JANCOM Agência da Informação
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sexta, 09 setembro, 2011
Vem Vencer Com A Gente! 70 uai, com o PTdoB
Projeto Vitória 2012Em março de 2007, partidos, partidos, solitários no abandono de quem usou a sigla para somente se eleger, tentavam e suavam uma remota articulação de um homem só. Essa história está na página A5 do Jornal Correio daquele ano; Numa profusão de vicissitudes e interesses alheios a ética no fazer política grassava lá, como agora em 2011. O excesso de informação produz homens desligados da inteligência. Indivíduos tomados do saber popular que os coloca como arautos da verdade. E quando a massa cheia de sabedoria acorda tem como destino base uma ditadura de idéias rocambolescas sob o manto das verdades novas. O PTdoB faz diferente. É forte no número. 70. É um partido democrático e objetivo. Em 2008 em BH projetou alcançar 04 cadeiras na Câmara Municipal e foi vitorioso. Dessas, dois de seus ocupantes, em 2010, se tornaram deputados. E apesar disso tudo, em Uberlândia, somente em 2009 ganhou seriedade e se posicionou de maneira importante fazendo de seu minimalismo o máximo em visibilidade. O Projeto Vitória 2012 é uma nova forma de verbalizar a conduta de uma executiva municipal exercida com amor pela cidade de Uberlândia que o PTdoB tem construído através de novas filiações das quais os frutos serão os futuros agentes políticos. Uma vez no partido a pessoa começa a entender a importância de participar da vida da cidade além do portão da sua casa, e muito mais ainda, a frente do que representa enquanto trabalhador. Exercer a cidadania no PTdoB é algo natural através de seus atos partidários. E ignorar isso seria o mesmo que assinar embaixo das desavergonhadas atitudes de tantos homens, e mulheres, que mancham seus mandatos com a corrupção. A corrupção não é só a do dinheiro; mais grave ainda é a corrupção da moral. Quando o homem ou a mulher perde a essência do que os torna racionais, contribui para ampliar a sua responsabilidade sobre as deficiências de caráter dos que exercem o poder, e fazem com que o voto seja apenas um instrumento de barganha barata e vil. Em Uberlândia é com o PTdoB que você deve marchar. O Projeto Vitória 2012 vem erguendo a ponte que levará seus filiados rumo ao sucesso. É preciso amar e entender a cidade onde se vive para poder ajudar o país que se quer com a garantia de conforto e qualidade de vida para todas as famílias. Não gostar de política partidária é reflexo da ausência de conhecimento sobre como um partido político pode se tornar poderoso aliado na conscientização do fazer de cada um. Muitas das batalhas deixam muitos mortos porque falta liderança e desconhecimento do terreno aonde a guerra esta sendo travada. Pois, a erradicação da miséria, o desmazelo e a falta de decoro parlamentar, a ausência nefasta de informações sobre o que é um partido político, tem formado hordas gigantescas de pessoas que se notabilizam pela reclamação sem atitude. Enfim, para continuar esse bate-papo, procure o PTdoB em Uberlândia na rua Tenente Virmondes,17 (quase esquina com a avenida Getulio Vargas) sempre das 18 às 20 horas, de segunda a sexta-feira (34 - 9197.2150). É preciso fazer acontecer! 70, que dá certo 70!

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terça, 01 junho, 2010
Terceira Parte - PROMOÇÃO DA IGUALDADE HUMANA

PROMOÇÃO DA IGUALDADE HUMANA III

Artigo Publicado Jornal Correio de Uberlândia(MG), em 29 de maio de 2010

 

por José Amaral Neto

Diretor Comunicação SEPROMIRACIAL-NCST/MG

Coordenador Executivo MAIPO

www.cql.com.br/jancom

www.sepromiracial.com.br

A corrupção passiva e a indústria que financia favelas, com empregos “sub-salariais”. A Alemanha que se esconde atrás do seu superávit e deixa a zona do euro em frangalhos. O Brasil mostrando seu poder e vê seus críticos escondidos em sua inferioridade pseudo-acadêmica. Anemicamente o povo, ora, o povo... vai juntando os cacos nessa democracia côncava.

Na Universidade Federal da Paraíba, um caucasiano acreditou que uma africana seria alvo fácil em sua tensão sexual - negada sua investida, passou a ofendê-la com os xingamentos de praxe, e a agredi-la com chutes dentro da instituição. E assim mesmo muitos querem ignorar a importância das cotas e do cumprimento da Lei. Mais uma vez a polícia chegou e se negou a fazer o B.O. com o fator Discriminação Racial – crime que é inafiançável.

Em ano de eleição políticos natimortos e profissionais da política que estão no cargo a 04, 05 mandatos, sem sequer chegar até seus eleitores, pois os compram na boca de urna, começam a vampirizar o eleitorado com a cantilena de sempre. Um prato de salgadinho e um refrigerante qualquer. Uma dupla sertaneja ou um grupo de pagode procurando um lugar ao sol. Quatro ou nove pessoas envolvidas na mobilização, e 100 pessoas começam a acreditar no coelhinho da páscoa, em papai Noel, e mula sem cabeça. O discurso requentado garantirá mais 04 anos a quem já colocou o incauto votador na geladeira, e mesmo assim entorpecido pelas informações da mídia amordaçada que adora agrados e apupos, esse mesmo votador pensa novamente em votar no mesmo sombra. A hora é de ir além do comodismo, da mesmice.

O Brasil avançou quando as eleições deixaram de ser coincidentes, pois permitiu uma oxigenação da leitura sobre política – isso diminuiu a deficiência avaliativa da população: “nem sempre quem está em primeiro merece ganhar. Cavalo em primeiro lugar pode ser aquele que foi dopado”. Muitos políticos em campanha, mesmo não sendo autorizados pela legislação, já começaram a financiar suas incursões e vão inflacionar o mercado de votos que já gira entre os mobilizadores sociais entorno de R$ 40,00 por voto computado. Isso é o que a turma vem negociando na formação dos grupos e nas planilhas de custos.

É preciso alterar essa lógica, pois existem pessoas que querem fazer dessa cidade não só um espaço de grupos, mas uma sociedade num todo onde as pessoas possam realmente prosperar com qualidade de vida, da sua maneira, no seu momento. Para isso é preciso fazer política. E fazer política todo mundo faz mesmo não gostando, quando negocia a saída pra balada; quando negocia com a mulher o orçamento doméstico, quando participa de um grêmio estudantil ou de diretoria de um clube social.

Quando se fala em novos empregos, não se fala ao mesmo tempo em como manter os que estão desaparecendo ou na recolocação dessas pessoas. Mais importante que mil novas vagas é ter a coragem de assumir a responsabilidade de manter outras mil que na realidade são uma família de 3mil já estabilizada.

O marketing do sabonete continua  a ditar as regras. Para melhorar a imagem é só lavar com água e um bom sabonete e, dá-lhe maquilagem. Tem sido assim com a criação das Comissões de Promoção da Igualdade Racial da 13ª Sub-Seção da OAB, e da Câmara Municipal de Vereadores na cidade de Uberlândia – Muito barulho por nada. Tudo muito bem amarrado com a modorrenta e inverossímil DIAFRO.

Reveja seus conceitos. Ouça, mas não escute o canto de sereia dos profissionais da política que nada fazem para o povo, ou seja, VOCÊ.

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José Amaral Neto, jornalista
(34)  9197.2150
"Sempre nos julgamos pelos projetos. E julgamos os outros pelos resultados.
A vida não pode, e não deve ser só isso."



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terça, 11 maio, 2010
PROMOÇÃO DA IGUALDADE HUMANA (II)

por José Amaral Neto, diretor SEPROMIRACIAL-NCST/MG

Coordenador Executivo MAIPO-Movimento de Articulação e Integração Popular

Artigo publicado Jornal CORREIO, em 10 de maio de 2010.

Você é um líder de si mesmo. Sobreviver exige desenvoltura política na sua atuação familiar, profissional e social. A vida não dá pra ser vivida por osmose. Alguns até tentam, mas, não saem do lugar-comum. Atitude. Todos cobram de todos. Mas, se o cobrador fizesse a parte dele, isso já faria a diferença; entretanto, ele aguarda no outro que este faça a dele e a sua também. Sendo assim, nada avança.

Quando se fala em empresariado, vem a mente de qualquer individuo a lembrança das federações das indústrias, das associações comerciais, dos CDL´s, entre outras entidades que os representa. E todas são respeitadas e ouvidas individualmente por seu trabalho.

Na sua mais recente visita o Governador Anastásia esteve em uma entidade classista e, dois dias depois esteve em outra com o mesmo foco – lideranças empresariais e políticas. A semente da discórdia não foi semeada, pois o interesse comum foi respeitado, na individualidade da ação proposta.

E é com esse raciocínio que se busca o respeito às instituições do Movimento Negro. Quando se quer o poder, pensam os que o exercem: plante a divisão e a discórdia virá – criando uma ruptura que jamais vai ser emendada novamente.

O Movimento Social que congrega interesses em favor da Comunidade Negra tem no Bloco Axé como uma entidade que tem história. Que tem um trabalho social bem consolidado; assim também o é o Estrela Guia. Tem ainda o GRUCON, GRICONEU, MONUVA, MAIPO, Mulheres de Ébano, NEAB, ACABE, AROUDE, que desenvolvem trabalhos focados que tem contribuido para o desenvolvimento e integração da Comunidade Negra.

Esse trabalho, guardadas as devidas proporções, não é diferente das três grandes entidades que defendem o empresariado. Por que eles são tratados com respeito e responsabilidade, sendo ouvidos individualmente, e para as agremiações do Movimento Social, existe a obrigatoriedade de chegarem unidas em discursos e idéias?

Entidades distintas em suas diretrizes e pensamento devem ser entendidas individualmente – a partir daí se tem a junção natural das mesmas em favor de um objetivo.

Desenvolver este assunto bate a porta das reuniões insistentes para a organização de uma agenda conjunta – a responsabilidade de dever também deve ser individual, se o direito que se busca é o da integridade da instituição. Quando formatada essa agenda única inibirá ações afirmativas, pois estará engessada numa programação política e cultural. As atividades dos Movimentos Sociais não são só batuque, suor e mandingas. Já basta ter que conviver com uma estrutura deformada e insossa em que se transformou o que outrora era uma Coordenadoria com status de Secretaria Municipal, e hoje não passa de duas mesas num canto de uma secretaria que não vê o negro como parte, mas sim, e tão somente, como um mero tocador de caixa manipulável.

Existe inteligência do lado negro da força: falta ao outro lado prestar atenção na educação – Lei 10639/03; na saúde e a diretriz sobre a Saúde da População Negra; no planejamento urbano e os quilombos urbanos; no meio ambiente com a Umbanda/Candomblé; no desenvolvimento social e as ações afirmativas pela dignidade humana.

É preciso avançar além do pão e circo.



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terça, 27 abril, 2010
PROMOÇÃO DA IGUALDADE HUMANA I
por José Amaral Neto, coordenador-executivo MAIPO, e
Diretor da SEPROMIRACIAL da NCST-MG
Artigo publicado no Jornal CORREIO, em 17 de abril de 2010

O MAIPO – Movimento de Articulação e Integração Popular, criado em 2005, e que tem em seu colegiado de coordenadores a representação do Raízes Pré-Vestibular, AKABE, GRICONEU e AROUDI, entende que legislar é uma tarefa que só pode ser completa com a ajuda da população.
Mesmo sendo a SEGURANÇA uma questão de Estado, o Município de Uberlândia, tem a obrigação de ser no mínimo o gestor independente na disponibilização de sugestões e indicativos de ação para equacionar os desmandos criminosos que vêem assolando a cidade. Neste espaço, o MAIPO, quer salientar uma situação: os assaltos que se tornaram freqüentes nas rodovias federais que cortam a cidade. Antes localizado, agora acontecem quase que simultaneamente na  262, 365 e 050. A Prefeitura, a Câmara de Vereadores, a Policia Rodoviária Estadual e a Policia Rodoviária Federal, junto ao MP e organismos sociais, precisam se unir para por fim a ação dos bandidos que agem de maneira deliberada e preocupante.
Recentemente um seminário sobre segurança pública teve palco na Câmara Municipal de Uberlândia – muito se falou e nada avançou – e os crimes vêem se consolidando. Exemplo disto é que não se passa um dia em que uma bala não perfura um cidadão. Não é uma crítica, mas sim uma constatação.
É preciso que os homens e mulheres que gestam o poder público comecem a articular políticas de segurança com ações sociais, e que estas busquem priorizar conhecimento das leis, mecanismos de utilização do judiciário, entendimento sobre como a OAB pode minimizar a deficiência das defensorias públicas, entre outras assertivas para se alcançar uma consciência de prevenção e eliminação de causas que levam à violência; ressaltando que isso não inválida a eficiência concomitante de estratégias qualificadas de repressão.
 
 Hoje a população jovem de etnia negra sofre um massacre violento por parte da exclusão social que a leva para o crime, e neste, é literalmente a linha de frente. Ainda se vê nas ações o poder do: “executa e depois pergunta”. A acessibilidade sócio-educativa esbarra no ECD que beneficia o delinquente juvenil que espanca o agente, maltrata-o com palavreado xulo, e este, nada pode fazer por que a lei é contra qualquer ação disciplinadora. Isso não é apologia à tortura, mas não é justo que só um lado da balança – balance.
 
Preservar os direitos humanos da pessoa é um dever – mas isso não pode ocorrer em detrimento de outros. Quase sempre se vê a defesa de um, enquanto milhares que foram direta ou indiretamente prejudicados por ele, na berlinda de algozes e não de vitimas, isso é uma inversão de valores que não se pode tolerar, e é a mãe de todas as mazelas sociais em que se encontra o sistema jurídico e carcerário.
 
É preciso pensar o ser humano vitimado. Estabelecer perspectivas que possam verdadeiramente contribuir para que a polícia seja acreditada e que o judiciário faça realmente o seu papel acima do dinheiro dos quem detém o poder. O poder de um Juiz e de um Promotor tem que ser o poder do povo de bem – em países civilizados são dois cargos que só podem ser ocupados depois de uma eleição pública e universal – onde o promotor conhece as pessoas pelas quais vai defender seu estado de direito.
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José Amaral Neto, jornalista
34 9197.2150
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"Sempre nos julgamos pelos projetos. E julgamos os outros pelos resultados.
A vida não pode, e não deve ser só isso."



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RECREIO: Movimento Conscientização Social
 

O Secretário Estadual/SEPROMIRACIAL, Washington Silva, da Nova Central Sindical de Trabalhadores em Minas Gerais, anfitrionou grande comitiva em visita a cidade de RECREIO, na Zona da Mata Mineira. A diretoria do Clube Flor da Mocidade, fundado em 1928, e os integrantes do Movimento Conscientização Social, coordenado por Cicinha, recepcionaram a delegação que incluía pessoas de Muriaé, Leopoldina, Sabará, Uberlândia, e Belo Horizonte.

O Secretário Estadual/SEPROMIRACIAL Washington Silva, falando aos presentes.

A cidade de Além Paraíba esteve presente com a apresentação de seu Balé Afro Ilê de Zimba, que junto com o Grupo de Jongueiros de Recreio saudou os presentes com bonita apresentação de dança e cantoria.

Tudo isto fez parte do evento da SEPROMIRACIAL, “Café com História”, apresentado em palestra proferida pelo Professor Jorge Barbosa, em mais uma edição de sucesso de público e critica. E o objetivo desta iniciativa é o de oferecer à população a oportunidade de interagir com informações sobre a História do Negro e da África Não Contada. Com uma abordagem a partir de documentação oficial não utilizada nos livros didáticos, e do ponto de vista do negro.

da esq. p/ a dir.: Washington Silva (sentado de camisa vermelha) Secretário Estadual/SEPROMIRACIAL, ao microfone Conceição Leal, e ao seu lado o Professor Jorge Barbosa.

O evento proporcionou também, a oportunidade de Maria de Lourdes Ida, Presidente do Clube Mundo Velho de Sabará, signatário do Movimento que quer preservar a história dos Clubes Sociais Negros, compartilhar informação para se avançar na divulgação de como essas entidades podem usufruir deste mecanismo, o Movimento Clubista, para a valorização desses espaços.

 

  

A SEPROMIRACIAL exerce sua representação social com interesses específicos para que a democracia social avance sobre a desigualdade racial.


 
De Recreio-MG,

José Amaral Neto, com JANCOM Agência da Informação.

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sexta, 19 março, 2010
ACORDA PRETADA.

por José Amaral Neto

Jornalista, Coordenador Executivo do MAIPO e Presidente da Executiva Municipal do PT do B

Vez ou outra alguém começa um trabalho que visa melhorar a inserção política de negras e negros, de maneira séria e comprometida, e logo se achegam os novidadeiros.

A cidade de Uberlândia, no Triângulo, em Minas Gerais, tem duas Comissões de Promoção de Políticas de Igualdade Racial, uma na OAB e outra na Câmara de Vereadores. É de se acreditar que as duas trabalhem juntas em prol de mais de 300.000 (trezentas mil) pessoas e quase 160.000 (cento de sessenta mil) votos - Isso é a Comunidade Negra no municipio. Que seja efetiva as iniciativas dessas duas Comissões a começar pela fiscalização imediata da aplicação da Lei 10.639/2003 nas escolas particulares e públicas(municipais, estaduais e federais); bem como deleiberarem sobre a constitucionalidade do Feriado do dia 20 de novembro.

Uma reunião que envolva a Comunidade Negra tem sim que ser uma festa. É um povo que fez da festa o pano de fundo de seu sofrimento em quase 400 anos de escravidão. Povo festeiro que nos mais de 2000 anos da Igreja Cristã deu inúmeros Santos devotos e festejados como São Mauricio (herói das Cruzadas) e São Benedito, entre centenas. Essa mesma Igreja fez com que o mundo europeu acreditasse que ser escravo era uma benção a esse povo de pele negra porque eles não tinham alma e eram selvagens. E isso foi convicção centenas de séculos, só sendo amainado em período de grandes guerras, diante da necessidade de soldados fazendo com que esse povo fosse mandado ao campo de batalha primeiro que seus pares brancos.

Festejar não é o mesmo que pão e circo; e nem é a mesma coisa de ser serviu e politiqueiro. Festejar é receber, é doar e alegrar-se em comunidade.

Nesta quinta-feira 18 de março, Humberto Adami, conceituado advogado carioca, hoje Ouvidor da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República, e Deise Benedito, Advogada paulistana, Especialista em Direitos Humanos e Pactos Civis, como ativistas do movimento negro nacional emprestaram sua inteligência e competência profissional num evento no auditório da OAB por ocasião de convite feito pelas Comissões da Mulher e Igualdade Racial desta entidade em Uberlândia, em virtude estarem comemorando o dia Internacional da Mulher e Dia Internacional Contra a Discriminação Racial.

Abordaram temas focados nestas duas datas e suas variáveis quanto aos interesses da Comunidade Negra. Deise Benedito enfatizou a necessidade em ter a OAB nacional como parceira na criação do Prêmio Carolina de Jesus – esta uma humilde mulher e grande escritora que no seu tempo fez a diferença através do seu pensamento comparada hoje à Cecília Meireles.

Por simplesmente receber tão ilustres e importantes pessoas já se faz necessário fazer uma festa. Resta saber se a audiência foi capaz de beber dessa fonte.

Muitos são os membros da Comunidade Negra preocupados com a causa de defesa das necessidades urgentes de sobrevivência dos Cidadãos negras e negros desta cidade. E quando neste ano de 2010 se avizinham as eleições, poucos são os investidos de poder que se comprometem com trabalho e respeito a projetos deste povo. Mas muitos sãos os que discursam bonito e falam manso com os que se sentem bem amaciados pelo convite de sentarem em uma mesa ou de fazer parte de reuniões que não levam a lugar algum – ou mesmo pelo afago de estar num gabinete com ar-condicionado e ser chamado de liderança, quando na verdade estão vendendo seus irmãos.

É preciso avançar sem fazer concessões. Pois concessões só podem ser feitas quando se tem alguma coisa para ceder. Quem se abaixa demais acaba mostrando mais do que deve ser mostrado.

O Feriado do dia 20 de novembro não é um dia qualquer. É o dia de vida e morte de um ex-coroinha que mesmo em contraponto ao Estado nunca deixou se abater; e nunca se esqueceu de suas origens e nem mesmo de sua fé. Francisco serviu a Deus e aos homens de maneira heróica e verdadeira, por isso é Zumbi feito guerreiro de lei e de fato.
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José Amaral Neto, jornalista
34 9197.2150
http://www.cql.com.br/jancom
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quarta, 26 agosto, 2009
ITMS ICT

ROBERTO BOTELHO - 10 anos

por José Amaral Neto – www.cql.com.br/jancom

Quando o mundo anseia por mudanças, essas mudanças são baseadas na inteligência, pois o mundo sempre está preparado para mudar.

A capacidade computacional nunca esteve tão amplamente acessível como agora; presente em carros, ruas, medicamentos e até na forma como se criam animais na roça. E os benefícios dessas conquistas alimentam a oportunidade de uma vida melhor e de menos sacrifício. Esse potencial desenha um mundo que só podia ser imaginado em ficção cientifica. Entretanto, ele é uma realidade muito próxima.

A estrutura de uma nova geração de computadores e ferramentas tecnológicas tem trazido benefícios à saúde ajudando a reduzir custos nos tratamentos em quase a sua totalidade para milhares de pacientes.

A vida é uma grande aventura, e nisso todos concordam. E concorda também que nela reside numa espécie de entressafra a segurança. E segurança é conforto. Cheia de incertezas na busca constante pela confortabilidade de uma existência deitada em dogmas. Nessa insegurança de viver é que se quer viver com saúde. Este trabalho é para homens que vêem o futuro com os pés firmes no presente ajudados pela persistência e a inteligência da percepção imediata.

Os grandes eventos da história sempre exigiram de seus atores disciplina e determinação, pois ninguém aprende a tocar piano levando a vida na flauta.

No mês de agosto de 1999, a Equipe do cardiologista Dr. Roberto Botelho, do Instituto do Coração do Triângulo, concretizou um trabalho pioneiro na América Latina a partir de Uberlândia, e colocava Minas Gerais no centro do mundo. O seu feito entrou para a história do ensino superior brasileiro.

Alunos de medicina a 281 km de distância, e um grupo de médicos do Hospital das Clinicas da USP de Ribeirão Preto, em São Paulo, acompanharam um procedimento cirúrgico através de imagens geradas – junto a especialistas de todo o país – em tempo de real de uma angioplastia, cirurgia que consiste na desobstrução mecânica de uma artéria. Isso tudo só foi possível naquele ano de 1999 graças à rede de fibras óticas que interligava os diversos pontos e a internet 2, a rede de alta velocidade para uso exclusivo de universidades e centos de pesquisas.

Esse trabalho revolucionário que completa uma década continua rendendo frutos ao ICT que sempre acompanha as possibilidades da tecnologia em favor da saúde. O assunto ganhou as páginas da revista Veja em dezembro de 1999.

O cardiologista Roberto Botelho também escreveu sobre esta e outras iniciativas pioneiras do ICT, em conjunto com a ITMS, nas páginas da Revista Santa Genoveva – Sobre a Telemedicina disse: ”o mais importante é perceber que, neste contexto macro-econômico, pela primeira vez na história o incremento em tecnologia baixa custos e aumenta a qualidade da assistência médica. Que a Telemedicina é poderosa ferramenta para descentralizar a complexidade, universalizar o acesso e democratizar a atenção em saúde. Assim, atinge o triplo benefício: para o cidadão, para a sociedade e para a gestão. O ICT e a ITMS tem orgulho de contribuir para o conceito e a concretização da descentralização de complexidades, respeitando os fundamentos da Telemedicina e os preceitos de Hipócrates.”

Parabéns, Dr. Roberto Botelho, e a toda Equipe do ICT, por transformar Uberlândia numa referência nacional e internacional em cardiologia e Telemedicina.



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quarta, 12 agosto, 2009
UM NOVO PASSO UMA NOVA ETAPA

Parceria MAIPO – Diretoria

Regional da SEDESE-SINE

avança com a segunda etapa realizada.

por José Amaral Neto

Araporã, Cascalho Rico, Monte Carmelo, Tupaciguara, Prata, Abadia dos Dourados, Perdizes, Araguari, Monte Alegre de Minas, Douradoquara e Iraí de Minas, são algumas das cidades reunidas no encontro de Aperfeiçoamento de Gestores, Técnicos e Conselheiros de Assistência Social do Sistema Único de Assistência Social-SUAS, da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Social de Minas Gerais-SEDESE, através da Diretoria Regional em Uberlândia.

Durante este evento aconteceu o segundo momento do trabalho do MAIPO-Movimento de Articulação e Integração Popular.

Na oportunidade foi apresentado aos representantes dos municípios que formam a Diretoria Regional da SEDESE/SINE em Uberlândia, o projeto de captação de informações para a implantação do Comitê de Trabalho para formação do Conselho Regional de Promoção da Igualdade Racial, e do Grupo de Trabalho para criação dos Conselhos Municipais de Promoção da Igualdade Racial, nos respectivas cidades.

Todo esse esforço visa proporcionar acesso aos equipamentos públicos que fomentam a melhoria da qualidade de vida das pessoas através de ferramentas sociais.

