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quinta, 12 maio, 2011
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CEPAC ADQUIRE NOVOS EQUIPAMENTOS AUTOMATIZADOS
 O CEPAC ( Centro de Patologia e Análises Clónicas Padre Ângelo ), acaba de adquirir novos equipamentos automatizados para a área de bioquímica, sendo um analisador de ions de eletrodos seletivos para dosagem de Na, K e Calcio ionizado e um analisador automatico de bioquímica SBA200 , com capacidade de 150 exames/hora. Com essas novas aquisições nos firmamos como o maior e melhor laboratório da região , sendo o único a possuir o Selo de Qualidade do PNCQ, (Programa Nacional de Controle de Qualidade). Também estamos oferecendo novos exames com resultados no mesmo dia, tais como: Hepatite C (HCV) teste rápido, Hepatite B (HBsAg) teste rápido, Dengue NS1Ag que detecta a doença a partir do primeiro dia dos sintomas, Pesquisa de Roatvírus e outros. Disponibilizamos resultados via e-mail ou pelo site da Clínica www.clinicapadreangelo.com.br
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sábado, 23 maio, 2009
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AUTOMAÇÃO E INFORMATIZAÇÃO NO LABORATÓRIO DA CLÍNICA PADRE ÂNGELO
O laboratório da Clínica Padre Ângelo acaba de adquirir um analisador hematológico de 18 parâmetros da Horiba, modelo ABX micros 60 aumentando assim a qualidade em seus exames, visto que tal equipamento fornece em um minuto o resultado de um hemograma completo com tres histogramas, índices hematimétricos completos, contagem de plaquetas e plaquetócritos. Com essa aquisição, nosso laboratório encontra-se automatizado nas áreas de bioquímica, coagulação, íons e hematologia. Estamos também totalmente informatizados com resultados de exames on-line em nossa página na internet, disponíveis não só para nossos clientes, mas também para os médicos dos mesmos através de login e senha por nós disponibilizados.
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sábado, 20 dezembro, 2008
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ATENÇÃO ESTUDANTES! EXCELENTE BLOG DE AULAS GRATUITAS EM ANÁLISES CLÍNICAS!
 Aí galera! Aqui vai um excelente blog de aulas gratuitas em análises clínicas! Agora voces vão aprender realmente como funciona um laboratório! É só clicar no endereço abaixo:
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quarta, 19 novembro, 2008
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HEMOGRAMA COMPLETO - aula 2
Hemograma é um exame realizado que avalia as células sanguíneas de um paciente. O exame é requerido pelo médico para diagnosticar ou controlar a evolução de uma doença. Vale salientar que a expressão "Hemograma Completo" é de certa maneira redundante, já que todo e qualquer Hemograma (isto é, série vermelha, branca e plaquetária), exceto por erro do laboratório, é completo. As células circulantes no sangue são divididas em três tipos: células vermelhas (hemácias ou eritrócitos), células brancas (ou leucócitos) e plaquetas (ou trombócitos). Coleta de sangue
Amostras de sangue colhidas com anticoagulante EDTA O sangue do indíviduo é colhido com anticoagulante (EDTA), para se evitar a coagulação do mesmo. Após a coleta com seringa descartável, o sangue é transferido para um tubo de ensaio de vidro, que deverá ser rotulado, contendo o nome do paciente e lacrado com tampa. Não há necessidade de colher o sangue com o indivíduo em jejum. Após a coleta, o tubo deverá ser enviado a um laboratório capaz de fazer o hemograma. Processo ManualContagens manuais do número de hemácias, plaquetas e leucócitos podem ser feitas em câmara de Neubauer, após uma diluição prévia do sangue. O método dificilmente é usado, sendo usado em poucos casos de dúvidas da metodologia automática . O esfregaço de sangue é usado para fazer uma diferenciação entre os leucócitos, isto é, fazer uma contagem do número de neutrófilos, linfócitos, monócitos, eosinófilos e basófilos. Chegando-se a uma porcentagem de cada célula encontrada. Usado também para avaliar a série vermelha e as plaquetas. É feito com uma pequena gota de sangue sendo colocada sobre uma lâmina de vidro , onde o técnico fará um esfregaço, arrastando a gota de sangue com uma outra lâmina , com isso forma-se uma película. O sangue tem que ser homogenizado antes de se fazer o esfregaço para que as células estejam bem distribuídas. O esfregaço é corado com Leishman ou Giemsa. E observado em microscópio com objetiva de aumento de 100X. A vantagem de se fazer um esfregaço é que algumas células podem ser contadas erradamente pelos processos automáticos. Alguns aparelhos não contam células imaturas e podem levar a um erro quanto a um diagnóstico de leucemia. O esfregaço, porém, deve ser avaliado por pessoal experiente. Processo automáticoHoje em dia o hemograma é feito em aparelhos. Os aparelhos usam uma pequena quantidade de sangue. Há dois sensores principais: um detector de luz e um de impedância elétrica. As células brancas, ou leucócitos, podem ser contadas baseando-se em seu tamanho ou através de suas características. Quando a contagem é baseada no tamanho das células, o aparelho as diferencia por 3 tipos: células pequenas (linfócitos), células médias (neutrófilos, eosinófilos e basófilos) e células grandes (monócitos). Esse primeiro tipo de aparelho requer uma contagem manual de células pois não diferencia as células de tamanho médio, podendo omitir uma eosinofilia, por exemplo. Os que utilizam o método de características da células são mais precisos. Em relação a série vermelha, o aparelho mede a quantidade de hemoglobina, o número de hemácias e o tamanho das hemácias. Realizando cálculos para chegar ao valor do hematócrito, e os outros índices hematimétricos. As plaquetas também são contadas por aparelhos. Resultados do Hemograma Série Vermelha
Hemácias ou Eritrócitos Eritrograma é o estudo da série vermelha (eritócitos ou hemácias). Ao microscópio, as hemácias tem coloração acidófila (afinidade pelos corantes ácidos que dão coloração rósea) e são desprovidos de núcleo. As hemácias apresentam coloração central mais pálida e coloração um pouco mais escura na periferia. Elas são bicôncovas. Em indivíduos normais, possuem tamanho mais ou menos uniforme. Quando uma hemácia tem tamanho normal ela é chamada de normocítica. Quando ela apresenta coloração normal é chamada de normocrômica. O estudo da série vermelha revela algumas alterações relacionadas como por exemplo anemia, eritrocitose (aumento do número de hemácias). Os resultados a serem avaliados são: Número de glóbulos vermelhos: Os valores normais variam de acordo com o sexo e com a idade. Valores normais: Homem de 5.000.000 - 5.500.000, Mulher de 4.500.000 - 5.000.000. Seu resultado é dado em número por litro. Hematócrito: É um índice, calculado em porcentagem, definido pelo volume de todas as hemácias de uma amostra sobre o volume total desta amostra (que contém, além das hemácias, os leucócitos, as plaquetas e, é claro, o plasma, que geralmente representa mais de 50% do volume total da amostra). Os valores variam com o sexo e com a idade. Valores: Homem de 40 - 50% e Mulher de 36 - 45%. Recém-nascidos tem valores altos que vão abaixando com a idade até o valor normal de um adulto. Hemoglobina: segundo a Organização Mundial de Saúde é considerado anemia quando um adulto apresentar Hb < 12,5g/dl, uma criança de 6 meses a 6 anos Hb < 11g/dl e crianças de 6 anos a 14 anos, uma Hb < 12g/dl. VCM (Volume Corpuscular Médio): é o índice que ajuda na observação do tamanho das hemácias e no diagnóstico da anemia: se pequenas são consideradas microcíticas (< 80fl, para adultos), se grandes consideradas macrocíticas(> 96fl, para adultos) e se são normais, normocíticas (80 - 96fl). Anisocitose: é denominação que se dá quando há alteração no tamanho das hemácias. As anemais microcíticas mais comuns são a ferropriva e as síndromes talassêmicas. As anemias macrocíticas mais comuns são as anemia megaloblástica e perniciosa. O resultado do VCM é dado em femtolitro. HCM (Hemoglobina Corpuscular Média): é o peso da hemoglobina na hémácia. Seu resultado é dado em picogramas. O intervalo normal é 26-34pg CHCM (Concentração de Hemoglobina Corpuscular Média): é a concentração da hemoglobina dentro de uma hemácia. O intervalo normal é de 32 - 36g/dl. Como a coloração da hemácia depende da quantidade de hemoglobina elas são chamadas de hipocrômicas (< 32), hipercrômicas (> 36) e hemácias normocrômicas (no intervalo de normalidade). É importante observar que na esferocitose o CHCM geralmente é elevado. RDW (Red Cell Distribution Width): é um índice que indica a anisocitose (variação de tamanho), sendo o normal de 11 a 14%, representando a percentagem de variação dos volumes obtidos. Nem todos os laboratórios fornecem o seu resultado no hemograma. Normalmente realiza-se uma análise estatística em testes realizados em um grande grupo de indivíduos normais para se chegar aos límites estabalecidos para hemoglobina, hematócrito e número de hemácias, isto quer dizer que cada região possui um límite de normalidade. A Morfologia das hemácias (ou estudo da forma das hemácias) é feita em microscópio, analisando o esfregaço de sangue. As formas encontradas são: Drepanócitos (forma de foice): aparece somente nas síndromes falciformes (não aparecendo no traço falcifrome). Esferócitos (forma esférica, pequena e hipercrômica): em