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11/05/2009
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Pão e Circo, não é a minha vibe!!!
Chega um momento na vida da pessoa, quando surge a felicidade de poder acreditar e compartilhar o que acredita... Valores e Crenças são resultado na maioria das vezes da história e da vivência do meio em que o indivíduo está inserido. Outras vezes fruto de estudo, experiências, reflexão, e etc. Bom é, quando o indivíduo depois de compor seu repertorio de filosofia pessoal, se permite trocar com o mundo aquilo que angariou. A grande maioria prefere não discutir este tipo de assunto, sobretudo em nossa sociedade capitalista, onde o que teoricamente precisa ser levado em conta é o que traz lucro imediato. Eu como não estou na vibe da maioria mesmo, alegro-me em debater essas questões de segunda ordem para a turma do capital. Quando digo que não estou na vibe da maioria, é simplesmente, porque não afirmo a cartilha básica da fé, mas falo de contraposição, de mudança, de libertação, de revolução. Não estou na vibe da maioria, porque o nosso século, não parece ser um tempo onde surgirão grandes revoluções, parece-me mais um tempo de comodismo, aceitação, e individualismo, ou seja, cada um defende o seu, e vamos ver onde vai dar, e o que mais quero, é uma grande revolução de pensamento religioso. Não estou na vibe da maioria, porque não estou disposto a dar pão e circo, pra quem quer que seja. Mas, voltando à questão das crenças, que é o que mais importa, quero me reportar a uma história contada a mim por um amigo, de infância, veterinário, (Dr. sulivan) semana passada quando nos encontramos pra jogar conversa fora. Ele me contou que conversando com a dona de uma paciente sobre questões de fé, falou para ela, sobre uma história do séc. 16 quando havia uma aldeia, onde as pessoas acreditavam que toda vez que um certo pássaro sobrevoava aquela região, o povo acreditava que algo de milagroso estava para acontecer. Como nunca acontecia, eles se penitenciavam, sacrificavam crianças, por acharem que o impedimento para o acontecimento do milagre, era que havia no meio deles algum pecador. A senhora questionou: Como as pessoas poderiam acreditar em algo tão absurdo? Vibrei com a resposta de meu amigo: hoje em dia com toda a tecnologia, e “evolução do conhecimento humano” as pessoas acreditam, em coisas bem mais absurdas, imagina no séc. 16! A idéia de pão e circo não é de hoje, como alguns de nós podemos imaginar. Vem da Roma antiga como detalha o texto abaixo: Com o crescimento urbano vieram também os problemas sociais para Roma. A escravidão gerou muito desemprego na zona rural, pois muitos camponeses perderam seus empregos. Esta massa de desempregados migrou para as cidades romanas em busca de empregos e melhores condições de vida. Receoso de que pudesse acontecer alguma revolta de desempregados, o imperador criou a política do Pão e Circo. Esta consistia em oferecer aos romanos alimentação e diversão. Quase todos os dias ocorriam lutas de gladiadores nos estádios ( o mais famoso foi o Coliseu de Roma ), onde eram distribuídos alimentos. Desta forma, a população carente acabava esquecendo os problemas da vida, diminuindo as chances de revolta. (http://www.suapesquisa.com/imperioromano/)
Parece que realmente a história é cíclica, que ela repete o seu conteúdo com formas e personagens diferentes. Quanto mais me aprofundo no conhecimento da história da humanidade, mas percebo que os lideres do povo são meros repetidores das desventuras do passado. E o que me intriga mais ainda, é que nós insistimos em sermos enganados, e ainda agradecemos por isso. Não é que em pleno séc.21, ainda há pessoas que acreditam que um vaso com 7 ervas pode protegê-los de algum tipo de maldade... Fico pensando então, porque ainda há injustiças sociais contra a população da Amazônia, porque ainda há fome no nordeste do Brasil, porque os povos indígenas ainda sofrem desapropriação de suas terras. Visto que tais plantas e crenças ocorrem por demais nessas regiões. Não quero ridicularizar a fé de quem quer que seja, mas por favor, não da pra