Tenho saudade do cinema muito antes do saber ler e escrever, dos filmes infantis, da divertidas matinés, de ganhar "gibis", do infalível chocolate com amendoim "Gauchinho", da pipoca, da folia, de bater os pés para avisar ao mocinho, que era o Zorro, Tarzã, Roy Rogers ou Tonto, que o bandido ia atacar.
Filmes tão fáceis de entender, sempre o mal lutando contra o bem, o bandido contra o mocinho. Uma vida tão simples e segura e, mais importante, com final feliz, onde o mocinho sempre ganhava a batalha final, inclusive um beijo da mocinha no final do filme.
Na verdade a vida nunca foi assim, mas qual a vantagem de ensinar aos pequeninos as dificuldades e as maldades da vida quando tem tão poucos anos.
Filmes tão fáceis de entender, sempre o mal lutando contra o bem, o bandido contra o mocinho. Uma vida tão simples e segura e, mais importante, com final feliz, onde o mocinho sempre ganhava a batalha final, inclusive um beijo da mocinha no final do filme.
Na verdade a vida nunca foi assim, mas qual a vantagem de ensinar aos pequeninos as dificuldades e as maldades da vida quando tem tão poucos anos.