grande quantidade é comum na anemia esferocítica (esferocitose), em menores quantidades podem estar presentes em outros tipos de anemias hemolíticas. Eliptócitos (forma de charuto): em grandes quantidades comum na eliptocitose. Em menores quantidades podem aparecer em qualquer tipo de anemia. Hemácias em alvo (células cujas membranas são grandes havendo uma palidez e um alvo central mais corado): aparece em hemoglobinopatias C, E ou S, nas síndromes talassêmicas e em pacientes com doença hepática. Dacriócitos (forma de lágrima ou forma de coxinha): em grande quantidade na mielofibrose. Em pequena quantidade podem aparecer em qualquer tipo de anemia. Hemácias policromáticas (forma normal mas com coloração azul devido a presença de RNA residual): aparece quando grandes quantidades de hemácias novas estão sendo produzidas. Comuns em anemias hemolíticas. Esquisócitos (hemácias fragmentadas): aparecem quando nas hemácias há uma lesão mecânica, em casos de hemólise, ou em casos de pacientes que sofreram queimaduras. Hemácias mordidas: quando ocorre a formação um precipitado de hemoglobina nas hemácias (chamados de Corpúsculos de Heinz) ocorre remoção destes precipitados pelo baço formando um aspecto de hemácia mordida. Acantócitos (hemácias com pontas de diversos tamanhos): nas hepatopatias, hipofunção esplênica, esplenectomizados. Crenadas (hemácias com várias pontas pequenas): na uremia, quando o paciente faz tratamento com heparina, deficiência de piruvatokinase. OBS: O termo pecilocitose ou poiquilocitose se refere a diferença da forma das hemácias. Outros achados não relacionados a forma: Hemácias aglutinadas (agrupamentos de hemácias): quando a hemólise é causada por um anticorpo contra hemácias, elas acabam se agrupando (crioaglutininas). Hemácias em Roleux (hemácias em rolos, formam pilhas de rolos de hemácias): aparece em alta concentração de globulinas anormais, mieloma múltiplo e macroglobulinemia. Inclusões nas hemácias: Corpuscúlos de Howell-Jolly (aparecem como se fossem um botão azul escuro junto à membrana da hemácia, por fragmento nuclear ou DNA condensado): após esplenectomia, anemias hemolíticas severas. Hemácias com pontilhados basófilos: (vários pontos roxos dentro da hemácia, pela precipitação dos ribossomos ricos em RNA): aparecem na talassemia beta, intoxicação por chumbo, anemia hemolítica por deficiência de pirimidina-5-nucleotidase. Anel de Cabot (forma de uma anel ou em oito dentro da hemácia, por restos nucleares): em anemias hemolíticas severas. Série Branca
Monócito Leucograma é o estudo da série branca (ou leucócitos), faz-se uma contagem total dos leucócitos e uma contagem diferencial contando-se 100 células. O adulto normalmente apresenta de 5.000-10.000 leucócitos por 1 mm³ de sangue. Contagem diferencial de Leucócitos: Em um paciente normal as células encontradas são: Monócitos: uma das maiores células da série branca, têm citoplasma azulado, núcleo irregular (indentado, lobulado, em C ou oval) podem ter vacúolos (pela recente fagocitose). Quando estão aumentados usa-se o termo monocitose e ocorre em infecções virais, leucemia mielomonocítica crônica e após quimioterapia. Linfócitos: se pequenos têm citoplasma escasso, núcleo redondo; se grandes têm citoplasma um pouco mais abundante. Podem ter grânulos. É a célula predominante nas crianças. Seu aumento é chamado de linfocitose. Em adultos, seu aumento pode ser indício de infecção viral ou leucemia linfocítica crônica. Eosinófilos: citoplasma basofílico que não é visualizado por causa da presença de grânulos específicos (de coloração laranja-avermelhada), com núcleo com 2-3 lóbulos. Quando seu número aumenta é chamado de eosinofilia, e ocorre em casos de processos alérgicos ou parasitoses. Basófilos: citoplasma cheio de grânulos preto-purpúreos que cobrem o citoplasma. Em um indivíduo normal, só é encontrado até uma célula (em termos percentuais), seu aumento causa processos alérgicos. Neutrófilos Segmentados: citoplasma acidófilo (róseo), núcleo com vários lóbulos (2-5 lóbulos) conectados com filamento estreito. É a célula mais encontrada em adultos. Seu aumento pode indicar infecção bacteriana, mas pode estar aumentada em infecção viral. Outras Células que podem ser encontradas: Blasto: Linfoblasto: L1: célula pequena, citoplasma basofílico e escasso. Encontrada nas leucemia linfóide aguda tipo L1. L2: célula de tamanho médio, citoplasma de tamanho e basofilia variada. Encontrada na leucemia linfóide aguda tipo L2. L3: célula grande ou média, citoplasma com intensa basofilia e com vacúolos. Aparece no linfoma de Burkitt. Mieloblasto: possui citoplasma escasso, azulado (basofílico), núcleo redondo ou oval, com um ou mais nucléolos evidentes. Pode apresentar grânulos no seu citoplasma e bastão de Auer (forma de agulha). Os mieloblastos aparecem em casos de leucemia mielóide e podem aparecer na síndrome mielodisplásica ou na reação leucemóide (infecção grave). Monoblasto: similar a outros blastos mas com núcleo mais contorcido ou irregular que o mieloblasto. Aparece na leucemia mielomonocítica aguda ou na leucemia monocítica aguda. Promielócitos Neutrofílico: O mieloblasto evolui para promielócito, célula maior que o mieloblasto, citoplasma basófilo, grânulos de coloração vermelho-púrpura (grânulos primários), núcleo oval com uma pequena identação. Mielócitos Neutrofílico: O promielócito evolui para mielócito, célula com citoplasma acidófilo (rosa), mais abundante que o promielócito e com poucos grânulos e já não são mais visualizados os nucleólos. Metamielócitos Neutrofílico: citoplasma acidófilo, núcleo identado com forma de feijão, poucos grânulos. Bastonetes Neutrofílico: citoplasma acidófilo, núcleo em forma de S ou C. Não é comum seu achado em sangue de pacientes normais, mas aparecem em número aumentado em casos de infecção. Linfócitos Atípicos: citoplasma mais basofílico que o linfócito normal, núcleo irregular. Aparece em infecções virais. Em grande número na mononucleose infecciosa, na infecção por citomegalovírus, na toxoplasmose. Células Plasmáticas: citoplasma basofílico, tamanho moderado e núcleo excentrico. Pode aparecer no mieloma múltiplo. Células Linfomatosas: citoplasma em quantidade variada, núcleo dobrado, convoluto, clivado ou dobrado. Com um ou mais nucleólos. Aparece em linfomas. Hairy Cells: citoplasma azul páildo, com projeções citoplasmáticas. Aparece somente na leucemia das células cabeludas. Célula Cerebriforme: núcleo escuro contendo fendas e dobras (aparência de cérebro). Aparece na síndrome de Sézary. Inclusões citoplasmáticas que podem ser encontradas em neutrófilos: Granulações Tóxicas: quando há um aumento na produção dos granulócitos, há uma diminuição no tempo da maturação das células precursoras dos neutrófilos. Por isso os neutrófilos aparecem no sangue com os grânulos primários. Estão presentes em casos de infecções. Vacuólos: resultandes da fagocitose. Podem aparecer nos neutrófilos e monócitos. Seu relato só é importante quando aparece nos neutrófilos. Aparece em casos de infecções graves. Série Plaquetária
Plaquetas Plaquetas são observadas em relação à quantidade e a seu tamanho. Seu número normal é de 150.000 à 400.000 por microlitro de sangue. O tamanho de uma plaqueta varia entre 1 a 4 micrometros. A contagem de plaquetas é feita pelo método automático. A maioria dos laboratórios usam aparelhos cuja contagem de plaquetas se faz no mesmo canal de contagens de hemácias, sendo que a diferenciação de ambas se dá pelo volume (plaquetas são menores que 20 fl e hemácias maiores que 30 fl). Devido ao grande volume de exames feito por um laboratório ficou inviável a contagem manual de todas as plaquetas, mas a contagem manual não foi totalmente abandonada sendo que a contagem automática pode ser confirmada pela observação das plaquetas no esfregaço ou pela contagem manual feita em câmara de Neubauer. Os erros mais comuns em uma contagem automática são: aparelhos mal calibrados e problemas na coleta do sangue. A coleta correta é muito importante. Uma coleta muito lenta, agitação errada do sangue colhido, entre outros problemas, podem fazer com que as plaquetas se agrupem e, ao realizar a contagem em aparelhos, seu número se torne diminuído. O agrupamento de plaquetas não é um sinal clínico. Exame Parasitológico de Fezes ( resumo)
A investigação da presença de parasitos nas fezes é realizada pela pesquisa de ovos ou larvas de helmintos, e nas infecções por protozoários, ao se encontrarem cistos ou oocistos nas fezes.
O exame parasitológico de fezes frescas possui uma excelente especificidade. Entretanto, a sua sensibilidade só será adequada (95%) se forem solicitados exames de pelo menos três amostras de fezes em dias distintos. Portanto, um resultado negativo em uma única amostra não elimina a possibilidade de uma parasitose.
A positividade vai depender de diferentes fatores. O estágio da infecção, o ciclo do parasito, da eliminação intermitente de formas de resistências, da intensidade do parasitismo e o exame propriamente dito, que utiliza apenas uma pequena amostra de todo o material ofertado, são alguns dos fatores que interferem na possibilidade de o exame se revelar positivo. Além disso, algumas parasitoses necessitam de exames especiais para serem identificadas, como por exemplo o Enterobius vermicularis, sendo também o caso da investigação da presença de trofozoítas.
