Alexandra Lencastre
Alexandra Lencastre

quarta, 08 novembro, 2006
A grande Aposta da T.V.I estreia brevemente

                     http://www.tvi.iol.pt/novelas/tueeu/imagens/topo.jpg                                        


Tu e Eu é o título da nova novela da TVI cuja autoria pertence a Manuel Arouca. Esta nova produção irá substituir Fala-me de Amor.

Já estão a circular anúncios publicitários de Tu e Eu nos meios de imprensa. Num deles, Fernanda Serrano e António Pedro Cerdeira dão a cara, como sendo a "ligação perigosa".


Os vilões serão: Fernanda Serrano, António Pedro Cerdeira, Sandra Cóias e Daniela Ruah.

O par protagonista será composto por Céu (Marta Melro) e Gonçalo (Duarte Guimarães), sendo estes pais de Balu (Francisco Fernandez) sem que Gonçalo saiba da paternidade, pois foi fruto de um esquema montado por Alexandre (António Pedro Cerdeira). O irmão de Gonçalo é Vasco e irá apaixonar-se pela mesma mulher que o irmão: Céu.

Débora (Fernanda Serrano) é uma mulher fria e sem escrúpulos, que no início da trama está noiva de Vasco (Gonçalo Diniz).Este é viúvo, sendo a falecida mulher, irmã de Débora. No momento emque Vasco termina o noivado com Débora por estar apaixonado por Céu,esta tenta a todo o custo conquistar Gonçalo (também ele apaixonado porCéu) de forma poder ficar com a fortuna dos Silva Reis. Para isso,conta com a ajuda de Alexandre (António Pedro Cerdeira), seu cúmplice e amante, sendo Céu a sua principal ameaça.

Clara (Bárbara Norton de Matos) é casada com Francisco da Maia (Albano Jerónimo), sendo abandonada quando este se envolve com Daniela (Daniela Ruah). Daniela é uma jovem ambiciosa que usa o sexo com arma principal. Esta também é alvo dos amores do seu irmão, Carlos da Maia (João Reis), pelo que haverá disputa entre os dois irmãos Maia.

Susana Vieira (Sandra Cóias) é uma estilista frustrada que vive sozinha. Trabalha com Daniela.
Curiosidades

Existe uma grande especulação á volta dos actores que poderão ser protagonistas. Já se falou de Bárbara Norton de Matos, Fernanda Serrano, António Pedro Cerdeira, Marta Melro, Duarte Guimarães, Francisco Côrte-Real e Joana Vieira.

lenco

Actores Confirmados:

  • Marta Melro - Maria do Céu Pinto
  • Daniela Ruah - Daniela Pinto
  • Luísa Ortigoso - Lurdes Pinto
  • Tiago Aldeia - António Pinto (Tó)
  • Francisco Fernandez - Bernardo Pinto (Balu)
  • Sandra Celas - Claúdia Cardoso
  • Fernanda Serrano - Débora Duarte
  • Gonçalo Diniz - Vasco Silva Reis
  • Duarte Guimarães - Gonçalo Silva Reis
  • Simone de Oliveira - Raquel Silva Reis
  • Francisco Côrte-Real - Martim Silva Reis
  • Juana Pereira da Silva - Luisa Silva Reis
  • João Secundino - Vasquinho Silva Reis
  • Carolina Grebe - Carlota Silva Reis
  • António Pedro Cerdeira - Alexandre Antunes
  • Albano Jerónimo - Francisco Maia
  • Igor Sampaio - Marcelino Maia
  • Nuno Casanovas - João Pedro Maia
  • Bárbara Norton de Matos - Clara Vieira da Maia
  • João Reis - Carlos Maia
  • Joana Vieira - Elisa Maia
  • Paula Neves - Andreia Sobral
  • Daniel Pinto - Edgar Sobral
  • Jorge Henriques - Sérgio Antunes
  • Cristovão Campos - Ventura Sobral
  • Sandra Cóias - Susana Vieira
  • Artur Agostinho - Adalberto Maravilhas
  • Manuela Cassola - Ludovina Maravilhas
  • Renato Godinho - Marco Maravilhas
  • Rita Seguro - Vanda Cardoso Maravilhas
  • Vera Alves - Olga Castanheira
  • Luis Esparteiro - Edmundo Castanheira
  • Maria Carolina - Sofia Castanheira