A cultura judaica, negra, árabe, muçulmana, asiática, cigana, indígena e de rua, tem espaço garantido nessa Mesa de Articulação que se pretende formar em favor da promoção da igualdade racial.

O seu aspecto central é o de interagir e subsidiar o cumprimento da lei para que as pessoas possam se entender melhor conhecendo a história umas das outras num passado de lutas para um futuro de resultados.

Trabalho, geração de renda e culturas – tempero certo para uma vida saudável e de respeito ao ser humano. Essas perspectivas são simples de serem atingidas e várias de suas pontes objetivam um endereço certo que precisa ser sinalizado.

Dayse Afonso, Diretora Regional da SEDESE, tem feito esforços para que as idéias contidas nesse trabalho se tornem realidade, pois entende que somando forças o resultado pode ser um só – a valorização do ser humano. Os muitos colaboradores do MAIPO que participam deste trabalho vêem em Dayse Afonso, uma profissional competente que tem na transparência, dinamismo e determinação de líder, a parceira certa para conduzir à concretização do projeto de criação do Conselho Regional de Promoção da Igualdade Racial.



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quarta, 22 julho, 2009
O SOCIAL, A CIDADANIA: Em Movimento.

MAIPO

por José Amaral Neto, www.cql.com.br/jancom

Uma experiência: a de formar uma unidade entorno de um tema que fosse caro às agremiações que formam inúmeras entidades e instituições, daí nasceu a idéia do MAIPO.

O MAIPO é o Movimento de Articulação e Integração Popular que visa dar suporte ao coletivo de negras e negros. Proporcionando o instante não somente da representatividade, mas do discurso orientador e catalisador de muitos.

Essa força convida desde 2005 a experimentar não o novo, mas uma nova oportunidade de praticar a cidadania, e que faz do desconhecido um desafio que exige uma expansão de consciência, autoconhecimento e, sobretudo o abandono das velhas e conhecidas emoções que norteiam o universo das frustrações que são a raiva, o ódio, o rancor, a culpa e outras mais...

Hoje muitos se perdem em novas siglas, congressos, conferências e nomenclaturas governamentais. Um plano de ação para a saúde da população negra foi lançado pelo Ministério da Saúde e ninguém se posiciona. Qual o trabalho a ser feito? O Ministério da Educação tem entalado em suas colunas a lei 10.639/03. O que se faz nos estados e municípios? O Ministério da Agricultura, da Reforma Agrária e o INCRA travam uma batalha desigual com os quilombolas. Como efetivar as garantias de cidadania do povo negro? Fazer turismo é muito bom. Saber falar melhor ainda se conhecedor for da liturgia que ignora a estratégia e o planejamento.

Nesse redemoinho nasceu o MAIPO na região do Triângulo Mineiro – como um guarda-chuva. Vive tão somente para abrigar muitos em favor de milhares. Desde a sua criação em nenhum momento houve o indicativo de que este era o ápice; muito pelo contrário, sua existência se deve ao fato de ser o meio para um caminho pavimentado no afã de acabar com os acidentes de percurso e o fogo-amigo.

Ao movimento que se interessa pelas questões da Comunidade Negra sempre é cobrado organização e unidade. Mas, nenhuma entidade classista tem unidade e, mesmo a organização que é imputada aos negras e negros.

Veja o exemplo das federações da indústria; as do comércio; dos lojistas; dos trabalhadores; os ruralistas; os incontáveis partidos políticos; as instituições que se intitulam intrafederativas; e muito mais, todas são tratadas individualmente e com respeito. Suas necessidades legitimadas com projetos obsequiosos e de interesse das mesmas, uma vez que atendem a uma classe.

Entendeu?

Pois então, porque as entidades e instituições da comunidade negra precisam se juntar? Para não funcionar, é claro. E é sobre isso que se deve falar e construir um novo momento. É preciso aproveitar a luz para fazer com que outros vejam.

Tem muito serviço batendo a porta e esperando que os mais qualificados e experientes retornem dos seus congressos e conferências para agirem. Desses congressos, conferências, e novas siglas, surgem muitos documentos e pouca ação. Visibilidade pública e notícia, nenhuma. E não é a mídia a responsável, não; são os próprios interlocutores que insistem em requentar seus discursos, e se não avançam é porque não querem mudar. Entretanto, existem muitos que querem avançar, sem que para isso seja necessário desmerecer ou desqualificar o trabalho de quem quer que seja. A reciprocidade e o ato de compartilhar fomentam idéias e sua conseqüente realização.

O MAIPO é só um exemplo para se discutir o Brasil. E principalmente falar de Minas Gerais. São Paulo já teve seu estresse com o Conselhão e, Minas se prepara para engolir 22.

Quando não se quer avançar apela-se para a cultura e arte. E tome palestras em escolas, sem um roteiro, sem falar das lideranças e das lutas atuais. E mais fácil e alienador falar do passado. Aos que aceitam tome Pão e Circo.

As conquistas passam ao largo de congado, carnaval, capoeira ou dança de rua. Isso é fumaça diante da estrutura gigantesca que se esconde atrás da festa. Fazer arte e cultura é inerente a qualquer povo. É sua existência. Mas a sua dignidade reside nas políticas públicas executadas.

artigo impresso publicado Jornal CORREIO de Uberlândia/MG, em 26 de Julho 2009.



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sexta, 17 julho, 2009
TRÊS ( 3 ) CONVITES - AGENDE-SE - ATENÇÃO!

( 1-3 ) - ACCIPEN - ASSOCIAÇÃO DE CULTURA E CIDADANIA PÉROLA NEGRA.

Amanhã 18, e domingo 19 de julho,

acontece o arraial ACCIPEN

Local: rua Roberto Margonari, 820

Bairro Luizote de Freitas, Uberlândia/MG

A partir das 20 h, com apresentações culturais, comidas típicas e muita música – contatos: (34) 8806.5822

Te encontro lá!

( 2-3 ) - QUARTEL DO

MOÇAMBIQUE DE BELÉM.

Arraiá do Belém

A partir das 19: 30 h – Amanhã sábado, 18 de julho de 2009.

Local: Quartel do Moçambique de Belém

Bairro Santa Mônica – Próximo ao Centro Administrativo da Prefeitura de Uberlândia.

Atrações musicais: Samba e Pagode com a Banda Samba K, e o Forró de Li e Lando.

Nas barraquinhas: Pamonha, 3 tipos de caldos, espetinhos, pipoca, cachorro quente, cerveja, refrigerante, quentão, amendoim, pé-de-moleque, maçã do amor.

E ainda, pescaria, e leilão de prendas. Conto contigo!

( 3-3 ) abaixo:




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quarta, 01 julho, 2009
PT do B

PT do B

por José Amaral Neto, www.cql.com.br/jancom

Numa época não tão distante assim, visita de político era sempre recebida com faixas e claque bem ensaiada. Discurso num espaço pré-determinado; podia ser em frente a uma escola ou clube de mães. Hoje é só o social, sem compromisso, e sem povo.

Por três vezes o presidente da ALEMG esteve em Uberlândia Num entendimento simplista visavam sondar os correligionários de Hélio Costa, que são muitos, se não é ele uma opção para vice na chapa do já quase governador.

A mesma manobra foi feita quando da busca de alternativas à candidatura de prefeito em BH. E aqui como lá, as coisas passam pelo PMDB e o PT. Que o digam os irmãos Prado, parceiros importantes de HC. Resta saber se alguém avisou Itamar Franco.

Para embolar o meio de campo e repetindo a velha forma que levou o octogenário Eliseu Resende (e Minas... quem?) ao Senado em 2006, tenta-se articular a força a imagem de gestor eficiente ao Sub de vez e voz cheios de carisma celipotente.

No meio dessa fervura aparece um esquálido movimento partidário que tenta ungir uma raposa a muito longe dos holofotes políticos da cidade, somando-a com um líder que dormita em sua introspecção num momento em que o país precisa de interlocutores éticos. Será que tudo o que vem acontecendo vai ficar por isso mesmo?

Avançando no ataque com jeitão de zagueiro querendo marcar gol, Edson-P, coordenador  político  da  Comissão  Executiva  Nacional do Partido Trabalhista do Brasil - PT do B, e assessor do presidente nacional da sigla, o vereador em BH, Luis Tibé, esteve visitando lideranças políticas no Triângulo Mineiro.

Foi recepcionado por personalidades como os ex-prefeitos Marcos Alvim, Miguel de Oliveira, Milton Lima e, Tiãozinho do Sindicato em Araguari; aproveitando o trajeto para conversar também em Uberaba e Araxá. Fazendo uma visita estratégica ao Vereador Aleir do PRP de Patrocínio e, junto a direção do MAIPO-Movimento de Articulação e Integração Popular, em Uberlândia.

O PT do B que recentemente ocupou o horário nobre para se apresentar ao povo brasileiro quer ser uma nova casa para pessoas que desejam praticar política com ética, e compromisso com as pessoas. E para isso está apresentando o Projeto Vitória 2010, que ainda é só um motivo para as visitas.

Uberlândia é uma cidade que até bem pouco tempo transpirava política. A política do debate que inspirava idéias e fazia suar o mais simples dos mortais na defesa de ideais sinceros. Ainda há um ou outro por aí, mas falam baixo. Para não se comprometerem.

Não se pode fazer política sem militantes e esses carecem de liderança. E liderança se exerce pela confiança e pelo respeito àquilo que se acredita ser justiça e cidadania.

Talvez o discurso nem seja de mudança. Pode ser que a alocução seja para amplificar a informação e dotar os instrumentos sociais e econômicos mais acessíveis. É importante o que já está aí, mas não se pode negar a quem de direito faça deste suporte um aporte para algo mais sólido e independente. Tipo concluir com os benefícios sociais a transição de uma pobreza com cartão – para soluções com um talão de cheques e uma conta corrente consolidada em fundos positivos através do trabalho bem remunerado.

Um tempo importante e histórico quando o MAIPO-Movimento de Articulação e Integração Popular prepara-se para construir com a comunidade uberlandense e suas instituições o PLANO MUNICIPAL DE PROMOÇÃO DA IGUALDADE SOCIAL.

Voltando ao PT do B o partido demonstra que tem metas concretas para 2010. O projeto que viaja minas é construído sobre a experiência de 2008 em Belo Horizonte, onde a estratégia elegeu 04 vereadores – 10% da representatividade daquela casa. E o mais importante é dizer que o PT do B não vem sozinho. O PRP-Partido Republicano Progressista está formalmente comprometido com esse compromisso.

Pois é, ainda tem PT do B e PRP. Segue-se conversando e gastando sola de sapato.



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sexta, 19 junho, 2009
IGUALDADE SOCIAL

por José Amaral Neto, jornalista – Coordenador Executivo do MAIPO-Movimento de Articulação e Integração Popular - www.cql.com.br/jancom

Artigo publicado no Jornal CORREIO (impresso) de 19 de junho de 2009, em Uberlândia/MG

 

Há no mínimo dois séculos a instituição associativa – antes eram comerciais, industriais e agropecuárias – em alguns lugares ainda o é; e isso não impede que co-existam federações da indústria, clubes lojistas e sindicatos rurais – que só caminham juntos quando existe um interesse comum.

A citação acima é para exemplificar que essas entidades existem e formalmente são ouvidas individualmente. Não se exige delas uma unidade – uma uniformidade de pensamento. Entretanto, quando o assunto é Movimento Negro, a primeira coisa que vem a cabeça é que é uma “manifestação”. Um universo de desorganização e de muitos capitães e poucos soldados. E isso não é verdade. A história mostra que não é bem assim.  Esses também precisam e devem ser ouvidos individualmente.

Recentemente na cidade de Uberlândia, em Minas Gerais, um desses órgãos associativos assistiu junto à instituição competente uma verba para a consolidação de sua estrutura afirmando que não possuía condições de assumi-la sozinho. O interessante é que seus membros negociam contratos privados acima dos milhares de reais com lucros claros e objetivos. Mesmo assim receberam um dinheiro que não precisarão devolver.

Uma entidade negra que buscasse esse mesmo apoio é sempre chamada de aproveitadora e dirigida por pessoas sem competência de gestão. Dois pesos e duas medidas. Isso já ocorreu. É fato.

O Movimento Social que trabalha através de inúmeras agremiações em favor da população negra tem identidade – e isso torna cada uma delas – célula de seus ideais.

A cultura é do povo e de responsabilidade do estado em fazê-la permanente. Não se pode misturar estações imputando essas manifestações em detrimento de ações afirmativas urgentes. Essas não são acionadas quase sempre por haverem tratado o dinheiro como instrumento de realização de carnaval, festas populares que em nome do povo preto nada acrescentam, a não ser a diversão.

Muito se fala em melhorar a Educação. Pouco se fala daqueles que defendem essa mudança e continuam a legitimar o que se apresenta para não perderam seu status acadêmico.

Muitos são os negros e negras com diploma universitário, pós-graduados, mestres e doutores – onde eles estão? Quem são eles? Por que não se apresentam? Não adianta ter discurso é preciso colocar a mão na massa – fazer acontecer – invadir espaço e ocupá-lo.

Sim, muitos estão aí. Mas, mesmo estes e estas, precisam de outros. Um grupo é formado por muitas pessoas. Não dá pra agir sozinho. As boas intenções devem vir ungidas de ação.

As leis só valem se forem defendidas e executadas. Elas estão aí. Quem se habilita?

É preciso engrossar as fileiras junto daqueles que trabalham por mudanças claras - o povo preto se prepara para ir a Brasília de 24 a 29 de junho. Muitas serão as falas. Relatórios estaduais serão mostrados e a plenária irá decidir, tal qual em 2005, o que se quer enquanto políticas públicas em favor da população negra. Pergunta: o que se fez de 2005 até agora? Resposta: esperou-se a II CONAPIR – e só.

O MAIPO – Movimento de Articulação e Integração Popular não nasceu em 2005 para liderar, mas para ser mais um no movimento social em favor da população negra. É apenas uma agremiação que viceja negritude. O MAIPO sempre respeitou e manteve informadas todas as outras representações que buscam trabalhar pela melhoria da qualidade de vida da população negra e, que lutam pelo fim da discriminação racial que ainda é latente.

Muitas vezes, essas representações foram usadas para fragilizar o movimento social que quer legitimar conquistas, colocando-as em contraste com a luta real. O MAIPO e seus integrantes em momento algum as desmereceram. Recuou para observar o avanço que não aconteceu, ainda. O MAIPO não tem e não quer alimentar atividade político-partidária. Sua única política é o labor solidário e concretização de ações afirmativas propositivas socialmente. É ver cumpridas promessas de campanha publicadas em livretos de plano de governo.

Nesse momento o MAIPO prepara para apresentar a população de Uberlândia e as entidades e órgãos competentes, um esboço do que pode vir a se tornar o Plano Municipal de Promoção da Igualdade Social.

O Estado de Minas Gerais navega em águas de marketing. Até o momento não existe uma política pública realista que corrobore para a inclusão social, econômica e política do negro. O Governo Estadual descaracterizou o Conselho da Comunidade Negra e não apresentou nada que demonstre disposição sua em executar a portaria 992 do Ministério da Saúde de 13 de maio de 2009.

A cidade de Uberlândia recebeu quase dois mil médicos de 10 a 14 de junho 2009 – cirurgiões dermatológicos que ousaram definir como referência de seus estudos em seu vigésimo primeiro congresso, a questão étnica – isso foi decidido em 2008. O Dr. José Edmundo Pereira, conceituado médico da sociedade uberlandense, e presidente deste importante evento, quando lutou para imprimir essa marca de discussão e debate cientifico, não imaginava que o Ministério da Saúde iria publicar a portaria instituindo uma Política Nacional de Saúde Integral da População Negra.

A Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica tornou-se pioneira, e roga-se seja copiada.

O MAIPO foi parceiro desse congresso brasileiro, com convidados internacionais, que contou com a presença da cantora e atriz Zezé Mota, e da cantora Margareth Menezes.

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quinta, 04 junho, 2009
TRAGÉDIA ANUNCIADA

INFORMAÇÃO RELEVANTE INTERESSE PÚBLICO
Ao Governador Aécio Neves e ao 
Secretário de Defesa Social  Maurício Campos
As atuais condições  da Cadeia de Leopoldina poderão vir a contribuir para mais uma tragédia anunciada em Minas Gerais quando o assunto é Segurança Pública.
Relembremos o massacre de Ponte Nova em agosto de 2007, no qual 25 presos morreram  queimados dentro de uma cela. Assistam ao vídeo da entrevista do promotor na época do massacre de Ponte Nova. Não caberão mais falas "escapistas", as autoridades precisam assumir suas responsabilidades.

por José Amaral Neto, jornalista - com Blog Recomeço/Jornal Recomeço


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domingo, 31 maio, 2009
O NOVO MERCADO MUNICIPAL

MARCA

por José Amaral Neto, NASC Empreender ACIUB

www.cql.com.br/jancom  

artigo publicado no jornal impresso CORREIO de Uberlândia/MG, em 31 de maio de 2009

É o que o tempo constrói. Marca. O que o homem deixa quando pensa, e realiza. Enquadra-se aí a oportunidade em poder aplaudir o que acontece com a entrega do “novo” Mercado Municipal - ato que explicita o ser esteta.

Uberlândia sempre foi uma cidade que negligenciou sua história em favor do progresso. Entretanto, eis que surge uma nova mentalidade, alicerçada numa administração pública séria e aberta a projetos, que se bem elaborados, contam com seu total apoio.

Muito mais que a cultura, quem ganha é a cidadania. É a preservação da memória. Já havia um rumo certo quando da forma como foram encaminhadas as negociações para a retomada da construção do teatro municipal e, a reforma da casa da cultura. Viu-se ainda, a forma objetiva e sem egocentrismo em entender o apelo dos moradores do bairro fundinho em exigirem a preservação do prédio da biblioteca municipal, mesmo sendo este prédio apenas um toten de valor sentimental. Entendimento político de primeira grandeza.

Interferir na cena cultural implementando seus equipamentos não é tarefa para amadores. E a administração do prefeito Odelmo Leão, através de Mônica Debs, sua secretária da cultura, tem observado todos os ângulos; e pode-se arriscar a dizer que todas as manifestações artísticas e seculares têm recebido a atenção necessária aos seus anseios. Veja a qualidade do projeto Selo Uberlândia e a reforma da Igreja de Nossa Senhora do Rosário.

Como esse universo é regido pela emoção, a cultura sempre exige certa destreza em argumentos e analises que sempre devem estar ao alcance de quem a pleiteia, senão formam-se universos paralelos. E essa é mais uma vitoria da secretaria municipal de cultura que tem conseguido agregar valor a todas as vertentes culturais, fazendo as mesmas convergirem para uma agenda continua e permanente.

A jornalista Lygia Calil fez uma reportagem importante e completa sobre o “novo” Mercado Municipal no Jornal Correio que corrobora para consolidar o que todos já sabem – a Secretaria Municipal de Cultura tem uma equipe fantástica, e é comandada por uma pessoa que tem sensibilidade, experiência e competência profissional para desenvolver projetos de magnitude estelar.

Neste novo espaço trabalhos que hoje estão escondidos em ateliês, e ou, na mente de artistas, se materializarão. E daí começara uma nova ordem estética, onde o ver e ter de sua ocupação pela população servirá de arcabouço de sensações que a cidade precisa ver aflorada.

O legal é imaginar o mesclar de pessoas que não pensavam em arte, artistas, enfim, em cultura como uma forma de lazer e diversão, e que vão banir essas barreiras e, conviverão com personagens que fomentam a contemporaneidade, o lúdico e o imaginário.

O Mercado Municipal a partir de agora não é somente um lugar onde turistas podem circular – vai além, pois é parte do resgate da história desta cidade cosmopolita; município de gente que vive e respira o belo através da arte, da cultura, dos muitos movimentos que a regem.



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terça, 26 maio, 2009
II CONFERÊNCIA DE PROMOÇÃO DA IGUALDADE RACIAL

E o movimento em defesa da vida fez brilhar pessoas obstinadas, e cheias de inspiração (que trabalham incansavelmente por um mundo melhor para se viver) no sucesso que foi a II CEPIR – Conferência Estadual de Promoção da Igualdade Racial na cidade de Belo Horizonte, em Minas Gerais, nos dias 23 e 24 de maio. Fábio de Carvalho Santos, diretor de Formação e Educação em Direitos Humanos da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social – SEDESE, foi o Coordenador da Conferência em Minas Gerais, que com a comissão organizadora puderam proporcionar as condições adequadas para a sua realização.

Não existe um método pronto para acabar com as desigualdades seja em nosso país ou em quaisquer outras partes do mundo. É preciso conhecer as pessoas e suas necessidades. E um mecanismo eficaz são as conferências de promoção da igualdade racial realizadas no Distrito Federal e 27 estados brasileiros, na quase totalidade de seus municípios.

A solenidade de abertura contou com a presença do Ministro-Chefe da Secretaria Especial de Promoção da Igualdade Racial, Edson Santos; de Agostinho Patrus Filho Secretário de Estado de Desenvolvimento Social, na oportunidade Presidente da Conferência em Minas Gerais; de representantes da Assembléia Legislativa e da Câmara Federal, de políticos, e convidados especiais.

Durante o evento que abriu a II CEPIR, o Secretário Estadual de Desenvolvimento Social Agostinho Patrus Filho, anunciou que 74 municípios mineiros, estavam naquele momento tornando-se signatários do Fórum Intergovernamental de Promoção da Igualdade Racial (FIPIR). O Fórum tem por objetivo promover uma ação continuada entre as três esferas de governo (federal, estadual e municipal) com a finalidade de articular, capacitar, planejar, executar e monitorar as ações para a promoção da igualdade racial.

Negros, Índios, Amarelos e Brancos, sentados na mesma mesa sem racializar suas idéias, e com o firme propósito de lutarem para mudar o mundo e fazer história; de transformarem as virtudes em atitudes realizáveis. Esse foi o cenário de unidade da II CEPIR em Minas Gerais.

Muitas são as cidades mineiras que podem servir de exemplo em se tratando de apoio à população negra, e aqui vai um exemplo: a Prefeitura de Uberlândia, desde a realização de sua conferência municipal até o suporte operacional à vinda dos 32 delegados, convidados e observadores em Belo Horizonte.

O resultado desse esforço contribuiu para que a cidade de Uberlândia seja representante de Minas Gerais em Brasília na etapa nacional com 06 delegados – um recorde e uma vitória para a população negra do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba.

O Prefeito Odelmo Leão, com a experiência de 04 mandatos de Deputado Federal e em seu segundo mandato como Prefeito, e com a competência e inteligência de Mônica Debs, Secretária Municipal de Cultura,  a qual a COAFRO é ligada, tiveram a habilidade de nesses últimos anos construir em Uberlândia, com trabalho e respeito ao cidadão, uma interlocução entre as variantes do Movimento Social. E em especial atenção ao Movimento Negro que sempre encontrou espaço e portas abertas junto a administração municipal na efetiva execução de projetos que beneficiassem a população negra.

Um destaque na II CEPIR fica por conta da expertese da uberlandense Conceição Leal, membro efetivo do Conselho Estadual da Comunidade Negra. Durante o evento suas ações contribuíram para a articulação organizacional do evento e seu conseqüente sucesso. Em três décadas de militância essa guerreira tem deixado sua marca de dignidade e devoção ao povo negro. Muitos são os resultados de seu trabalho, que junto com Ifigênia Pimenta, ícone do Movimento Negro, esta saudada de pé com aplausos efusivos durante a solenidade de abertura, é história e referência.

Ações afirmativas são apenas instrumentos diante das atitudes que precisam ser tomadas para garantirem a execução de políticas públicas em favor da cidadania, quer seja para negros, amarelos, índios ou brancos.

Os eixos temáticos em debate na conferência, de onde saíram as propostas que irão compor à etapa nacional (CONAPIR) transversalizaram entre saúde, trabalho, emprego e renda; segurança e terra.

Representantes de todas as etnias estiveram em BH (índios, negros, amarelos, ciganos, brancos, árabes, para citar alguns). Também se fizeram representar as comunidades quilombolas, GLBT, capoeira, e religiosidade de matriz africana.

A desigualdade em qualquer nível ou situação provoca a segregação. E nesses dois dias em Belo Horizonte a II CEPIR criou a oportunidade de se tornar exemplo de que a unidade é força continua em coletivo.

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quinta, 21 maio, 2009
Juliano Pereira no Blog do AMARAL NETO

ESTAMOS ATENTOS

Pereira, Juliano Gonçalves*

Como se não bastasse desconstruir o amadurecimento político da necessidade de referências negras nos espaços deliberativos públicos deste país, utilizando um negro como protagonista da novela das nove, um dos horários nobres e assistidos, encenando um político corrupto, desorganizado familiarmente e infeliz, tenho que assistir hoje 20/05/2008 na novela das seis "Paraíso"um homem branco lendo um belo texto sobre as barbaridades da escravidão na rádio da cidade, e os próprios negros, rejeitando tal ação, justo na semana em que nossos políticos estão para votar no Estatuto da Igualdade Racial (PL 6264), projeto que está na câmara desde de 2005, que é principal respostas para nós negros das reparações que nos foram cerceadas desde que nos escravizaram na África.

