OFICIAL BLOG AFTER FOREVER
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sexta, 04 novembro, 2005
TRADUCOES:PRISION OF DESIRE
01. Minha Culpa

Ó meu Jesus, cerre nos a nossa dívida
Salve-nos do fogo das profundezas, conduza aos céus
Todas as almas, principalmente estas
Que de tua misericórdia sentem enorme necessidade
02. Leaden LegacyLegado de Chumbo
O Abraço que Sufoca - Parte I

Eu não posso olhar para trás
Porque estou vivendo no passado
Lágrimas sem emoção estão preenchendo
As horas desenfreadas

(Assim como era no princípio
E agora, e para sempre, e por séculos
Por gerações)

Nós não podemos ser
O que você espera de nós
Nós não podemos ver através dos vidros do desespero
Fuja do legado de chumbo

Aqueles que deserdarem e aliar-se à oposição
Não vêem que isso não irá levá-los a lugar nenhum
Não conseguem entender que é uma manipulação similar
Acorde e veja a luz

Condenado a vagar por emoções reprimidas
Este refúgio imaginário me impede de despertar

Medo da penitência
Condenado a bajulação

Condenado a bajulação...Assim como era no princípio
E agora, e para sempre, e por séculos
Por gerações 03.Semblance of Confusion (tradução)

Composição: Floor Jansen

Semblante de Confusão

À medida que a luz se torna mais ardente
E o calor derrete seu coração
O fogo está despertando
Existe um medo antigo que todos nós conhecemos
Agourento, corrompido, emaranhado em si próprio

É uma sensação, rastejando, profundamente dentro
Doce gosto de inocência esquecida
Um semblante de confusão
A força que eu preciso está fluindo para fora
O sentimento sufocante obstrui tudo

Tão errante na busca pela verdade
A dor é forte e persiste
O silêncio era apenas uma distração
Para sair da dura verdade novamente
Deixando este mundo de ilusões
Visto pelos olhos do inocente
Confrontando com a infinidade do caos
Te forçando a tornar a pôr em ordem

Quando suas súplicas não são ouvidas
O fantasma se torna friamente real
Existe uma tênue linha
Entre o mundo de ilusão e a realidade
Uma viagem purgatórica pelos espelhos dentro de você
Inconsciência observada

Medo de voltar-se ultrapassa o limite da dor
Este contágio ardente
Para quebrar, conquistar e encontrar a beleza perdida
Limpo, a penitência acabou
Eu sei agora aonde encontrar a resposta
Confrontando a inconsciência

04. Black tomb (tradução)

Composição: Floor Jansen

Tumba Negra

A tempestade soa pelas montanhas
Enquanto a chuva está caindo
Uma tumba se abre e ilumina
O melancólico vale escuro
Os espíritos aquecidos o preenchem
Encantamento de seu passado glorioso

Ouça a baixa voz dele sussurrar
Sinta seus poderes
Mude a luz da escuridão
Sua santidade, sua força

Ele reinará como antes da tumba ter fechado
Almas corrompidas vivem novamente
A doce vingança versus os espíritos negros do mal

Dentro da luz, volte da morte, agora é a hora!
Vai depender do justo ou do condenado
Como antes desta tumba ter sido aberta
Visto que a vingança é minha

Mãe da criação, rei da destruição
O santuário da escuridão, fonte de sangue
Leve esses entronizados, o seu veneno interior
Deixe-os rastejar até o fim dos tempos, morram

05.follow in the cry..

