
Alenquer - Cidade querida por todos. Teu povo faz com que isso aconteça. O alenquerense, por mais distante que esteja, sempre se lembra do seu torrão natal e quando não pode visita-lo quer saber o que se passa por lá. É a terra abençoada pelo padroeiro Santo Antonio que tem como coadjuvantes São Benedito na Luanda e São Sebastião no Aningal. Todos, sem exceção, as pessoas que por Alenquer passam ou moram, ficam encantada com a dedicação, a amizade, o aconchego do alenquerense ximango. É impressionante, não é bairrísmo, mas todo alenquerense sente um orgulho indescritível quando expressa: Eu sou alenquerense! Eu nasci em Alenquer.
As reuniões de alenquerenses são todas animadas! Não há tristeza ao encontrar-se com outro alenquerense, principalmente na recordação da infância, no Largo da Igreja de Santo Antonio, na rua da frente, nos banhos do rio surubiú, do itacarará, do curunum, do seringal, da praia da saudade, do trapiche, dos jogos de pelada nas ruas ou nos campos de futebol, enfim, recorda-se todos os grandes e inesquecíveis momentos da peraltice. Não esquecemos as piracaias com o incontestável e mais gostoso de todos os peixes, o acarí. Agora, trazidos para Belém, a fim de satisfazer o gosto do alenquerense. É uma felicidade só, o encontro de alenquerenses. Como já disse o poeta: "Alenquer, é a a terra que jamais se esquece"
Colaboração do amigo e conterrâneo Emídio Rebelo.