tolerar tanta ignorância e crendices em nossos dias. Me ocorre que talvez não haja maior absurdo do que, pessoas entregarem mais do que seus salários mensais para receberem um pouco da terra santa de Israel. Ainda que aquela areia, que deve vir da Praia de Icaraí, fosse de Israel realmente, que poder ela teria. Gente, em Israel morre gente de fome todo dia, todo dia tem atentado à bomba, todo dia tem desgraça na televisão, e a turma insiste em ser enganado. É alarmante a quantidade de pessoas que acreditam que uma gota de óleo (ungido), um copo d´agua ou um banho de erva, ou um monte de fumaça, podem ter algum efeito místico transformador de realidade. E fatalmente crendo nisso, deixam de combater a impunidade, param de se opor contra as injustiças sociais, e simplesmente não pensam mais no legado de violência e destruição ecológica que estamos deixando para nossos filhos. Ficam na inércia porque acreditam que a solução para os problemas vem do além. Eu acho que é mais agradável pra quem lê e pra quem escreve, quando se faz promessas de prosperidade integral, baseado nas forças espirituais, muito melhor, e faz o sujeito mais querido, mas, como eu disse, essa não é a minha vibe, então vou aqui contrapondo lendas, crendices, como também os abusos com a boa fé do povo. A minha é, lutar com as minhas forças por uma sociedade mais humana, mais justa para todos, com menos agressão a Gaia (planeta terra) que está chorando por conta das irresponsabilidades ecológicas, faço isso, por amar meus filhos, e por isso, quero deixar um legado de um mundo melhor no que depender de mim. Quero estar conectado com meu tempo, com minha realidade, com meu mundo. Prefiro combater pacificamente, intelectualmente, mas combater, a me embebedar em morfina espiritual, e criar um mundo de Truman como o do filme. Prefiro romper os muros da magia, e me defrontar com a realidade, assim tenho alguma possibilidade de transformá-la, mesmo que no final, eu mude só a minha realidade. "Só engrandeceremos nosso direito à vida, cumprindo o nosso dever de cidadão do mundo."( Ghandi) Quero lhe fazer um convite: Faça parte de um movimento de transformação da realidade com ações concretas, com atitude, mesmo que simples e pequenas. Até a próxima!!!!!!
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28/04/2009
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Compartilhando o meu caminho...
Meu objetivo ao colocar estes artigos que tenho compartilhado com você no blog, não é em momento algum com a miníma pretensão de mudar o mundo, ou por achar que posso influenciar toda uma geração, que diga-se de passagem cada vez mais se mostra disposta a submeter-se aos conceitos e desmandos daqueles que lideram sistemas religiosos e usam destes para alcançarem seus objetivos pessoais, mas a principio trazer uma contrapartida a esse crescente movimento. Também não tenho como motivação qualquer tipo de revolta, frustração ou coisa do gênero, mas trazer luz e fazer perguntas sobre a real necessidade de sistemas religiosos como instituição para a pratica da fé pessoal. Digo isso porque nesse curto período em que meu blog está no ar, e estou muito feliz porque mais pessoas do que inicialmente imaginava tem lido meus artigos, e naturalmente reagem, o que pra mim é ótimo, independentemente da reação. Porque como disse não tenho a pretensão de transformar ninguém. Mas atendendo alguns dos leitores que têm me perguntado o que na verdade quero propor, já que questiono de maneira tão contundente a sistematização da religião..., vai aqui uma tentativa de resposta. Na verdade eu tenho uma proposta pessoal, uma proposta pra minha vida. A minha proposta de vida é não entregar o meu melhor, ou seja, a minha inteligência, o meu vigor físico, o meu dinheiro, em projetos que são maquiados para parecerem algo que tem como objetivo o bem estar coletivo, e na verdade o final é que são engenharias para alguns se darem bem... Como diria um grande amigo, o Demétrio, “parei de perder tempo com aquilo que não vale à pena”. Dessa forma, não me incomodo em falar um pouco de atitudes que se você quiser pode tomar pra se