FILOSOFIA E COMPANHIA >> PROFESSOR ARRUDA
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01/02/2012
PERFIL PROFISSIONAL

 FORMAÇÃO  UNIVERSITÁRIA : Pedagogia - Direito - Filosofia e Pós-Graduando em Direito Administrativo

*****Atuante na área da educação/magistério desde 1987     

*****Professor de Filosofia                                                          

*****Consultor Jurídico >>> amplo conhecimento na área jurídica em diversos segmentos 

*****Habilidade em ministrar aulas, palestrar e debater temas relacionados à área educacional e jurídica  

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postado por ANTONIO CARLOS ARRUDA as 01.02.12
04/01/2012
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postado por ANTONIO CARLOS ARRUDA as 04.01.12
03/01/2012
O QUE É FILOSOFIA ? PARA QUE SERVE ?

A filosofia consiste simplesmente no ato de nós mesmos exercermos o direito de refletir por conta própria, de confirmar ou rejeitar as ideias e os conceitos com os quais nos deparamos no decorrer de nossa vida.

Mais do que um saber, a FILOSOFIA é uma atitude diante da vida, tanto no dia-a-dia como nas situações limites, que exigem decisões difíceis.

Pois, FILOSOFAR nada mais é do que PENSAR e REFLETIR sobre todas as coisas, para que possamos obter uma REFLEXÃO CRÍTICA e AUTONOMA a respeito da realidade na qual vivemos.

Portanto com a FILOSOFIA aprendemos a FILOSOFAR, ou seja, a PENSAR, mas sempre de maneira REFLEXIVA, para que tenhamos  OPINIÕES PRÓPRIAS a respeito de tudo o que aconteça em nossas vidas.



postado por ANTONIO CARLOS ARRUDA as 03.01.12 0 comentários
08/06/2010
A VISÃO DA NOVA ESCOLA DENTRO DO MUNDO DA GLOBALIZAÇÃO

Professor Arruda : "O futuro é agora"

SIM, aos professores educadores...NÃO, aos tão somente professores.

  Justificando o título acima, na minha visão filosófica sobre a educação, há uma diferença incontestável entre ser apenas um professor e ser um professor educador.  Para mim, o tão somente professor, é aquele que simplesmente repassa conteúdos pré-estabelecidos referentes à programação das escolas, sem estar preparado para despertar o interesse dos alunos em sala de aula, se tornando apenas um mestre temporário.  Já o professor educador, age de maneira diferenciada em todos os sentidos, se tornando assim, um professor educador inesquecível.  Os atuais professores não se deram conta ainda, que a evolução rápida exige uma atualização contínua dos saberes, e que também são eles, os professores, que precisam adequar-se aos alunos, pois com a globalização as escolas de hoje recebem alunos com diferentes vivências, com diferentes expectativas, com diferentes valores, com diferentes culturas e com diferentes hábitos.  Esses professores  não estão educando a emoção nem estimulando o desenvolvimento das funções mais importantes da inteligência, tais como  pensar antes de reagir, expor e não impor as idéias, gerenciar os pensamentos, ter espírito empreendedor. 

Esses professores estão apenas informando os jovens, e não formando sua personalidade, porque continuam com o vício de transmitir o conhecimento pronto, como se fossem verdades absolutas. A educação não precisa de reforma, mas de uma revolução.  A educação do futuro precisa formar pensadores, empreendedores, líderes não apenas do mundo em que estamos, mas do mundo em que somos, ou seja, os professores devem preparar-se para se tornarem professores educadores, para que possam ajudar os seus alunos a se libertarem do cárcere intelectual.  Independente da matéria que ensinam, devem mostrar para os alunos, que eles podem e devem gerenciar seus pensamentos e emoções.            

UM "ALERTA" PARA A MAIORIA DOS  PROFESSORES DE FILOSOFIA:                     

Os jovens, os alunos de hoje não suportam mais ouvirem nas aulas de filosofia os discursos de sempre, ou seja, vocês professores não mudam o "DISCO", pois restringem-se a falar tão somente em Sócrates, Platão, Aristóteles e demais filósofos que fazem parte de um passado bem distante.  Sugiro que vocês sejam mais dinâmicos, sejam mais criativos, saiam da "MESMICE", porque senão vocês AINDA continuarão sendo vistos pelos alunos e perante toda a sociedade como "LOUCOS", e com razão, pois jamais fizeram nada para mudar essa situação, tudo porque continuam apenas repassando conteúdos, nunca se preocuparam e nem se preocupam em se tornarem professores educadores.

