Fortuna diz para mim que não passo de mais um, que quando me ver, casualmente nos meus passos, não lhe dão prazer. Não importo, porque sei na terra em que estou pisando, negar minha ausência será mais difícil, minha deusa. Pois numa hora lhe sufocarei com o ar do teu peito e o ronco do canhão. Amor, pode ser que tenha amor nisto, o amor de Éros, teu amado homem. Impossível foi ter-me visto sem te ver no dia em que sorrateiramente teu passado abaixou em busca de números quantitativos do mural, próximo ao CA de Direito. Rirei-me do seu escárnio, zombarei daqueles que querem o meu mal, te levarei como sopro da meia noite, quando os meus muitos livros discorrer, estudando o Leviatã, meu animal doméstico em qual tal cavalgo nas estradas de longiquidades, não sabes de minha frieza ao lidar contigo. Destruirei as palpebras cansadas do meu apendre, erguerei-me das cinzas e desta núvem esquivar-te-ei, linda C rol, não sabes que os deuses habitam em mim, suas idéias são vivas e fluem no meu entendimento, conforme instrução e orientação de florentino, de mendotral sepúlcros ardem, juízo e indignação pelo tempo perdido da tua insignificância. Só hoje
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