No final da cena, o “ricaço” fazendeiro, descendente dos grandes escravocratas brasileiros, que sempre aparece ajudando a igreja católica, perdendo para o padre nos jogos de sinuca, proclama um grande discurso que escravo são todos brasileiros pobres que pagam os impostos, mas não tem seus direitos assegurados, tirando de foco desrespeitosamente nossa luta e bandeira para o debate social e elitista.

Deixo aqui minha indignação e meu protesto de repúdio contra todo veículo de comunicação em massa que veicula mentira e desordem intelectual desse país. Estou cansado de ser ludibriado e de ver meus irmãos e irmãs aprenderem mentiras históricas e reproduzirem os ideais branco-elitista e racistas.

Precisamos de cotas sim, e tem que ser para negros, pois somos signatários da lei da escravidão aprovada pelo Papa Nicolau e conduzida pelo Imperador de Portugal Afonso V em 1452, que fez do Brasil o país que mais violentou a África com a escravidão, sendo o último país do mundo a abolir o sistema escravocrata.

Precisamos de cotas raciais nas Universidades Públicas sim, pois a Primeira Constituição (1824), que ainda deixa marcas em nossa história, pois desde já proibia o acesso de negros à educação brasileira.

Precisamos de cotas raciais sim, pois o Brasil assinou tratados internacionais como o de luta contra toda e qualquer tipo de discriminação, e no Brasil é só observar quem manda e quem obedece que logo percebemos como a discriminação.

Precisamos de cotas raciais sim, pois ainda hoje, em pleno sec. XXI o negro no Brasil vive em condições sub-humanas, é a população que está  em condição de ser condenada ao fracasso profissional, ao serviço braçal, ao acolhimento e acatamento de ordens, a preencher as vagas nas cadeias, a matar e morrer nas favelas e morros brasileiros.

Precisamos de cotas raciais sim, pois fomos negados da verdade sobre nosso passado, sobre nossos costumes, sobre nossa cultura. Tentam de todas as formas nos convencer que somos inferiores, que não somos belos, tentando de forma perversa e desumana exterminar nossa auto-estima.

Como se não bastasse, negociam a imagem da mulher negra brasileira, ao colocarem na novela das sete uma negra pobre que está sendo convencida pelo namorado branco rico a se doar para ele.

Para finalizar, como se já não fosse o suficiente, promovem lavagem celebral em nosso povo, população mais numerosa deste país (49% IBGE, 2007), quando estamos rompendo a dificuldade de auto aceitação, nos colocam como um louco na novela das nove, o problema que o negro é afroafirmado, isso é demais para minha inteligência...

Fui abordado hoje no centro da cidade por um médico que zombava de mim me chamando de “o doido da novela” por causa de meu cabelo black.

Não suporto mais isso.

Finalizo este texto análise, pois sei que nos retiraram também o bom hábito de ler e eu preciso que esta reflexão chegue ao íntimo de teu âmago e te teus amigos, provocando o desejo de ser uma(um) aliada(o) contra estas barbaridades que continuam sendo reproduzidas, mesmo após 121 anos do fim da escravidão no Brasil.

Juliano Gonçalves Pereira é Preto do Quilombo Urbano Pereiruxe, Professor, Pesquisador, Graduado em Educação Física pela Universidade Estadual de Montes Claros, Diretor do Centro de Restauração e Desenvolvimento Humano para Dependentes de Substâncias Psicoativas Rainha da Paz, Membro do Centro de Referência Cultural de Montes Claros Capoeirando e Representante da Juventude Negra de Minas Gerais na Coordenação do Fórum Nacional de Juventude Negra.

Espaços: Ação e Assessoria em Políticas Públicas

Coordenação do Fórum Nacional da Juventude Negra/MG

Tel: (38) 32130810 / (38) 91962546

Email: juliano.edfisica@yahoo.com.br



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sexta, 15 maio, 2009
ATENÇÃO: Fui Assaltado e Perdi Meu Celular

ATENÇÃO: Fui Assaltado e Perdi Meu Celular

Olá! Ótima sexta-feira. Excelente final de semana pra você e sua família.

A partir de hoje faço parte das estatísticas - fui assaltado às 7:56 da manhã, logo após assistir à missa na Igreja Nossa Senhora Aparecida. Para minha sorte meu coração está em permanente contemplação para com DEUS e, isto me conforta. Entretanto, minha agenda sumiu junto. E pode ser que você receba uma ligação minha - ATENÇÃO: não serei eu do outro lado da linha. Descarte em definitivo o número 34 9197.2150 - ele não me pertence mais. Ele deixou de existir quando me foi tirado a força.

Logo estarei com um novo número e informarei a você.

Se precisar falar comigo - 34 3236.3892 - horário comercial.

Paz e Bem a todos nós.

Abração. AMARAL



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quarta, 06 maio, 2009
Bracileiras e Brasileiros

por José Amaral Neto, jornalista – www.cql.com.br/jancom - (34) 9197.2150

A II Conferência Municipal para Promoção da Igualdade Racial é um evento de atores sociais em movimento. É uma oportunidade para brasileiras, e brasileiros opinarem sobre os mais diversos assuntos e temas que podem contribuir de forma ampla e plural para o fortalecimento do individuo, e da comunidade da qual ele faz parte.

Com as presenças: Vereador Helio Ferraz Baiano, presidente do legislativo uberlandense, Vereador Professor Neivaldo, Vereador Willian Alvorada (representando o Deputado Estadual Tenente Lúcio), Vereador Ronaldo Alves (representando o Prefeito Municipal Odelmo Leão), a Secretária Municipal de Cultura (em exercício) Maria José Torres, o ex-Vereador Moisés Carlos Xuxa, Conceição Leal do Conselho Estadual de Promoção da Igualdade Racial de Minas Gerais, Iara do Moçambique Estrela Guia (representando o Deputado Estadual Luiz Humberto Carneiro), do Magnífico Reitor Prof. Dr. Alfredo Julio Neto, da UFU, e dos Convidados Especiais, Prof. Dr. Hélio Santos, presidente do Instituto Brasileiro da Diversidade e, Dr. José Edmundo Pereira que será o presidente do XXI Congresso da SBCD, cujo tema é cirurgia dermatológica em afro-descendentes, e a Consultora da SEPPIR Dra Diva Moreira, aconteceu na Câmara de Vereadores de Uberlândia uma conferência em favor do Brasil e para os brasileiros.

Igualdade racial é respeitar a diversidade e garantir a cidadania em sua plenitude. Reflexo de ações em favor do ser humano para sua inclusão sócio-econômico de maneira clara e com foco na perenidade de seus resultados; não somente para sua sobrevivência e de sua família, mas muito mais para um viver melhor com qualidade e com políticas públicas efetivas.

Quase 300 (trezentas pessoas) participaram de maneira ativa das atividades dos dias 01 e 02 de maio de 2009. Nem a chuva e nem o feriado impediram que o evento deixasse de acontecer.

Foram trabalhados 06 (seis) temas: Segurança e Justiça; Saúde; Educação; Geração de Emprego e Renda; Cultura e Religiosidade. Os grupos formados eram compostos por pessoas de várias etnias e pensamentos – e isso colaborou para que discussões profundas fossem debatidas e tornadas de conhecimentos de todos, compartilhando assim a realidade da Igualdade Racial e Social brasileira.

Um relatório final foi redigido com o nome de Carta de Uberlândia 2009 e, 20 (vinte) pessoas foram eleitas delegadas para representarem Uberlândia, em Belo Horizonte, dias 23 e 24 de maio de 2009, quando será realizada a etapa estadual em Minas Gerais.

A expectativa é a de garantir que as propostas aprovadas sigam vitoriosas na etapa estadual e ganhe prioridade rumo a Brasília, no mês de junho, quando acontece a II Conferência Nacional, e assim se tornem uma realidade em 2010.

Promover a Igualdade Racial é unir as forças políticas, a sociedade civil e gestores, fugindo do corporativismo gratuito para uma atitude séria e com atores responsáveis.

Não existe essa de preto e branco. Existem sim, as cores, e elas são muitas.

Artigo publicado no dia 06 de maio de 2009 - no jornal impresso CORREIO, da cidade de Uberlândia/MG - e também nos sites: www.uraonline.com.br e, www.administradores.com.br



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segunda, 27 abril, 2009
CONVITE

O MAIPO-Movimento de Articulação e Integração Popular, membro do corpo diretivo da Comissão Executiva Organizadora da II Conferência Municipal de Promoção da Igualdade Racial chama sua atenção para a sua realização.

Sua presença é importante. Sua participação é essencial. A igualdade de direitos para uma melhor qualidade de vida através da inclusão social com responsabilidade ética, é fator primordial em favor da vida e do respeito ao ser humano.

Informe-se - Inscreva-se - Ligue para a COAFRO - Coordenadoria Afro-Racial da Prefeitura de Uberlândia - (34) 3239.2444 ou 9197.2150.




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quarta, 15 abril, 2009
FPM e o Poder Político

por José Amaral Neto,

http://www.cql.com.br/jancom

(34) 9197.2150

Todo poder emana do povo e em seu nome será exercido. Será?

O povo em questão não esquenta a cabeça. Vota por obrigação e não por convicção.

As disputas partidárias deixaram de ser românticas e cheias de idéias em favor do bem comum, e se tornaram armas de negociatas e corrupção.

Uma das vitórias da democracia foi o fato de haver eleições de 2 em 2 anos no Brasil. E a turba quer que tudo aconteça de uma só vez. Na forma como está agora proporciona, apesar de ser em escala quase invisível, uma oxigenação e uma rotatividade maior do poder. Os críticos são os profissionais da política – gente que vive de estar no cargo a 8, 16, 24 e até 30 anos no exercício de um mandato popular que deveria mudar pelo menos de 8 em 8 anos, para assim propiciar espaço a novas concepções e idéias.

Com a crise da economia mundial algumas pessoas se apressaram em gritar as suas dificuldades.

Em Minas Gerais, alguns municípios deficitários escolheram uma data para garantir palco onde acusam a falta de condições financeiras para funcionarem e tocar obras, por causa dessa tal crise. Nenhum prefeito tem idéia de como fazer ou apresentar uma proposta para o enfrentamento da crise – o consenso cômodo é garantir junto ao Governo Federal o repasse a que tem direito através do FPM – que funciona como um aliciador do poder político em uma localidade que “acredita” ser um município.

O objetivo aqui é simplesmente o de abrir espaço para uma discussão urgente e oportuna: para que servem tantos municípios?

Uma maneira de enfrentar a crise seria ver os operadores profissionais da política interessados em saber sobre qual é o seu papel e responsabilidade propositiva para a diminuição do déficit público brasileiro que já está na casa do trilhão. Uma outra proposta poderia vir a ser a redefinição das condições na criação de cidades. O que poderia transformar e melhorar a distribuição do Fundo de Participação dos Municípios administrado pelo Governo Federal.

Boa parte dos municípios de Minas Gerais são dormitórios, uma vez que seus munícipes trabalham na cidade vizinha.

Uma grande parcela das cidades com menos de 25.000 (vinte e cinco mil) habitantes, é grande exportadora de problemas e pessoas para os municípios com mais de 100.000 (cem mil) habitantes.

Boa parte dos municípios do estado de Minas Gerais nasceu para privilegiar guetos oligárquicos sem tradição política que buscam espaço no cenário estadual para usarem dinheiro público sem custo. Essas entidades da federação com menos de 25.000 (vinte e cinco mil) habitantes deveriam ter a consciência patriótica de voltarem a ser distritos, ou subprefeituras, e assim colaborariam para a formação de uma mentalidade mais humana e politicamente responsável.

Dizer isto se baseia na prerrogativa da existência das Prefeituras. Estas são o motor sócio-econômico que absorve a mão-de-obra não qualificada – livrando o mercado de suportar um déficit por causa do desemprego. Tudo está ligado ao consumo de produtos, bens e serviços. As prefeituras não têm feito o seu papel. A edificante Lei de Responsabilidade Fiscal é um instrumento dos profissionais da política para se livrarem desse “entulho popular” que é a inclusão social. Atrás dela garantem seus assessores. E na pseudo-luta para não estourarem o caixa negligenciam a necessidade empregatícia do povo que a mantém por serem números que garantem o repassa do FPM.

Artigo publicado no dia 02 de maio de 2009 - no jornal impresso CORREIO, da cidade de Uberlândia/MG - e também nos sites: www.uraonline.com.br e, www.administradores.com.br



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sexta, 13 março, 2009
IVECO CURINGA - Em Meio A Crise, Investimento

por José Amaral Neto

jancom21@yahoo.com.br - (34) 9197.2150

Ser o protagonista da história. Assim são os homens que olham para frente. Uma empresa nasce e se consolida com a visão de equipe desses protagonistas que não medem esforços para colocar suas empresas no lugar que lhes é de direito.

Os irmãos Curi comandantes da Curinga Veículos entendem muito bem isto. Parceiros da gigante IVECO presentearam Uberlândia, em Minas Gerais, com a mais moderna concessionária de caminhões da rede. Com investimentos que superam os R$ 6.000.000,00 (seis milhões de reais). A intenção é passar dos atuais 31% no mercado do Triângulo Mineiro, para uma participação em 35% no ano de 2009.

Diante da importância empresarial deste empreendimento esteve presente à inauguração o presidente da IVECO Marco Mazzu, que em entrevista ressaltou o sucesso da marca com as diretrizes traçadas e que estão sendo superadas pela subsidiária brasileira. Para se ter uma idéia do arrojo de suas iniciativas vale dizer que até 2011 a IVECO que detém 7,6% do mercado de caminhões quer atingir 120 concessionárias consolidadas.

As instalações da IVECO Curinga recepcionaram autoridades e grandes empresários como Alair Martins, que através da MARTINS Atacadista adquiriu 725 novos caminhões IVECO. Com isto toda sua frota foi trocada no que se transformou na maior compra feita pela empresa. Alair Martins disse que a decisão em mudar a frota foi corroborada pela qualidade dos caminhões IVECO, o pós-venda, e o desempenho consideravelmente econômico do veículo - “estamos felizes por termos tomado essa decisão...” disse. Alair Martins, ainda ressaltou o resultado do trabalho dos Irmãos Curi que tem proporcionado a Uberlândia grandes investimentos e da parceria empresarial que firmaram – “acredito nas pessoas que tem um sonho e correm atrás para vê-lo realizado”, e completou: “se é bom para Uberlândia, é bom para todas as pessoas que gostam de Uberlândia”.

Edson Cury e Roberto Curi anfitriões do grande evento que apresentou a IVECO Curinga a quase 500 pessoas em jantar de gala no complexo que a abriga, ressaltaram o quanto acreditam em Uberlândia e reconhecem nesta cidade sua vocação para o desenvolvimento. Roberto Curi disse que: “nós acreditamos na IVECO, e nos orgulhamos da parceria que construímos através de nossas concessionárias de veículos. O prazer que sentimos e a felicidade que nos retribui a cidade nos fazem privilegiados por estarmos em Uberlândia”.

Dílson Dalpiaz, Secretário Municipal de Desenvolvimento Econômico, lembrou aos presentes que a IVECO Curinga está fazendo investimentos em terra fértil numa elogiosa referência ao significado da palavra Uberlândia e, por a cidade concentrar o maior centro atacadista da América Latina. Prosseguiu em sua fala confirmando que andam acelerados os trabalhos que consolidarão a instalação do entreposto da Zona Franca de Manaus na cidade.

Os diretores da IVECO Orlando Merluzzi, e Alcides Cavalcanti, fizeram sua apresentação da empresa confirmando que os investimentos e o trabalho seguem firmes na manutenção do plano de expansão da rede de concessionárias e lançamento de dois novos produtos por ano.

Para Marco Mazzu que nos últimos dois anos duplicou a participação de mercado da IVECO no Brasil, a crise é uma realidade mais não impede que investimentos bem planejados e com uma equipe competente deixem de ser realizados. Em sua opinião com relação à crise mundial ainda este ano sinais de recuperação poderão ser sentidos.



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quarta, 04 março, 2009
SÔNIA RIBEIRO no Blog do Amaral Neto

"AS PERSPECTIVAS DO MOVIMENTO NEGRO PARA 2009
ALÉM, MUITO ALÉM DO PAGODE E DA FEIJOADA"

por Sônia Ribeiro - Taubaté-SP - Fonte: Site AFROPRESS em 16/2/2009;
e Site LesteMais em 24/2/2009
- É jornalista. Especialista em Língua Portuguesa e Comunicação Social, durante dez anos, Professora das disciplinas História da Comunicação e Comunicação Comparada no Departamento de Comunicação Social da Universidade de Taubaté - UNITAU; Sócia Fundadora e Imortal da Academia Taubateana de Letras.

Salvo engano, Taubaté e São José dos Campos, foram as duas primeiras cidades do Vale do Paraíba paulista - região localizada entre a Serra do Mar e a Serra da Mantiqueira - a ter movimento negro, isso, no início dos anos 80.
Embora tendo movimento negro, na Taubaté daqueles tempos não havia grupos de Hip-Hop, nem passeata em louvor a Zumbi dos Palmares, nem discussões a respeito de políticas de discriminação positiva para negros. Não eram muitos os companheiros de militância que acreditavam na possibilidade de algum país europeu, latino-americano e mesmo a América vir a ter presidente negro, e não me recordo de alguém ter provocado discussões a respeito de cotas para estudantes afro-descentes no ensino superior.
Aliás, me parece que a própria expressão afro-descendente surgiria bem mais tarde. Enfim, era um tempo em que se discutia temas clássicos, tais como: o estereótipo do branco superior e do negro inferior, a suposta democracia racial brasileira e, naturalmente, os horrores da escravidão negra e as conseqüências do pós-abolição.
Mas, não obstante a pouca experiência em militância de boa parte da turma, os colóquios eram bem-intencionados e entusiasmados, além de promovidos e protagonizados por uma juventude idealista e absolutamente comprometida com a causa negra.
A militância em Taubaté e em São José dos Campos proporcionou a edição de dois FECONEZUs1 na região: o primeiro, em 1983, em São José dos Campos; o segundo, em 1987, em Taubaté.
Contudo, ao meu modo de ver, o principal mérito dos movimentos supracitados não foi sediar duas edições dos FECONEZUs e sim ter ajudado no despertar da consciência negra e no fortalecimento da alta-estima de muitas negras e negros do Vale do Paraíba paulista daquela época. E uma vez conscientes e fortalecidos, foi possível equiparar as poucas diferenças que existiam entre nós, diferenças essas que até então respondiam pelos contrastes.
Transcorridos quase trinta anos, acredito que o principal desafio dos atuais movimentos negros do Vale paulista - em especial, o de Taubaté - continua sendo basicamente o mesmo de outrora: despertar a consciência negra e fortalecer a alto-estima do pessoal. Mas acredito, ainda, ser necessário ter em mente que os tempos atuais sinalizam no sentido de que se traga para os grupos de discussões temáticas como, por exemplo, o respeito às diversidades existentes no mundo, além do incentivo à adoção de práticas anti-racistas.
Tudo porque, em pleno século XXI, não dá para continuar pensando e desejando que segmentos com históricos diferentes se submetam ao mesmo sistema de regras, e não dá para não considerar as transformações sociais ocorridas ao longo dos anos.
Sendo assim, para ajudar na construção dessa identidade, talvez fosse interessante que os atuais movimentos negros resgatassem uma das práticas daquela turma do passado - de Taubaté e de São José dos Campos - precisamente: o estudo coletivo e sistematizado das temáticas negras, mas não se esquecendo de acrescentar os temas correlatos acima mencionados e tantos outros. É que ao meu modo de ver, somente o estudo permitirá entender e interpretar o conjunto de informações gerais e particulares - nem sempre oficiais - que formam o repertório cultural da gente negra deste país e desta região; e só o estudo permitirá compreender os porquês da existência das práticas racistas e, também, da presença em nossas vidas da estupidez denominada intolerância.
Todavia, esse estudo seria sem prejuízo da proposta pedagógica elaborada a partir da Lei Federal 10.635, mas ganharia, sim, importância significativa à medida que não se desconhece que no seio dos movimentos negros também existem aqueles que por diferentes motivos não freqüentam ou nunca freqüentaram escolas oficiais.
Então, considerando a possibilidade dessa prática sistemática vir a ser resgatada pelos atuais movimentos negros do Vale do Paraíba paulista, penso que ela poderia/poderá ajudar senão erradicar ao menos diminuir o número de pessoas que ainda hoje seguem ignorando - e até desprezando - as próprias tradições, costumes e crenças; penso, ainda, que o referido estudo poderia/poderá ter a propriedade de clarear a mente de todos nós, sendo que uma das conseqüências disso seria mais pessoas não permitindo que estorvos se levantem para tentar nos humilhar a inteligência, abalar a nossa fé, diluir os nossos sonhos individuais ou coletivos.
E uma vez com a mente clarificada, tornar-se-ia muito mais fácil para todos compreender a extensão e a profundidade da frase pronunciada recentemente por um negro de projeção transcontinental, aquela frase que brilhantemente advertiu e sentenciou: “nós podemos”.
Sim, uma vez criada essa infra-estrutura - sem a qual corre-se o risco de se adotar a argumentação do “eu acho”, “eu penso”, mas sem nenhuma fundamentação - creio que ela nos proporcionaria/proporcionará muito mais argumentos, meios e modos para lutarmos, por exemplo, por feriado no dia 20 de novembro nas cidades da região, por políticas de discriminação positiva para negros que vivem por aqui, para a implantação de conselhos da comunidade negra em nossas cidades, enfim, para se exercer efetivamente o papel didático que sempre caracterizou os movimentos negros deste país.
Mas enquanto esse momento não chega, a condição de uma das decanas de um dos movimentos negro do Vale paulista - o de Taubaté - acaba me levando à prática de contar e recontar histórias, mas também me obriga a ter mente e espírito abertos aos novos e diferentes acontecimentos. Por fim, também me dá a certeza de que é, do meu dever, apoiar e participar das ainda que tímidas iniciativas do meu pessoal. Porém, é essa mesma condição que me leva desejar enxergar nos meus atuais companheiros, aquela estuante vivacidade que musicava o rosto do pessoal do passado, aquele sorriso que dançava na carinha de todos nós, aquela alegria que nos fazia cachinar dos próprios rompantes. Aquele comprometimento incondicional, aquela rebeldia com causa, aquela necessidade de se dizer a que se veio.
Não, não sou saudosista, embora tenha, sim, inúmeras e deliciosas lembranças a me acompanhar. Em verdade, sou aquela que acredita que militância em movimento negro - no passado ou no presente, aqui ou em qualquer lugar - vai além, muito além daqueles encontros que, embora bem-intencionados, acabam sendo basicamente mais uma curtição de pagode e feijoada.


Referências do texto:
1 FECONEZU - Festival Comunitário Negro Zumbi

Informação: A Logomarca MAIPO - Movimento de Articulação e Integração Popular representa entidade que desenvolve suas atividades em Uberlândia, Mina Gerais com foco nas expectativas do Movimento Negro Organizado Brasileiro. Seu coordenador executivo é José Amaral Neto. maipo.movimentosocial@gmail.com



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terça, 03 março, 2009
REGINALDO BISPO NO BLOG DO AMARAL NETO

OMISSÃO E DISSIMULAÇÃO NO DEBATE POLÍTICO, LEVA A IGNORÂNCIA, A GOLPES E A VIOLÊNCIA ENTRE AS ELITES, BEM COMO A DERROTA DO POVO.

Texto escrito por Reginaldo Bispo-MNU-SP - Campinas,02/03/209 - bispo.mnu@gmail.com

Os recentes assassinatos do presidente e de um comandante das forças armadas na Guiné Bissau, fizeram-me pensar sobre o papel da omissão ao debate franco, por idéias e pela ausência de projetos coletivos e populares, como responsável pelas opções violentas e sectárias de certas elites, contra outras, muitas vezes em nome do povo,  na maioria das vezes contra o esse mesmo povo. Trata-se de lutas, apenas e tão somente pelo poder, sem povo, e contra a democracia popular.

Estava atoa na vida, assistindo um replay dos festivais de musica dos anos 60 e 70, quando me sobreveio uma nostalgia: Como eram simples e singelas as coisas! Éramos ingênuos e sinceros.

Hoje, impera a dissimulação da maioria, não mostrando o que somos ou fazemos, mas o que não somos nem fazemos. A regra é criticar o que fazem os outros, negando-se apresentar e discutir as próprias idéias e conceitos. A sofisticação do discurso encontrou na internet um parceiro ideal: o crítico, o contestador, até dá idéias, mas praticar, é outra coisa. É mais fácil se esconder atrás de um pseudônimo internético, sem ser identificado ou ter compromisso com o desenvolvimento de qualquer ação ou trabalho.

Mas a dissimulação, ou simples simulação com praticas mais sofisticadas, virou regra. Provocar, divergir e discordar por conveniência ou só pela polêmica, sem justificativa, escondendo o verdadeiro sentimento e posições, manobrando, e defendendo idéias coorporativas sob o manto da transparência, mas praticando o avesso tem hegemonizado, atrapalhado e confundido o debate positivo e produtivo. A dissimulação e a defesa do contrario, do interesse por uma espécie de política e de poder, que não pode ser explicitado, justificado ou transparentemente defendido, ora sob o manto da brasilidade, de um povo brasileiro, negando a especificidade da historia do povo negro no pais, ora em nome da negritude negando que há graus diferenciados de compromisso entre os próprios negros, levando a uma confusão por um igualitarismo universalista, supostamente classista ou por um nacionalismo negro de conveniência, despolitizado, nos induzindo a crer que não há diferenças entre nós, em termos de perspectivas e projetos, provocando uma confusão generalizada e enganando negras e negros com índole, boa intenção e vontade. 