São necessárias fezes frescas coletadas no frasco plástico. No caso de fezes sólidas ou pastosas, a quantidade deverá corresponder a 5 colheres plásticas fornecidas com o frasco de coleta. Se as fezes estiverem liqüefeitas, pelo menos 10 mL deverão ser fornecidos ao laboratório para análise. As fezes deverão ser coletadas originalmente num recipiente limpo e a seguir transferidas para o frasco coletor. O paciente não deve estar em uso de laxantes ou ter sido submetido a contrastes radiológicos nos 3 dias anteriores à coleta.
Durante a coleta, é importante evitar a contaminação pela urina, pois a sua presença acelera a fermentação bacteriana, prejudicando a conservação. ACHADOS PATOGÊNICOS MAIS FREQUENTES: Áscaris Lumbricóides - Entamoba Histolítica - Enterobius Vermicularis - Giardia Lamblia - Hyminolepis Nana - Hyminolepis Diminuta - Strongyloides Stercoralis - Schistosoma Mansoni - Trichuris Trichiura - Isospora Beli ACHADOS NÃO PATOGÊNICOS MAIS FREQUENTES: Endolimax Nana - Entamoeba Coli - Iodamoeba Butschili - Chilomastix mesnili Veja Atlas completo no endereço abaixo: http://www.ufrgs.br/para-site/alfabe.htm
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EXAME DE URINA TIPO 1 - AULA 1
Exame de rotina de urina tipo I
Instruções de coleta: assepsia local; desprezando-se o primeiro jato; coletar em frasco adequado. Condições preferenciais: utilizar amostra recente; sem adição de qualquer conservante; volume mínimo de 12ml; colher após permanecer 2 – 4 hrs sem urinar. · Fatores que podem modificar a urina de rotina: jejum e dieta; atividade fisica; uso de medicamentos.
Exame físico:
Podem confirmar ou explicar achados nas áreas de bioquímica e microscopia. Volume: não é tão importante na urina tipo I e sim na urina 24 hrs.
Cor:
normal: depende da hidratação. Variam de amarelo claro a amarelo citrina. Anormal: avermelhado: presença de sangue. Marrom-escura: presença de hemácias, causada por uma hemorragia glomerular (recente) ou desnaturação da hemoglobina (velhas). Vermelha + turva: sangue (hemacias). Vermelha + transparente: hemoglobina (plasma vermelho) / mioglobina (plasma normal). Verde: presença de derivados do fenol (medicamentos). Amarelo escuro ou ambar: bilirrubina (presença de espuma amarela quando agitada). Outras cores: medicamentosa. Aspecto: Normal: aparência límpida (transparente). Turvação: pode ocorrer pela presença de cristais, lipídeos, soro, muco, linfa, leveduras, matéria fecal, talco, contraste radiológico, hemácias, leucócitos, cilindros, bactérias, etc. Ausência de turvação não garante microscopia ou bioquímica normais.
Densidade: De 1015 a 1025 ou até 1001 a 1035. Resultados abaixo devem ser repetidos com ingestão de fluídos controlada. Contrastes radiológicos sobem a densidade, até completa eliminação. Glicosúria e proteinúria sobem a densidade da urina, mas podem ser detectadas pelo exame químico. O volume, a densidade, o aspecto e a cor devem ser analisados juntos.
pH:
depende do equilibrio ácido-básico e da dieta alimentar. Normalmente a urina é ácida, mas quando neutra ou alcalina não significa patologia. Bacteriúrias costumam alcalinizar a urina.
Exame químico:
Utiliza-se as tiras reativas. Técnica: mergulhar a tira na urina homogeneizada, remover o excesso de urina, agurdar o tempo necessário para a leitura (1 a 2 minutos), comparar as cores com o padrão fornecido. Variações de testes por fita: pH, densidade, proteínas, glicose, corpos cetônicos, bilirrubinas, urobilinogênio, nitrito, ácido ascórbico, hemácias ou hemoglobina, leucócitos. Proteínas: Normal < 10 mg/dl.
Proteinúria: ocorre em doença renal, muitas vezes incipiente, por isso é a mais importante das provas química da urina tipo I. Aparecem devido a lesões da membrana glomerular, distúrbios que afetam a reabsorção tubular, proteínas produzidas pelos tubulos renais. Exemplo: glomerulonefrites, pielonefrites, doeça renal diabética.
Outras causas de proteinúria: excesso de proteínas normais no plasma. IAM, queimaduras, Ca, leucemia. Lise de hemácias, leucócitos, células epiteliais no trato urinário. Exercício físico intenso; frio intenso, febre.
Inteferentes: urina extremamente alcalina, devido a alteração no tamponamento da fita. Remoção do tampão por permanecer muito tempo com a fita na urina. Contaminação com amônia e detergentes.
Glicose: a urina contem quantidades muito pequenas de glicose, já que o túbulo contornado proximal reabsorve praticamente toda a glicose filtrada. Mas se o paciente tem hiperglicemia que ultrapassa o limiar de reabsorção, haverá glicosúria. Limiar renal 160 a 180 mg/dl no sangue.
Principal causa de hiperglicemia: diabete melito, portanto também de glicosúria.
Glicosúria renal: paciente com glicemia normal que perdeu ou diminui a capacidade de reabsorçãi renal. Outras causas de glicuosúria sem hiperglicemia: lesão do SNC, hipertiroidismo.
Corpos cetônicos:
Quando o uso de carboidratos, como fonte de energia, se esgota, o organismo utiliza as gorduras. Neste caso, pode-se detectar cetonuria. NORMALMENTE não temos cetonuria mensurável pois é tranformada em dióxido de carbono e água. Razões para o aumento no metabolismo das gorduras (anormal): incapacidade de metabolizar carboidratos = diabetes. Perda de carboidratos por vômitos, diarréia. Dietas prolongadas.
Cetonuria: desequilíbrio hidroeletrolitico = desidratação = acidose = coma diabético. Importante no acompanhamento do diabetes mellitus.
Interferentes: mínimos levodopa.
Sangue:
pode ser em formas de hemácias integras ou destruídas (Hb). A analise química e a microscopica, em conjunto, demonstram se é hemácias ou Hb.
Hemoglobinúria: lise de hemácias no trato urinário. Hemólise intra vascular. Hb livre + haptoglobina formam grandes complexos que é impossível chegar ao filtrado. Na anemia hemolítica, nas reações transfucionias nas queimaduras graves, nas infecções, nos exercícios físicos intensos, nos envenenamentos químicos ou peçonhentos há uma sobra de Hb livre, então temos hemoglobinúria. Interferentes: Falso (-): AC ascórbico, nitrito urinário, proteinuria ph < 5. falsos (+): contaminação menstrual, bacteriuria, dietas com vegetais.
Mioglobinuria: destruição muscular. Importante: hemoglobinúria sem hematuria, não deve ser doença renal.
Nitrito:
algumas bactérias, dentre elas o proteus, transformam nitrato em nitrito, portanto nitrito (+) pode significar bacteriúria.
Utilidade da determinação do nitrito: cistites: diagnostico presumível de pielonifrites, avaliação do antibioticoterapia, controle de pacientes de risco a infecções. O teste possui confiabilidade questionável devido a inúmeros interferentes e condições que o falseiam par (+) e para (-), serve apenas como um dado a mais. Falsos (+): urinas não recentes. Falsos (-): falta de nitrato na urina, AC ascórbico, grande quantidade de bactérias devido a transformação de nitrito em nitrogênio, antibioticoterapia.
Bilirrubina urobilinogênio:
Causas de hiperbilirrubinemia: anemias Hemolíticas = icterícia hemolítica. Pancreatites, cálculos, cálcio = icterícia obstrutiva. Hepatites virais, tóxicos = icterícia hepáticas. Interferentes: diminuição: exposição a luz = biliverdina não detectável. AC. Ascórbico e nitrito reduzem a sensibilidade. Valores normais na urina: bilirrubina = ausente. Urobilinogenio = 1 a 4 mg/ 24 horas.
Exame microscópico:
Identifica e quantifica materiais insolúveis na urina (elementos figurados). O sangue, os rins, o tato gênito urinário e a contaminação externa compõe o sedimento (hemácia, leucócitos, células epiteliais, cilindros, bctérias, muco, leveduras, cristais, espermatozóides e artefatos).
Contagem de leucócitos e hemáceas Centrifugar 10 ml de urina em tubo cônico graduado, a 3000 rpm por 7 minutos. Desprezar o sobrenadante (9 ml), ressuspender o sedimento. Pipetar cerca de 20 μl na camara de Neubauer , contar os leucócitos e hemáceas nos quatro quadrantes externos (cada um deles tem 16 retículos), e multiplicar por 250.
Hemácias
As hemácias não podem entrar no filtrado se o néfron estiver integro, portanto mais de 2 a 3 por campo pode significar patologia.
Causas de hematúria: lesão da membrna glomerular, lesão vascular do trato urinário. Exemplos de hematúria: glomerulonefrites, infecções agudas, doenças malignas, calculos renais, reações tóxicas e imunológicas, tuberculose renal.
Tipos de hemácias: integras, crenadas, fantasmas, disfórmicas.
Leucócitos
Os leucócitos migram de forma amebóide, para os locais de inflamação e/ou infecção. Portanto piúria significa: inflamação no trato genito urinário, infecção no trato genito urinário. Também pode surgir devido a lesões da membrana glomerular. Bact (+) e leuc (+): infecção. Bact (-) e leuc (+): inflamação. Bact (+) e leuco (-): contaminação, picos da idade, imunodeprimidos. Exemplos de piuria: pielonefrites, cistites, prostatites, uretrites, glomerulonefrites, lúpus eritematoso sistêmico, tumores. Normal ate 2 ou 3 por campo.