          

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    quinta, 02 novembro, 2006
    BIOGRRAFIA DE ALEXANDRA LENCASTRE

    Biografia

    Dados Biográficos

    Ocupação: Actriz e Apresentadora
    Nascimento: 26 de Setembro de 1965
    Local de Nascimento: Lapa, Lisboa
    Signo: Balança
    Nacionalidade: Portuguesa
    Idiomas: Português, inglês, francês, espanhol e alemão
    Desportos e Hobbies: Natação, patins em linha, matraquilhos, equitação, pinguepongue, canasta e cozinhar
    Interesses: Leitura, cinema, teatro, dança e escrita




    Começou a nascer na sala de espera... Foi muito engraçado porque a sua mãe ia a um casamento de uns primos nesse dia, num domingo... Então arranjou-se toda, vestiu o irmão da Alexandra (que é um ano mais velho) e, entretanto, deve ter sentido uma dor. O seu pai achou que não era nada, «que disparate, amanhã logo se vê...». Isto era para aí um quarto para as dez e às onze horas já estava a nascer no Hospital Militar, em Lisboa... a futura grande estrela Alexandra Lencastre. Foi no dia 26 de Setembro de 1965.



    Teve uma infância feliz e desse tempo guarda recordações que ninguém vai conseguir apagar. Até aos 3 anos viveu em casa dos avós, em Campo de Ourique. Depois mudou-se com os pais e o irmão para o Restelo.

    Estudou num colégio particular, a Academia de Música de Santa Cecília. Seguiu-se o Algés de Dafundo. Nesta altura Alexandra Lencastre achava que fragilidade e futilidade eram sinónimos de um lado mais feminino, por isso agia como um rapaz. Inspirava-se no irmão e nos amigos que eram, na sua maioria, rapazes.

    Mas o corpo começou a desenvolver-se e Alexandra Lencastre tornou-se uma adolescente feminina. Aos 11 anos teve o seu primeiro namorado, aquele que achava que era o homem da sua vida, aquele que julgava que seria o seu marido e pai dos seus filhos. 

    Quando completou 18 anos entrou para o curso de Filosofia na Universidade Clássica. Surgiu a oportunidade de se iniciar na arte de representar com um grupo de psicológos que paralelamente faziam parte de um grupo de teatro. Desisitiu de Filosofia e inscreveu-se no Conservatório. Alexandra Lencastre já carregava consigo o dom de representar, quis aprender a técnica.

    Foi no Conservatório que conheceu Rita Blanco, também ela uma actriz de sucesso. Foram colegas, tornaram-se amigas e hoje onde as duas estão presentes nota-se a cumplicidade que existe entre elas.

    Quando terminou o curso vestiu a pele de Maria em Frei Luís de Sousa. Papel que lhe valeu um prémio de crítica como actriz revelação. Entretanto Alexandra Lencastre chegou à televisão: Apresentou um ciclo de histórias infantis e ficou conhecida pelo público mais jovem quando integrou o elenco de Rua Sésamo,
    no papel de Guiomar.



    Estreia-se nas telenovelas portuguesas com A Banqueira do Povo, de Walter Avancini. Apresentou o tão famoso Na Cama Com.... programa que a levou a ser considerada uma das mais bonitas e sensuais figuras do nosso país. 

    Actualmente tem duas filhas: Margarida e Catarina. Por elas, para as ver crescer, às vezes, pensa em desistir da carreira, mas sabe que não conseguiria viver sem representar.

    De gargalhada fácil diz-se difícil de aturar. Mas quem lida com ela todos os dias refuta essa ideia. A actriz é na realidade uma mulher com variações de humor. É temperamental e explosiva. No entanto é uma mulher de convicções que luta pelo que quer. Nunca viveu à sombra de ninguém.