Em nota, o governo brasileiro repudia violência em Guiné-Bissau, deixando dúvidas na militância que não arrisca se posicionar, pelo desconhecimento e pelo mistério que o assunto suscita, não sensibilizando e não interagindo com a realidade e compreensão de negras e negros brasileiros, a maioria preservando-se, já que é mais fácil ufanar-se com as vitórias de Obama e Hamilton. Mas sobretudo,prevalece o medo da tomada de posição.

O compromisso com a verdade, tornou-se pueril, importa mais a sensação particular do que podem pensar da “minha posição”, do interesse do grupo, do partido da tendência. O pessoal, o particular é falsificado, é manobrado e massificado, como um andar sobre ovos. Uma tática apresentada como sendo, algo que possa ser em beneficio da maioria, quando de fato, não é nem representa, mas apenas, o cuidado com a imagem que  o individuo ou seu grupo, querem propalar, em nome do coletivo maior, não consultado.

As praticas não correspondem aos discursos, e os medos criam legiões de “organizados” e desorganizados, omissos. Omissos na opinião, no debate das idéias, e nas construções.

Construções estas, que geralmente andam na contramão do discurso. E mais uma vez, em nome da sofisticação, do moderno, do novo, do nada enfim, de tão pouco legitimo e representativo, pela falsidade que esconde.

A mudança no regimento do Conneb, na assembléia do Pará, estabelecendo 75% de delegados para as entidades, e 25% para a população negra, é um destes exemplos, como o é o silencio sobre a recente noticia do assassinato do presidente da Guine Bissau, em vingança pela morte, dia antes, do comandante das forças armadas do pais, rivais antagônicos e beligerantes a muito tempo. Fatos esses que nos colocam uma questão importante: O porque da demora de alguém se arriscar analisa-la? Isto possui uma relação intrínseca à nossas praticas, debates e realidade.

É correto e justo usar o método da violência para resolver as questões de política e de poder? Isto atrasa ou ao contrario avança a civilização e a democracia? Tínhamos ali um presidente eficiente e honesto apoiado pelo povo ou um corrupto e manipulador? Qual a melhor maneira de resolver estas questões?

Não seria o debate político a forma mais eficiente de se resolver questões de política e de poder, de interesse do povo e da maioria?

O que leva um povo reafirmar um governante, 20, 30, 40 anos? É a ditadura e violência do governante, a ignorância do povo, a manipulação dos mesmos, ou a habilidade, eficiência, comprometimento e a popularidade do mesmo, com seu povo?

Oras, pode ser qualquer um destes motivos, mas a omissão em debate-los é o caminho para a barbárie. Uma eliminação leva a vingança, que por sua vez leva a outras sucessivamente. Então, a covardia no debate sincero, frontal e duro, que para muitos das listas do MN, é falta de civilidade, e fere suscetibilidades, é puro capricho de quem não quer fazer o verdadeiro debate das questões que interessam ao MN, a negras e negros.

A liberdade de informação e o conhecimento, é a principal fonte da civilidade, da igualdade e de poder. A fuga ao debate sob o argumento da falta de cortesia, (e não confundamos com ataques e ofensas pessoais e morais, pois essas são condenáveis), o debate político frontal das idéias, das propostas e ideologias, são sempre o melhor meio de educar e organizar o povo para a melhor defesa e pratica da democracia, evitando-se o caos das ações violentas que ao invés de educar e organizar provocam o terror no povo.

 E atenção aos críticos de vários matizes, divergentes de tudo e de todos, adeptos do “quanto pior melhor”, acho legitima, como Marx, Lênin e Trotski e até São Tomás de Aquino, que consideravam a ação revolucionária e a insurreição popular como defesa contra a violência da tirania dos opressores.  Neste caso, temos a ação violenta de uma maioria subjugada contra uma minoria opressora e dominante, como uma resposta a violência do dominador.

Assassinatos golpista, de pequenas elites que se opõem aos outros pelo terror, é um método, que raramente espelha mais do que o golpe de um pequeno grupo ou elite, destronando outro para assumir o seu lugar.

Isso só ocorre pela ausência, a exclusão e ignorância do povo, mantidos a margem dos processos pela omissão e dissimulação de lideranças populares que se negam educar e organizar o povo, identificando as nuances das posições políticas, seu significado, projetos e compromissos, de modo que a maioria possam escolher os projetos e os métodos que represente melhor a consolidação da verdadeira republica e democracia popular, da igualdade e oportunidades cidadãs para todos, no fim do racismo como projeto de domínio e de poder da minoria sobre a maioria. O método d da dissimulação, do golpe e da eliminação, utilizado por tais elites deve ser sempre repudiado.

A logo MAIPO do Movimento de Articulação e Integração Popular é uma entidade do Movimento Negro Organizado de Uberlândia, Minas Gerais, do qual eu José Amaral Neto sou responsável por sua coordenação executiva, sob orientação de um colegiado de coordenadores.  maipo.movimentosocial@gmail.com



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quarta, 18 fevereiro, 2009
Quem Seguir? Em quem acreditar?

CONJECTURAS BOÇAIS

por José Amaral Neto, jancom21@yahoo.com.br

Uma pessoa que faz uma poupança toma essa atitude com um dinheiro seu que não comprometa seu bem-estar e a sua sobrevivência. E isso vale para as aplicações em bolsas de valores, investimentos em banco e aplicações financeiras das mais diversas. É aquele dinheirinho pra ser multiplicado sem custo e sem impostos.

Trabalhar o dinheiro para que floresça o lucro exige do jogador conhecimento do mercado e desenvoltura para ganhar muito ou perder o que investiu.

Ninguém paga por aquilo que não tem. Muitos pulam na frente do trem ou de uma ponte por não conseguirem aceitar que perderam – não porque perderam dinheiro. Essa turma faz parte do gueto GANHA-GANHA.

Hoje o que se vê são pessoas muito ricas sendo salvas sem colocar a mão no bolso. Gritam que o mundo vai acabar e sobram-lhes alternativas para custear suas regalias. Em momento algum ninguém lhes pede garantias ou arrestam seus bens para que cumpram o básico: pagar suas contas contraídas em favor do lucro exacerbado.

Porque as pessoas se calam?

Que crise é essa que mexe com o bolso do cidadão comum e não coloca o senhor dos anéis em questão, e nem lhes cobra a conta?

Uma bela reportagem mostra a tecnologia na emissão das multas de trânsito. Outra em como a CEMIG é uma linda e maravilhosa empresa. Mais uma, a CAIXA com um lucro de BILHÕES de reais. Adiante o BB se preparando para acompanhar o ritmo de bancos privados. Beleza.

Fica a pergunta: para onde vai o lucro? As estradas continuam matando mais do que qualquer guerra no mundo – é só pegar o número de vitimas fatal nos últimos cinco anos. A energia que a população utiliza não oferece custo beneficio; socialmente e culturalmente os investimentos são pontuais, e se limitam para inglês ver na capital mineira. As duas matrizes financeiras do erário público usam e abusam do marketing e o atendimento ao público é precário. Os custos das operações financeiras são altíssimos e impraticáveis para quem gera um lucro de bilhões de reais. Sobram dúvidas. Faltam respostas.

Uma instância superior da justiça aplica o veredicto que pode ser contestado numa instância ainda mais superior. Se houve unanimidade na condenação, como uma sentença pode ser contestada? E para que tantas instâncias?

Parlamentares que se julgam acima do bem e do mal e descaradamente afrontam o estado legal continuam a receber votos e colocar seus filhos como profissionais da política sucedendo-os. Assim sendo, um parente seu ou você, jamais poderão ocupar uma função pública de representação, pois o feudo está instalado. A Assembléia de Minas é um exemplo de matéria de Pai para Filho. Ou inter-família. Todos são bons, menos você e os seus.

Os temas são recorrentes, e se o são, é porque tudo se acomoda. E quem perde é todo e qualquer cidadão que é obrigado pela ética e os bons costumes a obedecer a lei e a ordem. Aos outros restam a boa vida, muito dinheiro e o controle da massa que aceita passiva e inerte. Todos são um.

Este artigo foi publicado em:

  • Jornal (Impresso) CORREIO DE UBERLÂNDIA, e também,
  • --
    José Amaral Neto, jornalista
    www.cql.com.br/jancom
    (34) 9197.2150



  • postado por 29007 as 11:01:46 0 comentários




    quinta, 05 fevereiro, 2009
    O CAFÉ ISO 22.000 E O PLACAR

    Segundo o Scripps Research Institute, um instituto de pesquisas biomédicas da América do Norte, existem um bilhão de possibilidades de mutação do vírus da gripe aviária – a luta é para determinar quais são mais infecciosas assim vacinas podem ser desenvolvidas com antecedência.

    O mundo vive sua guerra para garantir segurança alimentar a população. E mesmo assim 1,5milhão de pessoas, todos os anos, tem algum tipo de intoxicação alimentar séria.

    Muitas empresas e empresários de consciência ética firmam em seus caminhos compromissos com a vida e respeito ao consumidor. E geralmente buscam na certificação ISO credibilidade internacional na garantia de que seus processos industriais foram avaliados a exaustão sob o crivo severo de checagens minuciosas e exigente detalhamento.

    A dinâmica ISO aumentou sua família e através do CEET - Comitê de Estudo Especial Temporário da ABNT, formado por peritos técnicos de 23 paises, instituiu a ISO 22.000 para uma reação clara e objetiva em favor de mecanismos que possam assegurar e garantir que o alimento esteja seguro no momento do consumo humano.

    No Brasil, a empresa FATEC S/A, a partir da produção de café, de sua fazenda Suiguem, em Turmalina, Minas Gerais, é uma das primeiras corporações a ser certificada com a ISO 22.000. O Café Turmalin que é beneficiado em Arujá que fica cerca de 40 km de Belo Horizonte, obedece a procedimentos voltados para assegurar que sua produção e distribuição, são de qualidade e livres de contaminações de natureza biológica, física, química, entre tantos fatores que possam vir a causar danos à saúde do consumidor.

    Daí partindo para uma outra prosa...

    Viajar todo mundo gosta, seja de férias ou por puro prazer em poder visitar lugares e pessoas, ver culturas diferentes e se divertir.

    Na hora de embarcar ou desembarcar ter informações a disposição garante bom humor antes, durante e depois da viagem. Entretanto, esse é um “derivativo” que nem sempre está à mão.

    O Placar mostra a logomarca da empresa prestadora de serviços de transporte de passageiros, seus horários, e informações de chegada, saída, e possíveis atrasos minuto a minuto em tempo real.

    Não, não é o aeroporto, mas sim a Rodoviária de Uberlândia, Minas Gerais. Dois Monitores (Placar), instalados estrategicamente e de alta performance tecnológica, destaca a chegada de ônibus e outro a saída.

    O projeto/Software é denominado SAT-Sistema para Administração de Terminais e foi desenvolvido por Marcos Fontoura Queiroz da empresa Prime Team Tecnologia Ltda, de Uberlândia, envolvendo em sua construção 04 programadores, 02 analistas de sistemas e um gerente de projeto.

    A TRICON Triângulo Concessões, administradora da Rodoviária de Uberlândia faz parte de uma holding que administra outros terminais de passageiros. E está é a primeira a ter este tipo de serviços no Brasil, além dos aeroportos.

    Esse ineditismo garante qualidade no acesso a informação dos usuários dos serviços de transporte de passageiros gerenciado pela TRICON a partir da Rodoviária de Uberlândia.



    postado por 29007 as 01:52:07 20 comentários




    segunda, 02 fevereiro, 2009
    NOTÍCIA RELEVANTE

    RELEASES

    Cliente Nacional - TU419 - X

    Material Público Informação Relevante

    O Brasil continua vivendo um momento vigoroso no setor de aviação - principalmente com helicópeteros. Uma empresa brasileira ganhou vida e contratos milionários. E agora a empresa brasileira Sierra Aeronáutica destque no setor amplia e consolida ainda mais a sua presença no mercado aeronáutico.

    A Sierra Aeronáutica, é líder no Brasil em vendas, personalizações e
    consultoria de helicópteros, e apartir formalizou uma parceria estratégica com a Texas Aviation Services ( TAS ). As duas empresas superaram todas as suas expectativas em 2008 quando conquistaram um número sem precedentes de pedidos, finalizadas principalmente para helicópteros "V-VIP", com usuários finais que incluem alguns dos maiores conglomerados empresariais do Brasil.

    A oportunidade que esse crescimento contínuo no mercado brasileiro do setor de
    helicópteros e serviços técnicos para aeronaves vem oferecendo a essas duas empresas demonstra que o planejamento e a estratégia são ferramentas contra qualquer crise, e assim a  Ranger Rotorcraft Group, Inc. (empresa controladora da TAS) está considerando uma expansão mais agressiva com a possível inclusão de um substancial investimento industrial na área de São Paulo, em joint-venture com a Sierra Aeronáutica e outros parceiros do Brasil. A TAS é uma estação de manutenção certificada pela "ANAC" do Brasil.

    por José Amaral Neto, joseamaralneto@gmail.com - (34) 9197.2150



    postado por 29007 as 01:03:04 0 comentários




    INFORMAÇÃO INTERESSANTE

    RELEASES

    Cliente Nacional - XC345 - A

    Material Público Informação Relevante

    O mundo vive um momento em que a acessibilidade a informação faz com que as pessoas busquem diferenciais na consolidação de dados que possam minimizar o impacto do que muitos chamam de crise no setor financeiro planetário no seu bolso. Uma contribuição é a disponiblização por parte bancos de encontros virtuais onde perguntas e esclarecimentos podem ser feitos.

    O QUE:  Resultados de 2008 do Banco Bradesco S/A
    QUANDO:    Terça-feira, 3 de Fevereiro de 2009 às 10:00 horas
    (horário de Brasília)
    ONDE:      http://www.prnewswireweb.com.br/player/?id=346 
    COMO:      Ao vivo pela Internet - Simplesmente conecte-se ao site
    acima citado. Ou se não for possível ouvir a webcast ao vivo, a mesma ficará arquivada
    no site http://www.bradesco.com.br/ri . Para acessar o replay clique
    na seção Relação com Investidores.

    Por José Amaral Neto, joseamaralneto@gmail.com - (34) 9197.2150



    postado por 29007 as 12:50:30 18 comentários




    quarta, 14 janeiro, 2009
    O GRITO DE PAULO SKAF

    por José Amaral Neto, www.cql.com.br/jancom - (34) 9197.2150

    Começa um novo ano e lá vem a cantilena do Presidente da FIESP, o senhor Paulo Skaf que na falta de argumento melhor pede que os juros, segundo ele, muito alto, sejam reduzidos.

    Um plano, um projeto para o país, é inexistente. Demissão é palavra de ordem somada ao peleguismo oportunista dos sindicatos. Os trabalhadores, consumidores, ora, que se lasquem. Analise objetivamente que o assunto é o ganha-ganha. No sacolejo do sistema financeiro ninguém viu as ditas instituições colocarem seus ativos a disposição dos governos para que estes pudessem ter um lastro sobre o montante a ser surrupiado do erário público.

    Nenhum alto executivo abdicou de seus bônus ou refez o porcentual dos lucros em detrimento da salvação com dinheiro público. Esse dinheiro vai para o ralo. Sem retorno.

    Bradar contra os juros altos é uma falácia. Esses mesmos que gritam contra, continuam a re-eleger deputados e senadores no cargo em média a mais de 16 anos. Se não se entendem para uma agenda nacional – estão falando para quem? O Presidente da República é um refém com mordomias de um Congresso Nacional que trabalha 03 dias por semana, tira férias de 90 dias e alega falta de tempo hábil para apresentar e aprovar projetos de interesse nacional como a reforma tributária.

    A mídia antes de dar vez e voz a esses gritadores, precisa refazer seu modus operandi e descontruir políticos que só querem se dar bem. Ou seriam os empresários cúmplices desses?

    Um dos principais gargalos de dinheiro público é o sistema que controla os investimentos em infra-estrutura. Veja a situação das estradas. Matam cada vez mais. E só não morrem parentes desses que ditam as regras ou gritam contra elas porque viajam em carros de primeira linha, de avião ou navio.

    Os grandes rios brasileiros, com uma enormidade de cursos navegáveis não podem ser utilizados porque a indústria que agora quer demitir tem um lobby poderoso e financeiramente compensador para quem delas tira proveito ilícito.

    Em 1984 o então Governador Orestes Quércia de São Paulo, inaugurou uma discussão no interior de Minas Gerais sobre a navegabilidade dos rios brasileiros. Alguns Prefeitos e assessores especiais ganharam na época viagens para a Alemanha e outros paises da Europa para conhecerem o poder e o tamanho das corporações que controlam a construção de caminhões, peças e acessórios destes. E tudo deu n’água.

    É crível que alguns empresários sérios e competentes comecem a tomar a rédea dessa discussão e saibam apear do poder os políticos de carreira. Se até agora o Brasil só tem perdido com eles, porque mantê-los?

    É estultice querer subir nas costas de quem não tem pernas. Seria mais importante e inteligente oferecer pavimentação para aqueles que realmente possam argumentar em favor de uma nova ordem nacional.

    É preciso eleger pessoas comprometidas com as causas empresariais sem se esquecer das questões que envolvam a vida.

    O Governo de Santa Catarina e alguns espertos pedem dinheiro como doação, mas até agora, nem um e nem outro, apresentaram um projeto concreto e realista, e muito menos quanto recebem de doação diária e seu saldo, para a reconstrução do que foi destruído. Uma pergunta: o que foi destruído em Santa Catarina além de casas e algumas pontes velhas? Essas pessoas vão receber o dinheiro sem dono e sem juros para reconstruir suas moradias?

    Quando chove demais é que se vê que este país não pensa no futuro. Basta uma catástrofe para constatar que não existe um plano ou uma estratégia emergencial – ou mesmo uma infra-estrutura para o evento.

    Planejar, propor, construir, desobstruir, definir prioridades para a execução de infra-estruturas urgentes como das estradas, dos portos sucateados e a logística como um todo.

    Sim, nós podemos pensar um novo Brasil.



    postado por 29007 as 02:35:12 0 comentários




    terça, 13 janeiro, 2009
    OLHO NO RETROVISOR

    por José Amaral Neto,

    MAIPO-Movimento de Articulação e Integração popular

    Durante 48 meses Uberlândia conheceu um governo municipal atuante e pronto a atender os anseios de seus cidadãos.  A infra-estrutura da cidade nunca ganhou tanta atenção e seus pares nunca estiveram tão perto dos governos estadual e federal.

    Nos seus primeiros seis meses do primeiro mandato, o executivo municipal enveredou pela dicotomia e ceifou a comunidade negra de sua representatividade social e política.

    Idas e vinda. Contratos quebrados; e uma instituição pública relegada ao papel de coadjuvante – com um pedido de paciência.

    Observa-se que a meta de setores da Comunidade Negra, apesar de tudo, ainda hoje, é criar mecanismos que possam subsidiar a administração municipal na promoção da igualdade e cidadania quando o assunto é a comunidade negra.

    Pede-se unidade do Movimento Negro Organizado quando se vê várias entidades cuidarem do mesmo tema e até divergirem, como no caso dos empresários que tem associações comerciais, clube de dirigentes lojistas, federação de indústrias; e profissionais liberais que tem suas entidades legais e mais institutos, cooperativas, sempre para defenderem a mesma causa. E assim é a Comunidade Negra - várias agremiações que se completam - cada uma com sua gestão, opinião, planos, projetos e idéias, mas um só desejo: melhorar a qualidade de vida da população do municipio com foco nas necessidades dos menos favorecidos que em sua maioria são negros.

    Para isso será necessário que a estrutura da "nova" COAFRO conforme preconiza o Plano de Governo lançado durante a campanha eleitoral contemple a sua anexação à secretaria de gestão estratégica. Sem autonomia para fomentar as suas diretrizes, e sem condições de gerir um orçamento independente não existe programa ou projeto que agregue valor à sua execução.

    No período eleitoral a comunidade negra se manteve engajada sem ser ouvida ou convidada a estar. Muitos entenderam que essa participação voluntária e decisiva pudesse contribuir para o convite a uma personalidade da Comunidade Negra Organizada a ocupar um cargo no primeiro escalão. É impossível crer que em 48 meses não houvesse um só negro ou negra a se destacar para receber esse convite, a estar entre os secretários municipais nomeados.

    Existe em Uberlândia e em quase todas as cidades brasileiras um número considerável de empresários negros de sucesso, e mesmo profissionais liberais que se destacam. Entretanto, novamente a comunidade negra se vê preterida em ocupar o primeiro escalão do governo municipal e o mesmo em outras instituições a nível estadual e federal. Isso prova que existe uma regra velada. Se não te vejo não te enxergo.

    Ao fim do pleito eleitoral era de se esperar que a comunidade negra fosse chamada para ser ouvida, uma vez citada entre as metas prioritárias do segundo mandato. E nesses últimos 100 dias nada foi dito e nem comunicado.

    Entrevistando personalidades da comunidade negra observa-se que o "pão e circo" se instalou, mas ainda existe um oásis de muitas idéias e caráter para conduzir um processo político de parceria e responsabilidade que crie mecanismos sólidos ao desenvolvimento social e inclusão econômica.

    Para nomear se ouvem as bases, o vereador signatário, lideranças políticas, deputados, e segue-se. Para atender a comunidade negra ignoram-se os ditames da boa governança e da política doméstica. E isso precisa ser mudado.

    Num momento em que todos são convidados a viver Uberlândia em torno de 2010 é preciso perceber que outras pessoas têm que estar presentes nesse projeto.

    Não se pode exigir meritocracia se a porta nunca está aberta.

    A mesma situação é a da nova vida que se quer dar ao Teatro Grande Otelo. Ele não é exclusividade de ninguém, mas carrega o nome de um dos maiores expoentes da comunidade negra, filho ilustre de Uberlândia. Uma figura internacional.

    Seria inteligente oportunizar (seguindo a regra-Sabiazinho/FUTEL) a ocasião para fazer deste espaço o vertedouro e a sede das ações afirmativas que serão construídas pela "nova" COAFRO.

    Ouvindo a comunidade negra...

    --
    José Amaral Neto, jornalista
    www.cql.com.br/jancom
    (34) 9197.2150


    postado por 29007 as 09:43:25 20 comentários




    quinta, 18 dezembro, 2008
    GERMANO RIGOTTO NA ACIUB

    por José Amaral Neto, JANCOM Agência da Informação

    (34) 9197.2150

    Com uma palestra bem articulada, gráficos analíticos bem elaborados, e uma profusão de esclarecimentos a cerca dos mecanismos que geram a carga tributária, e argumentos sobre a crise que assola o mundo, o odontólogo e advogado Germano Rigotto, ex-governador do Rio Grande do Sul, esteve mais uma vez em Uberlândia, agora a convite da ACIUB-Associação Comercial e Industrial, mantendo acessa sua cruzada em favor de uma ampla e convincente diminuição da alta carga de impostos - o que ele vem fazendo por diversas cidades brasileiras onde apresenta suas palestras.

    A presidenta Rosalina Vilela da ACIUB, em seu segundo mandato tem consolidado a necessidade de se produzir dados, e informações suficientes, para que os empresários possam melhor se posicionar acerca das questões econômicas e sociais brasileiras. Já vão 24 meses em que semanalmente as reuniões da diretoria às segundas-feiras, se tornaram palco de discussão de grandes e relevantes temas acerca das necessidades de ação em nível municipal, estadual e federal, sempre recebendo a visita de importantes personalidades que decidem ou fazem parte da proposta em debate.

    É nessa espiral ascendente que Germano Rigotto disse que: “a crise não tem como ser ignorada, mas deve ser usada como um entendimento para oportunidades, pois estas irão surgir”. Membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social da Presidência da República, do Governo Lula, Germano Rigotto tem a chancela de quem experimentou os dois lados da situação, e além, uma vez que quando deputado federal foi líder do Governo FHC no Congresso Nacional. Na platéia no auditório da ACIUB, Zaire Rezende, Luiz Alberto Garcia, diretores da entidade, empresários de vários setores e convidados, puderam absorver conhecimento de qualidade.

    O palestrante enfatizou: “tenho trabalhado esse ano de 2008 junto ao CDES e ao Governo Federal para a construção de uma proposta que possa significar um avanço em relação ao nosso sistema tributário atual. No entanto, infelizmente, existe muita protelação sobre este tema” – finalizou.

    A presença de Germano Rigotto valoriza e motiva o empresariado, e todo e qualquer cidadão que queira viver num país onde são reais as condições de melhor distribuir sua arrecadação através de impostos. Ele, nos seus 03 mandatos como deputado federal, pode participar como presidente do Núcleo Parlamentar de Estudos Tributários e Contábeis que trabalharam no que resultou a criação do SIMPLES. E presidiu a Comissão de Reforma Tributária da Câmara dos Deputados.

    Equipe, liderança, estratégia e foco, assim é hoje a ACIUB um somatório de possibilidades onde a ordem é sorver idéias e transforma-las em atitudes; e o resultado seus associados e interessados em geral tem confirmado com a presença da entidade e seus representantes em todas as fases de trabalho em favor do Brasil.