libertar desse processo com jeito de Em nome de Deus, e encontrar um lugar onde possa viver a sua fé sem a necessidade de tutores espirituais. Tudo isso é fruto de um longo processo de reflexão, de leitura, de análise e vivência junto a sistemas religiosos, onde percebi que nenhuma instituição qualquer que seja tem capacidade de me levar a satisfação dos meus anseios pessoais. Nesse momento você deve ter pensado: Isso eu já sei! Quem pode me satisfazer é... e aí você deu o nome da divindade que acredita. Tudo bem, mas sendo assim a minha primeira pergunta é: Se a sua satisfação espiritual não depende de sistemas religiosos, mas pura e simplesmente da pratica da fé pessoal, pra que é que eles existem, e por que insistir em fortalecê-los? Por muito tempo procurei responder essa pergunta de maneira medíocre e tacanha, acho que talvez por culpa e medo, sentimentos fundamentais para a manutenção dos sistemas religiosos. Lembro que ainda pré-adolescente, ao começar estudos sobre história geral, e ali minha querida professora Neide falava sobre feudalismo, e como a igreja católica conseguia o domínio das riquezas eu me indignava em saber que os bispos vendiam um pedaço do céu aos grandes fazendeiros. Com isso a única possibilidade dos pobres adquirirem um lugarzinho humilde no reino celestial era a total subordinação aos desmandos e absurdos impetrados pela igreja, através de seus líderes. Sem contar que não havia acesso aos livros usados para justificar os discursos. Aqui vai pra você a minha segunda pergunta: será que apesar da estética do discurso, e da estratégia terem mudado, o princípio fundamental da religião, culpa e medo, não continua o mesmo? Me parece que os bispos e líderes religiosos andam vendendo todo o tipo de promessa por aí, prosperidade, saúde, trago seu marido de volta, obedeça o que eu digo e você vai ser uma pessoa realizada.
Mas essas promessas só valem pra que obedece incondicionalmente, e além disso contribuem financeiramente com regularidade. Não sei se você concorda, mas eu tenho visto essas discrepâncias por aí. Uma coisa é verdade, desde criança, quando nossos pais liam para nós contos e estórias infantis sempre foi bom acreditar que tudo tem final feliz, ou vai acontecer como em um passe de magia.
Vá a um site de buscas na Internet e digite essas palavras e termos que acabei de citar, depois me diga o resultado. E mais, tente interpretar os fundamentos da sua religião individualmente, e apresente qualquer tipo de questionamento aos líderes, mesmo para aqueles que “defendem” a livre interpretação, provavelmente você será advertido, e não se engane, entrará na lista dos que podem causar algum problema à manutenção da boa ordem. Me permita aqui citar Marcel Gauchet, redator chefe da revista Le Débat: “Nós nos aproximamos, com essas experiências, do centro misterioso que está na fonte da especificidade humana que as religiões trabalharam historicamente _ as religiões foram sua expressão maior no decorrer da história. Isso não nos condena a pensá-lo do interior de sua tradução religiosa. Creio, ao contrário, que estamos em condições de decifrá-lo fora das categorias do religioso. Penso que é possível...” Mas vai aqui a minha terceira pergunta: A falta de conhecimento do humano não nos remete a uma dependência do místico? Como Gauchet diz, as religiões sempre trabalharam muito bem a questão da “fonte da especificidade humana”, que na verdade, é essa sensação que há em nós algo que não conhecemos e que nos leva a procurar respostas em uma fonte exterior “Amor e ódio dão testemunho do investimento sobre os outros que nos constitui, dessa existência dos outros que nos permite sair de nós mesmos... Os animais não amam nem odeiam... Eles são capazes de ligações profundas e de hostilidade sem perdão _ quem pode duvidar disso? Mas não são capazes dessa onipresença psíquica do outro em si, que convoca o sacrifício de si ou o aniquilamento do outro como condições de sua própria vida.” Talvez as respostas que você procure não estejam fora, numa fonte de exterior, mas dentro de você mesmo. Para concluir, 3 sugestões: - Confie mais em você mesmo!
