plenamente como parte da comunidade judaica como um todo?" Nós examinaremos então, em princípio, a exigência aos anussim vis-a-vis as leis de conversão.Tradicionalmente, a conversão ao judaísmo (para judeus conservadores e ortodoxos) é composta de três (para um homem) ou dois (para uma mulher) passos essenciais, conforme esboçados no Shulchan Aruch Yorê Deá 268, escrito por Iossef Caro. Um homem convertido deve passar por Brit Milá, Tevilá e Cabalát Mitsvá, ou seja, ser circuncidado, ser imergido em uma micvá, e aceitar o jugo dos mandamentos na presença de um Bet Din (um tribunal de pelo menos três rabinos - tecnicamente exige-se de um Bet Din testemunhar todos os aspectos da conversão, mas Caro declara que, na prática, se o Bet Din estiver presente apenas na Aceitação das Mitsvot, a conversão permanece válida). Da mulher exige-se que passe por tevilá (imersão) e Cabalát Mitsvá (aceitação das mitsvot). Todos estes passos são necessários
Dono: 42887 (Federação Israelita Sefaradi B'nei Anussim)
Criação: quinta, 29 maio, 2008
Categoria: Cultura
Tipo: Privada
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Federação Israelita Sefaradi B'nei Anussim por 42887
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