Não quero dizer com isso, que vocês professores de filosofia, devam desprezar os grandes filósofos do passado, filósofos esses que, sem a menor sombra de dúvida, foram muito importantes para a história da filosofia, e nem tão pouco estou dizendo para deixarem de seguir os conteúdos da programação escolar, conteúdos que também são baseados em temas que fazem referências a esses magníficos filósofos.

Os alunos devem sim, saber sobre a existência, sobre os pensamentos e também sobre o importante papel que esses filósofos, provindos de um passado bem remoto, tiveram para o desenvolvimento da filosofia.

Mas, tais informações sobre esses importantíssimos filósofos da antiguidade devem ser transmitidas e abordadas de maneira que não SUFOQUEM os alunos e que não os façam PERDER O INTERESSE PELA FILOSOFIA, porque esses alunos NÃO ESTÃO NA ESCOLA PARA APRENDER FILOSOFIA, mas sim, PARA APRENDER A FILOSOFAR.  Porque filosofar nada mais é do que pensar por conta própria, interrogar sobre nossos próprios pensamentos, sobre os pensamentos dos outros, sobre o mundo, sobre a sociedade, sobre as experiências de vida.  A filosofia não é uma ciência, nem mesmo um conhecimento específico, não é um saber a mais...é uma reflexão sobre os saberes disponíveis, portanto ninguém pode filosofar em nosso lugar.

Texto/Autoria : Professor Arruda



postado por ANTONIO CARLOS ARRUDA as 08.06.10 5 comentários
27/03/2010
"LAMPEJOS" DE PENSAMENTOS

Espólio de uma FILOSOFIA estrangeira e remota... 

Lanço aqui perguntas que não querem se calar e que tem me deixado muito inquieto :

No Brasil existem filósofos com expressivas obras e idéias, mas porque ninguem fala deles ?  Onde estão os nossos filósofos ?

Porque a mídia e os que se dizem "intelectuais" só sabem fazer referência aos filósofos estrangeiros ? 

Será que só os filósofos estrangeiros possuem cérebros pensantes?  Só eles sabem filosofar?

Por essa e tantas outras coisas, que consisero um absurdo, é que me tornei um xenófobo.  Já passou da hora do povo brasileiro valorizar mais o que é nosso, temos que rever com urgência nossos conceitos referentes à atuações estrangeiras massificadoras que, desde há muitos anos, vem ocorrendo no brasil como forma de alienação.

Vamos valorizar o que é nosso !

REFLEXÃO CRÍTICA

Os problemas brasileiros possuem realidade própria e exigem soluções também específicas, o que só será possível quando tivermos uma tecnologia brasileira, adaptada à nossa realidade.  Não podemos estudar nosso processo de desenvolvimento econômico e social empregando esquemas estrangeiros.

Não podemos aplicar à criança ou à juventude brasileira testes de Piaget, elaborados com base nas crianças francesas.  Não podemos estudar problemas da mortalidade infantil no Brasil fundados em critérios e dados de pesquisa realizada em outros países.

Não se trata, evidentemente, de desprezar os estudos, as reflexões e os conhecimentos elaborados em quaisquer épocas ou em qualquer parte do mundo.

Em todo problema há aspectos universais e reflexões cuja validade não está limitada por fronteiras ou épocas.  Mas as questões concretas apresentam sempre uma caracterização diferenciada e própria.  E, se a sabedoria deve voltar-se para a vida real e esclarecê-la, não podemos nos contentar com a repetição de princípios e reflexões divorciados da realidade concreta ou elaborados em função de situações que não são as nossas.

E, principalmentne, não podemos continuar importando, passivamente, tecnologias estrangeiras para o nosso desenvolvimento, como por exemplo, aceitar sem preocupação e resistência, a invasão dominadora da televisão, do cinema e da música, separados de nossos problemas, a nos apontar realidades e valores que não são nossos, dificultando assim a tomada de consciência de nossa situação real,  gerando com isso atitudes de alienação e fuga.

