Capitão Assumção
Capitão Assumção
terça, 11 maio, 2010
Quatro bairros sob toque de recolher em Vila Velha

Fonte: GazetaOnline


Natalie Marino
nmarino@redegazeta.com.br

Da redação multimídia

Moradores e comerciantes dos bairros de São Torquato, Cobi de Baixo, Cobi de Cima e Nova América, em Vila Velha, acordaram sob o toque de recolher, com cartazes afixados nas paredes de estabelecimentos comerciais, na manhã de ontem.

O decreto é em luto pela morte de Carlos Alberto Raither Lino, 20 anos. Ele morava em Cobi de Baixo e foi assassinado dentro de uma casa em Pedra dos Búzios, mesmo município, na tarde de domingo, durante um churrasco em comemoração ao Dia das Mães.

Segundo a polícia, Carlos Alberto invadiu a casa do homem que matou o sobrinho dele - o adolescente Dhemerson Rach Junior, morto em julho do ano passado - para se vingar, na tarde de domingo. Ele chegou ao local de moto, sacou a arma e chegou a atirar contra o outro homem, que conseguiu tirar a arma de Carlos Alberto e atirou para se defender.

Cartazes informando sobre o luto ordenavam que os comerciantes deveriam manter os estabelecimentos fechados até que fosse dada uma “segunda ordem”. Uma farmácia e um minimercado de Nova América, que tiveram cartazes afixados nas paredes, resolveram abrir os estabelecimentos.

Só que a atitude de enfrentamento à ordem não agradou aos criminosos que, não satisfeitos, retornaram aos comércios e, pessoalmente, entregaram novos bilhetes. Em um dos estabelecimentos, um dos comparsas de Carlos Alberto chegou a bater a mão no balcão e exigir o fechamento do comércio.

Em outra loja, um homem entrou, enquanto outros três esperavam do lado de fora. “Eles falaram que era para fechar, porque tinha morrido um amigo deles”, contou um funcionário.

"Eles foram abusados. Cheguei a ficar com o comércio fechado, mas abri depois que a polícia apareceu”
X. , 42, funcionário de um comércio em Nova América

"Nós não estamos enfrentando a ordem. Na verdade, temos vontade de trabalhar e muitas contas a pagar”
X. , Gerente de uma loja em Nova América

Polícia diz que vítima não era famosa na região
Os delegados da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), José Lopes e Josemar Sperandio, disseram desconhecer o que motivou o toque de recolher nos bairros, já que Carlos Alberto Raicher Lino já foi preso por furto, mas não seria um bandido de renome. Mesmo assim, o policiamento na região estava reforçado por radiopatrulhas do Batalhão de Missões Especiais (BME) e do 4º Batalhão da PM, que foram vistas rodando nos bairros de São Torquato, Cobi de Baixo, Cobi de Cima e Nova América. Até policiais de outros batalhões atuaram ontem no reforço do patrulhamento, mas informaram que a presença deles fazia parte da ronda de rotina.

Outros bairros que já foram ameaçados
04/05/2010 – Uma creche e três escolas públicas foram obrigadas a fechar as portas depois que traficantes passaram armados nas ruas impondo o toque de recolher, segundo populares. De acordo com a polícia, diversas gangues de tráfico estão disputando o domínio entre si

31/03/2010 – Moradores do bairro Resistência, em Vitória, viveram um dia de medo, após toque de recolher ordenado por traficantes. A ordem para fechar comércio, escolas e unidade de saúde partiu dos aliados do traficante Amaurício Pereira Sabatine, 17 anos, executado um dia antes

18/03/2010 – O comércio e escolas do bairro Padre Gabriel, em Cariacica, foram obrigadas a fechar as portas por 30 horas, depois de toque de recolher. Nem mesmo a presença de policiais militares e do secretário de Segurança Rodney Miranda deixou a população do bairro tranquila. A ordem teria partido depois que Giovani de Oliveira, considerado o “xerife” do tráfico, foi morto por espancamento dentro do Presídio de Segurança Máxima I, no Complexo de Viana.

postado por 122400 as 10:31:57 # 0 comentários
Dupla tenta assaltar mulher e troca tiros com PM em Itapoã

Fonte: GazetaOnline

 

Anny Giacomin e Glacieri Carraretto

Pânico e correria durante um tiroteio em Itapoã, Vila Velha, na tarde de ontem. Dois motoqueiros e um soldado da Policial Militar trocaram tiros durante uma tentativa de assalto a uma economista, de 60 anos, que estava parada em um semáforo, no cruzamento das ruas Resplendor e São Paulo. Foram ouvidos pelo menos oito tiros. Ninguém ficou ferido.

