Novamente estou analisando Chauí, não poderia deixar de dar meu "pitaco" sobre a infantilização. Se os meios infantilizam eu não sei mas que desperta em nós esta ânsia do desejo isso é fato.
O grande vilão das emissoras de TV é um parceiro inseparável, pelo menos para mim, o controle remoto, como já falei no texto anterior. Chauí afirma que ao zappiar o telespectador busca a satisfação do seu desejo e eu concordo.
Minha crítica é quando ela diz que a TV não exige de nós "atenção, pensamento, reflexão ou crítica". Talvez alguns programas sim mas não acredito que a generalização seja correta.
Como diz um conhecido, "há casos e casos". Para mim quando alguém senta-se diante da grande amiga e companheira - TV - busque uma programação que o agrade, o que geralmente estará ligado ao seu estado emocional, psiquico no momento. Por exemplo se estou afim de relaxar não vou sintonizar em um programa que requer atenção maior.
Para mim muito programas exibidos requer sim atenção, pensamento, reflexão ou crítica, eles nos trazem informação e até geram em nós posicionamento. Aliás posicionamento é um tema interessante para conversarmos mas em outra oportunidade.
Agora k entre nós se o programa é chato, desagrada ou qualquer coisa assim, basta lançar mão ao companheiro fiel (controle remoto) e mudar de canal, he he he.
