Lívia Cardoso
Na última quarta-feira, dia 13, houve mais um encontro dos trabalhadores da rede estadual de educação em frente à Assembléia Legislativa. Na reunião foi discutida a permanência da greve e do acampamento que já duram 39 dias. Pelo voto da maioria foi decidido que a paralisação dos professores e o acampamento continuariam.
As principais reivindicações são aumento de salário, atraso de pagamentos e contratos temporários. Os professores alegam que o governo tira dinheiro da educação para dar a empresários, e que desafiam o governador a resolver o problema da educação.
O Partido dos Trabalhadores (PT) distribuiu um panfleto, durante a manifestação, declarando o total apoio à greve e reconhecendo como legal e justo o movimento e a participação do Sindicato dos Trabalhadores em Educação - SINTEGO – que de início tentou uma negociação pacífica com o governo do Estado.
Segundo a secretária de Milca Severino Pereira, Mariana Letícia, da Secretaria de Educação, todos os professores, a partir do dia 1º de junho, terão os pontos cortados se não retomarem as atividades e com 30 dias podem perder o emprego na rede pública por abandono de cargo.
Os manifestantes encerraram a votação gritando, em coro, “A greve continua, Alcides a culpa é sua”.