A mulher havia acabado de sacar R$ 22,6 mil de uma agência bancária, localizada em shopping de Vila Velha. Ela seguia em um carro prata, quando os dois assaltantes, ambos usando capacete, em uma moto, a renderam no semáforo. A vítima acredita que já estava sendo vigiada pelos assaltantes desde quando estava no banco.

Ação
Os bandidos aproveitaram o semáforo fechado para abordar a economista. “O carona da moto bateu na janela e enfiou o braço com a arma dentro do carro. Foi quando ouvi barulho de tiro e me joguei no chão. Pensei que tivessem matado a mulher”, contou uma vendedora que viu o crime.

Um soldado, de 29 anos, que estava em uma moto, indo trabalhar, a cerca de 15 metros da cena, percebeu a ação dos criminosos e deu voz de prisão à dupla. Os ladrões, no entanto, atiraram contra o policial, que revidou para se defender.

Durante a troca de tiros, a vitrine de uma loja foi estilhaçada. A vidraça de um estande de vendas de imóveis também foi quebrada. A polícia ainda encontrou marcas de balas em um carro que estava estacionado na Rua Resplendor e na parede do quinto andar de um prédio, a cerca de 30 metros do local.

Da vítima, os assaltantes conseguiram roubar apenas uma bolsa, contendo documentos e comprovantes de pagamento realizados pouco antes da tentativa de assalto. O dinheiro estava em uma outra bolsa, que não foi roubada. Os bandidos fugiram em alta velocidade, pela contramão da Rua São Paulo.

"Ouvi os tiros e me joguei no chão. A bala atingiu um quadro na parede, na altura da minha cabeça. Escapei da morte”
R. , 43 anos, corretora

"Os bandidos estavam de capacete, e o que atirou era alto e bem vestido. Quando vi a confusão, me joguei atrás de um muro”
J. , 37, encarregado de obras

Reforço
“Dei voz de prisão, mas eles reagiram”
Soldado da polícia militar, 29 anos, Participou da troca de tiros

"Estava indo trabalhar, de moto, quando vi os assaltantes apontando a arma para a cabeça da vítima. Larguei minha moto de lado, me protegi atrás de um veículo e dei voz de prisão a eles. Os assaltantes reagiram e começou a troca de tiros. Eles estavam com uma pistola 380, e eu com um revólver. Pedi reforço policial na hora. A sorte foi que os bandidos não me viram escondido atrás do carro. Eu tive de reagir. Caso contrário, com certeza teriam roubado todo o dinheiro da vítima”.

Em 15 minutos, dois suspeitos são presos
Dois suspeitos de terem tentado assaltar a economista, por volta das 16 horas de ontem, em Itapoã, Vila Velha, foram detidos 15 minutos depois da troca de tiros, no bairro Boa Vista. Eles estavam em uma moto, sem placas, mas não foi encontrada arma com a dupla.

Os suspeitos foram levados para o Departamento de Polícia Judiciária (DPJ) de Vila Velha, ontem à noite. Até o fechamento desta edição, ainda não havia sido divulgado se a dupla tinha participado do assalto. De acordo com o delegado Aéliston de Azevedo, os detidos seriam submetidos a um exame residuográfico, para comprovar se eles haviam usado uma arma.

Os homens presos têm características semelhantes às dos bandidos que participaram da troca de tiros. Um deles estava com uma jaqueta amarela. Foi constatado pela polícia, inclusive, que ele já tinha passagem por porte ilegal de arma, por tráfico de drogas e associação para o tráfico.

O outro rapaz, dono da moto, informou que não sabia que o veículo estava sem placas. Ele também estava trafegando sem o visor do capacete e, por isso, teve o veículo e a carteira de habilitação apreendidos.

