Blog do Gilson Monteiro
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quinta, 03 junho, 2010
Braga é quem governa?

O governador Omar Aziz (PMN) é de uma sinceridade impressionante. Em um dos jornais da cidade, não só afirmou, mas, reafirmou que a escolha do candidato a vice-governador na chapa por ele encabeçada para a reeleição, é do ex-governador Eduardo Braga, pré-candidato ao senado pelo PMDB. Quando participava dos movimentos estudantis, em tempo idos, Aziz não se nos apresentava tão subserviente. O poder a e a experiência política devem ter provocado tamanha mudança. E se o critério for subserviência canina, não há o que duvidar: o candidato a vice é José Melo, campeão em submissão e serviços prestados a quem estiver no poder. Com Melo de vice Braga terá a garantia de quem manda afinal no Palácio da Compensa. Aliás, ter duas pessoas como extensão sua no Governo talvez seja o grande diferencial para a eleição de Aziz e Melo. Para o grande universo de seguidores de Braga, tê-lo no poder, ainda que seja representado por dois procuradores de inteira confiança é melhor que correr qualquer tipo de risco com outro candidato. Por essa ótica, as chances de Alfredo Nascimento (PR) e Serafim Correia (PSB) diminuem muito.

 

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terça, 01 junho, 2010
Seleção burocrática e subserviente

O mês começa hoje com as expectativas dos brasileiros de todos os quadrantes do País voltadas para a Seleção Brasileira de futebol, infelizmente, por um cabeça-dura dos contos infantis: Dunga, o zangado. Li em uma das capas da Revista Veja, uma explicação sobre o porquê de Dunga ter acertado na convocação da Seleção e tive a certeza de que, o técnico pode até ter acertado, mas, ao ser elogiado pela Veja, fica claro que se trata de um treinador de extrema direita, isto é, um conservador e reacionário. Dunga, na Seleção, refundou uma visão de futebol semelhante à organização católica, conservadora e anticomunista denominada Tradição, Família e Propriedade (TFP). E dessa visão resulta uma Seleção burocrática e subserviente. Portanto, que ninguém espere futebol-arte, jogadas brilhantes e quetais. Não temos sequer um jogador capaz disso. Aliás, na entrevista coletiva após a convocação, Dunga falou em ditadura e escravidão, certamente, um ato falho. Com uma Seleção dessas, se o título vier, é um lucro tamanho. Melhor não cultivarmos grandes ilusões.

 

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segunda, 31 maio, 2010
Chip pra cachorro

Não seria nada espantoso se a expressão “Chip pra cachorro” significasse que há chips em quase tudo na nossa vida. São acessórios que guardam informações sobre toda a nossa vida pessoal e financeira e, normalmente, se nos apresentam nos antigos cartões de crédito e débito. Pois bem, há uma revolução em curso e nós nem nos tocamos: na União Europeia e no Japão o cachorro de estimação não pode mais existir sem um chip, implantado por um veterinário, contendo todas as informações sobre o animal. É como se o cachorro ganhasse personalidade jurídica, pois passa a ter endereço, telefone, ou seja, todos os dados necessários para ser encontrado e identificado quando se perder. Que ninguém se espante, porém, não vai demorar muito e nós, os humanos, seremos premiados, cada um, com o seu chip. Ele conterá todas as nossas informações e poderá ser lido em locais como bancos, embarques e desembarques de aeroportos e até, pasmem, na entrada dos condomínios e residenciais. Será uma espécie de controle remoto com o qual poderemos abrir todas as portas pós-modernas. A tecnologia é denominada Radio Frenquency Identification (RFID) ou, em Português, Identificação por Rádio Frequência. A tecnologia permite que pessoas, animais e objetos sejam marcados e possam ser rastreados 24h por dia. O que parecia ficção científica tornou-se algo trivial. O Chip que Keanu Reeves carregava no filme Johnny Minemonic, deixou a cabeça dele, chegou as cachorros por força de lei e,num futuro não muito distante, também por força de lei será nossa “carteira de identidade”. Alguém duvida?