  "Siga no Grito"
Atrás de seu façanhas esconde-se um indomável
Cobiçando poder e tirania
Levando vantagem de seus dependentes
Medo é a destruiçăo, destruiçăo de todos nós
Em vez de exterminar a erva daninha
Nós permitimos que ela crescesse demais, nossa funçăo
Todos os meios estăo justificados para o "djihad fi sabil Allah"
Eu o abraço, aceite minha alma
Eu farei minha vida subordinada a você
Viverei gostando de suas regras e prescrevendo suas leis
E o seguirei aonde quer que vá
Siga no grito
Pendure este herege que é favorecido em pensamentos impudicos
O silencie como as leis do vellums prescrevem
Massacre aos covardes; a ordem do dia 06. Silence From Afar

Composição: Mark Jansen

Silêncio de Longe

Quando o destino o deixa pra trás
E me arrasta para uma destinação desconhecida
Deverão minhas lágrimas formar um mar
Em que seu barco terá que alcançar a área

Quando a tempestade é mais violenta
E o horizonte parece estar tão longe
Você encontrará força para continuar
E vencer a miséria que
quer te trazer pra baixo

Quando o silêncio de longe está cerrado em mãos
Nossa harmonia se torna tão elusiva como o tempo

Viríbio* exausto sentia meu fim
Minha amante foi deixada para trás viúva


* Viríbio - Da mitologia grega, é o nome que Hipólito recebeu quando reviveu e foi admitido entre deuses inferiores

Inimical Chimera (tradução)After Forever

Composição: Floor Jansen

Quimera Hostil

No império com vales esmeralda
Lá onde a infinidade te cerca

Uma deusa perdeu sua auréola
Criou seu próprio domínio

Este vale da perdição aonde eu sou o símbolo
Ela estará jogando os dados dessa vez

Uma deusa perdeu sua auréola
Mal se apoderou de sua alma sem deus
Te engolindo nos rios de sangue
Jogou jogos mórbidos com você, és o indício

Nuvens estão perambulando em volta da lua pálida
Melancolia hostil cobre os vales
Eu sou a imperatriz cefálica
Deste império celestial condenado
Ouça a orquestra da morte

Eu vadeio em sangue
Na procura pela minha morte inevitável
Os dados estão rolando agora


* Na Mitologia Grega, a Quimera era um monstro fabuloso descrito como um animal com cabeça de leão, corpo de cabra e cauda de dragão (algumas vezes com várias cabeças). Aterrorizava a região de Lycia (na Ásia Menor) e foi morta pelo herói Bellerophon

Inimical Chimera (tradução)After Forever

Composição: Floor Jansen

Quimera Hostil

No império com vales esmeralda
Lá onde a infinidade te cerca

Uma deusa perdeu sua auréola
Criou seu próprio domínio

Este vale da perdição aonde eu sou o símbolo
Ela estará jogando os dados dessa vez

Uma deusa perdeu sua auréola
Mal se apoderou de sua alma sem deus
Te engolindo nos rios de sangue
Jogou jogos mórbidos com você, és o indício

Nuvens estão perambulando em volta da lua pálida
Melancolia hostil cobre os vales
Eu sou a imperatriz cefálica
Deste império celestial condenado
Ouça a orquestra da morte

Eu vadeio em sangue
Na procura pela minha morte inevitável
Os dados estão rolando agora


* Na Mitologia Grega, a Quimera era um monstro fabuloso descrito como um animal com cabeça de leão, corpo de cabra e cauda de dragão (algumas vezes com várias cabeças). Aterrorizava a região de Lycia (na Ásia Menor) e foi morta pelo herói Bellerophon

07. Inimical Chimera

Composição: Floor Jansen

Quimera Hostil

No império com vales esmeralda
Lá onde a infinidade te cerca

Uma deusa perdeu sua auréola
Criou seu próprio domínio

Este vale da perdição aonde eu sou o símbolo
Ela estará jogando os dados dessa vez

Uma deusa perdeu sua auréola
Mal se apoderou de sua alma sem deus
Te engolindo nos rios de sangue
Jogou jogos mórbidos com você, és o indício

Nuvens estão perambulando em volta da lua pálida
Melancolia hostil cobre os vales
Eu sou a imperatriz cefálica
Deste império celestial condenado
Ouça a orquestra da morte