    Mais uma vez a ACIUB acerta quando prioriza a experiência e a competência na escolha de seus palestrantes, e assim fomenta uma nova cultura de acessibilidade à informação que vai ser propulsora de inéditas iniciativas.



    postado por 29007 as 01:53:07 1 comentários




    segunda, 01 dezembro, 2008
    ÁECIO NEVES É CONTRA OS DIREITOS HUMANOS???

    Data Original: Sexta-feira, 14 de Novembro de 2008

    Fonte: Glória Reis

     Jornal RECOMEÇO - http://jornalrecomeco.blogspot.com

     O Governador de Minas Gerais, Aécio Neves merece medalha francesa?

    Governador recebe em Paris a medalha Légion d' Honneur (Legião de Honra), mais alta distinção do governo francês. A medalha foi entregue pelo ex-presidente daquele país Giscard D’Estaing (foto), dia 13 deste mês.

     

    O governo francês deveria enviar um representante para conhecer as prisões mineiras e constatar se o governador de Minas merece a "mais alta distinção" do seu país.
    O Estado é responsável por abuso de autoridade, agressões físicas ou morais praticadas por policiais. Cabe ao estado estruturar a sua polícia visando a proteção do cidadão, e não que ela própria engendre atos odiosos como maus-tratos e torturas em pessoas presas.

    O governo de Minas Gerais é responsável por um sistema carcerário cruel e desumano. Seu governador merece medalha de um país que prima pelo respeito aos Direitos Humanos?

    Ou o governador de Minas desconhece o estado infernal de suas prisões, onde os detentos, em situações de revista nas celas, são tratados como animais, colocados nus no pátio, à vista de todos, tendo seus pertences destruídos e jogados no lixo?

    Lembranças de Carandiru

    Fonte: Eliana Teixeira Dias – Advogada Presidente da Comissão de Direitos Humanos e Ética (CODHE) de Barbacena, Minas Gerais.



    O assassinato de um detento, por outro detento, na cadeia pública, na última semana, mais uma vez chama a atenção para a precária e desumana situação em que se encontra o sistema prisional no município.

    Em princípio, pode parecer que este episódio não nos remete ao massacre do Carandiru, há alguns anos, quando 111 detentos foram cruelmente assassinados. É evidente que a gravidade e a repercussão daquele fato, o número de mortos e o tamanho dos presídios estabelecem as diferenças. No Carandiru, o episódio rendeu filmes, documentários, condenação do Brasil nas cortes internacionais de defesa dos Direitos Humanos e feridas ainda abertas na memória de detentos, familiares, jornalistas e defensores dos direitos humanos.
    O episódio daqui, certamente, não renderá filmes ou documentários. Mas nos leva a perceber que pequenos Carandirus estão estabelecidos pelo Brasil afora. A miséria, as constantes humilhações, o desprezo e o desrespeito à dignidade das pessoas encarceradas corroem o nosso sonho de vivermos em uma sociedade igualitária.

    Contudo, não se quer afirmar que as pessoas que cometem delitos não possam ser submetidas às penas correspondentes aos seus crimes. Ao contrário, a vida em sociedade nos obriga a viver segundo as regras de convivência e a pagar o preço pela sua transgressão. Mas reconhecer a sua condição de iguais em direitos e obrigações se impõe, pois a nossa experiência na Terra tem exigido de nós, antes de tudo, compaixão. Como bem disse o Prêmio Nobel da Paz de 1980, Adolfo Perez Esquivel, é preciso “transformar a cultura da violência e dominação em uma cultura da solidariedade”.
    É claro que o massacre de Carandiru não se compara em tudo a este episódio e a outros tantos que acontecem freqüentemente nas cadeias públicas. A intervenção policial ostensiva não foi necessária, nem houve massacres... Os presos não se rebelaram. A comparação se dá - e podemos dizer que o exemplo de Carandiru ainda é muito forte – na maneira como se lida com os detentos.
    Atitudes maniqueístas e a exposição dos corpos nus amontoados em um pátio, sob olhares curiosos, revela o desprezo para com a sua condição de seres humanos, capazes de sonhos e esperanças. O massacre, em casos como estes, é de corações e mentes.
    A situação da cadeia pública é apenas um componente do caótico sistema prisional no município que vai se arrastando, ao logo dos anos, sem ações eficazes que revertam esta situação. Abrigando o dobro de detentos para a sua capacidade, com instalações insalubres e perigosas, além da deficiência na prestação jurisdicional, como a morosidade na liberação de presos com direito à progressão de regime, a cadeia pública continua podendo ser equiparada a uma masmorra, termo este utilizado no relatório final da CPI, instalada pela ALMG, há cerca de uma década, para apurar a situação do sistema prisional no Estado.

    Em meio a tudo isso, não é fácil admitir que, mantida esta situação de abandono e exclusão, todos saem perdendo: os detentos, as famílias, o sistema prisional e a sociedade. A insegurança é o principal reflexo.

    Se o contrato social se rompeu é preciso reeditá-lo e este papel não pode ser delegado apenas aos legisladores. Todos nós temos a obrigação de encontrar formas de reescrevê-lo, dentro dos parâmetros propostos pelo modelo democrático de organização da sociedade e pelos limites estabelecidos nas diversas declarações que asseguram os direitos da pessoa humana.
    Aliás, a Declaração Universal dos Direitos Humanos, que neste ano completará 60 anos, precisa sair do papel, possibilitando o comprometimento de todos em defesa da justiça e da vida.


    postado por 29007 as 12:00:54 19 comentários




    segunda, 24 novembro, 2008
    CADERNO SOBRE RACISMO

    O Jornal Folha de S. Paulo, neste 23 de novembro de 2008, dentro da Semana Nacional da Consciência Negra, promoveu uma ação afirmativa colocando a disposição de seus leitores um caderno com 12 páginas e chamada na capa principal versando sobre os aspectos da discriminação racial através de uma pesquisa que foi construída sobre a reedição de perguntas feitas em 1995 formando um paralelo de dados.

    Vale a pena comentar esse Caderno Especial da Folha.

    Junta-se a essa, o lançamento do portal www.africas.com.br que vem se somar ao importante e sólido www.afropress.com - duas ferramentas sérias na luta contra a discriminação e na estruturação de uma via de informações que possa atingir o maior número de negras e negros no Brasil e no mundo.

    É um atitude em favor do Coletivo de Negras e Negros brasileiros.

    Se você pensa. Lê. Se você existe. Tem que ter opinião.

    Qualquer outra informação:

    Ligue (34) 9197.2150 - José Amaral Neto, jornalista



    postado por 29007 as 02:24:54 0 comentários




    terça, 18 novembro, 2008
    DESAFIOS DO MOVIMENTO MUNICIPALISTA

    por José Amaral Neto, www.uniblog.com.br/joseamaralneto - (34) 9197.2150

    Anfitrionados pelo Prefeito de Uberlândia Odelmo Leão, e Marcos Alvin, Prefeito de Araguari, vice-presidente da Associação Mineira de Municípios, vários Prefeitos e seus assessores participaram da abertura do SEMINÁRIO GESTORES ELEITOS – TRIÂNGULO MINEIRO, na sede da FIEMG Regional Vale do Paranaíba em Uberlândia.

    O Presidente da AMM, o Prefeito de Mariana Celso Cota Neto, recepcionou os convidados e fez a palestra de abertura.

    Os 853 municípios mineiros que compõem a AMM é célula mater da sua constituição. Ganhando assim, a oportunidade de suprir as suas carências e necessidades, recebendo da AMM ferramentas transformadoras com as suas assessorias técnicas.

    Um evento como o que ocorre neste 18 de novembro de 2008, precisaria de ter influenciado a presença da totalidade desta regional que envolve 72 municípios, entretanto o número reduzido de chefes do executivo municipal dessas várias cidades reflete as “muitas Minas” que existem.

    O associativismo ainda é uma incógnita para muitos políticos. Alguns ainda vêem a parceria como uma ferramenta que irá feri-los de morta se a ela aderirem.

    O municipalismo só sobrevive diante da consciência de que é preciso gerenciar ações e políticas públicas para o desenvolvimento social dos municípios.

    O representante na Regional do Vale do Paranaíba da AMM, o Prefeito de Araguari Marcos Alvim, seu Vice-Presidente, desempenha um papel crucial para a visibilidade da entidade e o resultado disso é a inauguração em Uberlândia da sede regional da AMM.

    Uma das premissas do encontro tem foco no Planejamento das ações governamentais e a transição de mandato. Entretanto, o debate central fica com a discussão sobre o fortalecimento político das associações micro-regionais e consequentemente, ampliando a força da Associação Mineira de Municípios-AMM para o enfrentamento dos desafios do movimento municipalista.



    postado por 29007 as 01:19:14 0 comentários




    sábado, 15 novembro, 2008
    20 de Novembro, FERIADO???

    SERÁ QUANDO O POVO PRETO DE UBERABA, UBERLÂNDIA,

    ARAXÁ, PATROCINIO, PATOS DE MINAS, IBIÁ, e outras cidades

    do Triângulo que formam o grande mapa de quilombos fora da África vão

    tomar a mesma atitude dos irmãos de Montes Claros?

    Vamos Conversando - (34) 9197.2150 - José Amaral Neto - MAIPO

    Lei nº 3.897, de 27 de dezembro de 2007

    Município de Montes Claros Procuradoria Jurídica Lei nº 3.897, de 27 de dezembro de 2007.Institui como feriado Municipal o dia 20 de novembro “Dia da Consciência Negra”, e da outras providências.O povo do município de Montes Claros- MG, por seus representantes na Câmara Municipal, aprovou e o prefeito municipal, em seu nome, sanciona a seguinte lei:Art. 1- Fica instituído o dia 20 de novembro, “Dia da Consciência Negra”, como feriado Municipal neste Município de Montes Claros –MG.Art. 2- A prefeitura Municipal de Montes Claros, através da Secretaria Municipal de Educação, Esporte e Lazer, promoverá, na rede Municipal de ensino, atividades referente ao tema, fazendo- as constar da programação oficial anual da Semana da “Consciência Negra”, consoantes o estabelecido pela lei municipal 2.597 de 15 de junho de 1998.Art. 3- Esta lei entra em vigor na data de sua publicação, revogando-se as disposições contrárias.Município de Montes Claros, 27 de Dezembro de 2007.


    Athos Avelino PereiraPrefeito Municipal
    Postado por Hilario Bispo



    postado por 29007 as 12:01:15 18 comentários




    segunda, 03 novembro, 2008
    JORNAL ESTADO DE MINAS BARBARIZA, E ESCANCARA SEU RACISMO COM O CADERNO ESPECIAL "VIOLÊNCIA NAS ESCOLAS PÚBLICAS"

    O Brasil é um país de grandes escritores, pesquisadores, pensadores, estetas, pessoas que amam essa terra e sabem que dela sempre brotam frutos. Até o século 18 o Brasil era 12 vezes maior que os Estados Unidos. E tinha tudo isso sem que a Elite trabalhasse e num mar de analfabetos que constituíam assustadores 95% da população. A mobilidade social que caracteriza a força motriz dessa nação faz dela uma incógnita e produz a ambigüidade de sua sociedade. O que mata a condição de gigante desenvolvimentista do Brasil é a forte exclusão social peremptoriamente construída todos os dias junto àqueles que têm privilégios em detrimento de outros que não conseguem colocar comida na mesa e, serve de massa constituída para encher prisões e dar uma resposta remendada a essa sociedade colonizada, uma Elite que considera seu povo algo invisível ocupando espaço desnecessário. A capacidade democrática dos indivíduos brasileiros faz brotar esperança. E essa violência que aí esta instalada tem sua raiz na estrutura excludente alimentada por uma Elite incapaz de formatar políticas públicas reais. Uma nova turbina é acionada na região do triângulo Mineiro. Já são 12 usinas hidroelétricas somente nessa região. Quase 11 MW de potência que podem salvar a tempo e hora, problemas de ordem energética até o Rio Grande do Sul. Não há que se buscar idéias fora. É preciso ampliar o debate sobre o que se quer do futuro em termos de Meio Ambiente e o quanto cada município vai ganhar com a exploração de seus recursos. Uma outra questão: além de livros doados sem apoio ao processo de aprendizado para se querer ler – em que as empresas administradoras dos consórcios proprietários dessa energia toda produzida no Triângulo Mineiro vão contribuir para a integração das comunidades atingidas? Pode-se pensar num trabalho de inclusão social . . . Jorge Caldeira, ao lado de Fernando Moraes e Ruy Castro, formam uma tríade importante do universo de escritores/pesquisadores, sendo ainda os três, experientes jornalistas que passaram por grandes veículos de comunicação nacional. A citação vale para dois livros de Jorge Caldeira, Mauá Empresário do Império ( formou uma fortuna que hoje valeria US$ 60bilhões de dólares - com 18 empresas em diversos países do mundo ) e O Banqueiro do Sertão que conta a história do Padre Pompeu de Sant´Ana do Parnaíba em São Paulo que enriqueceu e tornou-se banqueiro numa época em que a cidade mais próxima de São Paulo era Buenos Aires na Argentina. Esses dois livros explicam o Brasil e seu povo. E mostra que falta à classe dirigente desse país acreditar em seu povo. Uma sociedade que ignora sua história dificilmente ocupa um lugar de destaque neste mundo cada vez mais globalizado. Entretanto, mesmo o acesso sendo restrito, a cultura oral do povo brasileiro tem se demonstrado eficaz na condução de soluções aplicáveis ao seu desenvolvimento permanente. O povo brasileiro sempre foi ousado. Talvez tenha herdado esse talento de seus ancestrais TUPIS que tão bem receberam os invasores de suas terras, e com eles criou uma convivência objetiva. O Brasil é um dos poucos países que pode bradar que navega em águas profundas em termos de democracia, pois mesmo seus caudilhos e ditadores tentaram se maquiar de democratas – desde 1826 o Brasil possui um parlamento que só deixou de ter voz duas vezes ( Estado Novo e 1968 ). Os historiadores dizem que só para exemplificar, nem a França conseguiu tal feito.
    O Município é a base de qualquer ação em favor da manutenção do dialogo com o povo. É o administrador Municipal quem poderia alcançar soluções mais firmes em favor da diminuição da exclusão social que grassa a grande maioria de indivíduos e alimenta a violência. As pessoas querem identificar em seus legisladores, seus representantes eleitos, sentimentos e idéias que contemplem projetos voltados para a população – programas que possam colocar pessoas numa melhor condição de vida e de apoio social.Mas é com tristeza que ainda vemos na imprensa escrita o viés racista contra negros e pobres. O jornal estado de minas da capital mineira Belo Horizonte barbarizou ao focar a deliquência nas escolas públicas a culpa em professores, pais e a comunidade em fotos ilustrativas onde somente os negros e os coturnos policiais aparecem. Isso é racismo e é exclusão social praticada por quem deveria representar a voz da população. É preciso repensar a sua cidade, e assim poder desejar um Brasil grande.



    postado por 29007 as 12:04:25 20 comentários




    terça, 30 setembro, 2008
    VIVER NÃO É PARA AMADORES

    VAMOS CONVERSANDO V

    por José Amaral Neto, www.uniblog.com.br/joseamaralneto

    E a América do Norte parou. Arriados numa manobra extraordinária, o partido do governo americano deu um tiro no pé ao levar para o próprio bolso eleitoral o peso de uma decisão que deveria ser em favor do mundo que eles teimam em dizer que lideram. E as bolsas de valores sucumbiram. E muito dinheiro sumiu.

    Habilmente a presidenta da Câmara dos Deputados colocou a pá de cal para minar Bush e Cia. Passando a discussão adiante, agora capitaneada pelos democratas e, assim mostrar ao povo americano que os democratas estão preparados para salvar a América e o mundo. Show é com eles mesmos.

    O mundo, ora o mundo, que espere e agüente o tranco.

    A isso se junta a falta de intuição do povo brasileiro que vê sua língua ser alterada. Pode parecer pouco o que se está a fazer. Mas pense: o Brasil é a única ex-colônia em todo o mundo que se livrou do colonizador já com sua própria língua.

    Somente o Brasil é mais de uma vez o conjunto do restante dos países em que se fala o português de Portugal – inclusive Portugal. Não seria mais apropriado que a língua falada no Brasil fosse a diretriz? É assim que se forjam os líderes – A Terra da Santa Cruz está num continente de mais de uma dezena de países onde o espanhol é dominante e nunca sofreu influências limítrofes. Continua a falar o português do Brasil – a língua Brasileira.

    A cidade de Uberlândia recebe um grande evento sobre Agrobioenergia capitaneado pela Universidade Federal de Uberlândia – e o que se vê é uma divulgação e acesso à informação longe da magnitude que é a iniciativa. Uma Universidade tem a missão de formar pessoas; entretanto, sua função precípua deve ser o de fazer se parte da cidade que a acolheu. Usando seus equipamentos de ensino que são os eventos públicos, acadêmicos ou não. Seus laboratórios e institutos funcionando na produção de pesquisas, mas estas sendo informadas ao povo que a financia através da carga tributária que sustenta a burocracia do serviço público ao qual faz parte.

    Falar sobre energia é ver e projetar o futuro numa perspectiva de qualidade de vida melhor e harmônica.

    A partir de 2009 uma nova janela será aberta na reitoria da Universidade Federal de Uberlândia, e ninguém espera com isso uma Stanford ou uma Columbia, mas que no mínimo seja o nascedouro de novas iniciativas em favor de chances de parcerias com as indústrias, empresas e grandes investidores.

    Recentemente a coluna VAMOS CONVERSANDO chamou a atenção dos deputados federais Gilmar Machado, Elismar Prado e João Bittar, para que estes fossem signatários de um projeto de lei que modifique a lei de doação financeira a instituições de ensino e pesquisas no Brasil. Em Pindorama o doador paga imposto para doar. E isso inibe investimentos privados, e parcerias com grandes corporações e doadores independentes em projetos e pesquisas globais.

    China e Índia já entenderam isso. E Cingapura e Coréia do Sul são exemplos dessa iniciativa.

    postado por 29007 as 07:52:03 0 comentários




    sexta, 26 setembro, 2008
    ÚNICO em MINAS - 10º no BRASIL


    UM MERCADO GIGANTE DE VAGAS PARA

    TRABALHO QUALIFICADO

    por José Amaral Neto*

    Todo empresário que acredita e investe em Uberlândia merece destaque não somente por sua obra, mas pelo que ela representa para a economia do município.

    Quando uma planta de uma empresa ou indústria é pensada muitos são os detalhes a serem observados. E quase sempre o quesito quem é meu “consumidor final” fica de fora da equação. E não é raro ouvir o lamento da falta de mão-de-obra qualificada.

    Uma centena de milhares de reais foi injetada na economia da cidade de Uberlândia com a instalação da PLACO do BRASIL. Um prédio em ruínas foi recuperado e revitalizado dado a sua localização privilegiada ao negócio.

    A região do Triângulo tem forjado empreendedores que acreditam no sistema como bem frisa o empresário Luiz Carlos C. Freitas – um uberabense que nos últimos 18 anos adotou Uberlândia como sua cidade – Um Uberlandino, nato. A ENGESSO, sua empresa, é a engrenagem que dá origem a esse novo empreendimento.

    Uberlândia é a única cidade de Minas Gerais a ter um showroom PLACONCENTER, que é o 10º no Brasil – É um espaço onde profissionais da construção civil, e consumidores, terão contato com a cultura e produtos drywall, ou construção a seco. É possível ver em seu mil metros quadrados possibilidades de utilização da tecnologia drywall, aliada às mais variadas concepções decorativas e adaptabilidade aos mais exigentes projetos.

    O Showroom PLACOCENTER possui num espaço de quarenta metros quadrados, uma sala de treinamento e formação de mão-de-obra especializada, com cursos específicos para construtores, engenheiros e arquitetos e qualificação – teórico e prático, que serão oferecidos mensalmente.

    Por se tratar de uma novidade, apesar de já fazer parte da vida de europeus e americanos há 100 anos, é por certo um mercado gigante de vagas para trabalho qualificado, e uma oportunidade de ouro para os que atuam na construção civil.

    A idéia do PLACOCENTER Uberlândia é o de treinar os profissionais interessados e assim forma mão-de-obra para esse mercado em expansão – o Brasil em 2007 realizou, segundo informações da Placo do Brasil, 20 milhões de metro quadrado de construção; e a PLACO do Brasil desse total tem quase 43% do mercado.  A empresa faz parte desde 2005 do grupo francês Saint-Gobain – líder mundial no fornecimento de gesso e no mercado de placas para drywall.

    Recentemente uma pesquisa amplamente divulgada pela mídia teve como resultado a esplêndida subida ao topo da profissão mestre-de-obras. Este pode chegar a ganhar na região metropolitana de São Paulo, um salário mensal de R$ 10.000,00 (dez mil reais). Não existem fatores determinantes dessa onda no Triângulo, que com a chegada do PLACOCENTER passa ser um diferencial para os profissionais que buscam uma especialização técnica para ampliar sua atuação no mercado da construção civil.

    Vale ressaltar a ausência de representantes da area de comunicação e imprensa do CDL, ACIUB, Prefeitura Municipal/SEGESC, Sinduscon-TAP, emtre outros que por certo serão parceiros na consolidação da geração de negócios e emprego.

    Outras Informações acesse o site www.placo.com.br

    JORNALISTA/Assessoria de Imprensa*

    www.uniblog.com.br/joseamaralneto



    postado por 29007 as 12:02:24 20 comentários




    terça, 09 setembro, 2008
    É o estacionamento, criatura!

    por José Amaral Neto, joseamaralneto@gmail.com

    Um dos grandes problemas da educação no Brasil não é a ausência de investimento, mas é ver esse dinheiro ir para as mãos de quem produz conteúdo desinteressante ás necessidades das pessoas e do desenvolvimento do conhecimento.

    Um dos grandes problemas da educação no Brasil não é a ausência de investimento, mas é ver esse dinheiro ir para as mãos de quem produz conteúdo desinteressante ás necessidades das pessoas e do desenvolvimento do conhecimento.

    Quando se fala em COTAS, ou acesso universitário, pensa-se em enquadrá-lo como benesse a gente de qualidade intelectual questionável – é bom lembrar que as melhores e mais proeminentes universidades do mundo são particulares e seu acesso é por COTAS. Sejam elas através do SAT norte-americano, bem como as compensações européias que vêem desde o pré-primário.

    Aqui não se fala em copiar o que eles fazem, mas fazê-lo ante a necessidade de criar um meio e não um fim.

    A desdita é antes de tudo uma ferramenta alimentada pelos “cursinhos” ampliando sua penetração, e assim seus lucros. Mesmo com uma bolsa, o aluno “desses cursinhos particulares” que dominam o acesso à universidade pública e gratuita, acumulam para seus pais uma despesa média de R$ 800,00 (oitocentos reais) mês. Ora, se uma situação dessas é construída porque não exigir que as faculdades particulares comecem a oferecer como manda a lei de mercado, e dos homens, cursos de qualidade e que paguem por isso.

    Não é o ensino público em si que é ruim – é a falta de competência que compromete o sistema de ensino a começar pelas faculdades particulares que não são cobradas.

    O ensino público precisa ser melhorado, mas o ensino particular precisa se adequar. Não é o aluno do ensino público quem busca acesso facilitado – são as pessoas que tem uma melhor condição financeira que sempre querem do estado o seu aparelhamento – elitismo acadêmico.

    Pesquisas disponíveis na internet mostram que alunos egressos de acesso especifico são altamente competitivos e tem melhores notas que outros julgados melhor preparados.

    Hoje a produção de jovens que sabem apenas para passar no vestibular ocupa o espaço de quem quer vivenciar a realidade e estudar para aprender e praticar.

    Boa parte dos jovens que estão na universidade não sabem o que é, e que fim levou Zaratustra.

    Na cidade de Uberlândia um capitulo a parte: a eleição para reitor deu o tom de como se comportam as pessoas que tem o saber, ou seja, as forças políticas da cidade se movimentaram e, muito bem podem ser identificadas a partir da orientação partidária de seus candidatos a reitor: chapa 3 PT de ala ligada ao Deputado Federal Gilmar Machado; chapa 1 PP do Prefeito Odelmo; e a vencedora chapa 2 PSDB próxima ao deputado Estadual Luiz Humberto Carneiro.

    É bom lembrar que essas mais de 10000 (dez mil) pessoas que votaram para reitor da UFU exercem influencia como formadores de opinião e, isso pode oferecer informação preciosa para aqueles que buscam a vitória em 05 de outubro.

    A escolha de lado é uma reserva – uma cota – que cabe a cada cidadão escolher aonde quer ficar e mostrar a cara.

    Você já observou quantas vagas para estacionar carros tem nos campi´s das Universidades Públicas e Gratuitas?



    postado por 29007 as 05:26:21 0 comentários




    quinta, 14 agosto, 2008
    ECONOMIA CRIATIVA


    por José Amaral Neto, www.cql.com.br/jancom - (34) 9197.2150 

     

    Nada pode ser mais relevante e interessante socialmente em comunidade do que promover permanentemente o desenvolvimento humano.

    Oenvolvimento de universidades (públicas e privadas), governo federal,estadual e municipal, e empresários é fator importante para consolidarbases que coloquem a economia criativa como agente transformador damelhora da qualidade de vida em uma cidade.

