
Provoco-te amarrando teus braços,Enrolando a corda em teu corpo E vendando teus olhos! Brinco de escrever palavras em você E as leio tuas carnes com meu tato, olfato e paladar. Mordo e sugo os teus lábios, te aperto, Provoco-te inteiramente. Aperto os nós pra que fique mais imóvel E tua excitação se demonstra na pele, Na respiração e no corpo tremulo. As cordas marcam tuas curvas E nelas passo a língua sem pudor Arrancando-te gemidos de prazer! Transpira e pede que tire a venda Liberto teus olhos, estão cheios de desejo. Contorce-se e a corda aperta ainda mais, Mas não reclama, ao invés disso, Pede que não te poupe, está entregue... Anseia pelo êxtase prometido. Diz que tua vontade chega a ser anormal, Que não quer ser liberta das cordas, Que adora essa imobilidade imoral! As amarras te cortam, marcam, junto ao prazer. Abre-se o mais que pode, e grita que quer meter. Exige fundo, com força, quer ser escrava mulher... Se submeterá ao teu dono, fazendo tudo que ele quer, Mas só depois de explodir em gozos que te façam desfalecer! Enrolando a corda em teu corpo E vendando teus olhos! Brinco de escrever palavras em você E as leio tuas carnes com meu tato, olfato e paladar. Mordo e sugo os teus lábios, te aperto, Provoco-te inteiramente. Aperto os nós pra que fique mais imóvel E tua excitação se demonstra na pele, Na respiração e no corpo tremulo. As cordas marcam tuas curvas E nelas passo a língua sem pudor Arrancando-te gemidos de prazer! Transpira e pede que tire a venda Liberto teus olhos, estão cheios de desejo. Contorce-se e a corda aperta ainda mais, Mas não reclama, ao invés disso, Pede que não te poupe, está entregue... Anseia pelo êxtase prometido. Diz que tua vontade chega a ser anormal, Que não quer ser liberta das cordas, Que adora essa imobilidade imoral! As amarras te cortam, marcam, junto ao prazer. Abre-se o mais que pode, e grita que quer meter. Exige fundo, com força, quer ser escrava mulher... Se submeterá ao teu dono, fazendo tudo que ele quer, Mas só depois de explodir em gozos que te façam desfalecer!
Enrolando a corda em teu corpo E vendando teus olhos! Brinco de escrever palavras em você E as leio tuas carnes com meu tato, olfato e paladar. Mordo e sugo os teus lábios, te aperto, Provoco-te inteiramente. Aperto os nós pra que fique mais imóvel E tua excitação se demonstra na pele, Na respiração e no corpo tremulo. As cordas marcam tuas curvas E nelas passo a língua sem pudor Arrancando-te gemidos de prazer! Transpira e pede que tire a venda Liberto teus olhos, estão cheios de desejo. Contorce-se e a corda aperta ainda mais, Mas não reclama, ao invés disso, Pede que não te poupe, está entregue... Anseia pelo êxtase prometido. Diz que tua vontade chega a ser anormal, Que não quer ser liberta das cordas, Que adora essa imobilidade imoral! As amarras te cortam, marcam, junto ao prazer. Abre-se o mais que pode, e grita que quer meter. Exige fundo, com força, quer ser escrava mulher... Se submeterá ao teu dono, fazendo tudo que ele quer, Mas só depois de explodir em gozos que te façam desfalecer!

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