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CERTA VEZ UM OUTONO
5 comentário(s):
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sexta, outubro 21, 2011 07:40
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quarta, outubro 19, 2011 10:09
Evaldo:
Prezado Guedeira,

não tenho a mesma capacidade analítica do colega que me precedeu, acima ou abaixo (sei lá eu onde é que essa minha mensagem vai estar), mas também queria dizer que gostei muito dos seus textos, que foram recomendados pelo Ricardo Noblat no blog dele. Parabéns. Serei leitor assíduo.
quinta, novembro 22, 2007 11:29
BLOG DO LUÍS CLÁUDIO:
Caro Guedeira,

não é de hoje que vejo em seus textos algo que valha a pena. É desde aquele sobre a terceira margem (à la Rosa), publicado no Jornal Integração do nosso tempo de Faculdade, lembra? Pois é. Dito isso, seguem minhas observações:

É um ótimo texto, como de praxe. Muito bom. A começar pela entrada: "- A única coisa que temos em comum é o ar que respiramos."

Gostei também da expressão "à guisa de não". Ficou literário e simples, sem pedantismo.

Considerações mais importantes:

"A alma gêmea de quem ele pensou gostar era uma mulher apenas idealizada, que existia e não existia."

Essa frase, ao meu ver, é fundamental na leitura do texto. É ela que demonstra e confere o rumo do discurso literário. Entendemos, por exemplo, que a insistência da palavra e-mail, que aparece no texto várias vezes, não está aqui apenas como causalidade, como realidade vivida em tempos de internet, mas também como o espaço da negação do real, da virtualidade, da impossibilidade da vivência do sentimento no real dos acontecimentos. Perfeito. Além disso, denota contemporaneidade, afinidade com a tendência literária, sem perder o fio da fonte do moderno em Baudelaire, Rosa. Uma ponte.

Vejo também uma salutar canalhice na estrutura da narrativa, no uso das palavras. Um estilo guedeiriano.

Isso também é bom.
É isso!

Gilberto Pereira – São Paulo - Capital

sábado, novembro 10, 2007 08:24
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