    Como é do conhecimento público, na Inglaterra existe um Ministério para a Economia Criativa.

    Numano eleitoral é preciso visualizar na "persona candidato", se esteveste e pratica o empreendedorismo educacional na acepção ampla depensar a escola a partir da criança.

    Odesenfrear na sublocação de diplomas universitários tem aumentado aorda de pessoas cujo pensamento se limita ao "ctrl C e ao ctrl V",abastecido pelo senhor Google.

    Oex-ministro Rubens Ricupero colocou o tema economia criativa na agendado comércio mundial quando era secretário da UNCTAD (Conferência dasNações Unidas sobre Comércio Mundial). A FAAP em São Paulo encampouessa iniciativa e um curso sob sua coordenação começa a ser planejado.

    Aeducação exige professores antenados com o mercado de trabalho. E assimpoder oferecer aos seus educandos perspectivas realistas sobre quaissão as opções de atuação profissional de colocação imediata com boaremuneração.

    Quantosdos empresários uberlandenses poderiam adotar uma escola pública einvestir nela retornando o que de bom esta cidade tem lhe ofertado como sucesso de seu empreendimento?

    Adotar uma escola não é dar computador e livros.

    Não adianta doar uma biblioteca sem funcionários adequados e professores que queiram utilizá-la.

    Nãoadianta oferecer a leitura diária ou semanal de exemplares de jornal seos alunos não podem transformar esse esforço numa referência curricular.

    Nãoadianta doar computadores sem o devido aproveitamento de suasferramentas em favor da própria escola e principalmente da comunidadeda qual ela faz parte.

    Uberlândia sempre ignorou a vanguarda de seus intelectuais, mas um pólo de cinema aqui não seria difícil montar.

    Osgrupos teatrais da cidade tem competência profissional para irem alémdas apresentações festivas e sim, treinar e qualificar cenógrafos,produtores, iluminadores, atores, coreógrafos, roteiristas e muito maisagregado ao ensino – isso é dotar o cérebro de possibilidades e sair dolugar comum.

    Numpaís onde o ensino público pede cotas para poder usar uma universidadepública e a classe mais abastada se sente ultrajada por isso – é horade tornar lúdica a vida.

    Numpaís onde uma grande rede de supermercados troca o queijo de pizzasartesanais passada a data para consumi-las, e lava salsichas com prazode validade vencidos para reapresentar ao consumidor - é hora de tornarlúdica a vida.

    Numpaís onde se glamourisa um segundo ou terceiro lugar numa competição ese esquece que a luta é pra ficar em primeiro – é hora de tornar lúdicaa vida.

    É preciso aproveitar oportunidades e fazer uma leitura da realidade municipal – assim se constrói um país.

    Épreciso melhorar a articulação de mecanismos de participação quecontemplem estratégias e fujam das obviedades, banalidades e pegadinhasde marketing.





    postado por 29007 as 04:37:55 0 comentários




    segunda, 16 junho, 2008
    XINGULEDER NA FRENTE DA ABC INCO

    OPORTUNIDADES ENFRENTADAS E

    DESAFIOS VENCIDOS,

    GERANDO RIQUEZAS.

    por José Amaral Neto

    A MAQNELSON Agrícola no segmento revenda de máquinas e insumos agrícolas figura em primeiro lugar entre as 50 maiores empresas do agronegócio no Brasil com maior expansão nas vendas.

    Mesmo contando com uma infra-estrutura deficiente e uma carga tributária draconiana, os negócios do campo tem demonstrado vigor e solidez.

    O mais recente levantamento feito pela revista EXAME através de seu Anuário 2008/2009, ainda traz a Maqnelson Agrícola em 342º lugar na lista das 400 maiores empresas do agronegócio brasileiro em faturamento que movimentaram juntas em 2007 - R$ 325 bilhões de reais. Aparecendo a frente da CALU que está em 395º lugar, mas atrás da ABC INCO em 99º lugar e da XINGULEDER Couros que está na 84 posição.

    Os empresários de Uberlândia, em Minas Gerais, que atuam no setor de agronegócios e que comandam essas empresas citadas no Anuário Exame 2008/2009, são sinônimo de desenvolvimento e crescimento, num momento em que o mundo começa a desenhar um novo contexto agrícola.

    José Amaral Neto, (34) 9197.2150



    postado por 29007 as 05:25:01 0 comentários




    segunda, 02 junho, 2008
    O MAIPO APOIO O MOVIMENTO CONTRA A NOVA CPMF

    O MAIPO Movimento de Articulação e Integração Popular apoia a iniciativa

    proposta contra o novo imposto em substituição a CPMF.

    Abaixo link importante assinado por Rosalina Vilela, liderança empresarial,

    presidente da ACIUB Associação Comercial e Industrial de Uberlândia.

    http://farolcomunitario.blogspot.com/2008/06/protesto-novo-cpmf.html

    Apoie essa idéia!

    Abraço. José Amaral Neto (34) 9197.2150




    postado por 29007 as 02:38:47 0 comentários




    terça, 27 maio, 2008
    ************ AS AGREMIAÇÕES POPULARES E A SUCESSÃO MUNICIPAL

    PARTE I - Vamos Conversando IV

    O processo sucessório com vista às eleições de 2008 para a Prefeitura de Uberlândia vem ganhando contornos interessantes.

    A administração atual vem para o segundo tempo, com oponentes de densidade eleitoral como os possíveis candidatos "ainda no forno": Wellington Salgado e seu vice Elismar Prado e João Bittar e seu vice Tenente Lúcio. Tudo ainda é especulação. Mas para quem vive o jogo político o tempo já é de fervura. 

    O que se houve nos cantões é que boa parcela dos eleitores tem definido sua atenção á uma orientação de grupo - de agremiação. Quase sempre uma ong com foco cultutal ou assistencial.

    Um exemplo disso é o Movimento de Articulação e Integração popular que reune as 14 agremiações que formam o Movimento Negro Organizado de Uberlândia.

    Na próxima semana estarão reunidos para alinhavarem os próximos passos com relação aos eventos que convergem para a eleição municipal, inclusive com discussões que levam até a sucessão na Universidade Federal de Uberlândia que em Setembro vota o nome de seu novo Reitor.

    Alguns de seus líderes levantam o debate sobre como a Comunidade quer ver a COAFRO  a partir de 2009 - hoje sucateada pela Seceretaria Municipal de Cultura e relegada a um plano de mero agente cultural.

    Segundo esses mesmos lideres no ano de 2005, no mês de Junho, conforme vias protocoladas, audiências foram solicitadas ao Secretário Municipal de Saúde para apresentação de diretrizes e propostas sobre a saúde da população negra  e ao Secretário Municipal de Educação para que este apresentasse a comissão que iria coordenar a execução da Lei 10.639 - nenhuma resposta foi dada até agora. A indiferença só faz ressaltar que a discriminação velada é que martiriza e dificulta os avanços sociais.

    Em 2007, no mês de março às 12:45, uma correspondência ao Prefeito Municipal foi protocolada na Secretaria de Governo e ainda não obteve resposta.

    Numa cidade onde Nossa Senhora Aparecida, símbolo maior de ação afirmativa do povo brasileiro, e em especial de uma parcela significativa que é a Comunidade Negra, como a Santa Negra Padroeira da Polônia também o é, em Uberlândia ela é toda branca - num ato dissimulado de que se trata de arte.

    Um contingente de quase metade da população da cidade de Uberlândia não pode ser relegado a simples massa de manobra - como qualquer outra pessoa merece atenção, consideração e respeito a sua Cidadania.

    Parece que as Agremiações Populares estão atentas sobre o querem ser e o querem representar através de seu trabalho - mostrando-se através das pessoas que dela fazem parte. E que esses debates e encontros tragam para a cidade o material necessário para uma evolução socialmente comprometida com a inclusão e o respeito a pessoa.




    postado por 29007 as 11:53:52 20 comentários




    quarta, 07 maio, 2008
    O FIM DA ELITE NEGREIRA BRASILEIRA

    A QUEM INTERESSAR POSSA

    por José Amaral Neto, jornalista - (34) 9197.2150 - jancom21@yahoo.com.br

    O apostolado dos gigolôs do movimento negro precisa ter fim. Um movimento mais forte e com novas perspectivas deve surgir.

    Brasileiros e Brasileiras Vivem  a  mais de 100 anos num país onde o conservadorismo midiático dita as regras. Onde não vale a palavra, mas o achismo. Ter opinião sobre tudo é o mesmo que universalizar uma unânimidade.

    Acompanhar a campanha eleitoral americana é um passeio que só vem comprovar que "o fogo amigo" é coisa de preto. Por ter sido preterido na sua participação num posto de destaque na campanha - o pastor destilou fel.

    Esqueceu-se a mesma figura que o candidato antes de ser negro é pretenso representante do povo que vai elegê-lo. No quesito legitimidade racial poder-se-ia esperar para degladiar depois da posse.

    Tanto lá como cá as coisas são genéticas e as mesmas digreções, infelizmente. Pois, desde os anos de 1940 vê-se que mudou muito pouco do discurso de "coitadinho" do povo preto.

    Quando se fala em projeto - o lance é sempre cultural. A lenga-lenga é a da resitência. Resistência a que? Negro contra negro?

    A competência, a inteligência, a liderança, quase sempre são coibidas em detrimento de idéias lugar-comum. É só acompanhar o debate que toma conta do espaço criado pelo advogado Humberto Adami do Rio de Janeiro através do Yahoo Grupos.

    Não importa se este ou aquele recebe subvenção governamental, o lance é até quando a subserviência legalista vai perdurar. Se é contra - qual a sua idéia pra melhorar?

    Não importa se o atendimento a saúde é precário. Quantas pessoas você consegue mobilizar na porta do posto de saúde para exigir que as coisa possam ser mudadas?

    A negrada só se reune no carnaval - e hoje em dia tem mais "estrangeiros" de várias matizes na festa momesca que negros.

    Vale lembrar que a discussão real acontece nas eleições que este ano mais uma vez vai passar... será?  Claro que mais uma vez "os estrangeiros" de várias matizes vão definir o que o preto deve fazer e em quem votar.

    Salvador, a cidade de todos os santos e seu estado a Bahia muito lindo, é verdade, grita que sua população negra é maioria, e que beleza, nunca elegeu um prefeito negro e muito menos um governador negro - por quê?  Simples, a mobilização é sempre voltada para o Pão e Circo.

    É certo que o trabalho cultural é muito importante, mas precisa deixar de ser a prioridade e o único canal de acesso para o dinheiro de subsistência que dele se locupletam várias pessoas de matizes diversas.

    Qual a fonte de pesquisa confiável que a Comunidade Negra Brasileira possui sobre seus candidatos no pleito municipal de 2008? Qual site na internet pode oferecer informações sobre os últimos pleitos eleitorais com foco na particpação do negro e sua ascenção no jogo democrático eleitoral do Brasil?

    Desde a criação da Fundação Palmares, passando pelos Conselhos Estaduais e agora com a SEPPIR, o engessamento e encastelamento de uma elite negreira vem comprometendo de várias maneiras os avanços necessários que consolidem lutas históricas - daí o ranço do vai-e-vem dos discursos retóricos e repetitivos.

    Na mídia não se pergunta porque Ronaldo, "O Fenômeno", não foi indiciado, pois a prática de contratação de serviços de prostituição é crime no Brasil, e isso fico configurado. O lance que a galera quer ver é o do sangue, ou seja, é saber se ele "fez" ou não alguma coisa com os travestis que de véspera já são bandidos - não tem família e nem dignidade, segundo e de acordo com o que vem sendo divulgado. A lei é para proteger quem mesmo? Ele é negro. Alguém se lembrou  disso? A apresentação desse parágrafo é só para lembrar como se faz política nesse país. Pense...

    Nessas eleições de 2008 muitas lideranças estão a espera dos líderes e títeres negros para se organizarem e terem força.

    A Comunidade Negra Brasileira precisa parar de engolir sapo e realmente colocar a cara a tapa. Senão, vamos repetir o cenário medíocre da fátidica saída de ...? Quem saiu foi quem mesmo?  E a constrangedora entrada de... de quem mesmo? Pois é, assim é a representação negreira no Governo Federal, dos Estados e de Municipios. O povo preto não escolhe, não participa, pois desde tempos imemóriais são ordas de gente qualquer, um bando de pessoas de cor que precisam ser guiadas. Não é assim até hoje?

    O Brasil vai além de São Paulo, Rio de Janeiro e outras capitais. Se os negros são maioria, cadê seus líderes em postos chaves e em empresas de destaque? A necessidade disso passa pela formação da idéia de que todos podem se almejam. Se você tem em quem se espelhar - você avança. Muitos negros são dedicados e têm boa formação acadêmica - cadê eles, qual o espaço que ocupam - a meritocracia só funciona em discurso.

    Antes que você caro(a) leitor(a) esbraveje sobre os parágrafos acima, atente sua inteligência para uma releitura e outra se for necessário. Não para concordar com o que está escrito, mas para te dar a chance de não repetir a verborrágia já conhecida desde os anos de 1940 quando os grupos negros começaram a tomar corpo político.

    Toda vez que um irmão negro aparece para assumir o lugar que sempre está desocupado (aquele lugar onda a cara tem que ficar a mostra) uma junta de afoitos de uma elite negreira que não quer passar o bastão, destrona o cidadão ou a cidadã, mesmo sem saber se este ou aquela poderiam vir a dar um novo rumo à inclusão social, econômica, política e de qualidade de vida ao povo preto.

    Quantos anos mais serão necessários... Em quem você vai votar neste ano de 2008, caro(a) cidadão(ã) NEGRO(A)?



    postado por 29007 as 01:13:50 0 comentários




    terça, 06 maio, 2008
    BOCA QUENTE - O Prédio - APOIO EMPRESARIAL/Responsabilidade Social

    ECOLOGIA HUMANA

    VEM FAZER COM A GENTE!

    CULTURA E ARTE - Responsabilidade Social

    A JANCOM Agência da Informação é uma fomentadora de idéias.

    Nesta oportunidade estamos buscando empresários, produtores culturais e investidores que tenham interesse em oferecer às pessoas a oportunidade de estarem num espaço central participando do universo da Ecologia Humana.

    Unir cultura, ecologia, bem-estar social, informação, lazer e diversão num só lugar e para todos é uma atitude universal.

    A JANCOM já recebeu a visita e pedido de informações sobre o que é o projeto A FÁBRICA.

    O nome e a idéia remonta ao momento da concepção do prédio pelo saudoso Comendador Geraldo Migliorini - que o construiu para ser uma Indústria de Latícinios e em 1965 vendou o prédio para o Grupo José Alves do então Supermercados Alô Brasil que ali montou o atacadista Boca Quente.

    Geraldo Migliorini é um personagem importante na história de Uberlândia, tendo tido a sua  participação em vários eventos que contribuiram para o progresso e evolução social da cidade. Foi um dos fundadores e presidente da Associação Comercial e Industrial de Uberlândia.

    A Praça onde está o imóvel tem o nome do grande Professor Sérgio Pacheco e foi projetada por Roberto Burle Marx, que foi um dos maiores paisagistas do século XX reconhecido internacionalmente.

    Fazer o que nesse prédio imponente e importante para a história de Uberlândia???

    Atores sociais vão assumir esse papel.

    Fazer cultura, atividades populares, movimentos artísticos, exposições, educação através da fomentação sócio-educativa, acesso à mecanismos multimidias de artes, informática e muito mais.

    A intenção é promover nesse espaço a oportunidade de se fazer políticas públicas para melhorar a qualidade de vida das pessoas através da responsabilidade social.

    Uma cidade feliz se faz com gente feliz. Para que isso aconteça, viver tem que ser uma arte. Se toda arte é bela ...

    José Amaral Neto, (34) 9197.2150 - jancom21@yahoo.com.br



    postado por 29007 as 01:56:06 0 comentários




    quinta, 24 abril, 2008
    POLÍTICA, COTA e Uma Idéia
    VAMOS CONVERSANDO III
    por José Amaral Neto, jornalista - (34) 9197.2150

    Ocupa o lugar comum a discussão política em todas as cidades brasileiras em qualquer ambiente ou acompanhando o noticiário político. Claro cada qual com as suas particularidades e peculiaridades.

    A consternação fica por conta do estreitamento de visão. Ou seja, uma vez no poder, a perpetuação se torna uma causa necessária. E isso compromete a evolução para uma consciência universal em favor da causa e da coisa pública.

    Não existe este ou aquele grupo que não seja legitimado pelo voto. E é esse voto que tem comprometido as ações necessárias que garantam um crescimento gradativo e permanente rumo a uma melhor distribuição de renda e qualidade de vida - que possam contribuir para diminuir as injustiças sociais que são de dimensões continentais nesse país.

    Parece que em ano de eleição todo mundo tem uma reclamação pra fazer. E todo e qualquer grupo se proclama o grande timoneiro para não deixar o barco ir à deriva.

    Muitos insistem que eleitores vendem seus votos - mas se esquecem que pra todo corrompido, existem vários aliciadores. Esses mesmos corruptores só mudam de roupa e discurso.

    Um grupo até então apto a discursar em tom vermelho, agora se diz meio sangue, meio soro - sem contar aqueles que se tingiram de azul. O poder é inebriante.

    As parcerias estratégicas se tornaram fugazes, pois na pressa em se fazer julgamentos se esquecem de revisar suas experiências.

    É preciso pensar a cidade - começar um movimento em favor de Uberlândia, onde tantas quantas pessoas se apresentarem como lideranças possam ser ouvidas. Uberlândia, como qualquer outra cidade brasileira precisa conhecer seus arautos e libertar seu oxigênio para que o processo político possa lhe garantir um progresso inteligente e continuo.

    Nessa campanha eleitoral que teima em não começar falta inspiração, transpiração, coragem e lideranças que queiram compartilhar e discutir, propor e reinventar a maneira de governar. Os acordos precisam ter o aval de homens de palavra - que não loteiem a cidade. O povo não pode ser relegado a currais.

    O que se avizinha é a repetição de quadros. O fato de novas lideranças buscarem espaço não determina a extinção dos que já ocupam o poder - É só trabalhar e mostrar serviço. Os antigos métodos de política rasteira estão de volta. São fichas de filiação política sumindo ou adquirindo dupla e insana orientação.

    Um plano diretor foi feito e até o momento...

    Servidores ligados ao que existe de mais atrasado em administração pública continuam a ditar as regras, sem observar o mundo indo em frente sem temor. O "ser profissional" e técnico ocupa os espaços em detrimento do aprendizado constante e da falta de um plano de metas que possa ser executado.

    Ações isoladas são identificadas sem estarem interligadas de fato. É preciso Pensar Uberlândia.

    A região do Triângulo é jovem e a propaganda deve ser direcionada para essa maioria - é assim que os fenômenos surgem - falam diretamente aos jovens.

    Uma proposta é a de se buscar essa oportunidade de Pensar Uberlândia junto a uma entidade representativa conjuntamente com todos aqueles que amam essa cidade, tendo nesta oportunidade a chance de se revelarem seus parceiros com sugestões e atitudes que em equipe possam revitalizar o sabor de uma boa política nesse município. Seguindo o exemplo de outras cidades brasileiros que já tomaram essa iniciativa.

    Numa cidade de quase setecentos mil habitantes é inadmissível que 04 ou 09 pessoas ditem o que é certo ou errado. A prática do feudalismo já passou. É impossível que aqui queira se repetir a angústia dos italianos que por nove meses ficaram sem governo e agora a frustração levou ao poder uma figura que legitima o salve-se quem puder.

    Alguns países milenares do velho continente europeu passam por essa situação em graus diferentes é só acompanhar o noticiário. Entretanto, aos olhos do mundo vendem a "formula do sucesso". Que nada mais é: manda quem pode e obedece quem tem juízo - o povo, ora o povo..., é só massa de manobra. Cada vez mais sem acesso a saúde; sem condiçoes de obter um trabalho melhor remunerado. Sem uma moradia descente.

    Afunilar a campanha entre 01 ou 03 é covardia. É o mesmo que dizer que cada voto tem um preço. É preciso falar de todos de uma maneira ampla - possibilitando um debate de idéias, a formulação de um plano real e aceitável de governo, ou mesmo a construção de um plano de metas através de encontros informais de como PENSAR UBERLÂNDIA presente e futuro. É preciso agir.

    Nos bastidores da política uberlandense corre pela (que se convencionou chamar a opinião sem dono) rádio peão que a turma democrata vai se coligar, cedendo o cargo de vice na chapa majoritária ao tenente comandante dos herdeiros políticos de Leonel Brizola (que pode subir no telhado) levando a sobremesa para a festa com a turma chefiada pelo magnata dos rally´s; e de quebra um cafezinho com mais três ou quatro P´s.

    De um outro lado se asseveram as manobras dentro do PMDB com o balão de ensaio vindo do Senado Federal pra cidade mineira do Triângulo. Mas, um pito de BH esfriou a refrega. Todos sonham com a estrela e o sol. Minutos são precisos para iludir. Idéias e compromissos nessas plagas são dispensáveis.

    Assim surgem os fenômenos eleitorais, pois se existe um vácuo porque não ocupá-lo, haja vista a ausência de lideranças que tenham a coragem de se expor, opinar e caminhar ao lado do povo. Ser honesto é de berço. Isso não se compra, ainda...

    Escolher pressupõe, quase sempre, orquestrar renúncias que comprometem acordos mal ajambrados. Aos amigos e companheiros de estrada batatas, e aos inimigos o que eles querem, e outros mimos.

    Os movimentos sociais são mecanismos eficazes na identificação dos anseios da população. Mas quase sempre estão a margem, em grande parte entregues a pessoas quase sempre sem ideologia, sem um projeto verdadeiramente inclusivo – essas mesmas pessoas são incensadas a acreditar que podem fazer parte do grupo dominante e perdem a chance de solidificar a sua liderança. É bom salientar que apesar de conhecer milhares de cidadãos esse líder e agente social pode não ter o voto dessas pessoas, pois não consolidou sua linha de ação e nem transformou seus atos em conquistas políticas que pudessem apresentar aos seus possíveis eleitores que ele fosse capaz de ser um bom representante com mandato político.

    Aperto de mão e sorriso largo, não são garantias de voto ou de legítima liderança.

    No meio desse jogo se destaca o Movimento Negro galgando espaço e tentando construir uma ponte entre o passado ignorado pelas autoridades, o presente que é urgente em suas reivindicações e o futuro que precisa ser desenhado agora.

    O MAIPO-Movimento de Articulação e Integração Popular é a linha mestra costurando a unidade das várias agremiações representantes dessa comunidade que clama por atenção. O cenário torna-se cruel porque a reparação nunca houve. Acesso a educação nunca teve e, das poucas conquistas, todas foram feitas com fórceps.

    Nas novelas e filmes as menções sobre negro gravitam entre a mediocridade doméstica, a comédia ou a escravidão. Se a igualdade existe qual a dificuldade em se fazer projetar este ser de tez escura destaque como outra etnia qualquer.

    Paga-se a quem ficou 01 dia, e as vezes apenas prestou depoimento nos anos de chumbo – Justo, muito justo. Mas ignora-se o estrago que 400 anos de cerceamento e marketing negativo relativo à cor possam ter colaborado para a exclusão do negro do universo social do bom emprego, da boa casa, da boa comida e quem sabe uma viagem nas férias. Mas principalmente da humilhação através do quesito "boa aparência".

    Quando um taxista ou um portador de necessidades especiais adquiri um carro com acesso especifico a um financiamento diferenciado as pessoas não vêem como COTA.

    Aos negros é negada a possibilidade de por um tempo determinado poder formar um geração que na seqüência produzirá cidadãos mais bem preparados e que não precise desse subterfúgio para ter acesso a universidade pública e gratuita. Todos dizem que é só estudar que dá – mas se esquecem que o que sobra é o resto do resto e, até os anos de 1950 escola para negros era algo impensado e quando se abriram as portas, a massa não tinha, e ainda não tem condições de ocupar esse espaço. É preciso colocar comida na mesa e a sobra é a escola noturna.

    Não é justo ignorar essa situação. O momento político é oportuno para o debate, e principalmente para abrir palanque aos políticos que tem visão clara da necessidade de apoiar a Comunidade Negra na sua luta de garantir a legitimidade de suas reivindicações para que estas encontrem resultados práticos e crescentes. Políticos que se assumam representantes do povo e não de sua causa pessoal.



    postado por 29007 as 11:33:57 0 comentários




    quinta, 03 abril, 2008
    6º ENCONTRO REGIONAL DE CONGADEIROS, MOÇAMBIQUEIROS, MARUJOS E CATUPÉS - FESTA EM LOUVOR A SÃO BENEDITO

    ASSESSORIA DE IMPRENSA

    (34) 9197.2150 - jancom21@yahoo.com.br 

    Acontece no dia 04 de maio de 2008, na Paróquia de São Benedito, O 6º ENCONTRO DE CONGADEIROS, MOÇAMBIQUEIROS, MARUJOS E CATUPÉS.

    Como todos os anos anteriores o evento deve reunir mais de cinco mil pessoas em torno do Louvor a São Benedito - que este ano completa 200 anos de sua elevação a Santo.

    O ENCONTRO promete também manter a chama acessa da luta contra a discriminação racial, a intolerância religiosa, a exclusão social que atinge a dignidade de qualquer cidadão independentemente da cor da sua pele ou opção sexual.

