Edmar UFC
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terça, 28 novembro, 2006
COMENTÁRIO CONCLUSIVO SOBRE AVALIAÇÃO COLABORATIVA EM EAD

COMENTÁRIO CONCLUSIVO SOBRE AVALIAÇÃO COLABORATIVA EM EAD

Edmar Ribeiro

Vimos sobre as dificuldades enfrentadas nos albores da educação á distância. E que essas dificuldades vieram a se constituir, com o tempo, em verdadeiras estimulador4es e incentivadores para os novos passos para o progresso dessa forma de ensino.

Desde os tempos das lições do apóstolo, sobretudo quando, de uma forma indireta, colhia o resultado do ensino mediante o recebimento de "feed-back" dos ensinamentos e corrigia nas novas epístolas, vemos que sempre houve dificuldades em avaliar o que se é ensinado.

Tanto na proposta presencial, quanto mais à distância, quando, e sobretudo, já na vigência da terceira geração nominada pelo ilustre ex-reitor germânico, PETERS, quando sobrepõe-se o ensino pela escrita e o estudo pela leitura, ao invés do ouvir. A instantânea acessibilidade atua como um todo no espaço virtual, com prevalência de ações referentes ao diálogo, estrutura do ambiente e autonomia dos atores envolvidos.

Ganha significativo diferencial a forma avaliativa, quando se tem em conta o meio virtual com a hipótese da interatividade.

Na teia virtual que perpassa todo o ensino à distância, a disponibilidade de atuações bilaterais e em perfeita sintonia, leva a que a mensagem transmitida tenha retorno mais evidente, descontando-se daí possíveis���������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������tenha retorno mais evidente, descontando-se daores envolvidos.ntivadores para os novos passos para o progresso dessa forma de e ruídos durante o processo.

É sabido que em se tratando de avaliação, sobretudo à distância, os métodos e estratégias são absoluta e totalmente diferentes da avaliação presencial, no que tange à sua insuficiência. O ambiente virtual próprio, que não tem tempo nem lugar, propicia a que o tratamento seja bem mais sofisticado e plural para contemplar o tipo avaliativo.

Destaque-se, ainda que no meio virtual a avaliação colaborativa tenha no aluno um condutor partícipe e participante, num verdadeiro meio em que o resultado, é co-participado, em comum-união com os outros atores. É realmente aprendendo a conhecer, aprendendo a fazer, aprendendo a viver junto, em sua potencialidade mais desafiadora, que é o avaliar um trabalho. O aluno também, interagindo, sofre a ação desse próprio mister, revitalizando e, num átimo, conseguindo anteceder parcela do resultado de seu próprio aprendizado.

Evidentemente, como tudo em nossos dias, sobretudo em sede de educação à distância, navegada em mundo virtual, qualquer processo iniciado, em seguida já prescinde alteração, modificações.

No caso da educação à distância, deve-se considerar ainda que está ainda com resquícios originais dos projetos políticos, pedagógicos, culturais e psicológicos da educação presencial original. E, como advinda de tal origem, com sérios desafios a resolver, a avaliação, e em especial, a colaborativa, com certeza se constitui como um dos mais desafiadores e complexos dos itens que compõe este tipo de ensino.

Ele tem muito ainda que ser estudado, praticado alterado e aperfeiçoado, pois, como toda a atividade ligada ao processo educativo, tem que estar em contínuo aperfeiçoamento, melhoria, acréscimos , da mesma forma como o próprio saber, e a sede de conhecimento humano impõem.



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domingo, 05 novembro, 2006
AVALIAR E TAMBÉM, PORISSO, APRENDER

AVALIAR  E TAMBÉM, PORISSO, APRENDER

 

 

 

 

Edmar Ribeiro

 

 

 

 

            Além dos méritos destacados na avaliação colaborativa, acontece, ainda uma verdadeira e interativa aprendizagem subjacente ao próprio processo interativo, por sua qualidade de um dos indutores do aprendizado.    

            Sabemos nós que, na atualidade, somos levados a entender as novas exigências para a educação, mormente devem atender aos pressupostos dos aprenderes a  conhecer,  fazer, a ser atuante e  viver juntos, numa verdadeira inter(ação) cognitiva.

            Tais pressupostos vêm a calhar, sobretudo quanto se tem em mente que as novas demandas da cidadania reclamam aos não tão novos direitos de quarta geração, onde se pode internalizar a educação desta forma holística.

            Todos estes elementos, são vinculados, necessários e culminam com o aprendizado mais aproximado do ideal.

            As pessoas vão estar construindo entre si o conhecimento, interagindo neste processo e, principalmente colaborando para que toda a ação possibilite conhecimentos complementares e suplementares, absolutamente inéditos, em termos de além do puramente acadêmico, também tem nuances de sociabilidade, de humanismo e, numa só palavra, exercício da cidadania no influir no resultado final, com o entendimento e percepção de padrões, situações e teores de desenvolvimento intelectual de todos os envolvidos no processo.

            Este aprendizado vai além do limite do processo, pois o só avaliar inter(agindo) vem composto de outras ações pessoais que trazem mais elementos cognitivos, se não da pessoa-agente, de seu meio, de sua cultura,  e percebíveis até, mediante  a maneira de seu interagir.   

            Na avaliação colaborativa, é bom que se destaque que é avaliado também o processo, vez que os agentes envolvidos podem pontuar também a construção, e não somente a só avaliação dos conteúdos expostos. Justamente para que,  oportunamente, avaliem-se e possam ser revisadas tais ações para que tendo em vista uma melhor aprendizagem e otimizar o resultado final do processo.

 

 



postado por 39136 as 10:08:40 1 comentários
quarta, 25 outubro, 2006
Bibliografia interessante

Leia, também:

GUTIERREZ, F., e PRIETO, D. (1994):  A Mediação Pedagógica - Educação à Distância Alternativa.

Campinas, Papirus. 

HAYDT, R. C. (2002):  Avaliação do processo ensino-aprendizagem.  São Paulo, Ática.

LANDIM, C. M. M. P. F. (1997): Educação à distância: algumas considerações. Rio de Janeiro.

PERRENOUD, P. (1998):  Avaliação: da excelência à regulação das aprendizagens. Entre duas lógicas.  Porto Alegre,  Artmed.

RODRIGUES, R. S. Modelo de avaliação para cursos no ensino a distância – Dissertação de Mestrado - UFSC (SC) 1998.

PETTERS, O. Didática de ensino a distância: experiências, estágios do discurso de uma visão. Trad. Ilson Kayser. São Leopoldo.Unisinos: 2002 402 p.

FREIRE, P. Pedagogia do oprimido. 13 ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1983.

DEMO, Pedro. (1985). Ciências Sociais e Qualidade. São Paulo: Artmed.
ROMANI, L A S., Rocha, H. V. e Silva, C.G. (2001) Ambientes para educação à distância baseados na Web: onde estão as pessoas?. Campinas, SP: Unicamp/IC.




postado por 39136 as 07:24:51 1 comentários
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