Eu vadeio em sangue
Na procura pela minha morte inevitável
Os dados estão rolando agora


* Na Mitologia Grega, a Quimera era um monstro fabuloso descrito como um animal com cabeça de leão, corpo de cabra e cauda de dragão (algumas vezes com várias cabeças). Aterrorizava a região de Lycia (na Ásia Menor) e foi morta pelo herói Bellerophon

08. Tortuous Threnody

Composição: Desconhecido

Tortuosa Trenodia

Tuas horríveis lamúrias tão fracas
Posto deste modo, você irá prosperar
As ilusões amorfas
Contrariam sua disposição para compreender

A beleza perturbada

O amuleto, abridor de portas esquecidas
Leva de volta
Para aquela condenada coroa negra como a noite
Veja a ti mesmo louco em histeria
Ironia da morte

A beleza perturbada

Preste atenção a esta tortuosa trenodia
Preenchida com a dor
Tu podes ver aonde a traição deverá te levar
A obrigatoriedade da morte

Onde todos os elementos se fundem em um
E memórias odiosas perecem junto com você
Pode ter visto o presságio, o espelho
Realidade da morte

Implore, sua trenodia será ouvida
Por tuas mentes sufocadas
O som tortuoso como vozes de anjos
A fobia, na procura por sangue ancestral

Uma arável força do passado
Leva de volta às raízes cruéis
A profunda alma interior, nunca será exposta

O axioma você não pode negar ou melhorar
Te arrasta pra baixo em um abismo perdido
O hino pára, o medo irá reinar
Crueldade da morte

09. Yield To Temptation

Ceder à Tentação
O Abraço que Sufoca - Parte III

Eles te disseram para não ceder à tentação
E abriram seus pórpios braços...
...Tire suas próprias conclusões...

Caos inescrutável em minha cabeça
Inevitavelmente
A ganância terá o seu preço
Por que?
Não há lugar para se esconder
Deixe eu me libertar

O anátema levando milhões
Juntos nas pústulas de nossa terra
A ganância e a autonegação são a causa da
Desimpedida profanação da verdade

Eles te disseram para não ceder à tentação
Mas te ofereceram apenas hipocrisia e ruína

O fantasma da danação
Jogou sua capa sobre a humanidade

Cativos nas algemas desta doutrinação
Almas depravadas desejavam ser puras
Deleitando-se na deformidade, as últimas convulsões
Estão construindo uma ponte para uma nova era
A hipótese de uma suposição enfraquecida
Jamais serei uma marionete!

O abraço que sufoca...


10. Ephemeral

Efêmero

Um olhar vazio reflete a contradição
Declarada força, porém frágil
Não mais do que compaixão.

Efêmera reunião fora de interação
Seja sincero e anuncie sua partida.

Um mérito de contos de fadas despedaçando para dentro da realidade
Projetado sobre as ruínas de um castelo no ar.

11. Beyond Me

Composição: Mark & Floor Jansen

Além de mim

Eu sei que estou só, mas alguém está me vendo
Segue-me em todos lugares que vou
Um fluxo frio surpreende-me novamente, eu tremo
A presença de algo, eu posso ouvir sua respiração

Deixe-me só, de onde quer que você venha.
Ouço tantas vozes, mas ninguém está falando

Correndo para algo, nada, na escuridão da noite,
Rastejos ao meu redor, a força invisível que o faz louco,
Eu não posso me lembrar como se sente para estar confortável, estar só...

Sem aquele medo bem fundo
Ícones de morte flutuam além de mim
Sussurrando meu nome e respirando meu medo
A ameaça de loucura

Grito de vozes internas, fora para ação
Defendendo-se de como eu sou.
Perdido no paraíso alegado
Eu não estou seguro se eu estiver aqui ou em outro lugar

Procurando satisfação

Além das fronteiras de minha compreensão



postado por eduardo as 02:13:17
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