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segunda, 25 maio, 2009
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Atlas poderá ter que deixar área da CDP

Lendo o jornal "O Diário do Pará", 1º Caderno-Belém página A11de ontem 24/05/2009. Observei que nosso porto completará 100 anos, fragmentado e cheios de problemas de ordem. Apesar de estar atualmente em local desfavorável para operação portuária de acordo com que estabelece as regras de mercado, o Porto de Belém têm acumulado volumes de movimentação de cargas com valores agregados maiores a cada ano. Após ser desprezado pelas gestões governamentais do passado, de muitas vezes levar culpa de todas as mazelas ao seu entorno, de escapar do programa de estadualização, para em seguida privatizá-lo, de denúncias que manchou o andar da presidência no prédio histórico em plena Avenida Presidente Vargas, de batalhas na justiça para embarcar bois vivos. Ainda há espólio de gestões no mínimo duvidosas e irresponsáveis com o patrimônio público - pois alugar área estratégica para o seu crescimento por um período de 10 anos ( e renovado), quando vemos todos os dias centenas de caminhões a espera no lado de fora, serpenteando a própria área, causando insegurança a todos que ali transitam – se não é insensato, irresponsável e suspeito! Então vivemos no limite da loucura. A Concessionária Atlas Veículos, nada tem a fazer a não ser evitar sua saída precoce comercialmente, e se para isso precisar buscar a justiça assim o fará e estará certa, pois busca os meios legais para manter-se em local supervalorizado com baixo custo. Não vou colocar lenha nessa briga entre as grandes empresas, mas torço para que encontrem uma boa solução para ambas as partes. E lembrar ao presidente da CDP, que a Atlas também é uma empresa fundamental para a cidade Ao Senhor Clíthio Van Buggenhout, presidente da CDP, recomendaria que lutasse por este espaço de patrimônio público, fundamental para as pretensões de crescimento do parque logístico da companhia, e como “autoridade pública”, deve sim buscar todos os meios legais para recuperação desta área. Mas esta situação me levantou uma curiosidade, que a matéria escrita por Luiz Flávio não me esclareceu, ou por evitar ou esconder os nomes dos autores deste contrato absurdo, que lesa o erário público e a todos nós. Portanto, prezada Família Rezende lutem por seus direitos, usem todas as ferramentas legais para manterem-se o tempo necessário a encontrar um novo e melhor espaço para seu empreendimento e ao presidente Clíthio, a mesma recomendação. Porém, com um “dever de casa” que toda “autoridade pública” deveria zelar , apresente os autores desta atrocidade aos planos da empresa, e que não me venham pequenos cérebros, dizer que se trata de “caça às bruxas”! Trata-se de colocar a responsabilidade sobre o colo das pessoas, que aceitaram esta situação e não na conta da empresa que está legalmente situada na área alugada. Para finalizar, gostaria de obter informações sobre o imóvel da presidência da CDP, situada em Miramar. Afinal, estão esperando o momento certo para também alugarem?
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postado por BLOGISTICA as 06:27:17

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1 comentários:
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BLOGISTICA:
Congestionamento de 8 horas atinge ZN e entrada da Cidade
Logística
A movimentação de contêineres vazios em um terminal na Rua Júlia Ferreira de Camargo, no bairro do Bom Retiro, em Santos, foi novamente o ponto de partida para um congestionamento de dois quilômetros na entrada da Cidade, que avançou até a Via Anchieta. Entre melhoras e pioras constantes do trânsito, o problema se estendeu por aproximadamente oito horas.
Para a formação do congestionamento, diversos motivos contribuíram. Inicialmente, o navio Zim São Paulo, que trouxe contêineres vazios ao Porto de Santos (para o terminal Depotrans, instalado na Rua Júlia), atrasou sua operação, que deveria ocorrer na madrugada de ontem. O desembarque dos cofres só foi iniciado pela manhã, fazendo com que a entrega no terminal retroportuário se confundisse com o fluxo normal de veículos urbanos e de caminhões com destino aos demais terminais da Rua Júlia.
Por volta de 10 horas, a situação se agravou. Além da concentração de cargas para o terminal, dois caminhões tiveram problemas na Rua Júlia, forçando a formação de filas que ocuparam também a Avenida Nossa Senhora de Fátima. Como a via não tem saída, todo o tráfego ficou comprometido.
O ponto crítico do congestionamento ocorreu por volta de meio-dia, horário de pico, em que há muitos veículos de passeio no trecho. Nesse momento, as filas se estenderam além da Nossa Senhora de Fátima. O trânsito parado na Via Anchieta, para a entrada na avenida, chegou atéo bairro Ponte Nova, em Cubatão. Em Santos, a Avenida Martins Fontes ficou comprometida atéa altura do Cemitérioda Filosofia, no Saboó.
O problema foi minimizado graças à intervenção de agentes da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) de Santos e de policiais militares. Segundo a CET, às 13h45, o trânsito voltou a fluir na Nossa Senhora de Fátima. Mas, às 15h38, piorou novamente, atingido a altura do Centro de Treinamentos Meninos da Vila, do Santos Futebol Clube, na Martins Fontes.
Mais tarde, às 16h15, a Martins Fontes voltou a ter tráfego normal. Cerca de 15 minutos depois, foi a vez da Nossa Senhora de Fátima.
Por volta de 17 horas, o problema voltou a ocorrer. Às 18 horas, a CET informou que a fluidez do tráfego tinha sido restabelecida. Entretanto, um caminhão quebrado ainda atrapalhava a entrada para a Nossa Senhora de Fátima, pela Via Anchieta. Na estrada, o congestionamento que se formou no início da noite facilitou a ação de ladrões, que assaltaram motoristas.
OPERAÇÃO
O supervisor logístico do terminal Depotrans, Fláusio Brandão Oliveira, explicou que, apesar de ter havido uma concentração de caminhões em direção à empresa, havia condições de atendê-los. O recinto movimenta por dia cerca de 350 contêineres vazios.
O terminal recebeu 232 contêineres que vieram a Santos no navio Zim São Paulo, sendo 135 unidades de 40 pés e 97 de 20 pés. O último cofre foi recebido às 16h30, o que evidencia outros motivos para a formação dos congestionamentos,
"O problema maior é que a rua não comporta. Estamos tentando uma solução junto ao CAP (Conselho de Autoridade Portuária) e à Prefeitura de Santos. As vias de acesso não acompanharam a demanda do Porto, que cresce muito. Isso faz com que o volume de todos os terminais juntos, mais situações pontuais, provoquem problemas trânsito", disse Oliveira.
Por NewsLog e A Tribuna
terça, junho 09, 2009 12:49 |
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