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TECNOLOGIA EM GESTÃO AMBIENTAL - TGA
6 comentário(s):
Claudinei Pires da Silva:
Sou aluno do curso TGA do polo de Luis Eduardo Magalhães-Ba
Estou buscando intercâmbio com alunos de toda a federação cursando o 1º semestre de Gestão Ambiental.
05/06/2013 09:57:07
Clesiane Garcia:
Olá pessoal!
Realizo trabalhos acadêmicos, formatação, alteração e correção. Todos, de acordo com as normas da ABNT, ou conforme as normas específicas da faculdade em questão.
Pontualidade, competência e qualidade são os requisitos obrigatórios nos trabalhos por mim realizados.
Sou da área de ciências agrárias, porém realizo trabalhos para qualquer outra, e de todas as regiões do Brasil.
Para maiores informações entrar em contato comigo Clesiane Garcia, através do meu blog www.uniblog.com.br/clesianeg
através do e-mail: clesiane-tari@hotmail.com ou pelo telefone (69)8415-8915.
02/05/2013 16:19:48
Roberta Souza:
Olá!
Realizo formatação, elaboração, alteração e correção de trabalhos: Trabalhos Acadêmicos, Relatórios, dentre outros.
Os trabalhos são elaborados de acordo com as normas da ABNT (NBR6023, NBR10520 e NBR14724) ou conforme as normas específicas da Universidade. Sem plágios, sem copia da internet, nem terceirizo as solicitações. Atendo todas as Cidades e Estados Nacionais.
Tenho competência, seriedade, pontualidade e profissionalismo.
. Orçamento sem compromisso. Interessados favor entrar em contato com Roberta.
Telefone: (62) 98000955
e- mail: robertaribeirow@hotmail.com
05/10/2012 11:05:37
antonio batista :
oi, faço curso de gestão ambiental e gostaria de saber as respostas das avaliações do segundo semestre do quarto modulo.
23/08/2012 20:58:04
eco:
Cactos à venda deixam a Caatinga mais pobre
Celso Calheiros
21 de Julho de 2011

Cactos à venda na estrada que liga o litoral ao sertão pernambucano. A sustentabilidade ainda não passou por essas bandas. crédito: Vinícius Messas Cotarelli
Recife (PE) – Os cactos estão seguindo o destino de orquídeas e bromélias, antes tão frequentes na natureza e com espécies em abundância em diferentes biomas brasileiros. A ameaça que começou a fazer sombra sobre o futuro das cactáceas encontra como primeiro indício as 472 espécies que passaram a faze parte da Lista Oficial da Floral Ameaçada, pelo Ministério do Meio Ambiente. A situação preocupa de forma que, em julho, foi criado o Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cactáceas, com objetivo de se trabalhar junto com os centros de pesquisa para aumentar o conhecimento sobre as espécies de cactáceas, proteção das áreas de ocorrência de espécies ameaçadas e fortalecimento das políticas públicas em favor dos cactos ameaçados. Mais de cem estão sob o risco da extinção.

O Cerrado e na Mata Atlântica são os biomas que mais espécies possuíam, embora seja comum associar um mandacaru a qualquer imagem da Caatinga. As cactáceas, no entanto, estão presentes em todos os biomas encontrados no Brasil. Na Caatinga, são comuns, inclusive na beira das estradas que ligam o litoral ao sertão e sob a placa vende-se.

São cerca de 30 barracas na BR-232, no trecho entre Serra Talhada e Custódia, em Pernambuco (essas barracas são encontradas também em outras estradas e em outros estados nordestinos). Os vendedores são gente simples da região que mantém as barracas como fonte de renda alternativa à agricultura. Moram perto da rodovia e retiram os cactos dali mesmo, alugns das serras próximas. Algumas dessas espécies estão presentes na Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas da IUCN, como o quipá (Tacinga inamoena) e a palmatória (Tacinga palmadora). Nas barracas, também se encontra o rabo-de-onça (Arrojadoa rhodantha), mandacaru (Cereus jamacaru), rabo-de-raposa (Harrisia adscendens), coroa-de-frade (Melocactus zehntneri), facheiro (Pilosocereus pachycladus) e xique-xique (Pilosocereus gounellei).