    Assume-se também como uma pessoa instável apesar da imagem contrária que deixa passar. O facto de ser insegura faz com que ande numa busca permanente da perfeição o que dá jeito na sua profissão. Aliás, essa é a diferença entre uma actriz com muito talento como Alexandra Lencastre e uma com mais segurança que vive da acomodação. (Fonte: star.pt) 





    Alexandra fala sobre a infância, a família e a adolescência


     



                 


    Entrevista a Selecções do Reader's Digest, Máxima e Jornal Expresso em simultâneo


     


    Selecções do Reader`s Digest - Comecemos pela história da sua vida.



    Alexandra Lencastre - Nasci no Hospital Militar em Lisboa. A minha mãe é madeirense e chama-se Gisa, o meu pai é de Coimbra e chama-se Jacinto. A minha mãe fez colégio de freiras, numa família bastante tradicional, irmãos e primos a viverem na mesma casa; o meu pai veio interno para o Valsassina, depois faculdade de Economia, revoluções. Conhecem-se estes polos opostos e apaixonam-se; ele pela pureza, ela pela transgressão. E têm filhos.


     


    SRD - O seu pai e a sua mãe eram muito novos quando vos tiveram.



    AL - E por causa disso, as circunstâncias ultrapassaram a sua vontade. Ou seja, a consciência que têm da infância que proporcionaram aos filhos é ligeiramente diferente da consciência que eu e o meu irmão temos do que foi a nossa infância. Eram dois jovens empenhados em mudar o mundo. Esqueceram-se que as circunstâncias eram demasiado intensas para que duas crianças passassem por ali como se passassem por um corredor vazio.


     


    SRD - Que circunstâncias eram essas?



    AL - Eram duas maneiras de estar na vida distintas. De um lado, a família burguesa das férias na Ericeira com os mesmos rituais e o mesmo chapéu de sol, o que nos dava uma enorme segurança; do outro lado, a exigência e o rigor onde as dificuldades não eram escondidas. Não se deixava comida no prato, não havia muitas espécies de fruta. Eles próprios são o produto das suas famílias, e nós fomos absorver as coisas boas e as coisas menos boas de ambas. O meu pai fazia questão de nos dar uma educação liberal. Não compreendia como é que os seus filhos chegaram à adolescência conservadores! Mas a geração que vem a seguir é sempre reactiva.


     


    SRD - O que atribuiria imediatamente a um lado e a outro?



    AL - A família da minha mãe simboliza tudo o que tem a ver com colo, mimo, sestas, com o «não faz mal», «já passou», «vais ver que consegues», «gostamos de ti na mesma». A família do meu pai tem a ver com o «trabalho é um valor», «não vales nada», «com a tua idade o teu avô estudava e trabalhava». Há um lado feudal onde as mulheres têm menos importância. Contudo, vivia-se um matriarcado, que na família do meu pai era económico e na família da minha mãe amoroso. Ver as líderes da famílias serem tão distintas, orientarem-nos para zonas tão diferentes é um bocadinho confuso. Foi também enriquecedor. Mas para uma criança... Aprende-se muito cedo a representar.


     


    SRD - A representar para poder estar nos dois polos, com dois registos?



    AL - Sim. Se num lado podia descansar, porque não fazia mal, no outro, muita coisa fazia mal. Num lado podia ser criança à vontade; no outro tive de crescer muito depressa.


     


     


    SRD - E o seu irmão?



    AL - Ele não gosta nada de ser falado, mas é omnipresente.


     


    SRD - A influência dele, o querer ser como ele, o ser protegida por ele, é fundamental na sua vida?



    AL - Absolutamente.


     


    Que imagens tem da infância?


     


    Tive uma infância muito feliz. Os primeiros três anos vivi na casa dos meus avós, em Campo de Ourique, e senti durante algum tempo - mesmo quando fomos viver só os quatro num apartamento no Restelo - um sentimento assim de... segurança. Tínhamos vinte pessoas para almoçar, a família era enorme. Havia sempre duas empregadas internas, mais uma que vinha passar e outra coser... Todos faziam parte da família. O meu avô proporcionava o bem-estar a todos.