- Não submeta sua vida a ninguém por preço algum, você tem de tomar as rédias!
- Conheça-te a ti mesmo!
Bom esse é o caminho que eu tenho trilhado, procure e decida o seu.
Até a próxima!
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11/04/2009
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Meus heróis morreram de overdose...
(celebração ao surgimento de heróis da vida moderna ou pós-moderna) Lembro de uma fala que inicia o filme dos incríveis, aquela simpática família da Disney, formada por: Beto Pêra, O sr. Incrível, "Aqui está um cara que literalmente é capaz de saltar prédios altos e fazer todos os tipos de coisas super-heróicas, mas isso não é o que o torna especial. Foi com sua estrutura de valor e força moral, não seus feitos poderosos, que eu realmente me identifiquei. Ele é uma dessas pessoas que, de fato, eu gostaria de conhecer e ter a chance de apertar a mão, porque ele sabe o que conta e tem um bom entendimento de si mesmo e de sua família". por Helena Pêra, a Mulher Elástica, Indo salvar seu marido quando a situação estava periclitante surge a pequena matriarca da família, Helena, antigamente conhecida como a super-heroína ultraflexível Mulher Elástica. Essa personagem foi criada em parte como uma celebração da típica mãe moderna que, diz Bird, "tinha de se esticar em centenas de diferentes direções diariamente". (http://criancas.hsw.uol.com.br/filme-os-incriveis4.htm) E seus três filhos: Violeta Pêra, uma adolescente em fase de transição para a vida adulta, Flecha Pêra um típico menino de dez anos de idade, e Zezé um adorável bebê. Todos os integrantes são super-heróis, cada um com seu poder específico. O pai é o herói principal, e não poderia ser diferente, pois em uma reprodução cinematográfica de nossa sociedade paternalista, é obvio que o homem ganharia lugar de destaque. Esse é outro assunto, que poderemos conversar em outro momento. Bom, mas a fala a qual me referi anteriormente é a seguinte: “Ninguém consegue ser super herói o tempo todo.” Desde que assisti esse filme, fiquei tremendamente impressionado, com a idéia de super-herói da vida real. Não aqueles que fazem parte de nossa infância lúdica e imaginativa, como homem aranha, batman, mulher maravilha, esses personagens que nos viram crescer, mas aqueles que fazem a vida acontecer diariamente, aqueles que movimentam a realidade do cotidiano, aqueles que suam, que cansam, que estressam, que erram, que se arrependem, que “mostram a cara”, aqueles que são os heróis da vida, que dão a vida pelos filhos e pela família, que não pensam sequer uma vez, antes de se envolverem em algum risco, qualquer que seja, para proteger sua cria e seu núcleo familiar. Quando pensei em escrever esse artigo não imaginei, que ele me levaria tão contundentemente a pensar sobre família, porque meu objetivo inicial era fazer uma crítica ao modelo “de heróis” que líderes religiosos tentam assumir em nossa sociedade tão fragilizada pela crise em todos os gêneros. Família, finanças, emocional, e etc. E em fazer essa crítica vou tentar concentrar a partir de agora minha reflexão. Como disse, associei também o filme, aqueles que vendem a imagem de super-heróis pra milhares de pessoas predispostas a acreditarem na figura de um herói, e mais, carentes de encontrarem alguém que faça as vezes um titã, de um infalível, de senhor da vida e de provedor de soluções, num tempo com tantas perguntas a serem respondidas. Definitivamente, fico estupefato com a quantidade de homens e mulheres que utilizam a mídia, com uma estratégia poderosa de marketing pessoal, e de auto exaltação, para convencer as pessoas de que neles está o poder da divindade a que dizem servir. È impressionante! Vestem capas, ou melhor, ternos e gravatas da melhor qualidade, nenhum