Células epiteliais
São as células de descamação de todo o trato genito urinário, podendo ser encontradas na urina ate 3 a 4 por campo, significando descamação natural do trato. O aumento exagerado significa processo inflamatório. Pode-se distinguir a origem da célula, mas não é recomendável sem corantes supra-vitais.
Cilindros
São formados pela proteína de Tamm-horsfall na luz dos túbulos renais, sua forma é a do túbulo que serviu de molde. São de formação exclusivamente renal, portanto significa patologia renal, o seu encontro no sedimento urinário. Podem conter elementos em seu interior significando que estes elementos estavam presentes nos túbulos por ocasião da formação do cilindro. Túbulos contornado proximal, distal, coletor e ALCA de henle.
Tipos de cilindro:
Cilindro hialino: ate 1 a cada 2 campos, pode ser normal, formado por “gel de proteína”. Grande quantidade aparece na glomerulonefrite, pielonefrite, doença renal crônica, ICC.
Cilindro hemático: contem hemácias em seu interior, significa sangramento no interior do nefron que ocorre em G.N e lesão de túbulos ou capilares renais. Cilindros leucocitários: contem leucócitos em seu interior, significa infecção e/ou inflamação no interior do nefron. Ex: GN e pielo.
Cilindros epiteliais: contem células epiteliais renais.
Cilindros granulosos finos e grosseiros: contem grânulos, provenientes de restos leucocitários, bactérias, etc.
Cilindros cereos: estagio avançado do cilindro hialino, devido a grande liberação de proteína, inclusive em placas. Refringentes e rígidos.
Cilindros adiposos: contem corpos adiposos ovais, provenientes da decomposição dos cilindros celulares de células que contem corpos adiposos, devido a absorção de lipídeos pelos túbulos. Muito refringentes com gotículas de gordura.
Cilindro largos: formados nos tubos coletores, são mais largos, significa uma diminuição do fluxo urinário. Mau prognostico “cilindro da insuficiência renal”. Bactérias A urina não deve conter bactérias, sua presença em urina recém emitidas e colhidas com assepsia, significa infecção. É importante sua relação com os leucócitos e outros elementos da urina tipo I.
Leveduras
Normalmente é a cândida albicans, comum em diabéticos e moniliase vaginal (por contaminação). Parasitos Aparecem por contaminação fecal (oxiurus) ou vaginal (trichomonas). Muco Material protéico proveniente de glândulas e celulas do trato, aparecem em “filamentos de muco”. Sem grande importância clinica, em excesso, pode significar processo irritativo.
Cristais
São formados por precipitações dos sais da urina por alterações na concentração, na temperatura e no ph da urina. Podem formar cálculos renais. A refrigeração da urina precipita a formação de cristais. São divididos em 2 grupos: a) cristais de urina acida e neutra. B) cristais de urina alcalina.
Cristais de urina acida: ácido úrico = comum, refrigeração, gota. Urato amorfo. Urato de sódio. Oxalato de cálcio (vit C). cistina = cistinuria. Leucina (doença hepática cirrose). Tirosina. Colesterol.
Cristais de urina alcalina: fosfato triplo. Fosfato amorfo. Carbonato de cálcio. Biurato de amônio. Bilirrubina.
Vejam imagens de atlas de urinálise no link abaixo: http://biomedicinafacil.blogspot.com/2008/02/imagens-de-microscopia-de-urinlise.html
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quinta, 10 abril, 2008
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RECEITA HOMEOPÁTICA PARA TRATAMENTO DA DENGUE
Homeopatia pode reduzir sintomas de dengue, diz secretário Sintomas da dengue podem ser diminuídos com o auxílio da homeopatia, caso a doença seja diagnosticada precocemente. Quem afirma é o secretário de Saúde de São José do Rio Preto (SP), Arnaldo Almendro Mello. "O preparado homeopático específico para a dengue encurta o período dos sintomas da doença. Principalmente na fase inicial, podemos observar que diminui muito a sintomatologia. Às vezes, a pessoa nem apresenta a sintomatologia", afirmou. O tratamento homeopático é uma das alternativas oferecidas nos postos de saúde do município. "Elas têm a opção de tratar pela homeopatia ou pela alopatia. E ainda associar os dois tipos de medicina, se assim desejarem. Aqueles que não crêem na homeopatia fazem o tratamento alopático somente", informou. A possibilidade de tratar a dengue com a homeopatia surgiu em 2007, quando houve na região de São José do Rio Preto 12 mil notificações e cerca de dez mil casos confirmados. "Nós tínhamos conhecimento de que a medicina cubana tratava a dengue com homeopatia e obtinha ótimos resultados. E ainda tínhamos a experiência de um pediatra homeopata da nossa cidade que tratava seus pacientes com sintomas de dengue com sucesso", afirmou. Arnaldo Mello ressaltou que os relatos que tinha do tratamento em Cuba era que seria possível diminuir consideravelmente as internações e os sintomas hemorrágicos da doença. "É obvio que em nenhum momento deixamos de fazer as ações de prevenção da dengue. A homeopatia é somente um recurso a mais. Só isso. Mas ela pode ter contribuído, mesmo porque neste ano estamos com um número absurdamente menor do que no ano passado. Por enquanto, somente 30 em todo o município", informou. Ele admitiu, contudo, não haver ainda estudos conclusivos sobre a eficácia da homeopatia nos casos de dengue. "Nós ainda estamos levantando dados das pessoas que utilizaram homeopatia para ver se a gente consegue chegar a um número. Isso não é fácil porque no caso da homeopatia, a metodologia cientifica é diferente da alopatia. Não segue a mesma metodologia. Acreditamos que, em alguns casos, o indivíduo pode nem apresentar sintomas, caso tenha feito tratamento precoce. Mas não temos dados ainda", afirmou. O secretário lembrou que, na época em que a homeopatia para tratamento da dengue foi oferecida nos serviços públicos de saúde, houve uma discussão grande entre o município e a Secretaria de Saúde do estado. "Eles não aceitavam esse tipo de intervenção da homeopatia na dengue. Chegamos a um embate jurídico para conseguir manter esse programa. Tivemos apoio do Ministério da Saúde e continuamos oferecendo". Diante da polêmica levantada pelo tratamento, os médicos relutaram em continuar prescrevendo o complexo homeopático. Arnaldo acrescentou que a resistência ao tratamento homeopático aumentou ainda mais quando foi anunciado que seria ampliado, e isso acabou causando confusão. Para ele, houve a falsa impressão de que a homeopatia somente conseguiria conter a epidemia da dengue. "A imprensa local acabou divulgando que era uma vacina homeopática. E não era nada disso, nós nunca usamos o termo vacina. O que afirmamos é que a homeopatia, caso seja adotada precocemente nos casos de suspeita de dengue, é capaz de reduzir seus sintomas", concluiu. A RECEITA CROTALUS HORRIDUS CH 30 : TOMAR 5 GOTAS DE 2 EM 2 HORAS. ESSE MEDICAMENTO PREVINE A HEMORRAGIA, TRATA O FÍGADO, INIBE VÔMITOS E TIRA A PROSTRAÇÃO. PHOSPHORUS CH 30 : TOMAR 5 GOTAS DE 2 EM 2 HORAS, DURANTE TODO O PERÍODO DA DOENÇA, ATÉ A CONVALESCENÇA. O PHOSPHORUS TAMBÉM É UM ANTI-HEMORRÁGICO, TIRA A VERTIGEM, CANSAÇO, DESÂNIMO, FORTALECE A ENERGIA VITAL, FAZ O DOENTE RECUPERAR-SE MAIS RÁPIDO. EUPATORIUM PERFOLIATUM CH 30: TOMAR 5 GOTAS DE 2 EM 2 HORAS. O MEDICAMENTO TRATA A SENSAÇÃO DE QUEBRADEIRA, TÍPICA DA DENGUE, DORES INTENSAS NOS OSSOS, DORES DE CABEÇA, VÔMITOS E PROTEGE O FÍGADO. COMO PREVENTIVOS, PODEM SER USADOS OS TRÊS MEDICAMENTOS ACIMA, TOMADOS 5 GOTAS UMA VEZ AO DIA. NÃO DEVEMOS ESQUECER QUE O MELHOR TRATAMENTO CONTRA A DENGUE, AINDA É A HIDRATAÇÃO! OFEREÇA LÍQUIDOS EM ABUNDÂNCIA AO DOENTE, POIS ISSO É ATÉ MAIS IMPORTANTE QUE A ALIMENTAÇÃO. SÓMENTE A HIDRATAÇÃO JÁ É O BASTANTE PARA A MELHORA DO PACIENTE.
CLÍNICA PADRE ÂNGELO INAUGURA NOVOS APARTAMENTOS 
A clínica Padre Ângelo inaugurou no mês de janeiro p.p quatro novos apartamentos, sendo uma suíte, todos muito amplos e confortáveis, contando inclusive com jardim de inverno, ar condicionado, frigo bar (já abastecido), tv, armário e telefone. Tais melhorias fazem parte do plano de expansão daquele estabelecimento de saúde, tendo como próximos objetivos a reforma e aquisição de novos equipamentos para o laboratório de análises e a implantação de um serviço de pronto atendimento, onde haverá sempre um médico de plantão para atendimento de urgências.
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terça, 08 abril, 2008
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CUIDADO COM A CINTURA!