    Neste ano de 2008 a Lei Aurea que colocou os negros na rua sem amparo, sem endereço, sem dinheiro, sem assistência ou apoio, pois, os negros daquela época eram escravos e não possuiam nada - nem identidade, completa 120 anos.

    Um século e duas décadas depois, e ainda vemos os avanços obscurecidos pela completa falta de conhecimento da HISTÓRIA DOS CONSTRUTORES DO BRASIL.

    A coordenação do evento é de responsabilidade do Padre Juvandir Mineiro que esta empenhado na sua organização - Ele está preparando a Paróquia de São Benedito para receber a Reliquia do Santo para adoração, e para possivelmente receber Dom José Maria Pires, o Dom Zumbi - um dos bispos mais ativos da Igreja Católica em Minas Gerais e no Brasil.



    postado por 29007 as 11:01:15 20 comentários




    terça, 18 março, 2008
    MÉDICOS E NOIVAS

    MÉDICOS E NOIVAS

    por José Amaral Neto, www.cql.com.br/jancom

     

    A Análise Editorial é uma empresa especializada em produzir anuários sobre as mais diversas áreas. Trabalho igual em Uberlândia é desenvolvido com muita competência pela Equipe dos Produtos Meio e Mídia – com foco em publicidade e propaganda, comandada por Célio Cardoso.

    O destaque nesse artigo vai para o Anuário “Os Mais Admirados da Medicina”. A avaliação não teve imposições e nem direcionamento pelo que se pode ver nas páginas da publicação. A Elite da Medicina Nacional foi apresentada depois de 04 meses de pesquisa e mais de 3000 médicos respondendo aos questionários e ainda, mais de 200 hospitais encaminhando suas informações à equipe responsável.

    Dos hospitais, pelos critérios expostos na ficha de escolha, muitos não conseguiram passar pela “peneira” técnica e, outros não se dispuseram a ser transparentes na divulgação de seus números.

    Os profissionais de excelência médica deveriam ser nominados por seus pares no quesito admiração, alçados à primeira linha, gente que chegou ao topo da carreira tanto pelo caminho da representação da categoria, tal como a direção de sociedades médicas, quanto pela reconhecida prática médica ou pela Academia – 2.042 médicos foram citados com perfil destacado.

    Médicos de todo o Brasil citaram 04 médicos que trabalham no Triângulo Mineiro, mais precisamente na cidade de Uberaba.

    Para a pergunta: Profissional médico a quem (você médico) confiaria a sua saúde? Resposta: o neurologista Jaime Olavo Márquez; o otorrinolaringologista Marcelo Miguel Hueb; e a pediatra Virginia Weffort. Para a pergunta: Quem (você como médico) mais admira por sua contribuição para o desenvolvimento da saúde? Resposta: o clínico geral Aluízio Rosa Prata. Todos eles estão em destaque no Anuário SAÚDE 2008.

    Relatar sobre o resultado desse trabalho é mais que uma homenagem a esses uberabenses da terra ou de coração. Tudo isso é referência e respeito ao trabalho de pessoas sérias de uma classe muitas vezes pouco compreendida.

    Ser médico é ser um artista que lida com diretores/pacientes que se acham médicos.

    Um bisturi faz milagres; e hoje um mercado cresce na esteira da excelência da área médica: as noivas querem ficar ainda mais belas. Lipoescultura, dermatologista, fonoaudióloga, oftalmologista – tudo para chegar ao padrão de beleza vigente.

    O amor, ora o amor – isso vai se ajeitando.

    O lance é que hoje isso é uma indústria privada que gera lucro. Beneficia quem tem dinheiro a ganhar mais dinheiro. Um grupo pequeno que agrega muito pouco comercialmente.

    A bem pouco tempo atrás um outro grupo comercial, com pouca expressão tentou vender, e vendeu, a idéia de que Uberlândia precisava estar presente na Passarela do Samba de São Paulo. Muitos ainda estão procurando os resultados dessa empreitada que assinalou o inicio da derrocada de um grupo. Ação política errada com conseqüência nefasta.

    Hoje, são R$ 85.000,00 (oitenta e cinco mil reais), senão agenciados, porque precisou ser encaminhado pelo poder público? Pode ser que esta ação política esteja na linha; mas pode ser também que seja uma sinalização de que o “Fator E” poderá vir a ser a grande novidade de 2008 em Uberlândia, Minas Gerais.



    postado por 29007 as 02:32:59 23 comentários




    quinta, 13 março, 2008
    PAU DE CHUVA

    A VIDA PODE SER MELHOR.

    SUA SAÚDE MERECE ALGO MAIS.

    MANTENHA-SE VIVO COM ENERGIA!

    FAÇA DA SUA FORÇA

    MAIS QUE UMA VONTADE.

    QUEIRA TUDO E CONQUISTE!

    No Centro HOLOPRAXIS

    está a oportunidade de encontrar o primeiro movimento para mudar o que precisa ser mudado.

    SUCESSO, PAZ, BEM-ESTAR,

    ALEGRIA DE VIVER.

    PAU DE CHUVA.

    Venha construir um. Faça um PAU DE CHUVA e transforme idéias em realização. Vontade em ação.

    O PAU DE CHUVA é instrumento individual com a alma e a luz de quem o constrói.

    SOM E ENERGIA juntos num só movimento em direção à Vitória de ver aquilo que se quer palpável.

    PAU DE CHUVA é vitalidade.

    O valor do investimento é de R$ 250,00 (duzentos e cinquenta reais) por participante.

    As  inscrições  podem  ser  feitas  pelo  telefone - (34) 3210.5418 ou pelo e-mail: jancom21@yahoo.com.br      A coordenação é da Educadora Física,                             e Terapeuta Clínica, Elisabete Victoriano.

    O evento acontece no Centro HOLOPRAXIS em Uberlândia/MG, no primeiro final de semana do mês de Abril 2008.



    postado por 29007 as 03:17:39 0 comentários




    terça, 11 março, 2008
    GERENCIAMENTO DA INFORMAÇÃO PARA PREFEITURAS MUNICIPAIS, CÂMARAS DE VEREADORES E EMPRESAS

    por José Amaral Neto

    JANCOM Agência da Informação - Em Parceira 

    com a AUDICON Consultores Associados

    jancom21@yahoo.com.br - (34) 9197.2150

    Curso de Gerenciamento da Informação para Prefeituras Municipais, Câmaras de Vereadores, Empresas, Entidades e Instituições.

    O que é guardar documentos?

    Como arquivar adequadamente papéis?

    A sistemática que envolve a organização e arquivo de documentos e papéis diversos tem suas complexidades inerentes às suas especificidades.

    Nunca se encontra "aquele" documento quando se precisa. Tempo é ontem. Ninguém pode esperar - a agenda é curta.

    Informação gerada consolida integração, levando à motivação que proporciona e ativa resultados. E é assim que o Curso de Gerenciamento leva o participante a entender a arquivologia, a ciência da informação e órgãos de documentação; bem como a vivenciar a ferramenta protocolo e trâmite de documentos dentro de um sistema de documentação como instrumento de arquivo.

    O contéudo do Curso ainda proporciona ao participante entender como funciona o controle de documentos, o ciclo de vida da documentação, os arquivos correntes e os métodos de arquivamento.

    O treinamento ainda leva o interessado a estudar e entender sobre arquivos intermediários, arquivos permanentes e históricos e material arquivístico que engloba  "consumo e permanente". Vale ressaltar que o curso ainda oferece conhecimentos práticos sobre: tabela de temporalidade de documentos, microfilmagem e digitalização de documentos, conservação de documentos e gerenciamento eletrônico da informação.

    O idealizador do Curso de Gerenciamento, Zênite Martins,  é profundo conhecedor da dinâmica arquivista. Tem seu trabalho reconhecido nacionalmente e competência de exclusividade no tema no Brasil na sua especialidade. É vencedor do II Concurso Nacional de Experiências Inovadoras de Gestão na Administração Pública Federal.

    O Curso visa capacitar, oferecer dominio de situações práticas na gestão documental. Corrigir os excessos e vícios nessa area. E oferece ainda, conhecimentos em soluções de tratamento de documentos com o Programa 5S.

    A carga horária do Curso é de 30 horas. O curso é apostilado e multimidia.

    Informações através do telefone: (34) 9197.2150

    Ou pelo email: jancom21@yahoo.com.br



    postado por 29007 as 05:56:07 22 comentários




    quarta, 05 março, 2008
    SENEPOL. Uma Nova Fronteira Econômica

    SENEPOL. Uma Nova Fronteira Econômica

    por José Amaral Neto – www.farolcomunitario.com.br

    (34) 9197.2150

     

    O psicólogo inglês Peter Saville, recentemente esteve no Brasil, e indagado se a capacidade visionária (em comparação aos americanos e ingleses) do brasileiro refletia a forma mediana do seu empreendedorismo, ao que ele disse: “costumo contar uma historinha quando comento esse tipo de assunto: “Um grande jogador de golfe sempre escutava que tinha sorte nas partidas. E ele ironizava: É estranho. Quanto mais pratico, mais sortudo fico!”. Essa é uma grande verdade nos negócios, existe um pouco de sorte, mas a maior parte do sucesso é feita de trabalho e inteligência. O empreendedor faz a sua sorte. Finalizou, Saville”.

    Perceber que a região do Triângulo respira pecuária é chover no molhado. Entender que os homens e mulheres dessa região vêem na pecuária uma força empreendedora e fazem acontecer é uma realidade.

    Agricultura e pecuária são alavancas propulsoras de empregos, renda e percepção econômica para as regiões que delas fazem força motriz “com manejo correto”, diria qualquer técnico.

    Uma nova fronteira esta nascendo e com uma solidez que merece destaque. Dono de uma carne com um dos melhores índices de maciez medidos pela força de cisalhamento. Um novo gado feito para o Brasil e por brasileiros. O Senepol nasce com a força daqueles que acreditam no trabalho, na inteligência e na prática continua de entender o que se esta fazendo e para que.

    No início deste texto o destaque ao psicólogo inglês que veio ver o que os brasileiros têm – apresenta-se como norte para explicar esse fenômeno de desprendimento ao unir uma nova nomenclatura à agropecuária do Brasil.

    A formação do gado Senepol iniciou-se em 1800 com a importação da raça N´Dama so Senegal-África para a Ilha Caribenha de Saint Croix.

    Em 1918, um criador inglês, Bromley Nelthroop introduziu em seu rebanho N´Dama touros Red Poll com objetivo de melhorar seu gado. Esta fusão genética formou com sucesso a raça SENEPOL.

    Atualmente o que esta em formação é o SENEPOL PO. Estes animais chegaram ao Brasil em 2000, numa ação que resultou na importação de dois líderes genéticos da raça e as melhores fêmeas Senepol com provas surpreendentes. Hoje, o Brasil é um celeiro da genética mundial do Senepol.

    A Associação Brasileira de Criadores de Bovinos Senepol esta localizada em Uberlândia em Minas Gerais.

    Conversar com Ricardo Carneiro Pereira criador master da raça Senepol é permitir a viajar numa saga que só os homens com força, fé e coragem conseguem transmitir através do trabalho.

    A característica principal do Senepol é o ter a habilidade de sobreviver a qualquer dificuldade climática e nutricional.

    Novamente a força da África se uniu a eficácia Inglesa alcançando resultados expressivos. A raça Senepol é essa conquista Anglo-Africana para o mundo que encontrou no Brasil a rota para seu melhoramento de pura origem.

    Apresentar essa nova dimensão só reflete a força que tem um empreendedor.

    Empreender é acreditar no trabalho. É ter fé em si mesmo e naquilo em que acredita.



    postado por 29007 as 10:30:19 18 comentários




    terça, 04 março, 2008
    FIXAR O HOMEM NO CAMPO COM SUCESSO FINANCEIRO

     BALDE CHEIO

    por José Amaral Neto - www.farolcomunitario.com.br

    (34) 9197.2150 - JANCOM Agência da Informação


    Uma personalidade mundial Carlos Ghosn, brasileiro nascido em Porto Velho – grande arquiteto do que é hoje a Nissan-Renault tem um lema que o norteia e o ajudou a adminsitrar um momento crucial dessas companhias quando teve que demitir mais de 20.000 trabalhadores e fechar muitas fábricas: "garantir que a estratégia e as prioridades de cada companhia estejam claras. Quando se trabalha em conjunto, o resultado sai melhor".

    A inspiração buscada nessas palavras é para exaltar o trabalho competente de Eduardo Dessimoni Teixeira que viu nos seus primeiros meses como presidente da CALU a árdua tarefa de administrar uma grave crise que envolvia os quase meio século de credibilidade da CALU.

    Em meio a turbulência muitos poderiam ter sucumbido e abandonando o barco, mas ele, sua diretoria e seus colaboradores preferiram creditar seu tempo na reestruturação da imagem da companhia com foco em tornar-se referência pelo que é não pelo que poderia ter sido. É assim que se forjam os vencedores.

    Passada a fase turbulenta uma meta foi lançada, e uma rota traçada através do PROCOOP – Programa de Fortalecimento do Cooperado que solidificou um projeto maior que é o Programa Balde Cheio que em meio a crise teve o apoio dos pequenos produtores que se somam, hoje, a mais de 50 fazendas, sendo 08 unidades de referência.

    Numa semana de fevereiro, agora de 2008, o produtor rural Renato Pereira de Oliveira, e sua esposa Maria Tereza, receberam em sua propriedade gente de Indianópolis, Gurinhatã, Tupaciguara, Monte Alegre de Minas, Ibiá, Ituiutaba e Uberlândia, que foram recepcionados para conhecerem os resultados desse manejo desenvolvido pela CALU que visa proporcionar melhor aproveitamento do rebanho na produção do leito e fixação do homem no campo através do sucesso financeiro.

    O evento Balde Cheio foi surpreendente e a Fazenda São Francisco pode externar o poder da liderança de Eduardo Dessimoni Teixeira.

    A alegria da família rural que se reuniu para mostrar que quando existe investimento e informação as coisas se multiplicam e fazem a vida ficar melhor foi um dos melhores momentos das festividades.

    Faemg, Ocemg, Emater, Sebrae, entre outras entidades se fizeram representar e puderam ver in loco o que o trabalho de seus técnicos e dos técnicos da CALU fez frutificar.

    O primeiro dia de campo Balde Cheio fez transbordar a eficiência com que os esforços feitos pela Equipe CALU, produtores e assistência técnica faz dele um sucesso, com a sua simplicidade de aplicação e criatividade de propósitos.

    Foi impressionante ver em cada manifestação de produtor a espontaneidade nas palavras e a força vital que move o Programa Balde Cheio – credibilidade. Assim é uma Cooperativa. Assim é a CALU que hoje, tem gente de coração puro e firme como Paulo Ochiuchi que muito bem representa outros tantos, ainda mais fortes, que fazem dela uma empresa de excelência.



    postado por 29007 as 06:22:43 21 comentários




    quinta, 21 fevereiro, 2008
    VITÓRIA DOS TRABALHADORES

    JANCOM Agência da Informação

    fazendo circular a notícia

    (34) 9197.2150

    RELEASE

    O STIVU conseguiu vencer mais uma batalha.

    Dulcinéia Corrêa, presidenta do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias do Vestuário de Uberlândia-STIVU, caracterizou bem em suas palavras a sua conquista: "chega de humilhação. Basta de constrangimento", disse.

    Depois de aguardar mais de 06 meses por uma resposta por parte das autoridades e, de ter feito uma grande manifestação na porta de várias indústrias - aconteceu nesta quarta-feira no Ministério Público do Trabalho a reunião de mediação sobre o ato de fazer revista em trabalhadores.

    A Ata de Audiência está sob o número 18/2007. E nesta reunião estiveram presentes: o Sub-Delegado do Trabalho, Dr. Sebastião Alves - a Procuradora do Trabalho, Dra. Carina Bicalho e do Admninistrador da empresa RB, Sr. Valdeci Borges.

    A empresa RB tem 120 dias para adequar sua planta de acordo com a NR 24 conforme ficou esclarecido, bem como deverá ser feita a instalção dos armários para que os pertences dos trabalhadores sejam guardados individualmente e de maneira inviolável.

    Entretanto, vale ressaltar que a situação de Assédio Moral vivenciado por alguns trabalhadores, em destaque, a que vem sendo submetida a funcionária Nadir Aparecida Carmargo da empresa RB, ainda merece atenção e trabalho constante do STIVU.

    A presidenta do STIVU, Dulcinéia Corrêa, salienta que não poupará esforços para ver eliminado o Assédio Moral e os atos de humilhação sofridos pelos trabalhadores dentro das fábricas. "Vou lutar com determinação", disse ela.

    Vale lembrar que a RB ainda esta discumprindo 08 clausulas da Convenção Coletiva do Trabalho do ano de 2007 - essa é mais uma batalha que o STIVU, comandado por Dulcinéia, pretende vencer. E se contar o que já é história - será uma vitória assegurada para a dignidade dos trabalhadores do vestuário em Uberlândia, Minas Gerais.

    O telefone do STIVU é (34) 3232.0035 e, seu e-mail - stivu_stivu@yahoo.com.br  



    postado por 29007 as 01:59:51 0 comentários




    terça, 19 fevereiro, 2008
    COSTUREIRAS CONTINUAM SUA LUTA

    O STIVU CONTINUA SUA LUTA.

    COSTUREIRAS INDUSTRIAIS CONTINUAM

    SENDO ASSEDIADAS MORALMENTE

    RELEASE

    Dulcinéia Corrêa, presidenta do SITVU-Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias do Vestuário de Uberlândia mantém atenção permanente para que a lei seja cumprida em favor dos empregados no vestuário - usando as atribuições do Artigo 5º da Constituição Federal..

    Oito ( 8 ) clausulas acordadas na Convenção de Trabalho estão sistematicamente sendo descrumpridas, nesta reunião que foi convocada por Intimação, serão cobradas o seu cunprimento em favor dos trabalhadores do vestuário. A multa para as empresas infratoras pode chegar aos R$ 500.000,00 (meio milhão de reais) os cálculos são feitos por funcionário.

    O assédio moral continua cada vez mais, sendo praticado contra os trabalhadores. Em face desse constrangimento vivido pelos funcionários, as três empresas autuadas pelo STIVU-Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias do Vestuário de Uberlândia, a Promotora do Trabalho Dra. Carina Roidrigues Bicalho, marcou uma audiência de mediação, mediante a solicitação do STIVU que aconteceu em 21 de junho de 2007, quando foi protocolada no Ministério Público do Trabalho.

    A audiência de mediação com a presença do Sub-Delegado do Trabalho, representantes das empresas citadas e membros do STIVU acontece dia 20 de fevereiro de 2008, ás 14 horas na rua Duque de Caxias, 155 - Centro - Uberlândia - MG.

    Informações: Dulcinéia Corrêa - 8814.3799 / 3232.0035

    Assessoria de Imprensa: José Amaral Neto - (34) 9197.2150



    postado por 29007 as 11:07:38 0 comentários




    quinta, 14 fevereiro, 2008
    TODO MUNDO PODE VOCÊ NÃO

    DUAS COISINHAS

    por José Amaral Neto, www.farolcomunitario.com.br

    (34) 9197.2150

     

    Cursinhos Pré-Vestibulares. Seus comandantes são empresários da educação. O lucro é o que interessa e, isso é importante, é o que move a economia e a sobrevivência de muitas pessoas que desse serviço dependem direta ou indiretamente. E quem tem grana para pagar, na opinião desses mercadores, é que merece ter acesso ao universo público federal de ensino.

    A casta que ingressa na Universidade Federal hoje, em qualquer parte do Brasil, é de pessoas insonsas e preparadas para fazer provas. É uma turma que acredita que pensar e opinar é coisa de gente chata.

    Médicos, advogados, odontologos, entre outros, são formados em centena de milhares oportunidades. Jogam o diploma em qualquer lugar e quando retornam como funcionários públicos se esquecem de onde vieram - daí não haver a menor chance de melhora para a educação.

    Na cabeça dessas pessoas é o lema é o seguinte: "se eu não tive e nem vou ter, você também não vai".

    Os mesmos professores, coordenadores pedagógicos e donos de cursinhos que gritam sobre a deficiência do ensino não contribuem com as suas competências para que a coisa melhore.

    Observe - esse mesmo pessoal é ocupante de algum cargo na area privada ou pública da educação formal - além da função explicita e que os apresentam quando fazem uso da palavra em defesa própria.

    A educação precisa melhorar todos concordam. Mas quem se habilita a começar? Quantos professores abraçam a sua profissão por amor e prazer? 

    Sobre o PAIES: quando este foi lançado recebeu láureas de todos os lados, principalmente de seus tutores, os cursinhos e escolas privadas. E novamente os ricos com mais alternativas e os pobres relegados ao suor ingrato do vamos tentando que uma hora dessas dá certo.

    É bem verdade que ninguém é culpado por ser rico e poder manter uma vida estudantil que beira entre R$ 700 e R$1.500 mensais por filho bem nascido. O que não se pode querer é negligenciar a possibilidade da turma do chão de fábrica de querer cursar uma escola ou universidade melhor para se qualificar de maneira adequada ao mercado de trabalho.

    Antes o PAIES era uma solução “top” – agora com a decisão do CONSUN da UFU de direcioná-lo em sua totalidade aos egressos das escolas públicas – esses mesmos bem nascidos questionam a sua idoneidade, classificando-o apartir dessa sua nova identidade como um criatório de estudantes de segunda classe. Se for para o filho do outro não pode.

    O PAIES é um sistema de cota – privilegia num nível acima do plausível a turma que pode ter professores com equipamentos educacionais e bem treinados – que inspiram seus educandos.

    É fácil ver gente defendendo que é preciso melhorar a base do ensino brasileiro – e mais lindo ainda é ver que ninguém faz nada, a não ser apontar o dedo para as feridas – é preciso curá-las. Quem se habilita a deixar de lado quirelas e a manter seus filhos em escolas públicas para que sejam exigidas políticas para educação que vinguem? – e quem se disporia a pegar a grana gasta atualmente em escolas privadas para começar uma luta para que a lei de doações aconteça, e assim as escolas públicas pudessem receber esse dinheiro para melhor se equipar e qualificar seus professores sem que isso onerasse seu benfeitor?

    Sobre a Febre Amarela: toda pessoa gosta de ser cuidada, ouvida e respeitada. Uma notícia que poderia compor a mídia nacional – Brasil – A cidade de Uberlândia no estado de Minas Gerais, mostrou que pode haver alternativa propositiva para solucionar o problema da Febre Amarela. O estado fica no meio da rota que pode ser desenhada em caso de epidemia. Nas suas duas entradas principais (de acesso ao Distrito Federal/Goiás e Noroeste de São Paulo/Capital) foram disponibilizados agentes e equipamentos. Todos os ônibus e alguns carros estão sendo parados. Recebem orientação, impressos explicativos, uma borrifada de veneno a base de água no veículo e todos são vacinados. Agindo assim a cidade dá uma resposta a seus cidadãos “brecando” a entrada de mosquito no município. Em Uberlândia por certo casos de Febre Amarela não irão acontecer.

    Pois bem, o argumento acima é para refletir sobre o porquê de a população estar desesperada para ser vacinada congestionando as UAI´s. Quem cuida de quem? As pessoas buscam respostas e só. O lance é como essas respostas estão sendo repassadas.

    O povo quer respostas; e não só respostas.



    postado por 29007 as 05:45:59 0 comentários




    quinta, 31 janeiro, 2008
    DUAS COISINHAS

    por José Amaral Neto, www.farolcomunitario.com.br

    (34) 9197.2150 

     

    Sobre o PAIES: quando este foi lançado recebeu láureas de todos os lados, principalmente de seus tutores, os cursinhos e escolas privadas. E novamente os ricos com mais alternativas e os pobres relegados ao suor ingrato do vamos tentando que uma hora dessas dá certo.

    É bem verdade que ninguém é culpado por ser rico e poder manter uma vida estudantil que beira entre R$ 700 e R$1.500 mensais por filho bem nascido. O que não se pode querer é negligenciar a possibilidade da turma do chão de fábrica de querer cursar uma escola ou universidade melhor para se qualificar de maneira adequada ao mercado de trabalho.

    Antes o PAIES era uma solução “top” – agora com a decisão do CONSUN da UFU de direcioná-lo em sua totalidade aos egressos das escolas públicas – esses mesmos bem nascidos questionam a sua idoneidade, classificando-o apartir dessa sua nova identidade como um criatório de estudantes de segunda classe. Se for para o filho do outro não pode.

    O PAIES é um sistema de cota – privilegia num nível acima do plausível a turma que pode ter professores com equipamentos educacionais e bem treinados – que inspiram seus educandos.

    É fácil ver gente defendendo que é preciso melhorar a base do ensino brasileiro – e mais lindo ainda é ver que ninguém faz nada, a não ser apontar o dedo para as feridas – é preciso curá-las. Quem se habita a deixar de lado quirelas e a manter seus filhos em escolas públicas para que sejam exigidas políticas para educação que vinguem? – e quem se disporia a pegar a grana gasta atualmente em escolas privadas para começar uma luta para que a lei de doações aconteça, e assim as escolas públicas pudessem receber esse dinheiro para melhor se equipar e qualificar seus professores sem que isso onerasse seu benfeitor?