     


    De que forma?



    Era uma espécie de guardião da família. Estes primeiros anos pareceram-me muito tentadores com excepção de um grande ciúme que tinha do meu pai. Tinha uma grande paixão pela minha mãe e ele era um intruso.

    Que fazia a sua mãe?



    Trabalhava imenso, mas só começou a ter uma ocupação quando eu tinha 7 anos. Depois tive experiências horríveis na escola. Primeiro comecei na Academia de Música de Santa Cecília, que era um colégio particular, caríssimo na altura - os meus avós pagavam o colégio, porque os meus pais não tinham hipótese de o fazer - e foi aí que comecei a viver as primeiras desventuras. Por não pertencer a uma família com muito dinheiro e com nome, fui retirada das aulas de piano, por exemplo, por não ter piano em casa para estudar (e ao que parece até tinha imenso jeito). Depois saí desse colégio e fui para o Algés e Dafundo, onde já fazia natação desde os 3 anos.


     


    Também uma escola privada?



    Não sei bem... Era uma escola triste. Não tive vaga logo para o edifício onde existiam classes mistas. Fui completamente ostracizada. Para já, existiam aí umas oito Alexandras na minha turma (devia ser moda), e não tive direito a ser chamada pelo nome. Sempre fui uma criança muito nervosa e ansiosa, talvez por ter nascido e crescido neste ambiente de colo. Todas as coisas práticas da vida me assustavam imenso.

    Natal...


     


    O Natal ideal para mim foi aos três anos de idade, imediatamente antes do meu irmão Pedro me ter contado a tão triste verdade.
    A família estava completa, nenhum ente querido tinha ainda desaparecido, e o meu mundo, visto de baixo, era lindo, cheio e barulhento.
    De colo em colo, podia olhar nos olhos de cada um com justiça, frontalidade e ternura. Podia também receber beijos repenicados das tias, ficar com as bochechas cheias de bâton da avó, levar uns apertos de amor dos tios e primos, e receber festas que não voltam que me despenteavam os caracóis sem que eu me importasse.
    A mesa parecia um presépio e o presépio parecia o céu. A árvore era enfeitada por todos, com ordem e sabiamente orientados pela tia Mana, a tia mais velha.


    Os cheiros – dos doces aos amargos – eram de entontecer. Sentia que todos os sabores me pertenciam e que já era meu dever experimentar e opinar. “Delicioso”, dizia muito séria, mas muito cómica.
    Acho que a maior confusão na minha cabeça era ouvir dizer no colégio ou nas ruas que era o Menino Jesus que trazia presentes aos meninos. Na minha casa e família, separava-se a festa de Natal – do Pai Natal, das renas, dos guizinhos e toneladas de papel para desembrulhar febrilmente – da celebração do nascimento do Menino Jesus. Gostava de ter uma máquina do tempo para levar as minhas filhas a experimentar este Natal.


     


    Se tivesse de fazer um filme sobre si, nessa fase, que imagens escolheria?



    Seria um filme de terror. A ideia da morte sempre me perseguiu desde muito cedo. Não podia ver a minha mãe de olhos fechados. Tinha crises de pânico, por não querer apanhar sol ou adormecer, com medo de cegar. Vivi muito cedo o dilema da religião e da política. Aos 10 anos fui falar com um padre, e perguntei o que podia fazer para me tornar uma menina melhor e dormir descansada. Apanhei um idiota, na igreja de Santa Isabel, que me disse que tinha de rezar, não só pela minha família, como por todas as famílias e crianças que padecem. Ficava desde as 10 horas da noite, quando me mandavam deitar, até às duas da manhã, a rezar por toda a gente. Não dormia e por isso fui a um médico que me receitou um xarope. 


     


    Entrou numa turma só de meninas. Quando começou a relacionar-se com rapazes?