NEM TODOS OS OBESOS SÃO IGUAIS O aspecto físico de distribuição de gordura em obesos apresenta óbvias diferenças entre homens e mulheres. Os homens tendem a acumular gordura no abdômen, com pouca adiposidade nos glúteos e nas pernas (obesidade tipo maçã), enquanto boa parte das mulheres concentra o tecido adiposo no abdômen inferior, coxas e glúteos com o formato tipo pêra. Essas observações já têm algum tempo, mas com o passar dos anos, notou-se que esta distribuição padrão de gordura, de acordo com o sexo, não era uma regra. Muitas mulheres têm gordura abdominal proeminente com manto gorduroso minimamente glúteo-femural, assemelhando-se à obesidade andróide. Alguns homens gordos podem, também, ter distribuição feminina de gordura. Assim chegamos ao final do século 20 com a noção de que a obesidade predominantemente abdominal é a mais perigosa. Isto porque exames radiológicos sofisticados (como a tomografia abdominal) mostraram que os pacientes com barrigas enormes acumulam apreciável volume de gordura visceral, isto é, entre as alças intestinais. Esta gordura visceral é muito perigosa pois gera lipoproteínas (gordura associada com proteína) que podem acelerar e induzir placas de colesterol nas artérias, invadem o fígado, fazendo-o ficar cheio de gordura (esteatose hepática) e causam resistência à ação da insulina. A insulina embora presente na circulação tem dificuldade em agir no músculo, no sentido de induzir a glicose circulante a penetrar na massa muscular. O conceito da Síndrome Metabólica
Todos os fenômenos explicados acima já eram observados pelos endocrinologistas. Mas este conjunto de alterações, no decorrer do tempo de vida do paciente, levava, com enorme freqüência a morbidades perigosas como hipertensão arterial, excesso de colesterol e respectivos derivados no sangue, propensão para apresentar diabetes, e presença de esteatose hepática (fígado gorduroso) com sinais de que o fígado não comportava tanta gordura no seu interior. Portanto os pacientes com este conjunto de alterações foram classificados como portadores de Síndrome Metabólica, um rótulo que tenta reunir em dois vocábulos todo um conjunto de alterações no metabolismo do açúcar (glicemia), da insulina, do colesterol e suas conseqüências. Neste ponto os cardiologistas começaram a observar que os portadores da famosa obesidade abdominal apresentavam uma alta prevalência de fenômenos de insuficiência das coronárias - as artérias que nutrem o músculo cardíaco. O "entupimento" de uma artéria coronária pode levar a dor aguda no peito (angina pectoris) e, progressivamente, levar a sinais de que pouco oxigênio está chegando ao músculo cardíaco (insuficiência coronária). Deste conjunto de sintomas ao infarto é um curto espaço de tempo. Como é feito o diagnóstico
Todos esses sintomas e sinais são fruto de observação clínica, do exame cuidadoso do paciente e de exames laboratoriais de rotina que indicam elevado nível de colesterol, talvez glicemia um pouco alta, insulina plasmática acima do normal, fígado gorduroso etc. No início de todas estas alterações o coração pode estar pouco afetado e ter apenas algum problema com a pressão alta. Mas faltava aos médicos um tipo de exame específico que confirmasse a presença da Síndrome Metabólica. Muito recentemente pesquisadores da Universidade de Harvard, em Boston, mostraram que uma proteína chamada Proteína Carreadora do Retinol-4 (ou em inglês Retinol-binding protein 4 ou RBP-4), produzida por células adiposas abdominais encontra-se muito elevada na circulação dos obesos com resistência à ação de insulina. São os obesos tipo maçã, geralmente com cintura proeminente, altos valores de colesterol e triglicérides na circulação e queda do colesterol "bom" isto é, do HDL colesterol. Com o resultado desta pesquisa podemos agora diagnosticar com maior precisão os obesos que têm Síndrome Metabólica e que potencialmente apresentam maior risco para doença coronariana, pois todos apresentam níveis elevados de RBP-4. O que fazer para manter-se saudável
A redução do peso, mesmo que não seja nenhuma maravilha (cerca de 10% do peso corporal), a realização de exercícios aeróbicos, todos os dias, de forma leve, porém sistemática, a queda da resistência à ação da insulina, conduziram à significativa redução da concentração de RPB-4 no sangue, levando à menor prevalência de diabetes e, sem dúvida, à menor risco cardiovascular. Portanto: perca peso e faça exercício antes que as coronárias "fiquem entupidas". Mantenha o nível circulatório de RBP-4 dentro de valores normais.
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sábado, 16 fevereiro, 2008
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Laboratório da Clínica Pe. Ângelo Informa:
 Tabela de Grupos Sanguíneos e Cuidados RH O fator RH esta ligado à presença de uma proteína específica no sangue. Quem a possui, ou seja 85% da população Mundial, tem fator positivo ( RH+ ). Os que não tem, tem fator negativo ( RH- ). A importância do exame no pré-natal, conhecido como "tipagem sanguínea"é para tratar de forma especial os casos com Bebês de RH + ( positivo ) herdado do pai, em gestação em mães com fator RH – ( negativo ). Portanto, o problema está no fato do sangue materno ao ter contato e não reconhecer a proteína do sangue do feto ( RH+ ), reage criando anticorpos para destruí-lo. Isto significa um ataque ao sistema imunológico da mãe ao sangue do bebê cujas células vermelhas vão sendo destruídas.
Baseado no resultado do exame, há dois caminhos; 1. Se não há anticorpos ao RH+ no sangue da mãe, aplica-se uma dose da vacina anti-D na 28o semana de gestação e outra apôs o parto ( evita a formação natural dos anticorpos ). 2. Se já há anticorpos, é fundamental um bom acompanhamento de toda a gestação, monitorando o desenvolvimento fetal. Casos mais graves antecipam o parto ou faz-se necessária uma transfusão de sangue intra-uterina, feita por cateter. Após o nascimento, o bebê passa por fototerapia para eliminar a "bilirrubina" acumulada. Se necessário, recebe transfusão total do sangue. Riscos : Doença Hemolítica do RN, manifestado por anemia profunda que pode ser letal, quadros graves de icterícia, paralesia cerebral, lesões auditivas e no sistema nervoso e insuficiência cardíaca. O inverso nãe é verdadeiro, ou seja; A mãe com RH+ e o feto com RH- não são comflitantes. Grupo Sanguíneo Existem 4 tipos de grupos sanguíneos. O grupo A tem anticorpos contra o B e vice versa. O grupo AB não possui anticorpos contra nenhum outro e o grupo O tem anticorpos contra todos os outros. O risco de incompatibilidade só existe quando a mãe com sangue O gera um bebê de sangue A ou B. Os efeitos são mais brandos e sua manifestação só acontece apôs o parto, na forma de uma "icterícia", que é tratada por fototerapia.
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quinta, 01 novembro, 2007
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Diabetes
A esperança no bisturi Uma cirurgia no intestino é a nova arma na luta contra a doença. A técnica ainda é experimental, mas seus resultados são impressionantes  Karina Pastore Ana Araujo "EU NASCI DE NOVO"A funcionária pública Legínia Miranda foi submetida à cirurgia do diabetes em 2005 e hoje está livre da doença, dos remédios e das injeções. Enfim, recuperou a saúde VEJA TAMBÉM Nesta reportagem • Quadro: Hormônios em sintonia • Quadro: Muito mais complicadoEm sete anos, o diabetes arruinou a saúde da funcionária pública Legínia Miranda. Com o organismo combalido pela doença, ela estava ficando cega. Sua pressão arterial, sempre alta, atingia por vezes inacreditáveis 22 por 16 (o normal é 12 por 8). Legínia vivia abatida por um cansaço permanente e uma depressão profunda. A moléstia lhe impingia uma rotina penosa – comprimidos antidiabéticos, injeções de insulina, dieta austeríssima. Mesmo assim, sua glicemia não baixava. Girava em torno dos 300 miligramas de glicose por decilitro de sangue, mas freqüentemente chegava a 520 (o normal é 100, no máximo). Em 2005, aos 54 anos e prestes a se aposentar por invalidez, Legínia concordou em passar por um tratamento ainda experimental contra o diabetes tipo 2. Às 7 da manhã de 5 de novembro, ela deu entrada no centro cirúrgico do Hospital de Especialidades, em Goiânia. Nove horas depois, a doença já dava sinais de arrefecimento. Sem nenhum medicamento, sua glicemia baixou para 160 – um patamar jamais alcançado nos anos precedentes. Legínia experimentou uma melhora que, em outros tempos, seria chamada de milagrosa. Hoje, sua pressão está normal e a glicemia gira em torno dos 70 miligramas de glicose por decilitro de sangue. Com a visão recuperada, ela não precisa mais de óculos – nem para ler. À mesa, apesar da dieta equilibrada, delicia-se sem medo com pudim de leite e quindim. Nada, porém, se compara à felicidade de acompanhar as estripulias de Ana Carolina, a neta de 1 ano e 2 meses. Legínia agora tem fôlego. "Eu nasci de novo", diz a funcionária pública. Legínia é personagem de uma das mais arrojadas e fascinantes linhas de tratamento do diabetes tipo 2 – a intervenção cirúrgica. A operação para conter o diabetes é diferente de qualquer outra. Ela não se destina a trocar um órgão que funciona mal por outro em boas condições, como nos transplantes. Tampouco é feita para a implantação de um corpo estranho no organismo, de modo a fazê-lo trabalhar melhor. A cirurgia do diabetes combina simplicidade e engenhosidade. Os médicos estão conseguindo, com pequenas modificações na anatomia do intestino delgado, regular a produção de insulina no pâncreas e, com isso, restaurar as taxas de glicemia aos níveis normais. Em outras palavras, eles conseguem reverter o diabetes. A cirurgia é fruto de uma constatação nova e surpreendente: a de que o diabetes é uma disfunção cujas origens ultrapassam as fronteiras do pâncreas, o órgão produtor de insulina – hormônio responsável por retirar as moléculas de glicose da circulação sanguínea e levá-las para dentro das células, onde são transformadas em energia. O diabetes surge da falta ou da ineficiência da insulina, o que leva ao acúmulo de glicose no sangue. E o que é que o intestino delgado tem a ver com isso? Tudo. Com 6,5 metros de comprimento e 4 centímetros de diâmetro, cheio de dobras e reentrâncias, o intestino delgado, além de promover a digestão e a absorção dos alimentos, funciona como uma espécie de fábrica de incretinas, a família de hormônios capaz de potencializar a secreção de insulina. Elas ajudam a baixar as taxas de glicose no sangue, sobretudo depois das refeições, quando esses níveis tendem a explodir. A descoberta do papel crucial das incretinas GIP e GLP-1 no controle do diabetes tipo 2 data dos anos 90. Nos diabéticos, a quantidade de GIP é normal e, não raro, apresenta-se até aumentada. Sozinha, porém, ela não consegue estimular o pâncreas a produzir insulina. Já em relação à GLP-1, o diabético padece de sua falta. Um doente tende a produzir um décimo do volume de GLP-1 secretado por uma pessoa sadia. O bisturi entra para corrigir essas falhas e restabelecer a sintonia entre os hormônios do aparelho digestivo e a insulina. Para entender exatamente como funciona a cirurgia do diabetes, é preciso relembrar as aulas de biologia na escola. O intestino delgado é dividido em três regiões – duodeno, jejuno e íleo. Durante a digestão, depois de passar pelo estômago, o alimento chega à primeira porção do intestino delgado, o duodeno. Nesse momento, moléculas de GIP saem do duodeno e dirigem-se ao pâncreas, para estimular a secreção de insulina. Quando o alimento chega ao íleo, moléculas de GLP-1 são imediatamente despachadas para o pâncreas, onde potencializam a síntese de insulina. As duas técnicas cirúrgicas que estão sendo testadas facilitam a ação das incretinas, encurtando o período de digestão dos alimentos (veja quadro).