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domingo, 30 maio, 2010
Serra sem rumo

Não entendo até agora essa estratégia do candidato do PSDB à Presidência, José Serra, de atacar a Bolívia pela entrada de cocaína no Brasil. Mais parece coisa de quem não tem o que dizer e precisa de algo para tentar se manter em evidência. Ou José Serra já estaria sem rumo ao ver que sua candidatura faz água a cada dia? A tentativa de, mais uma vez trazer Aécio Neves para ser o vice demonstra claramente que Arca de Serra entra água por todos os lados. Enquanto Serra culpa a Bolívia pela cocaína que circula no Brasil, Dilma cresce a cada pesquisa. Humildemente, aqui desse cantinho, avisei que Serra perderia essa eleição e que o Brasil teria, pela primeira vez, uma mulher na Presidência. Do jeito que as coisas andam e com esse discurso sem pé nem cabeça, Serra perde o rumo de vez.



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sábado, 29 maio, 2010
Entre o péssimo e o ruim

Tenho de concordar com o prefeito de Manaus, Amazonino Mendes (PTB), quando se posiciona a respeito das duas principais candidaturas ao Governo do Amazonas. Diz o mais velho lobo da política do Amazonas após a morte de Gilberto Mestrinho que os dois candidatos não são populares. Mendes, revela, além de tudo, sabedoria política inclusive para não descartar nenhum dos dois. O prefeito de Manaus, ao falar que os dois são impopulares, no fundo quis dizer mesmo que se trata de dois candidatos que flutuam entre o péssimo e o ruim. Mendes deve estar arrependido de não disputar o cargo, seria a eleição mais fácil da vida dele. Levaria essa de barbada e, Omar Aziz (PMN) nem com o Governo do Estado nas mãos, chegaria ao segundo turno. Como a própria população do Estado, o prefeito, agora, fica entre a cruz e a espada, ou seja, entre o péssimo e o ruim. Talvez, por isso, diga que é 99% (noventa e nove por cento) Omar. Lastimável para a sociedade.



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sexta, 28 maio, 2010
Manipulação refinada

Por mais que, nas aulas de jornalismo da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), a questão ética seja posta em primeiro plano nas discussões, no dia-a-dia dos jornais, somos surpreendidos com detalhes que, às vezes, passam despercebidos por grande parte dos leitores. Possuem, porém, eficácia inigualável do ponto de vista da manipulação. Um dos jornais de Manaus de hoje publica uma ampla notícia sobre a presença do prefeito Amazonino Mendes (PTB) em um evento que seria o lançamento da “Pré-candidatura de Omar Aziz (PMN) ao governo do Estado”. O tal evento correra em Tefé. A foto que ilustra a notícia apresenta Amazonino Mendes sorridente, em primeiro plano, Omar Aziz em segundo, observado, ao fundo, por um Eduardo Braga, também sorridente. Nada a comentar se a foto não fosse do dia 30 de janeiro de 2010. O leitor desatento considera que a fotografia seja do exato momento em que os três políticos do Amazonas se encontram, no evento para o qual tanto a manchete quanto a notícia remetem. Profissionais do referido jornal hão de argumentar que, sem fotografias de arquivo, não se consegue “fechar” uma edição. Não duvido. Mas, no caso de uma notícia como essa, a foto já revela, talvez até inconscientemente, a opção política do jornal. E quando esse jornal prega que possui linha editorial independente, não há como negar que a fotografia tenta apresentar um evento feliz e de sucesso, quando, na verdade, não era nem do fato noticiado. O fato de se dizer o nome do fotógrafo e a data de obtenção da foto não eximem os editores do processo de manipulação. Com todos os perdões que se possa admitir, trata-se de manipulação das mais subliminares possíveis. E isso não se defende na universidade. Ainda bem!



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quinta, 27 maio, 2010
Estacionamento do IPAAM

Confesso que passei vários dias avaliando: falo, não falo; falo, não falo; vou falar. Causa-me estranhamento, aos passar pelo estacionamento de um grande Shopping de Manaus localizado na avenida Umberto Calderaro, ver um ônibus do Instituto de Proteção ao Ambiente do Amazonas (IPAAM) parado dentro do estacionamento, ou seja, dentro do shopping. Não tenho nada contra o Shopping, nem contra o ônibus, muito menos contra o IPAAM; o que me deixa com a pulga atrás da orelha é ver, todos os dias, um veículo público em área particular como se ali fosse o estacionamento do órgão. Será que existe uma turma do IPAAM em missão permanente no shopping e, por isso, o ônibus chega antes da abertura e sai tarde da noite? Ou será que o veículo está permanentemente ali desde a inauguração provisória? Gostaria muito de uma explicação convincente que me tirasse esse incômodo. Alguém pode me esclarecer?