Imagens das câmeras de um prédio próximo conseguiram gravar a ação dos criminosos. O material também foi entregue no DPJ de Vila Velha ontem.

Susto e alívio
Economista, 60 anos, Vítima do assalto

“Foi um sufoco danado. Ainda bem que Deus colocou um anjo na minha vida”

Como aconteceu o assalto?
Eu tinha acabado de sair do banco, onde fui sacar uma quantia alta em dinheiro. Quando parei no semáforo, os caras pararam de moto ao meu lado. Bateram muito forte no vidro e ficavam gritando, “é assalto, é assalto!”

O que você fez?
Eu fiquei sem reação. Eles me mandaram abrir a janela e passar a bolsa, apontaram a arma para a minha cabeça. Só que eu estava com duas bolsas. Tirei a que tinha somente alguns documentos e entreguei a eles. Aí eles gritaram, falando que não queriam aquela, mas, sim, a outra bolsa em que estava o dinheiro.

Então eles já estavam te seguindo?
Acredito que sim... só não sei como descobriram sobre o valor, porque fiz o saque em uma área reservada no banco, ninguém viu. Ainda bem que apareceu esse policial, meu anjo da guarda. Quando começaram os tiros, eu só me abaixei dentro do carro. Foi um sufoco, uma situação horrorosa. Foi a primeira vez que fui assaltada na vida.


postado por 122400 as 09:48:06 # 0 comentários
Uma pessoa é assassinada a cada quatro horas no Estado

Fonte: GazetaOnline


Quase oito anos se passaram, e a meta do governo do Estado em reduzir o número de homicídios não foi cumprida. Ao contrário: em vez de cair 10% - como se pretendia -, o índice subiu 10% na comparação entre os quatro primeiros meses deste ano ao mesmo período do ano passado. De janeiro a 30 de abril último, foram registrados 763 crimes, segundo o site da Secretaria de Estado da Segurança Pública (Sesp). O número representa uma morte a cada quatro horas ou, para ser mais exato, 6,3 crimes por dia. Até o ano passado, a média diária era 5,5 de assassinatos.

Em comparação aos quatro primeiros meses do ano passado, foram 70 assassinatos a mais neste ano. Entre 2008 e 2009, também houve aumento, de 2,9%. De volta a 2010, foi em janeiro a maior quantidade de assassinatos - 197 -, o que corresponde à tese do secretário estadual de Segurança Pública, André Garcia, de que o número de crimes sobe no verão, época em que aumenta a circulação de pessoas e, consequentemente, a incidência do tráfico de drogas.

No ranking de homicídios na Região Metropolitana neste ano, o município da Serra ocupa a liderança que ninguém deseja: foram 132 homicídios. Segundo o secretário, os dados referentes divulgados no próprio site da Sesp ainda são auditáveis. "Há ocorrências que são registradas como homicídio, mas, na verdade, são classificadas depois como outro tipo penal: latrocínio ou suicídio."

Segundo André Garcia, que assumiu a pasta no final de março, o grande desafio é construir uma estratégia que permita, a médio e a longo prazo, apresentar a redução desses números. "Em pouco tempo, esses números não vão cair. Pode haver uma variação para menos ou para mais. Mas o resultado das ações que tem sido feito e intensificado desde o final do ano passado só virá com o tempo."

O secretário de Segurança constatou que, na Grande Vitória, houve aumento nos números absolutos. Mas, de acordo com ele, o indicador que de fato interessa para a Sesp é o numero de homicídios por 100 mil habitantes, que leva em conta a variação populacional.
"Nos últimos dez anos, esse indicador tem variado pouco. O Espírito Santo mantém o indicador estável, porém em um nível elevado", afirma Garcia. Em 2008, foram 56,7 mortes por 100 mil habitantes; e em 2009, 58,3. Em relação a 2010, o índice não foi informado pela Sesp.

Às avessas


10% de aumento - Esse é o percentual de aumento no número de assassinatos no Estado quando se comparam os quatro primeiros meses deste ano e o mesmo período do ano passado. A meta do governo era reduzir o índice em 10%.