Mas nada vai mudar se continuarmos a ensinar e estudar FILOSOFIA empregando os métodos usuais de simples assimilação de doutrinas e sistemas estrangeiros. 

Ninguem adquire competência ou formação FILOSÓFICA pelo fato de conhecer tais doutrinas.  O importante é desenvolver o espírito crítico e a capacidade de reflexão em profundidade em todos os setores de nossa cultura.

Texto/Autoria : Professor Arruda




postado por ANTONIO CARLOS ARRUDA as 27.03.10 0 comentários
20/03/2010
COMPARTILHANDO IDÉIAS

 DIFERENTES SIM...DESIGUAIS NÃO.

Importa estabelecer aqui uma definição clara que pode nos ajudar a entender melhor os processos sócio-históricos e suas complicações.  As diferenças são naturais porque providenciadas pela natureza, nem todos são magros, altos, brancos, etc. 

Mas as desigualdades sempre são fruto da ação humana.  Alguém nasce e vive pobre em função de uma estrutura que gera esse fenômeno.  O erro está em invocar as diferenças como justificativa das desigualdades socioeconômicas, base da sociedade de classes, e em perpetuar as estruturas geradoras das desigualdades.

O ser humano não pode ser concebido como mero indivíduo, apesar de sua peculiaridade genética.  É também cidadão que integra uma coletividade, regida por preceitos ético-morais, que implicam na aceitação de regras e valores.

O resultado desse processo vai configurando pessoas social, econômica, cultural e até religiosamente integradas. 

Somos iguais !  As diferentes raças humanas são, na verdade, rótulos superficiais, uma diferença para justificar possíveis desigualdades - uma vez que, segundo a teoria evolucionista, viemos do macaco, ou então, segundo a fé cristã, Deus criou o ser humano, tendo como protótipos Adão e Eva.  Os motivos pelos quais nos diferenciamos uns dos outros devem-se a diferenças ambientais, naturais, culturais, religiosas...A essência humana é a mesma para todos.

Obs : Síntese do texto original

Fonte : Jornal Mundo Jovem - Porto Alegre/RS

Autor : Clândio Maffini Cerezer

( Professor de Filosofia e Orientador Religioso / Colégio Farroupilha e Anchieta )

A IMPORTÂNCIA DA TECNOLOGIA NA FORMAÇÃO DOS PROFESSORES

Atualmente, não podemos mais adiar o encontro com as tecnologias passíveis de aproveitamento didático, uma vez que os alunos - voluntária e entusiasticamente imersos nesses recursos - já falam OUTRA LÍNGUA, pois desenvolveram competências explícitas para conviver  com eles : as quase incompreensíveis gírias de linguagem, a percepção HIPERMÍDIA, o rítmo acelerado de vida, a ânsia permanente de não perder tempo, a intimidade instantânea com todas as novidades encaminham um perigoso distanciamento entre gerações.

Portanto se os professores não quiserem ficar para trás, abandonados e marginalizados, pregando no deserto, precisam se ALFABETIZAR urgentemente nessa área.

A utilização da informática como instrumento de educação e busca do conhecimento traz consigo alguns questionamentos, encaminhando quase uma revolução nas concepções de tempo, espaço, currículo, ensino aprendizagem : até que ponto a escola está promovendo sua reconfiguração para atender a essa nova realidade ?

Se a tecnologia é cada vez mais presente na vida ( e na escola ), os professores precisam, em primeiro lugar, descobrir os efeitos pedagógicos de seu uso.  O lugar ocupado pelas novas ferramentas de ensino modifica expressivamente o papel dos professores - eles não mais podem ser um transmissor de conteúdos, mas mediadores capazes de articularem a interação crítica e reflexiva do aluno com os conteúdos de ensino, através dos meios tecnológicos.

O conhecimento precisa ser construído coletivamente nessa nova plataforma de acesso às informações, pela mediação efetiva de educadores que percebam, antes de tudo, que a tecnologia é INSTRUMENTO e não FIM.

Obs : Síntese do texto original

Fonte : Jornal Mundo Jovem - Porto Alegre/RS

Autora : Professora Helena Sporleder Côrtes

( Coordenadora do Curso de Pedagogia da Faculdade de Educação da PUCRS )



postado por ANTONIO CARLOS ARRUDA as 20.03.10 1 comentários
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