
Quando se tem um sonho e consegue transformá-lo em realidade, não há adjetivos que possam traduzir a alegria e as emoções dessa realização! Assim foi o que aconteceu comigo, após ter concretizado meu sonho de rever meus filhos queridos que moram no interior de São Paulo.
Depois de vários anos sem nos vermos pessoalmente, pudemos enfim passar o reveillon de 2009 juntos, numa alegria contagiante cercados de familiares e amigos numa belíssima chacára em Ribeirão Preto.
Aos meus queridos filhos, quero dizer o quanto me foi prazeroso estar junto deles nesses dias e, que a partir de agora não ficaremos mais tanto tempo longe uns dos outros, pois aprendi o quanto dói uma ausencia!
Que tenhamos todos um 2010 repleto de amor, paz, saúde e realizações!
TESTE DA ORELHINHA - CUIDE DA SAÚDE DE SEU BEBÊ
O que é o teste da orelhinha?
Teste da Orelhinha, ou Exame de Emissões Otoacústicas Evocadas, é o método mais moderno para o diagnóstico de problemas de surdez nos recém-nascidos.
O exame é feito no próprio berçário, com o bebê quieto e dormindo, de preferência com 48 horas de vida, antes da alta da Maternidade.
Só o Teste da Orelhinha pode garantir que seu filho ouve sua voz, que ele não está só, no silêncio, que os sons fazem parte de sua vida possibilitando contatos e conhecimento do ambiente.
Porque realizar o teste?
Porque você aprende a falar ouvindo! Quando o bebê olha o rosto de sua mãe e escuta a voz, ele aprende sobre o mundo que o rodeia e aprende a se comunicar. Os bebês que nascem com problemas de audição, de um ou dois ouvidos, necessitam receber ajuda especializada até os seis meses de idade, entretanto a maioria só é diagnosticada muito tarde em torno de 3 a 4 anos de idade.
Como é feito?
A triagem auditiva é feita inicialmente através do exame de Emissões Otoacústicas Evocadas. O exame é feito no próprio berçário em sono natural, de preferência no 2º ou 3º dia de vida. A duração é de aproximadamente 5 a 10 minutos, não apresenta contra-indicação, não incomoda e não acorda o bebê. Não exige nenhum tipo de intervenção invasiva, é absolutamente inócuo.
Quem deve fazer?
Todos os bebês, porque a incidência da surdez congênita é bastante alta quando comparada com outras doenças para as quais são realizados testes de Triagem Neonatal, a Fenilcetonúrica (teste do pezinho) 1 em 10.000, Hipotireoidismo 2,5 em 10.000, Anemia Falciforme 2 em 10.000. Em bebês normais a surdez varia de 1 a 3 em cada 1.000, já em bebês de UTI Neonatal, varia de 2 a 6 em cada 1.000 recém-nascidos. A avaliação Auditiva Neonatal limitada aos bebês de risco (ex: história de surdez familiar, rubéola, etc...) é capaz de identificar apenas 50% dos bebês com perda auditiva congênita.
Fonoaudióloga Érika S. B. Florentino Botelho
CRFa. 1270 GO/T-MA
Clínica Padre Ângelo: 3541-2872 / 8124-9504
