Uma dor que nenhuma mudança diminui


No último dia 3 de março, o motorista Cleomar Oliveira da Silva, de 49 anos, viveu aquela que classifica como a maior dor de sua vida: encontrou seu filho Rodrigo Teles da Silva, de 20 anos, morto na porta da casa onde moravam havia 14 anos, em Jardim América, Cariacica. O rapaz, que trabalhava em uma rede de fast food e estudava para prestar concurso para a Polícia Militar, foi atingido por quatro tiros. "Ele foi morto, acusado de entregar os traficantes da região para a polícia. Dei a melhor criação possível para ele. Rodrigo nunca chegou perto das drogas e agora perde a vida, injustamente, dessa forma", desabafa, emocionado, o pai. A cozinheira Dioneide Rosa Souza, de 38 anos, madrasta do rapaz, também vive o luto: "Ele era um filho para mim.
Desde o assassinato, nossa vida não foi mais a mesma. Não tenho força nem mesmo para trabalhar". O caminho encontrado pelo casal para continuar a vida e não se prender às lembranças do rapaz foi mudar de residência. Agora, eles vivem num bairro da Capital. "Não dava mais para continuar ali", destaca Cleomar. E sua dor aumenta quando ele pensa na impunidade. "Como quem o matou foi um menor de 18 anos, em breve essa pessoa estará livre. Esse é um problema grave", frisa.

Secretário: cenário melhor só em 3 anos


Com o elevado índice de homicídios registrados no começo de 2010, cai por terra, novamente, a meta estabelecida pelo ex-secretário de Segurança Rodney Miranda, no início da administração Paulo Hartung, de que o número de homicídios fosse reduzido em aproximadamente 10% no Estado.

Rodney deixou o cargo no final do mês de março. Em seu lugar desde o fim de março, André Garcia acredita que mudanças profundas só poderão ser percebidas de médio a longo prazo. "A Segurança Pública é um tipo de assunto que não se resolve com uma canetada com bravata ou com discurso fácil. Infelizmente, as pessoas tendem a simplificar as soluções diante de um contexto tão complexo", relata.

Sobre a dificuldade para a implantação de medidas que possam melhorar a situação, o secretário esclarece: "A gente precisa ter a compreensão da dificuldade que é fazer e implantar as soluções e dos fatores que contribuem para isso".

Ao ser questionado a respeito de um prazo para que os números de homicídio comecem a cair, Garcia diz que um resultado claro não aparece rapidamente. "Temos certeza de que, se fizermos a defesa intransigente da atual estratégia, em torno de três a quatro anos deveremos ter um cenário melhor. Em São Paulo, a mudança só ocorreu após mais de uma década", relata.

Governo diz que tem investido em aumento do efetivo


"Aumentar o efetivo de forma consistente e distribuí-lo melhor." Essa é a principal medida apontada pelo secretário estadual de Segurança, André Garcia, para tentar reduzir os índices de homicídio no Estado. "Por isso estamos realizando uma recomposição gradual e consistente de efetivos tanto da Policia Civil quanto da Militar", garante o secretário.

Segundo Garcia, desde o final do ano passado foi feita uma reestruturação na Polícia Militar. "Criamos novos batalhões em Ibatiba, São Mateus e Linhares. O objetivo é justamente tentar aumentar nossa presença no interior", relata. Os batalhões deverão ser inaugurados no começo do segundo semestre.

A reestruturação de unidades da Polícia Civil que atuam na repressão aos homicídios como Delegacia de Tóxicos e Entorpecentes (Deten), Divisão de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP) e Delegacia Patrimonial também foi apontada pelo secretário. "Elas tiveram a estrutura aumentada em número de policiais e delegados e hoje atuam de forma integrada. Esse foi um processo gradativo desde o início do governo e intensificado no final do ano passado", diz.

Novos policiais foram incorporados à Secretaria Estadual de Segurança Pública (Sesp) recentemente. Foram contratados mais 730 policiais militares e 200 agentes da Polícia Civil, todos já nas ruas. Também foi aberto um concurso para a contratação de mais de mil PMs. "Nossa lógica para a atuação desse efetivo é priorizar o policiamento de proximidade, que é feito a pé e de bicicleta mais próximos das comunidades", diz Garcia.