Fabiano Accorsi
"FOI UMA BENÇÃO" Depois de amputar dois dedos do pé por causa do diabetes, Divaldo de Mello controlou a doença graças à cirurgia A experiência com um dos métodos foi relatada na edição de agosto passado da revista Surgical Endoscopy, da Sociedade Americana de Cirurgiões Gastrointestinais e Endoscópicos. O autor do artigo é o cirurgião Áureo Ludovico De Paula, do Hospital de Especialidades, de Goiânia. Ele é o criador da técnica de interposição do íleo. Feita por laparoscopia, a cirurgia consiste em aproximar uma parte do íleo do estômago, de modo a intensificar a produção de GLP-1. A operação prevê ainda a redução de 20% do estômago, o que reduz drasticamente a produção de grelina, o hormônio do apetite. Isso leva à perda de peso e, assim, diminui a resistência à insulina. Dos 39 pacientes citados no artigo da revista americana, quase 90% ficaram completamente livres do diabetes. De cada dez, três saíram do hospital sem necessidade de nenhuma medicação antidiabética – uma cura praticamente instantânea. "Se apenas metade desses resultados puder ser repetida, teremos uma revolução no tratamento do diabetes", diz Alfredo Halpern, endocrinologista, da Universidade de São Paulo. A cirurgia tem efeito, ainda, sobre uma série de outras doenças associadas ao diabetes – hipertensão, colesterol alto e triglicérides em excesso. Há três semanas, uma equipe de pesquisadores da Escola de Medicina Mount Sinai, em Nova York, esteve no Brasil para aprender a técnica criada por De Paula. Eles vão começar a testá-la nos Estados Unidos. O sucesso da experiência brasileira serviu de incentivo para que os americanos se lançassem nessa empreitada. Até então, eles não haviam tomado essa iniciativa porque, lá, os protocolos de pesquisas com seres humanos são muito mais rigorosos e demorados.
Outro grupo envolvido no tratamento cirúrgico do diabetes é o coordenado pelo cirurgião José Carlos Pareja, chefe do Serviço de Cirurgia Bariátrica e Metabólica da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Inspirado na técnica desenvolvida pelo médico italiano Francesco Rubino e batizado de exclusão duodenal, o método isola o duodeno e 40% do jejuno do processo digestivo. Com isso, o alimento chega menos degradado ao íleo e estimula a ação das incretinas. Até agora, Pareja operou quinze doentes. Todos tomavam injeções de insulina e antidiabéticos orais diariamente. Depois da cirurgia, os quinze se livraram das picadas, mas nenhum conseguiu abandonar a medicação por boca. O paulista Divaldo Faria de Mello, de 46 anos, passou por essa cirurgia. Em 2003, por causa do diabetes, ele teve de amputar dois dedos do pé direito, machucados durante uma partida de futebol. O excesso de glicose no sangue impediu que as feridas se cicatrizassem. A vida de Mello pode ser dividida entre antes e depois da cirurgia. Diz ele: "Não ter de tomar injeção todos os dias e conseguir comer de tudo, até feijoada, é uma bênção". Os médicos da Unicamp pretendem testar duas outras técnicas cirúrgicas contra o diabetes. Uma delas associa o desvio do duodeno à redução do estômago. A segunda prevê, além do desvio do duodeno, a retirada de 40% da gordura visceral – o tecido adiposo que se concentra na região abdominal e predispõe a pessoa a doenças cardiovasculares. A idéia, aqui, é diminuir sobremaneira a resistência à insulina, um dos fatores que mais influenciam o desenvolvimento do diabetes tipo 2. É provável que, num futuro não muito longínquo, vários tipos de operação convivam no catálogo de tratamentos disponíveis. "Sua indicação dependerá do perfil de cada paciente", diz Pareja. Quem primeiro levantou a hipótese de que o diabetes tipo 2 talvez pudesse ser controlado por meio de cirurgia foi o médico americano Walter Pories, professor de cirurgia e bioquímica da Universidade da Carolina do Leste, nos Estados Unidos. Num artigo publicado em agosto de 1995 na revista Annals of Surgery, sob o título "Quem imaginaria?", Pories analisou a evolução, ao longo de catorze anos, de 608 obesos mórbidos submetidos à redução de estômago. Dos pacientes operados, 165 eram portadores do diabetes tipo 2. Graças à cirurgia, a maioria apresentou remissão da doença. Em seu artigo, Pories chamava atenção para o fato de que a reversão do diabetes acontecia pouquíssimo tempo depois da operação – em alguns casos, no dia seguinte. Ou seja, o controle da doença acontecia independentemente da perda de peso. Isso levou os pesquisadores a investigar o assunto. Foi então que veio à tona a relevância, na gênese da doença, das incretinas produzidas no intestino delgado. Com 200 milhões de doentes no mundo, 10 milhões deles no Brasil, o diabetes foi descrito pela primeira vez no século II, pelo médico e filósofo Areteus da Capadócia. Trata-se de uma doença cujas causas não foram inteiramente mapeadas, apesar de todos os avanços. "As novas pesquisas mostram que a doença é muito mais complexa do que se pensava", diz o endocrinologista Freddy Eliaschewitz, de São Paulo. Além do pâncreas e do intestino delgado, outros órgãos estão envolvidos no controle das taxas de glicose no sangue (veja quadro). Mais de uma dezena de substâncias interfere no equilíbrio da glicemia. Até o esqueleto participa da síntese de insulina. A equipe liderada pelo pesquisador Gerard Karsenty, da Universidade Colúmbia, nos Estados Unidos, provou em experimentos com ratos que a osteocalcina, hormônio produzido pelas células produtoras de osso, tem o poder de estimular a secreção de insulina. Se for comprovado que a osteocalcina tem função similar nos humanos, isso poderá levar à criação de um novo tratamento para a doença. Alguns especialistas costumam alarmar-se com o que seria uma epidemia de diabetes tipo 2 já em curso no mundo. Segundo a Organização Mundial de Saúde, em 2025 os doentes somarão 330 milhões de pessoas. Nos Estados Unidos, estima-se que metade das crianças negras e hispânicas nascidas em 2000 desenvolverá a doença em algum momento de sua vida. Não importa o mecanismo pelo qual o distúrbio surge, o fato é que os estímulos externos são decisivos. Em especial, a alimentação rica em gorduras e o sedentarismo. Por esse ângulo, o diabetes tipo 2 é uma doença culturalmente provocada. Vencer suas causas culturais, portanto, pode ser, para a maioria dos doentes em potencial, uma maneira menos dolorosa do que tomar picadas diárias de insulina sintética ou entrar na faca. Com reportagem de Adriana Dias Lopes e Anna Paula Buchalla
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terça, 23 outubro, 2007
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MEDICINA NATURAL 2 (FITOTERAPIA)
O objetivo da medicina baseada nas ervas é resgatar ao organismo um perfeito equilíbrio de forma natural, utilizando uma pequena parte da medicina homeopática (que é a terapia que trata semelhante com semelhante, ou seja, combina os medicamentos com os sintomas) e busca estimular as defesas naturais do corpo. Os fitoterapeutas acreditam que é preciso crer no poder de recuperação do próprio corpo. Muitas vezes fazendo-se um jejum de um ou dois dias e tomando chás medicinais, doenças leves - que não necessitariam de medicamentos mais agressivos - podem ser curadas. Você pode utilizar as ervas de diferentes maneiras. - Como chá - Infusão: quando coloca-se água fervendo sobre a erva medicinal bem picada, em um recipiente, tapa, deixando descansar por alguns minutos. Processo recomendado para folhas e flores. (ex: camomila, espinheira-santa, hortelã, etc) Decocção: quando adiciona-se água fria à erva medicinal, num recipiente com tampa (de preferência de vidro). Leva-se para ferver, deixa-se descansar por alguns minutos e depois filtra-se. Este processo é recomendado para partes do tronco, hastes, cascas, ramos, raízes, sementes e frutos. - Tinturas - Este processo consiste em extrair os princípios ativos das ervas, usando-se o álcool etílico, podendo ser de cereais ou de cana. Neste método, podem ser usados dois processos. Maceração: consiste em colocar a erva picadinha no álcool de cereais por 10 a 20 dias, em um recipiente tampado, agitando-se o recipiente diariamente. Após o tempo de maceração indicado, coar a tintura e prensar o resíduo para não desperdiçar nada.Percolação: Neste método (depois de seco) reduza o material a ser utilizada (erva, raiz, folha, flor) a pó, de modo que fique moderadamente grosso. Misture o pó com o álcool de cereais. Caso o material fique apenas umedecido, deixe a solução obtida em maceração por 12 horas. Depois, basta coar o material e filtrar a solução. - Suco Medicinal - Neste processo é utilizada a erva fresca com o álcool etílico. Prensagem: se obtém facilmente triturando as ervas com um pilão ou moendo em uma máquina de moer carne. Em seguida, passe a solução por um coador.Mistura: misture uma parte do suco obtido, com uma parte de álcool de cereais a 60º. - Banhos - As ervas também podem ser utilizadas em banhos externos (obtém-se ótimos resultados). Para os banhos, ferva as ervas de 20 a 40 minutos. Depois coe e coloque o material em um balde com a água que vai ser usada para o banho. - Gargarejos - Para gargarejos prepare um chá (por decocção ou infusão). Faça gargarejos diversas vezes ao dia, tomando o cuidado de não engolir a solução. - Inalações- Para fazer inalações, coloque as ervas para ferver. Quando levantar a fervura, aproveite o vapor, aspirando-o por meio de um funil feito de cartolina. ATENÇÃO - Evite usar recipientes de alumínio ou cobre. Dê preferência aos utensílios de louça, esmalte, porcelana ou vidro (devendo estar bem limpos).
