Mel:
Nossa,feliz vc ,eu e mais algumas pessoas muito sortudas de
conservarmos o Herói que e´um Pai para seu filho ou filha.
Abençoado o Homem que não renuncia de cumprir,mesmo com
muitas lutas esse papel missionário e sagrado.Um Pai e uma
Mãe é tarefa divina...
28/02/2012 21:35:38
rosangela:
bela crônica professor...me fez lembrar meu pai...como o seu um herói ,como heróicos sabiam ser os homens de gerações passadas, tenho pena dos filhos de pais que não tem sequer coragem de colocar o próprio nome numa certidão de nascimento...beijos
25/01/2012 19:59:26
filipe de moura:
A pedido, apaguei um comentário do Eduardo, pois o mesmo foi por ele refeito.
24/01/2012 21:35:24
Adrisia:
Meu comentário não foi para o que escreveu, mas sim os motivos que te levaram a escrever.
24/01/2012 12:35:14
filipe de moura:
Aureliano,
Fico imensamente grato pelas palavras.
Nunca temos o total domínio da razão, mas chega o tempo em que a paixão a sobrepõe de forma quase que inexorável.
Temos que nos preparar para isso.
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Eduardo,
Há, sim, muitas "virtudes" no "velho" que não foram citadas.
O coração cruzmaltino é, sem dúvida, motivo de orgulho até mesmo para os "mulambos" da família.
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Rosiléia,
Com certeza, seu comentário é muito mais emocionante de que minha pobre crônica.
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Adrísia,
O tema de então é o Zé Lopes.
Quanto às guerreiras, há várias por ali.
Mamãe, é claro! Maria Marta, Coraciana, etc.
Nunca me esquecerei da ocasião em que você e a Bernadete se afastaram do serviço para cuidar de papai gravemente enfermo.
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Ana Miriam,
Você se engana. Não sou escritor. Mas fico feliz com seus elogios.
Sobre os "Homens Pretos", brevemente pretendo abordá-los.
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A todos vocês, obrigado pela companhia!
23/01/2012 22:15:37
Ana Miriam:
Ola
Já estava com saudades de suas postagens. Vc. realmente é um escritor, fiquei encantada com seu olhar para seu pai.
Mas não esqueci estou aguardando homens de pretooooo. Acho que é isso.
beijos
23/01/2012 18:22:33
Adrísia:
Para refletir sobre este assunto espero que nunca se esqueçam daquela guerreira que ali mora, enfrentando tempestades e abonanças, e nunca abandonando o barco.
23/01/2012 10:44:44
Rosiléia:
Não tive como conter a emoção ao ler tão bela crônica. Esta pessoa que já se tornou único em nossas vidas, com certeza, merece essa homenagem, assinada embaixo por outros membros, que agora fazem parte da família. A essa altura da vida dele, tudo o que ele fizer, merece perdão.
Abraços.
21/01/2012 21:51:29
Eduardo Lima:
Muito bom. Deveria imprimir e manda uma cópia para o velho.
Acho que deve emocioná-lo.
Lembrando também que ele gosta de brincar, de ter com o que ocupar, de passear e se divertir como muitos dos seus filhos não o fazem. E torce pelo VASCÃO como a maioria dos seus filhos também.
Ps. corrigindo o outro comentário.
20/01/2012 19:56:30
Aureliano:
Filipe,
já estava esperando sua crõnica pós ferial. Realmente você tem capacidade de compreender, certamente depois de longa ruminação, de cuidadosa reflexão (curvar-se várias vezes sobre o fato). É necessário compreender a pessoa na sua circunstância. É imprescindível, mas não é fácil. A razão pode ser abafada pela emoção/paixão. Acredito que o diferencial de Jesus na sua relação com as pessoas que o procuravam ou o cercavam estava nesses pormenores, que por vezes, podem passar desapercebidos. A pessoa deve ser avaliada no conjunto, no seu todol, e jamais numa fração de sua vida, que poderá ter sido um único momento de fraqueza, ou seu ponto fraco. Abraços.
20/01/2012 14:36:07
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