problema com elegância ou bom padrão de qualidade de vida, desde que não se conquiste tudo isso as custas da fé de indivíduos trabalhadores, que trocam o seu pouco ou muito dinheiro e tempo, em busca de prosperidade e paz prometida por esses enganadores, fique aqui registrado. Também escrevem ou falam discursos, é preciso reconhecer, muito bem elaborados, cercam-se do melhor que há em qualidade áudio/visual. Coisa de cinema! De cinema, também é o conteúdo de seus belíssimos discursos. Falácias, mentiras, enganação, que induzem as pessoas a incorrerem na mesma expectativa que tínhamos enquanto crianças, quando quase nos jogávamos de alguma altura esperando voar como o super-man. Impressionante como esses falsos titãs da religião, têm a cara de pau, de tomar posturas tão antagônicas as dos heróis da ficção. Na verdade o papel deles, mas se assemelha ao dos vilãos, como o pingüim inimigo mortal do batman, ou Lex Luthor, esses caras do mal. A função originária do herói é salvar os aflitos, não enganá-los, de maneira nenhuma se aproveitar da carência ou da necessidade alheia, nunca explorar a boa vontade de um mero mortal, jamais se permitir ser levado por desejos levianos ou mercenários, em hipótese alguma fazer com que seus superpoderes os distanciem da humanidade. Cito aqui, Arnold Gehlen, que já em 1957 percebeu que:“Cada vez menos pessoas agem na base da orientação pessoal e de valores interiorizadas... Mas porque há cada vez menos pessoas assim? Obviamente porque a atmosfera econômica, política e social se tornou difícil de entender intelectualmente, e de cumprir moralmente, e porque ela muda num passo acelerado... Num mundo em que tais coisas prosseguem, qualquer crença em princípios de orientação constantes corre o perigo de recusar esse mínimo de confirmação externa sem o qual ela não pode sobreviver. Já em 1957, esse intelectual dizia que por conta das mudanças sociais, as pessoas tornavam-se ultradependentes de uma terceira opinião, não se orientando mais, por seus valores e convicções, mas entregando suas decisões pessoais nas mãos daqueles que auto-entitulassem capazes, de gerir a vida alheia. Eu particularmente cansei, cansei mesmo. Cansei de perder tempo com homens que admirava como a super incríveis, homens que falam em nome de Deus, e que quando falavam, eu imaginava ver, em seus rostos a fumaça da divindade, era como se a qualquer momento o brilho do encontro deles com Deus fosse reluzir em seus rostos. Intocáveis, inaccessíveis, acima do bem e do mal, até conviver pouco tempo e perceber, que seus objetivos finais, a despeito do meio que utilizam, a dizer a fé pessoal, são simplesmente manipular pessoas e sistemas religiosos, e aproveitarem do que isso pode lhes render, para a realização de projetos pessoais. Inicio este parágrafo, mais uma vez citando sêneca: “sou humano e nada do que é humano a mim é estranho.” Quero celebrar aqui, a afirmação de verdadeiros super-heróis, como minha avó Dna. Maria dos santos que veio do interior com meu avô, e tiveram 14 filhos, imaginem 14 filhos, não tendo nenhum dos dois estudo nem formação, mas, com trabalho e dedicação proporcionaram tudo isso, aos seus filhos que hoje tem lugar na sociedade. Heróis e heroínas de verdade, como você deve conhecer, e que fazem parte do nosso dia a dia. Heroínas que saem para trabalhar, numa carga de trabalho, de mais de 8 horas diárias, e ainda encontram tempo e disposição para acarinhar filhos e esposo. Celebro aqui, finalmente o surgimento ou o reconhecimento, daqueles que realmente merecem esse título, e que não tem o mínimo interesse no que temos ou podemos oferecer, mas o único desejo, de que sejamos felizes e bem sucedidos. Até a próxima!
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