- Não faça grandes quantidades de chá, somente o que irá utilizar no momento. O chá perde seu valor medicinal um dia após seu preparo, mesmo que conservado na geladeira.
- As receitas devem ser usadas por um período de 10 a 15 dias.
- Não utilize a mesma planta além de 15 dias. Busque outras com o mesmo efeito e alterne seu uso.
- Quando a receita indicar a necessidade de guardar a solução, prefira os frascos escuros, com tampa e de boca larga.
- Mantenha a planta sempre longe de poeira, umidade, luz e insetos.
- Siga corretamente as dosagens sugeridas, para que o efeito seja eficaz.
- Não utilize plantas medicinais durante a gravidez sem a orientação médica.
Fontes: "Guia Natural -o poder de cura das plantas" DOR DE CABEÇA, FEBRE E REUMATISMO - Faça uma infusão com 1 colher (chá) de casca de salgueiro para 2 copos de água fria. Leve ao fogo baixo e deixe ferver. retire do fogo e deixe em infusão por 15 minutos. Coe e beba 2 xícaras por dia. AMAMENTAR SEM DOR -Faça uma infusão com 2 colheres (sopa) da folha de alcachofra para 2 xícaras de água. Ferva a água e coloque as folhas, deixando ali por 15 minutos. Coe bem e aplique compressas várias vezes ao dia nos mamilos doloridos. Pode-se fazer mesmo, utilizando manjericão. PARA UM SONO TRANQÜILO - O manjericão é ótimo para a insônia também. Faça um chá com 1 colher (chá) de folhas de manjericão para 2 copos de água. Ferva a água e coloque o manjericão por 10 minutos. Coe e beba 1 xícara antes de dormir. PARA CONTROLAR O COLESTEROL - Laranja com berinjela é uma combinação que dá certo. Misture 2 fatias de berinjela (espessura fina) com casca e bata com 1 copo de suco de laranja. Você controla o seu colesterol e ainda é nutritivo. CONTRA SINUSITE - Evite produtos à base de leite. Faça uma infusão com ervas de aletéia, curcuma, equinácea, eufrásia, flor de sabugueiro. Tome o chá 2 vezes ao dia. Ajuda a eliminar o muco e a diminuir a inflamação, causando alívio imediato. SEGREDOS PARA SE FAZER UM BOM CHÁ - Certifique-se de estar usando a planta indicada. Ao prepará-lo, despeje a água fervendo sobre a planta e deixe assim por 15 minutos. Coe e beba o chá 3 vezes ao dia. Beba devagar, não é muito indicado o uso de açúcar. Após fazer o chá, melhor consumi-lo logo, pois não é aconselhável usá-lo no dia seguinte. FORA MAU-HÁLITO - Dilua 1 colher (sopa) de tintura de menta piperita em 1/2 copo de água e bocheche 3 vezes ao dia. A tintura é feita com álcool de cereal. CONTRA INFLAMAÇÕES - Para inflamações da boca e da garganta, o ideal é mastigar a casca da romã com suas sementes. Dez pedaços do fruto por dia, deixando o sumo em contato com as áreas inflamadas. O chá com as flores da romã é usado para combater a diarréia. PARA ACALMAR... - O chá de alfazema serve para dor de cabeça, tonturas e gases em bebês. Para dor de garganta, acrescente mel ao chá. Nos casos de depressão ou insônia, coloque alguns raminhos sob seu travesseiro. CONTRA DEPRESSÃO - Misture 20g das folhas de erva cidreira a 1 litro de ácool de cereais a 65 graus. Deixe a erva de molho durante 15 dias;depois, beba 1 colher (chá) com água 3 vezes ao dia. Evite bebê-lo perto das refeições. PARA EMAGRECER - Junte 20g de folhas de alcachofra, 20g de folhas de carqueja, 20g de folhas de cáscara sagrada e 20g de cabelo de milho. Ferva 300ml de água filtrada e deixe as ervas dentro, durante 20 minutos. Coe e beba 3 vezes ao dia. Consuma o chá em 24 horas. PARA LUXAÇÕES - Use 100g de folhas de alecrim e 4 copos de água fervente. deixe em infusão por 30 minutos e use como compressas. Ajuda a aliviar a dor, evita inchações e hematomas. PARA O INTESTINO FUNCIONAR MELHOR - Um chá com folhas de alface ajuda a resolver o problema de prisão de ventre. Ponha 60g de alface em 3 copos de água e deixe ferver por 15 minutos. Coe e beba 3 xícaras (chá) ao dia. PARA REUMATISMO - A malva, a arnica, o limoeiro, o cravo, a urtiga, o alecrim, o alho e a camomila são bons ajudantes no combate deste mal. Além dos chás, pode-se usar as plantas para compressas e massagens, misturando a elas cânfora. PARA UMA BOA DIGESTÃO - Após aquela refeição pesada, feita às pressas, nada como alguns digestivos naturais. Sementes de grãos de anis, cardamono e erva-doce podem ser mascados após as refeições. O chá pode ser feito com erva cidreira, hortelã e verbena. CONTRA ESTAFA - A tintura contra estafa contém guaraná, catuaba, erva mate e café. É indicado 20 gotas ao dia. TINTURAS-MÃE E SUAS PROPRIEDADES Alcachofra - Diminui a quantidade de açúcar na urina, sendo eficaz auxiliar no tratamento da diabetes. Atua sobre os rins e o fígado, ajudando a secreção da bílis. Rica em sais de ferro, fósforo, iodo e silício; e também em vitaminas A, B, e C, a alcachofra é ótima mineralizante, reconstituinte e oxidante. Rica em tanino, é um anti-diarréico.Alecrim - Tônico geral do organismo, estimula a secreção da bílis, da digestão e as funções renais sendo empregado nas inflamações uterinas, irregularidades menstruais, icterícias decorrentes da hepatite, esgotamento físico e mental. Anti-depressivo. Externamente é utilizada como estimulante, calmante das dores reumáticas. Alfafa - Recomendada como reconstituinte. Devido ao seu conteúdo vitamínico, é também recomendada contra o escorbuto (deficiência da vitamina C) e o raquitismo (deficiência das vitaminas D1, D2 e D3).Algodoeiro - Empregado nas disfunções e distúrbios menstruais.Alho - Indicado nas gripes e resfriados. Combate a tosse e tem indicação também nas verminoses intestinais e má digestão. É usado como hipotensor em caso de pressão alta.Arnica - Tem ação interna como anti-inflamatório, contra dores musculares e no tratamento emergencial de choques e contusões. Externamente alivia dores locais de contusões e pancadas. Anti-hemorrágico. Também atua contra artrite e artrose.Barbatimão - Tônico geral do organismo. Empregado contra o escorbuto. Tem indicação em hemorragias uterinas. Anti-diarréico.Bardana - É depurativa, sudorífica e diurética. Atua em afecções gástricas, cardíacas, hepáticas, cálculos biliares e urinários; cólicas nefríticas, prisão de ventre, queda de cabelo, acnes, reumatismo, feridas e pancadas.Berinjela - Utilizada no combate ao colesterol e como auxiliar nos regimes destinados ao emagrecimento.Boldo - Estimulante das funções digestivas. Empregado nas congestões hepáticas e biliares. É eficaz nas asmas e bronquites. Facilita a eliminação da uréia. Indicado para excesso de raiva e ressentimentos. Boldo-do-Chile - Estimulantes das funções digestivas, aumenta a secreção biliar. Diurético e analgésico.Calêndula - Regulador do ciclo menstrual e calmante de seus sintomas dolorosos. Sudorífico. Externamente atua com eficácia em contusões, feridas, queimaduras, frieiras, etc. Tratamento de cancro. Após extração dentária, pode seu usada em forma de bochechos.Camomila - Empregada como calmante e antipasmódica, principalmente em mulheres e crianças. Tônico e estimulante do sistema digestivo. Erva harmonizadora.Cana do Brejo - Diurético, depurativo, sudorífico. Tem aplicação em nefrites, cistites, inflamações da uretra e contra catarros da bexiga. Externamente utilizado em banhos vaginais e no tratamento de úlceras.Capim limão - É diurético, sudorífico e carminativo. Bom remédio contra as afecções das vias urinárias. Acalma espasmos, histerias e outras perturbações nervosas.Carqueja - tem efeito dissolvente, diurético e depurativo. É excitante do organismo em geral. Atua beneficamente em casos de anemia, cálculos biliares, diarréias, enfermidades do baço, da bexiga, do fígado e dos rins, má digestão, má circulação