ROUBO DE CARGAS

"Piratas saqueiam comboio" Manchete do caderno Polícia do jornal O Liberal de hoje, traz informações do assalto sofrido no rio Tajapuru, próximo à vila Antônio Lemos, no município de Breves, na ilha do Marajó, pela tripulação das embarcações empurrador “Re- belo XXII”, que levava a balsa “Estamam 466”. Relatado pelo Diretor do Grupo Reicon, Roberto Simões que os assaltantes levaram além de 654 botijões de gás em dois containeres, combustíveis, e "arrombaram duas carretas de carga de exportação, levando as mercadorias que seguiam para Macapá. Roberto Simões não soube dizer o que havia nessa carretas, pois os contêineres embarcaram fechados". Ponto de Vista A empresa REICON ha muitos anos apresenta queixas e solicita intervenção do Estado e Capitania dos Portos, na segurança da navegação nos rios da Amazônia. Caso que já provocou armamento ilegal de tripulantes buscando "segurança" pessoal após colegas serem absurdamente agredidos nas embarcações. Como toda empresa e cidadão têm o direito a segurança, garantida através da Constituição Federal, pagamento de impostos e taxas estaduais e federais. A REICON, pratica legalmente seus direitos provocando, informando e colaborando com a estrutura governamental, para exigir o cumprimento de medidas eficazes para acabar a prática de "pirataria" nos rios. No entanto, algumas colocações na entrevista dada ao jornal pelo Sr. Roberto Simões, me incomodaram, entre elas, o fato da tripulação estar sob a mira dos assaltantes desde as 16h do domingo até as 3h da segunda-feira. Não saber conteúdo de carga para exportação, e os assaltos serem “rotineiros” para a empresa. Assim como, vejo como absurdas as agressões à tripulação, entendo que a REICON não está de acordo com as regulamentações e recomendações de segurança nas operações de transportes de cargas, algo que me surpreende negativamente, pois se trata de empresa com vasta experiência no mercado logístico amazônico, e notoriamente premiada desde sua fundação pelo extraordinário empresário José Rebelo. Exatas 11h sem contato com uma base de comunicação, não haver alternativas emergenciais de comunicação, não ter informações do que se transporta, são falhas na segurança muito infantis para qualquer pessoa comum quanto mais para empresa do porte da REICON, em visita ao e-sítio da empresa verifiquei não existir um setor em Gestão de Segurança. Sugiro aos diretores e funcionários, que busquem esta solução de dentro para fora, ofertar cursos e treinamentos pode ser encontrado em parceria com a seguradora, buscar a qualificação de ISO 27000, e o básico, atitudes preventivas para qualquer cidadão comum, jamais transitar em áreas, dias e horários de alto risco. Em contribuição, enviarei material para análise, estudo e avaliação de todas as pessoas da empresa e para seus parceiros. Divulguem e debatam o assunto com o foco corporativo e a inteligência de José Rebelo. SUCESSO!
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