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quarta, 26 maio, 2010
Arrogância e prepotência

Não me venham com esse discurso de que o presidente Luis Inácio Lula da Silva (PT) foi arrogante ao se decidir por apoiar a candidatura do senador Alfredo Nascimento (PR) seu ministro dos Transportes durante quase oito anos. Quando tomou a decisão o fez baseado em um acordo, nunca negado, volto a dizer, nunca negado pelo governador Eduardo Braga (PMDB). Agiu como homem de caráter e crente em quem sempre apoiou (e ao Estado também). Arrogante e prepotente, portanto, talvez seja o ex-governador Eduardo Braga que, segundo declarou, irá de porta em porta pedir votos para Omar Aziz (PMN). É um direito que tem não cumprir acordos, só não pode é querer alavancar uma candidatura tentando jogar o povo do Amazonas contra o Presidente Lula. Votei em Lula nas três últimas eleições, reprovo veementemente a atitude de deixar o povo brasileiro sem opções ao impor ao PSB a retirada de Ciro Gomes no cenário nacional e Serafim Correia no cenário local, mas, se tiver de escolher entre um Peteleco do Lula e um Peteleco do Braga, não terei dúvidas em ir com o candidato do presidente Lula. Espero e desejo muito que o cenário local ainda mude a ponto de termos uma terceira opção, como Marcus Barros (PV), por exemplo. Nós, os eleitores do Amazonas, não merecemos ter de escolher entre a arrogância e a prepotência. Ninguém manda no seu voto, nem padre, nem pastor, nem presidente nem ex-governador. Diante da urna, você é o seu Deus e seu Senhor. Não aceite imposição nem pressão. Quem dera, vença o melhor.

 

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terça, 25 maio, 2010
Exame para tudo

Ao que tudo indica o Ministro da Educação, Fernando Haddad, quer deixar o governo com a marca de quem criou “exame para tudo”. A partir do ano que vemo MEC fará uma prova nacional de seleção para professores iniciantes. A ideia do , Ministério é subsidiar concursos públicos estaduais e municipais. A portaria que institui o exame foi publicada ontem no "Diário Oficial da União". O Exame Nacional de Ingresso na Carreira Docente, cuja sigla ainda não existe, mas pode ser Enaincado (que coisa mais horrível), será feita pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) e avaliará conhecimentos, competências e habilidades dos candidatos ao ingresso na docência do ensino básico e fundamental. O Ministro garantiu que a sociedade será chamada para participar de audiências públicas a fim de escolher o que será cobrado nos exames. Das duas uma: ou Fernando Haddad quer ser mesmo conhecido com o Ministro dos exames para tudo ou transformar o Inep em monopólio para a seleção de tudo no País. Isso também deveria ser perguntado à sociedade.

 

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segunda, 24 maio, 2010
Força do interior

Não é de hoje que os políticos do Amazonas sabem que o interior tem a força para decidir as eleições majoritárias. São lendárias as histórias de botos que emprenhavam urnas e decidiam eleições. Não significa que os botos desapareceram. Com as urnas eletrônicas, é preciso conquistas mentes e corações antes de apertar os botões ou haver um conluio em cadeia com todos os envolvidos no processo de votação, algo mais difícil e arriscado. Daí, vale se unir a pastores, padres, líderes comunitários e até capitão de time de futebol. Num cenário desses percebe-se a força de um programa como o “Bolsa Floresta” que tem potencial de retorno em votos de quase 100% (cem por cento). Há, ainda, o fato de a capital tradicionalmente apresentar votação praticamente dividida. Portanto, os quase 870 mil votos do interior são fundamentais para decidir as eleições majoritárias. Gilberto Mestrinho já sabia disso e os ensinou aos seus pupilos. Até a oposição já aprendeu isso. Quem decide eleições no Amazonas é o interior que passa o restante dos anos abandonado, mas sempre recebe os políticos em épocas de eleições. Mais do que explicado.

 

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