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quarta, 18 outubro, 2006
Pombos de Ribeirão

O transtorno causado pelos pobres pombos.

O transtorno provocado pelos pombos silvestres em praças de Ribeirão Preto pode estar com os dias contados. Os testes para acabar com o incômodo começaram nesta quarta-feira (18), com a aplicação de uma tinta especial.

O corante vermelho não é tóxico e funciona como uma marcação pra facilitar o estudo dos pombos silvestres nas praças da Catedral e das Bandeiras. O trabalho faz parte de uma pesquisa inédita coordenada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) e pela Universidade de São Paulo (USP) para identificar a rota de migração dos pombos.

Com base no levantamento, que fica pronto em um mês, a intenção é aplicar um repelente e expulsar pássaros da cidade. Se os resultados forem positivos, o Ibama deve levar o projeto para outras cidades que enfrentam o mesmo problema. “É claro que não queremos que aconteça nada com os animais e nem com a saúde pública”, disse Eliane Velocci, chefe regional do Ibama.

A diretora do departamento de Biologia da USP de Ribeirão, Elaine Ribeiro, está fazendo um trabalho de observação dos pombos há um mês e estima que existam 20 mil pássaros nas duas praças. Ela diz que o grande número da espécie não é uma praga urbana e sim um desequilíbrio ambiental, que deve ser corrigido com planejamento.

As praças reúnem condições favoráveis para as colônias de pombos que migraram nos últimos 20 anos por causa do desmatamento. Eles seguem uma rotina, saindo em busca de alimento no início do dia e, à noite, deixando um rastro de fezes, que incomoda a população. Alguns taxistas, por exemplo, dizem que têm de lavar os carros de hora em hora para limpar a sujeira.

http://eptv.globo.com/noticias/noticias_interna.asp?153567


postado por 36771 as 10:32:45 # 3 comentários
Público Alvo

Esse blog é voltado para os alunos do Professor Guilherme........e claro o assunto não poderia deixar de ser biologia. Curiosidades, enquetes e tudo relacionado ao estudo da vida, estou aceitando sugestões e comentários.

Abraços


postado por 36771 as 10:28:36 # 0 comentários
segunda, 25 setembro, 2006
Se tem Libélula, a água esta limpa


Se tem libélula, a água está limpa

Quem tiver dúvidas quanto à qualidade da água de um rio ou lago pode fazer o "teste da libélula", que consiste na simples observação se há libélulas na área. Todo rio ou lago com águas limpas tem libélula. No entanto, a menor alteração físico-química da água ou do ar já será suficiente para expulsá-las, além de impedir que dos ovos saiam novas larvas. Deste modo, a presença do inseto funciona como um excelente bioindicador da qualidade do meio ambiente. A grande ameaça à vida das libélulas é a poluição ambiental. Na água, a poluição provoca mudanças drásticas em suas características físicas, como os sedimentos em suspensão, e químicas, tais como alteração do PH, da condutividade e do nível de oxigênio dissolvido na água. No ar, ocorrem processos semelhantes, incluíndo as mudanças climáticas.

Duas metades de um só coração

O tempo de procriação pode variar de alguns minutos em pleno vôo até várias horas de um acasalamento pousado. O que não muda é a posição insólita em forma de coração, formado pelo corpo retorcido do macho e da fêmea. Quando o macho está na presença da fêmea, ele precisa encostar seu pênis, localizado no segundo segmento de seu abdômen, no nono( e penúltimo )segmento, onde são produzidos os espermatozóides. Depois de transportar seu próprio esperma até o pênis, o macho segura a fêmea pela cabeça com uma pinça localizada na extremidade de seu corpo. A fêmea, então, faz também um contorcionismo para que seu orgão genital, localizado no penúltimo segmento, encontre o pênis do macho, formando o coração. Depois da fecundação, os ovos são liberados dentro da água ou em alguma planta submersa.

A larva se tranforma em avião

Duas a três semanas depois de postos os ovos, surgem as larvas das libélulas. Começa então um longo ciclo de vida aquática, que, em algumas espécies, pode durar até cinco anos. Em sua existência submersa, a larva se alimentará de microcrustáceos, filhotes de peixes e outras larvas. Ela atua como ápice de uma importante cadeia alimentar dos ambientes aquáticos dos rios e lagos e passará por até 15 sucessivas metamorfoses até se transformar em uma naiade, que já se assemelha ao inseto adulto porém se movimenta no meio aquático através de jatos de água que saem pelo reto, como um sifão. Em um dado momento, atendendo aos chamados de um relógio biológico, cujo mecanismo permanece inexplicado, a naiade faz a transição do meio aquático para o terrestre onde fará sua última metamorfose. A escalada do trampolim para o novo mundo é feita geralmente à noite, para escapar dos predadores. Subindo pela haste de alguma planta, a larva para de se alimentar e se mantém várias horas imóvel se preparando para a mudança. A libélula rompe seu último exoesqueleto pelo dorso, liberando primeiro a cabeça e o tórax e depois o abdômen( o processo leva de 30 a 40 minutos ).Suas asas, úmidas, precisarão de duas a três horas para se solidificarem em contato com o ar, quando a libélula estará, então, aparelhada e pronta para decolar.


postado por 36771 as 09:34:22 # 3 comentários
 
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