01. Minha Culpa
Ó meu Jesus, cerre nos a nossa dívida Salve-nos do fogo das profundezas, conduza aos céus Todas as almas, principalmente estas Que de tua misericórdia sentem enorme necessidade 02. Leaden LegacyLegado de Chumbo O Abraço que Sufoca - Parte I
Eu não posso olhar para trás Porque estou vivendo no passado Lágrimas sem emoção estão preenchendo As horas desenfreadas
(Assim como era no princípio E agora, e para sempre, e por séculos Por gerações)
Nós não podemos ser O que você espera de nós Nós não podemos ver através dos vidros do desespero Fuja do legado de chumbo
Aqueles que deserdarem e aliar-se à oposição Não vêem que isso não irá levá-los a lugar nenhum Não conseguem entender que é uma manipulação similar Acorde e veja a luz
Condenado a vagar por emoções reprimidas Este refúgio imaginário me impede de despertar
Medo da penitência Condenado a bajulação
Condenado a bajulação...Assim como era no princípio E agora, e para sempre, e por séculos Por gerações 03.Semblance of Confusion (tradução)Composição: Floor Jansen Semblante de Confusão
À medida que a luz se torna mais ardente E o calor derrete seu coração O fogo está despertando Existe um medo antigo que todos nós conhecemos Agourento, corrompido, emaranhado em si próprio
É uma sensação, rastejando, profundamente dentro Doce gosto de inocência esquecida Um semblante de confusão A força que eu preciso está fluindo para fora O sentimento sufocante obstrui tudo
Tão errante na busca pela verdade A dor é forte e persiste O silêncio era apenas uma distração Para sair da dura verdade novamente Deixando este mundo de ilusões Visto pelos olhos do inocente Confrontando com a infinidade do caos Te forçando a tornar a pôr em ordem
Quando suas súplicas não são ouvidas O fantasma se torna friamente real Existe uma tênue linha Entre o mundo de ilusão e a realidade Uma viagem purgatórica pelos espelhos dentro de você Inconsciência observada
Medo de voltar-se ultrapassa o limite da dor Este contágio ardente Para quebrar, conquistar e encontrar a beleza perdida Limpo, a penitência acabou Eu sei agora aonde encontrar a resposta Confrontando a inconsciência
04. Black tomb (tradução)Composição: Floor Jansen Tumba Negra
A tempestade soa pelas montanhas Enquanto a chuva está caindo Uma tumba se abre e ilumina O melancólico vale escuro Os espíritos aquecidos o preenchem Encantamento de seu passado glorioso
Ouça a baixa voz dele sussurrar Sinta seus poderes Mude a luz da escuridão Sua santidade, sua força
Ele reinará como antes da tumba ter fechado Almas corrompidas vivem novamente A doce vingança versus os espíritos negros do mal
Dentro da luz, volte da morte, agora é a hora! Vai depender do justo ou do condenado Como antes desta tumba ter sido aberta Visto que a vingança é minha
Mãe da criação, rei da destruição O santuário da escuridão, fonte de sangue Leve esses entronizados, o seu veneno interior Deixe-os rastejar até o fim dos tempos, morram 05.follow in the cry.. ![]() "Siga no Grito" Atrás de seu façanhas esconde-se um indomável Cobiçando poder e tirania Levando vantagem de seus dependentes Medo é a destruiçăo, destruiçăo de todos nós Em vez de exterminar a erva daninha Nós permitimos que ela crescesse demais, nossa funçăo Todos os meios estăo justificados para o "djihad fi sabil Allah" Eu o abraço, aceite minha alma Eu farei minha vida subordinada a você Viverei gostando de suas regras e prescrevendo suas leis E o seguirei aonde quer que vá Siga no grito Pendure este herege que é favorecido em pensamentos impudicos O silencie como as leis do vellums prescrevem Massacre aos covardes; a ordem do dia 06. Silence From Afar
Composição: Mark Jansen Silêncio de Longe
Quando o destino o deixa pra trás E me arrasta para uma destinação desconhecida Deverão minhas lágrimas formar um mar Em que seu barco terá que alcançar a área
Quando a tempestade é mais violenta E o horizonte parece estar tão longe Você encontrará força para continuar E vencer a miséria que quer te trazer pra baixo
Quando o silêncio de longe está cerrado em mãos Nossa harmonia se torna tão elusiva como o tempo
Viríbio* exausto sentia meu fim Minha amante foi deixada para trás viúva
* Viríbio - Da mitologia grega, é o nome que Hipólito recebeu quando reviveu e foi admitido entre deuses inferiores ![]() Inimical Chimera (tradução)After ForeverComposição: Floor Jansen Quimera Hostil
No império com vales esmeralda Lá onde a infinidade te cerca
Uma deusa perdeu sua auréola Criou seu próprio domínio
Este vale da perdição aonde eu sou o símbolo Ela estará jogando os dados dessa vez
Uma deusa perdeu sua auréola Mal se apoderou de sua alma sem deus Te engolindo nos rios de sangue Jogou jogos mórbidos com você, és o indício
Nuvens estão perambulando em volta da lua pálida Melancolia hostil cobre os vales Eu sou a imperatriz cefálica Deste império celestial condenado Ouça a orquestra da morte
Eu vadeio em sangue Na procura pela minha morte inevitável Os dados estão rolando agora