São vendidos de cinco a dez cactos por mês em uma das barracas (3.500 a 7.000 plantas por ano). Os preços vão de acordo com o tamanho dos cactos e podem variar de R$ 2,00 a R$ 10,00 para as coroas-de-frade, R$ 10,00 a R$ 30,00 para os cactos colunares (xique-xique, mandacaru e facheiro) e de R$ 5,00 a R$ 15,00 para as palmas (quipá e palmatória).

Cactos com deformações são considerados de maior valor nas estradas do Nordeste. crédito: Vinícius Messas Cotarelli
Cactos com deformações morfológicas custam mais. São alterações que podem ter ocorrido por ataque de herbívoros ou mesmo alguma doença ou modificação genética no fenótipo da planta. Os alterados não são encontrados com frequência na natureza e, por isso, são os mais valorizados (cerca de R$ 30,00).

Os cactos não são cultivados e, os próprios vendedores revelam, até mesmo as espécies colunares (como o mandacaru, facheiro e xique-xique), que podem permanecer vivos após a retirada de um braço (ramo), são derrubados. O pesquisador Marcos Vinicius Meiado, do Laboratório de Sementes (LAS) da Universidade do Vale do São Francisco, atesta. “Não existe manejo sustentável dessas espécies que têm apelo comercial”. E pode ser ainda pior. ”Algumas plantasm como a coroa-de-frade, quipá e palmatória são retiradas integralmente da natureza (o indivíduo todo)”, relata.

Um ecossistema tem um equilíbrio a ser preservado, ensina Marcos Meiado. “Todos os cactos da Caatinga produzem frutos com polpa, que são utilizados como recurso alimentar para a fauna local, principalmente na estação seca”, conta. Outro aspecto na vida dos cactos é que o seu ciclo de vida cactos é lento e demoram décadas para que um cacto chegue à idade reprodutiva.

O quadro é ruim e pode ser pior. “Existem alguns estudos feitos com cactos de outros ecossistemas que demonstram que é necessária a produção de mais de 10 milhões de sementes pra que estas germinem e uma única planta consiga chegar à idade adulta”, relata o professor da Univasf. Dessa forma, a retirada desses indivíduos das áreas naturais, mesmo que não sejam retirados na sua totalidade, pode trazer prejuízos de médio em longo prazo.

A violência contra a natureza é encontrada perto e longe dessa mãe de todos nós. Bem, bem distante do sertão seco, na temperatura do ambiente onde você está lendo essa reportagem, na boa (e má) web, também é possível se encontrar diferentes sites, nacionais ou estrangeiros, com cactos à venda. Nem todas as espécies são nacionais, algumas exóticas mexicanas são populares (e até mesmo cultivadas para esse fim). Esse mercado revela o grande interesse que esses exemplares que gostam de água, com parcimônia, despertam.

Todos interessados em uma família com cerca de 1.300 espécies. A exceção da Rhipsalis baccifera, todas as outras espécies são americanas. O Brasil abriga o terceiro centro de diversidade das cactáceas, depois do México e do sul dos Estados Unidos, da região andina que inclui a Bolívia, a Argentina e o Peru. O Brasil possui 184 espécies encontradas apenas em nosso territória. As regiões com maior diversidade, no Brasil, são Bahia e Minas Gerais, além do Sul do Rio Grande do Sul.

As regiões mais importantes, quando o assunto é diversidade de espécie, são os sertões da Bahia e de Minas Gerais, além do extremo sul do país, no Rio Grande do Sul. crédito: excerto do folder do MMA


Saiba mais:
Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cactáceas

01/09/2011 13:05:00
BIANCA:
É nosso dever proteger o maior patrimônio nacional, pois a nação que destrói o seu solo,destrói a si mesma.

Nenhuma abundância de recursos resiste ao impacto de uma exploração sem retorno

O homem, com a ajuda da natureza consegue tudo o que quer

A natureza trabalha em silêncio e não se defende, mas se vinga.

Seja íntegro. Não faça as coisas pela metade. Não preserve apenas o meio ambiente, preserve todo ele.
31/08/2011 14:23:36
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