Mel:
Caro professor,acho que vc tem uns rompantes meio que
exagerados ,muito radicais . Se vc gosta de vinho e quentão
aí pode...mas a cerveja que talvez vc não goste tanto aí
deve ser proibida......Tudo não é álcool?
Professor será que o senhor que faz tantas reflexões lógicas
não percebe sua própria incoerência?
Querido vc já viu os caminhos que levam ao alcoolismo? Eles são bem mais comuns que as quermesses e botecos que os vendem. Guardando as devidas providências para não se
incentivar o consumo, deixa quem gosta e não enche a cara
beber onde lhe agradar. Larga do discurso comum e folhetinesco.(Panfletário,lembra desse termo?)
28/02/2012 21:56:49
filipe de moura:
Que ótimo, Frei, vê-lo por aqui!
Gostaria de que divulgasse meu blog, não pelo que escrevo, mas pelos preciosos comentários de meus seletivos leitores.
Todos os seus confrades poderiam ler e participar.
Quanto ao tema em questão, devo voltar a ele.
Vamos ver como ficarão as coisas, pois ainda não consegui decifrar o cronista que mora em mim.
Obrigado pela companhia!
14/02/2012 22:36:32
Frei Gabriel:
Por uma Igreja sem cerveja!
Que tal o próximo blog voltando com este tema!
Filipe, ainda mais que a CF-2012 será sobre a saúde
Que tal a Igreja abraçar a causa do fim do tabagismo e do alcoolismo!
Abraços
13/02/2012 11:59:51
Frei Gabriel:
Que maravilha, Filipe!
Valeu Pe. Aureliano!
O assunto é altamente atual e urgente
De fato, temos que rever as formas que temos para manter nossas comunidades de fé. Há muita luta sincera de leigos que querem ajudar mas que ainda não se deram conta de que existem outros meios. O nosso pecado como responsaveis de comunidades é muito maior.
A Igreja não precisa de se manter dessa forma. Um trabalho sério por parte dos párocos e bispos, uma conscientização apropriada sobre o dizimo no seu sentido mais verdadeiro (e não financista como se vê nos "pastores humoristicos") seria suficiente para atender às demandas das estruturas paroquiais.
E estou no fogo com o Pe. Aureliano: vamos celebrar debaixo das árvores se preciso for. Aliás há por aí estruturas tão completas e comunidades tão sem sal. Quantas comunidades vivas a gente já conheceu sem quase nenhuma estrutura!
Onde há entusiasmo, seriedade, busca sincera de servir o Reino de Deus e sua justiça, "o resto vos será dado por acréscimo" (Mt 6, 33).
Basta de bebedeira abençoada pelas nossas igrejas!
Viva a vida de sobriedade... e paz nos lares!
13/02/2012 11:42:31
filipe de moura:
Rosiléia,
Fico contente por oferecer minha contribuição, ainda que diminuta.
O comentário do Aureliano, sim, deverá ser decisivo para quebrar qualquer resistência.
Quanto às minhas postagens, pretendo continuar fazendo delas um desabafo. Estou muito feliz por tê-los como leitores.
Obrigado pela companhia!
12/02/2012 12:58:09
Eduardo Lima:
Pode deixar, depois a paróquia arruma uma sala e um dia da semana para atender os dependentes, tipo AA mesmo, sabe.
12/02/2012 12:48:50
Rosiléia:
Sua postagem e o comentário do Aureliano servirá para que eu e o Jorge iniciemos uma campanha em nossa comunidade para que se acabe essa prática. Sempre fui contra isso, mas não tinha muito apoio. Agora acredito que meu querido marido, depois da conversa que tivemos com vocês nas férias, irá me ajudar nessa empreitada. Essa frase do Aureliano é muito bonita e marcou muito. Tenho esperança de conseguir conscientizar, à princípio o pessoal da minha comunidade.
PS: Seu blog já faz parte de nossas vidas. Ficamos ansiosos pela sexta-feira para saber sobre qual assunto irá abordar.
Um grande abrao.
12/02/2012 11:30:08
filipe de moura:
Aureliano,
"Se preciso for, celebra-se embaixo de uma árvore!"
Faz tempo que ouvi de você essa frase e isso muito me impressionou.
A íntegra de seu comentário deveria fazer parte de uma Carta Pastoral da CNBB e ser lida em rede nacional de rádio e tv.
Obrigado pela companhia!
11/02/2012 16:32:12
Aureliano:
Filipe,
o profetismo bíblico é muito mais do que se entende geralmente nos meios neopentecostais, em que se pensa o profeta como aquele que faz previsão sensacionalista do futuro. O profeta bíblico é aquele que vê, nos acontecimentos da história, um sinal de Deus a indicar que é preciso mudar de rota. Pois a continuar no mesmo caminho se vai à morte. Ou seja, é preciso "voltar" para Deus.
A propósito da problemática que você levanta, vejo a premente necessidade de nossos pastores e lideranças comunitárias reverem e aprofundarem a questão. Veja: o que vou dizer a uma mãe de família que vem partilhar a dor e o sofrimento de conviver com um marido ou filho dependente do álcool, que gasta as economias nos botecos, que bate, quebra, maltrata, sujeita a família a constantes constrangimentos, quando continuo a vender bebida alcoólica para "ajudar a igreja"? Esse dinheiro é 'maldito', não tem a bênção de Deus, pois é colaboração com um elemento destruidor da família e da vida. É preferível celebrar debaixo de uma árvore a celebrar dentro de um templo constuído às custas de recursos desonestos, duvidosos ou de atitudes incoerentes como os da venda de bebida alcoólica. Se o dízimo não é suficiente, fique sem templo! O verdadeiro templo de Deus é a pessoa humana. Esse sim deve ser reverenciado, cuidado, amado!
11/02/2012 13:53:42
filipe de moura:
Eu também, Ana Miriam, estou ansioso por isso. Espero que brevemente o farei.
Obrigado pela companhia!
11/02/2012 09:35:15
Ana Miriam:
Olá
Não vou concordar ou discordar de sua postagem, pois nem tenho argumento para discutir o o óbvio.Quero saber quando vai falar do Homem de Preto, vc. aguçou minha curiosidade e não volta ao tema.
abraços
Ana Miriam
10/02/2012 22:25:02
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