* Na Mitologia Grega, a Quimera era um monstro fabuloso descrito como um animal com cabeça de leão, corpo de cabra e cauda de dragão (algumas vezes com várias cabeças). Aterrorizava a região de Lycia (na Ásia Menor) e foi morta pelo herói Bellerophon Inimical Chimera (tradução)After ForeverComposição: Floor Jansen Quimera Hostil
No império com vales esmeralda Lá onde a infinidade te cerca
Uma deusa perdeu sua auréola Criou seu próprio domínio
Este vale da perdição aonde eu sou o símbolo Ela estará jogando os dados dessa vez
Uma deusa perdeu sua auréola Mal se apoderou de sua alma sem deus Te engolindo nos rios de sangue Jogou jogos mórbidos com você, és o indício
Nuvens estão perambulando em volta da lua pálida Melancolia hostil cobre os vales Eu sou a imperatriz cefálica Deste império celestial condenado Ouça a orquestra da morte
Eu vadeio em sangue Na procura pela minha morte inevitável Os dados estão rolando agora
* Na Mitologia Grega, a Quimera era um monstro fabuloso descrito como um animal com cabeça de leão, corpo de cabra e cauda de dragão (algumas vezes com várias cabeças). Aterrorizava a região de Lycia (na Ásia Menor) e foi morta pelo herói Bellerophon 07. Inimical Chimera Composição: Floor Jansen Quimera Hostil
No império com vales esmeralda Lá onde a infinidade te cerca
Uma deusa perdeu sua auréola Criou seu próprio domínio
Este vale da perdição aonde eu sou o símbolo Ela estará jogando os dados dessa vez
Uma deusa perdeu sua auréola Mal se apoderou de sua alma sem deus Te engolindo nos rios de sangue Jogou jogos mórbidos com você, és o indício
Nuvens estão perambulando em volta da lua pálida Melancolia hostil cobre os vales Eu sou a imperatriz cefálica Deste império celestial condenado Ouça a orquestra da morte
Eu vadeio em sangue Na procura pela minha morte inevitável Os dados estão rolando agora
* Na Mitologia Grega, a Quimera era um monstro fabuloso descrito como um animal com cabeça de leão, corpo de cabra e cauda de dragão (algumas vezes com várias cabeças). Aterrorizava a região de Lycia (na Ásia Menor) e foi morta pelo herói Bellerophon 08. Tortuous Threnody Composição: Desconhecido Tortuosa Trenodia
Tuas horríveis lamúrias tão fracas Posto deste modo, você irá prosperar As ilusões amorfas Contrariam sua disposição para compreender
A beleza perturbada
O amuleto, abridor de portas esquecidas Leva de volta Para aquela condenada coroa negra como a noite Veja a ti mesmo louco em histeria Ironia da morte
A beleza perturbada
Preste atenção a esta tortuosa trenodia Preenchida com a dor Tu podes ver aonde a traição deverá te levar A obrigatoriedade da morte
Onde todos os elementos se fundem em um E memórias odiosas perecem junto com você Pode ter visto o presságio, o espelho Realidade da morte
Implore, sua trenodia será ouvida Por tuas mentes sufocadas O som tortuoso como vozes de anjos A fobia, na procura por sangue ancestral
Uma arável força do passado Leva de volta às raízes cruéis A profunda alma interior, nunca será exposta
O axioma você não pode negar ou melhorar Te arrasta pra baixo em um abismo perdido O hino pára, o medo irá reinar Crueldade da morte
09. Yield To Temptation Ceder à Tentação O Abraço que Sufoca - Parte III
Eles te disseram para não ceder à tentação E abriram seus pórpios braços... ...Tire suas próprias conclusões...
Caos inescrutável em minha cabeça Inevitavelmente A ganância terá o seu preço Por que? Não há lugar para se esconder Deixe eu me libertar
O anátema levando milhões Juntos nas pústulas de nossa terra A ganância e a autonegação são a causa da Desimpedida profanação da verdade
Eles te disseram para não ceder à tentação Mas te ofereceram apenas hipocrisia e ruína
O fantasma da danação Jogou sua capa sobre a humanidade
Cativos nas algemas desta doutrinação Almas depravadas desejavam ser puras Deleitando-se na deformidade, as últimas convulsões Estão construindo uma ponte para uma nova era A hipótese de uma suposição enfraquecida Jamais serei uma marionete!
O abraço que sufoca...
10. Ephemeral Efêmero
Um olhar vazio reflete a contradição Declarada força, porém frágil Não mais do que compaixão.
Efêmera reunião fora de interação Seja sincero e anuncie sua partida.
Um mérito de contos de fadas despedaçando para dentro da realidade Projetado sobre as ruínas de um castelo no ar.
11. Beyond Me Composição: Mark & Floor Jansen Além de mim
Eu sei que estou só, mas alguém está me vendo Segue-me em todos lugares que vou Um fluxo frio surpreende-me novamente, eu tremo A presença de algo, eu posso ouvir sua respiração
Deixe-me só, de onde quer que você venha. Ouço tantas vozes, mas ninguém está falando
Correndo para algo, nada, na escuridão da noite, Rastejos ao meu redor, a força invisível que o faz louco, Eu não posso me lembrar como se sente para estar confortável, estar só...
Sem aquele medo bem fundo Ícones de morte flutuam além de mim Sussurrando meu nome e respirando meu medo A ameaça de loucura
Grito de vozes internas, fora para ação Defendendo-se de como eu sou. Perdido no paraíso alegado Eu não estou seguro se eu estiver aqui ou em outro lugar
Procurando satisfação
Além das fronteiras de minha compreensão
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