    Comecei por querer imitar o meu irmão. Durante muitos anos queria ser rapaz. Eliminava qualquer indício de feminilidade. Conscientemente. Achava ridícula qualquer manifestação de fragilidade, de futilidade. Era muito cáustica. Dava-me muito melhor com os rapazes. Hoje em dia é o contrário.


     


    SRD - Só começou a ser menina na acepção mais estereotipada da palavra da adolescência em diante. Até aí era uma criança quase sem sexo. Não era marcadamente menina, nem menino.



    AL - Não era uma Maria-Rapaz típica. Era Maria-Rapaz porque me esforçava para ser uma Maria-Rapaz. Para poder acompanhá-lo. Claro que me fartava de esfolar os joelhos... Mas a grande confirmação exterior era o meu irmão. Isto no universo tão limitado e tão vasto como pode ser o de uma criança. Cresci com profundo desejo de ser rapaz. Ser rapaz correspondia a uma noção de ideal e principalmente de liberdade. Percebi que o mundo estava feito à medida dos rapazes; eles podiam sujar os calções com o óleo das bicicletas, podiam fazer barulho. Havia uma força vital, ou até brutal, que era aceite e mesmo vangloriada eram rapazes. Eu queria fazer parte desse mundo. Jogava à apanhada, não corria tão depressa como eles, mas queria, queria... Ser rapaz era ter liberdade, era poder sujar os calções. Lembro-me de ouvir a minha mãe dizer que gostava de ter quatro rapazes; como o segundo filho foi uma rapariga, parou. Ela própria tinha noção que as mulheres sofriam muito mais. Já não sei quem disse que os homens lutam e caçam e as mulheres intrigam e choram. De facto... Havia no ser mulher uma nota de lamento. Foi desse lamento que fugi até aos 16, 17 anos.  


     


    Sim, mas o peito começou a crescer, todos os outros sinais físicos de mulher foram aparecendo. Como se deu com isso?



    Muito mal. Vou dar um exemplo. Fiz natação dos 3 aos 13 anos e comecei a ver uma transformação no meu corpo que não me agradava. Sentia o «feedback» exterior e também sentia que não agradava. Era diferente das outras raparigas. Tinha uns ombros muito largos e um peito grande, era baixa e tinha umas pernas de que não gostava. Sentia-me cada vez mais masculina. Portanto, quando as hormonas começaram a falar mais alto, não tinha lugar para as encaixar. 


                                                                                                                                     


    Quem foi o seu primeiro namorado?



    Tinha 12 anos. Chamava-se «Pixas», por isso, se calhar, não posso dizer... Apaixonei-me por um, o Pedro Jardim, aos 11 anos. Começámos a namorar quando eu tinha 13, e foi o meu namorado desde aí até aos 17. Foi o primeiro namorado mais consequente. Achava que íamos casar e ter filhos, essas coisas... Mas ele era muito frágil.


     


    A primeira vez que fez amor, marcou-a muito?



    É um assunto complicado para mim, se calhar não quero responder. A questão do sexo... Sempre fui um bocadinho marota. Essas questões interessavam-me e eu lia os livros proibidos que tinha em casa, nas prateleiras mais altas: Henry Miller, Sartre, Camus... Tinha uma grande expectativa em relação ao amor e ao sexo, e não separava as coisas. Só que depois isso não fluía... Nunca fui uma adolescente popular, porque era excessiva em zonas onde não era bem aceite dentro do meu círculo de amigos, porque gritava, cantava, esperneava, gostava era de jogar à bola, não era feminina e não me penteava, nem me arranjava... Então, sentia algumas pulsões e tinha desejo... Tive sonhos eróticos bastante cedo. Mas o meu ideal de beleza nunca teve nada a ver com o que sempre fui. Era um ideal redondo, e eu era angulosa, arrapazada, com uma maneira de andar pouco elegante, com músculos, nunca fui sensual... Sentia qualquer coisa cá dentro, mas ficava ali... Isto não interessa...


     


    Interessa sim.



    Então, resumindo: sempre vivi mal na minha pele. Sempre quis ser o que não era e daí talvez a vontade de ser actriz. Como fuga.



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