Contingente


Segundo estimativa da Sesp, o contingente de policiais militares no Estado é formado por cerca de 10 mil servidores. Com os novos contratados, esse número deverá passar para 12 mil em 2012, o que vai permitir atender à demanda da população, segundo a Sesp.

Chegada do crack faz índice subir no interior


Depois de ter feito várias vítimas na Grande Vitória, a chegada do crack também está fazendo seu estrago no interior do Estado. No início do ano, o ex-secretário de Segurança Pública Rodney Miranda declarou que a pulverização do crime devia-se à chegada do crack a essas regiões. Em 2009, o interior foi palco de 723 assassinatos de janeiro até dezembro, número 12% maior do que o registrado em 2008.

Em janeiro, o governo inaugurou um novo Centro Integrado Operacional de Defesa Social (Ciodes), com base em Cachoeiro de Itapemirim, beneficiando 30 municípios da Região Sul. A meta é instalar outro Ciodes no Norte neste ano.

O atual secretário de Segurança, André Garcia, alega que, em relação a 2010, houve uma estabilização dos números de homicídios no interior. "A diferença foi Linhares, que teve uma subida muito elevada no ano passado, e neste ano sofreu uma redução significativa, de 45% de queda no número de homicídios."

Para combater esse avanço de crimes no interior, Garcia esclareceu que as principais medidas são a criação dos novos batalhões da PM e o deslocamento de novos policiais para essas regiões.

De olho nas estatísticas

Em 2008
Número de crimes nos quatro primeiros meses: 673
Média de crimes por dia no período: 5,6

Em 2009
Número de crimes nos quatro primeiros meses: 693
Média de crimes por dia no período: 5,7

Em 2010
Número de crimes nos quatro primeiros meses: 763
Média de crimes por dia no período: 6,3

Mês a mês, neste ano
Janeiro: 197, média de 6,3 crimes por dia
Fevereiro: 182, média de 6,5
Março: 189, média de 5,9
Abril: 195, média de 6,5
Maio: já são 52 homicídios, uma média de 5,2 *

Ranking de homicídios na Grande Vitória de 1º de janeiro a 30 de abril de 2010

1º: Serra (132 crimes)
2º: Cariacica (124)
3º: Vila Velha (113)
4º: Vitória (72)
5º: Guarapari (27)
6º: Viana (18)
7º: Fundão (6)

* Dados retirados ontem, tendo sido a última atualização referente a homicídio registrado às 21h de domingo, dia 9

postado por 122400 as 09:36:12 # 2 comentários
 
Perfil
122400
Meu Perfil

Links
Blog Grátis

Palavras-Chave
pec300
policiais
policia
policial
PM
PCBM
denuncia
salario
piso_salarial
imperador
rodney_midiatico
capitão_assumção
militares
bombeiros
militar
aumento
manifestação
marcha
caminhada
politica
segurança
insegurança
dignidade

Favoritos
Não há favoritos.

adicionar aos meus favoritos


Colaboradores do Blog


Comunidades
Não há comunidades.

Posts Anteriores
Quatro bairros sob toque de recolher em Vila Velha
Dupla tenta assaltar mulher e troca tiros com PM em Itapoã
Uma pessoa é assassinada a cada quatro horas no Estado
Ainda mais lentos
O circo do colégio de líderes não quer votar a PEC 300
Mesmo sem votação da PEC dos policiais, parlamentares se mobilizam
Prazo para movimentação de títulos eleitorais encerra-se em 05 de maio
PEC 300: governo quer empurrar com a barriga.
No aniversário da corporação, militares lutam pela votação da PEC dos policiais
Pressão por piso salarial aumentará no Congresso

Arquivos
2010, 01 maio
2010, 01 abril
2010, 01 março
2010, 01 fevereiro
2010, 01 janeiro
2009, 01 dezembro
2009, 01 novembro
2009, 01 outubro
2009, 01 setembro
2009, 01 agosto
2009, 01 julho

7437 acessos
CRIAR BLOG GRATIS   
..