do sangue, icterícias, inflamações das vias urinárias, diabetes, e também contra os vermes intestinais.Cáscara sagrada - Utilizada como laxante em doses menores, sendo um purgativo drástico quando utilizada em doses maiores.Castanha da índia - Hemorróidas, varizes, flebites, afecções do sistema venoso em geral.Catuaba - Tônico do sistema nervoso, combate a neurastenia, a insônia e o desânimo. É estimulante físico e mental. Afrodisíaco.Cavalinha - Diurética e remineralizante. Desempenha importante ação hemostática, sendo anti-hemorrágico empregado em hemoptises, epistaxes, hemorróidas, etc. Uso externo em banhos ou na forma de pomadas contra varizes, ulcerações varicosas, hemorróidas, etc.Centella asiática - Utilizada no combate à celulite e a gordura localizada, ativando a circulação e regularizando as funções intestinais. Auxiliar no tratamento de câimbras e formigamento. O remédio da memória.Chapéu de couro - Depurativo do sangue e anti-séptico das vias urinárias. Empregado em certas moléstias da pele e do fígado, eliminando o ácido úrico. Tem também ação diurética e laxativa. Purificador e transmutador de toda a substância líquida do corpo físico. Chicória - Tônico amargo, estomáquico, depurativo e diurético. Tem largo uso como laxante, principalmente em crianças.Cipó cabeludo - Diurético. Possui grande eficácia no trato das doenças renais e das vias urinárias (cistite, uretrite, etc) promovendo abundante diurese.Dente de leão - Depurativo do sangue, é um bom remédio contra a congestão hepática e a icterícia. É útil nas hidropisias e também contra a acidose (aumento de ácidos no organismo). Auxiliar também nos regimes de emagrecimento.Erva cidreira do Brasil - Calmante, anti-depressivo, empregado nos estados de angústia e ansiedade. Analgésico nas dores do sistema gastro-intestinal e cólicas. Carminativo.Erva macaé - Estomáquico e sedativo. Indicado nos distúrbios gastro-intestinais, falta de apetite, calmante dos vômitos e cólicas, diarréias e disenterias. Também tem ação benéfica contra as tosses, bronquites e coqueluches. usado em casos de derrame eminente.Erva de São João - Facilita a eliminação de gases, da uréia e dos catarros pulmonares. Auxiliar no tratamento da asma e da coqueluche. Em doses maiores, usa-se contra mordeduras venenosas. Pode-se aplicar em dermatoses e eczemas. Utilizado antes do sono como anti-depressivo.Espinheira Santa - Atua no estômago, combatendo as dispepsias, gastralgias, hiperacidez e ulcerações. Age também no intestino, evitando fermentações e formação de gases. É analgésica, anti-séptica, cicatrizante e tônica. Possui também propriedades diuréticas e laxantes.Eucalipto - Empregado em funções catarrais. Auxiliar no tratamento de asmas e bronquites. Tem indicação nas gripes, corizas e rinites. Combate as febres. Harmonizador em banhos de imersão.Funcho - Estimulante estomacal, carminativo, purgante e galactagogo. Externamente atua como vulnerário e anti-séptico. A raiz tem propriedades diuréticas.Fucus - Obesidade, disfunções da tireóide, bócio, laxante suave.Gengibre - Indicado nos resfriados e rouquidão. Ajuda na eliminação de gases intestinais. Tem ação sobre catarros pulmonares, bronquites e asmas. recomendado nos enjôos.Guaco - Recomendado em tosses rebeldes. Tem ação nos casos de gota e bronquites. Utilizado como diurético e anti-reumático.Guaraná - É um estimulante geral e tônico muscular. Usado como auxiliar nas doenças do estômago e regulador das funções intestinais. Útil também nos estados de fraqueza, depressão e sonolência.Hortelã - Vermífugo, carminativo, estomáquico, aromático e estimulante das funções digestivas. Externamente utilizado em fricções, como analgésico local nas dores reumáticas. Na forma de gargarejos ou inalações, atua como desobstruente das vias respiratórias superiores. Também tem uso como dentifrício.Ipê roxo - estimulante do sistema imunológico e da circulação sanguínea. Tem aplicação nos casos de anemia e gastrite. Auxiliar nos tratamentos de câncer e AIDS.Limão - Internamente é refrescante e anti-séptico. Utilizado nas gripes, febres, empregado contra escorbuto, gota e reumatismo articular crônico. Anti-alcalino. Também eficaz nas inflamações bucais, da garganta, contusões e ferimentos.Maracujá - Sedativo, diurético, calmante, provoca sono natural, sem depressão.Marapuama - Tônico nervino, afrodisíaco, esgotamento físico e mental, inapetência, má digestão e cólicas menstruais.Mil em rama - Regulador do ciclo menstrual. estimulante da circulação sanguínea. Atua contra varizes e hemorróidas.Mulungu - Calmante, insônia, estados de excitabilidade do sistema nervoso, dores reumáticas e neuralgias.Panacéia - Poderoso depurativo do sangue, atua com excelentes resultados contra sífilis, blenorragia, reumatismo e moléstias da pele em geral. poderoso diurético tem atuação contra a obesidade, moléstias de útero, da bexiga e da uretra.Parietária - Diurético, ótimo para cistites, uretrites, inflamações do aparelho urinário, cálculos renais e da vesícula.Pata de vaca - Utilizada como anti-diabética. Diurética.Pedra ume kaá - Auxilia no tratamento da diabetes, diurético, ácido úrico.Picão - É útil contra a leucorréia, a diabetes e as inflamações da garganta. Age também como desobstruente do fígado.Quebra pedra - Ampla e popularmente utilizado como dissolvente de cálculos renais e biliares, contra afecções renais e hidropisias. tem efeito benéfico no tratamento da diabetes, combatendo a glicosúria. Tônico do sistema gastro-intestinal, favorece a eliminação de gases. Purgante diurético.Quina peru - Tônico poderoso, reconstituinte, estomáquico, febrífugo. Utilizado no combate à anemia, raquitismo, convalescença de doenças graves ou estados pós operatórios. Externamente, em banhos como tônico capilar.Romã - Indicada nos casos de amidalite, febres inflamatórias, tosses, gripes e resfriados.Sabugueiro - Sudorífico, diurético, galactagogo, emoliente, internamente utilizado nos resfriados e nas gripes como febrífugo; no combate ao catarro pulmonar e das vias respiratórias. Hipotensor. Externamente utilizado em inalações, gargarejos, contra queimaduras e reumatismo.Saião - Internamente tem ação anti-inflamatória, sendo utilizado contra a tuberculose pulmonar. Externamente, na forma de compressas e pomadas, tem ação contra aftas, calos, erisipelas, feridas, frieiras, picadas de insetos, queimaduras, tumores, úlceras e verrugas.Sene - Prisão de ventre, gases intestinais e acidez estomacal.Sete sangrias - Depurativa do sangue, doenças venéreas, febres, reumatismo, colesterol.Tanchagem - É uma planta aconselhada nos casos de ardor do estômago, afecções das vias respiratórias, diarréia, disenteria e paroditite. Tolmilho - Anti-séptico, anti-espasmódico, anti-microbiano, vulnerário, fungicida, bactericida e vermífugo.Empregado em bronquites catarrais, tosses, dores e infecções intestinais. Estimulante da circulação sanguínea. Tido como afrodisíaco.Umbaúba - Indicado nos casos de asma, bronquite, coqueluche e tosses. Atua combatendo as diarréias e disenterias. Aumenta a energia contráctil do músculo cardíaco.Urucum - Contra anemia, má circulação e impurezas do sangue, hematomas, hemorróidas, flebite.Uva ursina - Diurética e anti-séptica das vias urinárias, tem aplicação em cistites, uretrites, catarros vesicais e hipertrofia da próstata.Valeriana - Tônico nervino. Combate a insônia. Calmante para os estados de excitabilidade do sistema nervoso. Dores de cabeça. Muito usado em tratamento de mulheres com TPM. Contra-indicado para grávidas.
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