    Sobre a Febre Amarela: toda pessoa gosta de ser cuidada, ouvida e respeitada. Uma notícia que poderia compor a mídia nacional – Brasil – A cidade de Uberlândia no estado de Minas Gerais, mostrou que pode haver alternativa propositiva para solucionar o problema da Febre Amarela. O estado fica no meio da rota que pode ser desenhada em caso de epidemia. Nas suas duas entradas principais (de acesso ao Distrito Federal/Goiás e Noroeste de São Paulo/Capital) foram disponibilizados agentes e equipamentos. Todos os ônibus e alguns carros estão sendo parados. Recebem orientação, impressos explicativos, uma borrifada de veneno a base de água no veículo e todos são vacinados. Agindo assim a cidade dá uma resposta a seus cidadãos “brecando” a entrada de mosquito no município. Em Uberlândia por certo casos de Febre Amarela não irão acontecer.

    Pois bem, o argumento acima é para refletir sobre o porquê de a população estar desesperada para ser vacinada congestionando as UAI´s. Quem cuida de quem? As pessoas buscam respostas, e só. O lance é como essas respostas estão sendo repassadas.

    O povo quer respostas; e não só respostas.



    postado por 29007 as 03:39:01 18 comentários




    quinta, 10 janeiro, 2008
    VAMOS CONVERSANDO 2X

    OUTROS PRETOS

    por José Amaral Neto, (34) 9197.2150

    www.cql.com.br/jancom

    Muitos são os movimentos sociais que desenvolvem ações em beneficio da população de Uberlândia. Um deles é o MAIPO-Movimento de Articulação e Integração Popular. Ações de esclarecimento e apoio na consolidação do acesso pleno à cidadania através dos equipamentos e mecanismos públicos faz parte do cotidiano dessa Instituição.

    Todas as vezes que se fala em NEGROS o assunto leva a cerveja, pagode e festança sem fim e sem fundamento. Isso na cabeça daqueles que acham que todos os NEGROS pensam e agem assim.

    Nem todos os negros são idiotas; e nem todos vendem a sua dignidade por tão pouco e de forma tão sem sustância.

    Levantar essa questão é reflexo do que se perpetua nos corredores do poder de que a Comunidade Negreira é desunida e que qualquer galinhada com cerveja, cala a “negrada”. Não é mais assim.

    Pode haver um ou outro desgarrado, mas a grande maioria quer inserção social, econômica e política; e isso somado ao fato que todos querem saúde de boa qualidade, moradia e emprego.

    Vale salientar, porque todos insistem em ignorar, que quando aconteceu de se acabar com a escravidão no Brasil, a Redentora tão somente jogou o NEGRO, sua dignidade, sua história e a sua família, na rua.

    Para criar um paralelo, aos imigrantes italianos e japoneses, exemplificando os mais conhecidos, o Governo deu terras e acesso a financiamento para plantar e sobreviver. Aos negros libertos, a rua, a mendicância, e a vadiagem forçada pelas circunstâncias desumanas. Nem todos os fazendeiros queriam ou podiam ficar com seus negros escravos por causo do custo social que lhes acarretaria se algum negro houvesse de buscar apoio na “Justiça”.

    O MAIPO – essa Instituição realizou inúmeras ações afirmativas em 2007 que farão de 2008 um ano de concretizações de acessibilidade sócio-educacional e econômica para a Comunidade Negra. A mais instigante é a possibilidade de uma parceria com a Empresa Brasil de Comunicação para com a programação da TV Brasil – a TV Pública brasileira.

    Toda pessoa com saúde e que se permita, gosta de uma cervejinha gelada, um bom churrasco, e uma boa música que pode muito bem ser aquele pagode gostoso de ouvir e dançar. Não precisa ser negro pra ter samba no pé. Basta gostar da vida para querer vivê-la.

    A política pensada do MAIPO prioriza a formação e o caráter das idéias; e também o ato de apoiar outras entidades, agentes políticos, atores sociais e o de ser parceira. E principalmente da Construção de uma identidade negreira que possa permitir a inclusão de quantos tantos queiram estar vivendo cada vez melhor e com cidadania resgatada e garantida.

    O que se pode observar é que todos no MAIPO estão ouvindo, trabalhando e participando de atividades e ações que tem proporcionado a concretização de um sonho único e grande: fazer de Uberlândia uma cidade cada vez melhor pra se viver.  



    postado por 29007 as 02:56:47 20 comentários




    quarta, 09 janeiro, 2008
    VAMOS CONVERSANDO 1X

    por José Amaral Neto, (34) 9197.2150

    www.cql.com.br/jancom

     

     

    Em uma análise e avaliação a opinião deve ser isenta de maneirismos. Por isso, o que se alinhava a seguir são idéias conjunturais.

    Temas recorrentes é uma boçalidade e impedem a evolução das idéias. É bem verdade que em time que está ganhando não se mexe; mas, a inércia, e ou a ausência de perspicácia, pode levar a perda da taça. Nem sempre um resultado positivo garante a liderança.

    Inspiração. A eleição de 2008 será daqueles que provocarem o eleitor em sua emoção. Quase todas as pessoas esperam um messias que irá resolver os seus problemas. E nenhum personagem encarna melhor essa representação do que boa parte da geração de políticos que está no poder ou gravita ao largo dele nos dias de hoje.

    Os arautos e o bolso de cada cidadão gritam as mazelas e opressão que causam a cobrança exagerada de impostos. Isso é uma certeza. Entretanto, deveria haver gritos de uma multidão indignada com a ausência de uma fiscalização séria sobre como e onde é aplicado regiamente o dinheiro arrecado. Continuam a se construir palacetes, paços municipais, grandes edifícios e estes, quando prontos já não servem a sua necessidade pensada.

    A CPMF poderia ter sido eliminada até um teto de valor, pois era um imposto que tinha poucas chances de ser sonegado.

    O IOF atinge gente grande. Não somente estes, é claro. É bom pensar que se for para gerar emprego e investimentos a alíquota deveria ser diferenciada.

    Os senadores debatem o sexo dos anjos sobre quem traiu quem e ignoram que fazem de suas emendas parlamentares um joguete de barganhas onde o que sobra é obras inacabadas e um país sem plano definido de ação em infra-estrutura, comércio e turismo. Tanto é que acham que podem cortar as verbas do cambaleante PAC.

    A discussão sobre a implantação do imposto sobre as grandes fortunas não avança – mas os impostos sobre os bens de sobrevivência garantem o leite derramado dos sonegadores.

    Muitos são impedidos de contribuírem de forma clara com doação em dinheiro para com a saúde e a educação, a legislação sobre doações em dinheiro é castradora.

    Não se vê nenhum deputado do Triângulo Mineiro, onde existem grandes fortunas, defenderem uma mudança que force o debate e aprovação desse ato de exercício de democracia. E essa ausência de debate leva ao caminho do “que tudo sabe e tudo vê” e também a estrada dos tijolos amarelos do “o chefe mandou”. Manda quem pode e obedece quem tem juízo.

    Recentemente a Prefeitura de Uberlândia, repetiu a sua “jogada cerrada”, como muitas cidades brasileiras o fizeram ou vão fazer (para fugir do xeque-mate), com mudanças em seu secretariado. Pareceu abandonar em suas resoluções o aspecto geopolítico municipal.

    A qualidade acadêmica de seus novos timoneiros é inquestionável, mas o alcance de suas ações, visto que são oriundos do círculo já vicioso do poder – limitado.

    Quando se fala em gestão estratégica a situação vislumbrada esbarra na personalidade de quem representa a marca a ser defendida e seus interesses públicos e privados, pois trata-se de uma secretaria pertencente a uma cadeia estrutural conservadora, ou seja:

    - secretários municipais enquadrados;

    - secretários municipais candidatos a cargos eletivos;

    - vereadores aliados;

    - vice-prefeito;

    - candidatos a vereador aliados;

    e os servidores municipais, alguns parceiros, Outros nem tanto.

    A gestão estratégica deveria desenvolver uma linguagem única da administração municipal para informar o povo, juntando todos esses interesses. Quem acredita que ela conseguirá somar essas forças difusas, uma vez que herdou uma estrutura com pensamento arraigado em diretrizes que já se mostraram ineficazes.

    Numa empresa privada a possibilidade da porta aberta mostrando o caminho da rua para os não alinhados, e uma carteira de benefícios com um plano de carreira sem retaliações pessoais e burocracia garantem o sucesso da união de setores com interesses díspares.

    No serviço público é preciso “inventar” alguma coisa.

    O famoso slogan de alguns servidores públicos que se apegam ao cargo é: “eu sou profissional”. Esse lero-lero vem mantendo nas hostes do serviço público pessoas que não se reinventam e travam a evolução das idéias – impedindo que outras cresçam. Quem perde com isso é a cidade e o seu povo. A perseguir esse caminho o ator passa a se ver no espelho, e a enxergar o inimigo sem percebê-lo, tornando a sua vulnerabilidade ativa.

    Na apresentação do “03 anos - 300 obras” a Prefeitura de Uberlândia deixou de responder: o beneficio beneficiou quem? E de que maneira? O cidadão viu, sabe, mas não entendeu. É por isso que a grana escorre pelo ralo, pois a mensagem é factual, sendo que uma possibilidade de ela se tornar acessível ao grande público seria a de torná-la pontual – porque asfaltar a estrada do pau furado interfere na vida de um cidadão do bairro Luizote de Freitas e de uma cidadã do bairro Tancredo Neves?

    Uma pesquisa independente feita com pessoas que nunca ou pouco usaram os serviços das UAIS identificou que esses indivíduos quando abordados sobre o tema classificam-no como “serviço ruim ou ineficiente”. Desconhecem por completo seus direitos de acessibilidade à saúde através das Unidades de Atendimento Integrado de Saúde. E aí...

    Somando-se a esse exército de bem-intencionados vem a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico que se prepara para receber um novo titular. O “general” que está pra chegar precisa manter o que já está sendo feito e ampliar a consolidação das ações que tem gerado projetos em execução e programas com resultados. Uberlândia é o carr0-chefe de uma região metropolitana que precisa ser criada – a independência metropolitana da região triangulina só não acontece porque fortaleceria os laços separatistas seculares.

    Notadamente sobre esse universo aninha-se a Secretaria de Governo que deveria ser o braço do executivo junto ao poder legislativo, com as pessoas, instituições e entidades políticas do município e os movimentos sociais. Será que a sua estrutura agüenta isso? Talvez a fragilidade das relações esteja na ausência de um individuo com habilidade de negociador político. Que auxilie quem já atua nos bastidores do poder. Ninguém ganha jogo sozinho.

    Uma outra questão que aflige alguns cidadãos brasileiros é o loteamento das assembléias legislativas, câmaras de vereadores e congresso nacional. Isso quer dizer o seguinte: “se você não é irmão, filho, ou agregado político de quem tem mandato, você não é confiável, mas seu voto é”.

    A sua família só serve pra votar. Ao contrário da família de quem está no poder, pois ela, seguindo um raciocínio meio bobo, é a escolhida – ela é melhor do que a sua. Você acredita nisso? Parece que sim, pois o resultado das urnas confirma isso.

    Todo cidadão ou cidadã consciente de suas responsabilidades para com o seu país, sua cidade e seu povo, é capaz e preparado para assumir uma função pública.

    Apagando as luzes dessas muitas conversas, alguém duvida (quem teve a oportunidade de acompanhar) que o grande vencedor da eleição para o diretório municipal do PT em Uberlândia foi o ex-vereador Gilberto Neves? Ele conseguiu acordar lideranças e militantes petistas que já haviam perdido a esperança na estrela partidária com as suas inflexões.

    Nem sempre quem ganha leva.



    postado por 29007 as 05:42:26 2 comentários




    terça, 04 dezembro, 2007
    TEREZA CRUVINEL - COLETIVA DE IMPRENSA

    Neste dia 10 de dezembro de 2007, segunda-feira, o MAIPO-Movimento de Articulação e Integração Popular, recepciona em Uberlândia a presidenta da EBC - Empresa Brasil de Comunicação, Gestora da TV Pública / TV Brasil - Tereza Cruvinel.

    COLETIVA DE IMPRENSA

    A jornalista Tereza Cruvinel, recepcionará a imprensa na Sala João Pedro Gustim na Câmara de Vereadores de Uberlândia, neste dia 10 de dezembro de 2007 - das 09:00 às 10:00 da manhã.
    Informações pelo fone: (34) 9197.2150 ou
    Colega da imprensa, pedimos a gentileza em confirmar a sua presença.

    A iniciativa do MAIPO-Movimento de Articulação e Integração Popular tem o importante apoio da Câmara Municipal de Uberlândia.

    Hélio Ferraz Baiano, presidente do Legislativo Uberlandense ressalta que: " todo debate coloca transparência no ato político e proporciona ao ocupante de cargo público a dignidade de ver seu trabalho reconhecido - é assim que se faz democracia ".

    A jornalista Tereza Cruvinel será homenageada com o Título de Cidadã Honária da Cidade de Uberlândia e em seguida na Câmara Municipal de Uberlândia proferirá palestra seguida de debate com o tema: "Democracia, Mídia e TV Pública".

    O interesse do MAIPO - uma entidade de Movimento Social - é o de poder ampliar o conhecimento público sobre esta iniciativa do Governo Federal que a médio prazo irá interferir na produção cultural do Brasil.

    ALGUMAS QUESTÕES SOBRE A TV PÚBLICA

    QUE SERÃO RESPONDIDAS DURANTE O EVENTO

    O que caracteriza uma TV Pública?

    2. Em que a TV Pública se diferenciaria das TV´s comerciais já existentes no Brasil?

    3 – Por que o Governo decidiu patrocinar a TV Publica?

    4 – Por que uma questão tão importante foi decidida por MP e não por projeto-de-lei?

    5 – O que vai efetivamente garantir o caráter público da TV Brasil?

    6 - Os conselheiros representarão partidos, entidades ou movimentos sociais?

    7 – O fato de os conselheiros serem nomeados pelo presidente da República não compromete a independência do Conselho?

    8 – A TV Brasil poderá incluir divulgação e promoção de atos do Governo em sua programação?

    9 – A TVE e a Radiobrás, emissoras federais, vão acabar para dar lugar à TV Brasil?

    10 – Estas emissoras serão obrigadas a aderir à Rede Brasil?

    11 – Quais serão as fontes de financiamento desta televisão? A dependência exclusiva do Governo não atenta contra a independência?

    12 - Fala-se muito na produção independente. Como serão selecionados os conteúdos oferecidos pelos produtores independentes? Haverá garantia de transparência .

    13 – E como será o jornalismo desta televisão? Quem garante que não será chapa-branca, oficialesco ou tendencioso?

    14 – E as rádios federais, também passarão a ser controladas pela EBC?

    15 – E que papel terá a Internet? Que papel jogará a convergência tecnológica?

    16 - Que formato jurídico tem a nova TV Pública? Por que a opção por uma empresa pública e não por outra forma de organização?

    17 – Por que a possibilidade de a EBC contratar sem concurso nos primeiros 36 meses?

    18 – O fato de a EBC ser vinculada à Secon não conflita com a natureza pública da televisão?



    postado por 29007 as 02:29:27 1 comentários




    sábado, 17 novembro, 2007
    DIA NACIONAL DA CONSCIÊNCIA NEGRA - 20 DE NOVEMBRO ( I )

    SAÚDE NEGRA

    por José Amaral Neto – www.cql.com.br/jancom

    Este artigo foi publicado no

    Jornal CORREIO da cidade de Uberlândia/MG

    em 16 de novembro de 07

     

    O título sugere um trocadilho porque tanto a situação da saúde não está boa e nem há perspectivas para s saúde da população negra. Em 2004 uma série de trabalhos acadêmicos de importantes universidades brasileiras e mesmo o Ministério da Saúde constataram o que todos já sabiam: "negro é forte – basta um tylenol e tudo fica bem" – palavras de um médico carioca – este "doutor" avaliou assim uma senhora negra em 15 minutos e passou-lhe a dita receita que em menos de 24 horas fez efeito - ela veio a óbito. Todo individuo pobre financeiramente vive a margem e é invisível à sociedade. Se for negro a carga de invisibilidade é ainda maior.

    O mês de novembro é marcado pela data da República; pela data em homenagem à bandeira nacional; pela data nacional em memória de Zumbi dos Palmares, entre outras efemérides. Em 10 e 11 de novembro um importante evento na Universidade Federal de Uberlândia abre debate com o tema SAÚDE DA POPULAÇÃO NEGRA dentro do Programa de Formação Continuada em Educação, Saúde e Cultura Populares. Talvez um desavisado ache inapropriado seletizar o tema "saúde" em torno somente dos negros e negras. Entretanto, é bom ressaltar que o que foi colocado no inicio deste artigo acontece a todo o momento.

    Os caminhos por onde trafegam o poder social, o acesso econômico, a participação política e o universo cultural influenciam sobre como uma comunidade determina suas multiplicidades e diferenças. Isso determina também o grau de pertencimento dos menos favorecidos, em especial os negros que carregam vulnerabilidade pelos 500 anos escravocratas – quando naquela época e, ainda hoje,  se trabalhava até morrer. Não havia doentes – somente gente negra sã ou morta.

    Como via de regra ninguém admite a existência dessa vulnerabilidade e muito menos atestam que o conjunto de sinais, símbolos e significados sociais tem sistematicamente sido distorcidos para camuflar o racismo e o aparte dos que podem e dos que não podem Ter acesso à informação e, principalmente, á saúde.

    As necessidades de cada coletivo refletem o seu meio e seu modo de viver. Se existe essas amarras separadas por muros sociais a de se perceber que algo precisa ser feito para universalizar a integração.

    A busca de igualdade de direitos deve ser natural. Um dado: a hipertensão arterial, a anemia falciforme, entre outras enfermidades, acomete muito mais negros e negras do que qualquer outro cidadão ou cidadã de outra etnia. Sendo assim, é óbvio que se trata de uma especificidade. Para tanto, isso já coloca o grupo num lugar especial de atenção redobrada.

    Segundo estudos recentes em dados apresentados pela Dra. Jurema Werneck do Conselho Nacional de Saúde em evento no HC da UFRJ – se a população negra fosse considerada um país seu IDH (que mede a qualidade e condições de vida-ONU) seria igual a paises como El salvador e ocuparia o 105º lugar numa lista, sendo que a população branca brasileira ocuparia o 44º lugar na mesma lista, essa posição garante atenção em níveis de excelência europeus.

    Escancarar as diferenças abate os camaleões e assim se chega à unidade em favor do bem comum. Todos sofrem com a discriminação. A inclusão é uma necessidade urgente em vários setores da vida social, política, econômica e cultural do Brasil.

    Um assunto puxa outro. Vale ressaltar a vitória da UNIPALMARES (nasceu como um cursinho pré-vestibular para afro-descendentes e hoje é uma Universidade) que quebrou um tabu – temos uma elite universitária negra. No jornal VALOR (do Grupo Folha/O Globo) no seu caderno EU& Fim de Semana – a capa traz os 44 formandos da primeira turma dessa Universidade para Negros que é fomentada por grandes empresas brasileiras. Na capa o título: A Segunda abolição – Mercado financeiro absorve a primeira turma de formandos da Universidade Zumbi dos Palmares, universidade que tem 87% de alunos negros (sic).

    Havendo trabalho sério as conquistas serão sempre naturais.



    postado por 29007 as 03:01:33 22 comentários




    terça, 13 novembro, 2007
    Entenda A Luta Pelas COTAS JÁ!

    Release preparado por - JANCOM Agência da Informação - (34) 9197.2150

    A luta pela implantação das COTAS nas Universidades Públicas Brasileiras representa Inclusão Social - Ninguém vai tomar o lugar de ninguém, e é uma forma de se manter permanente o debate sobre a urgência de se melhorar o ensino público no Brasil.

    Durante mais de quatro séculos a chibata falou mais alto. Quando a abolição aconteceu os negros livres foram jogados na rua - sem terra e sem dinheiro - sem amparo do ex-patrão e sem apoio do Estado. Todos os deserdados recebem reparação; porque permitir uma Reparação ao Povo Negro não pode ser uma prioridade.

    O texto abaixo reflete o pensamento das agremiações que formam o Movimento Negro Organizado em Uberlândia que se preparam dar continuidade à luta pelos seu direitos sociais. Pelo respeito a cidadania de uma etnia que ajudou a construir esse Brasil.

    A redação do texto a seguir representa o grito de liberdade que a Comunidade Negra clama à sociedade para ouvir.

    O grupo de redação do manifesto abaixo foi composto pelo jornalista Marcos Erlan do GRUCON; Professor Gilberto Neves do CENAFRO e Professor Guimes do NEAB/UFU com aprovação final em plenária aberta com os representantes dos signatários.

    Sua Adesão é Importante - Manifeste-se!

    TAMBORES PELAS COTAS NA UFU

    Nas comemorações que cercam o Dia Nacional da Consciência Negra (20 Novembro) reafirmamos o legado de Zumbi dos Palmares, que segue vivo e mais necessário do que nunca na luta pelo fim de todas as desigualdades fundadas no racismo e na discriminação racial. Mas também temos devemos dizer que o mito da democracia racial nunca esteve tão abalado quanto nos dias atuais. Diversas conquistas assinalam o recuo dessa ideologia responsável pela inércia Estatal e descaso social no enfrentamento às injustiças perpetradas pelo racismo brasileiro.

    Entre as conquistas, ressaltamos a implantação das cotas étnico-raciais em 50 faculdades e universidades brasileiras. O clamor das vozes anti-racistas foi ouvido em largas parcelas da academia, que aprovaram as cotas como instrumento de acesso dos negros e indígenas aos bancos universitários. Viva Zumbi e todos os guerreiros da justiça!

    No entanto, nosso clamor ainda não demoveu as hostes decisórias da Universidade Federal de Uberlândia (UFU). São quase cinco anos de omissões e protelações. Depois de tantos subterfúgios, o Conselho Universitário (CONSUN) começa a demonstrar o seu pendor. Contra a proposta de cotas para o ingresso à UFU de estudantes de escolas públicas, negros e indígenas, surgiu uma proposta que concede pontuação extra aos estudantes de escolas públicas nas provas do vestibular. Essa proposta imita pioradamente o modelo aprovado na USP e UNICAMP, contrárias às cotas étnico-raciais. Na sua próxima reunião (30/11??), o CONSUN enfim mostrará nessa decisão se a UFU perfilará ou não as dezenas de instituições que estão aplicando ações afirmativas de promoção da igualdade racial. A tendência é virar-nos as costas.

    Mas o tempo histórico conforma novas possibilidades. Dois fatos pairam sobre a conduta da UFU. Um deles, a decisão do Tribunal Regional Federal (Brasília) determinando que 12 instituições universitárias de Minas Gerais implantem a política de cotas para estudantes de escolas públicas. A UFU recorreu contra a sentença. Embora a medida não inclua os negros e caso o recurso seja negado, na prática teremos cotas na UFU. O segundo fato foi a representação do movimento negro ao Ministério Público acusando a UFU pela prática de preconceito racial no vestibular/COPEV 2007. Na prova de Literatura foi usado um texto que classifica os negros e índios cotistas como estudantes de 2ª classe. O Ministério Público determinou a abertura de inquérito. Ciente do conteúdo da denúncia, o CONSUN emitiu nota atribuindo as “questões propostas aos candidatos (como) de exclusiva competência das bancas de professores”. Em vez de propor a apuração, vemos a tentativa da UFU em tirar o corpo fora.

    Tudo é possível. Nada acontecer à UFU e as cotas serem rejeitadas pelo CONSUN. Entretanto, estamos cientes de que as cotas têm largo apoio social. Uberlândia é conhecida pelo seu conservadorismo. No tema racial, a UFU parece refratária à progressista idéia das ações afirmativas. Cabe aos movimentos sociais, personalidades e lideranças da luta anti-racismo unirem suas forças para pressionarmos o CONSUN a aprovar as cotas. Pois, ou a UFU as aprova por decisão própria, ou carregará a mancha de uma decisão retrógrada de curta duração, que acabará derrubada por decisão judicial.

    Para fazer-nos ouvidos, é que faremos tonitroar os sons da África, o rugido dos tambores pelas cotas na UFU. Conclamamos todos, negros e não-negros, a estarem presentes à manifestação em frente ao prédio da Reitoria da UFU. Vamos fazer valer o legado guerreiro de Zumbi, que morreu em defesa da justiça, da igualdade e da liberdade.

    Ato Público na Reitoria da UFU

    30/11/2007 – 16:00 h

    Av. Engenheiro Diniz/esquina com a Rua Arthur Bernardes

    312 anos da Morte de Zumbi!

    Convocam:

    NEAB-UFU, CENAFRO, GRUCON, BLOCO ACHÉ, CONSELHO ESTADUAL DE INTEGRAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DA COMUNIDADE NEGRA DO ESTADO DE MINAS GERAIS, MAIPO, MONUVA.  

                   FALTA VOCÊ!...



    postado por 29007 as 07:37:46 2 comentários




    terça, 06 novembro, 2007
    POLITICA, PODER E REPRESENTATIVIDADE

    MIGALHAS E FAGULHAS

    por José Amaral Neto – www.cql.com.br/jancom

    publicado no Jornal CORREIO de Uberlândia, Minas Gerais, em 06 de novembro de 2007

     

    Por todos os lados existem problemas. Eles tem tamanho, valor e alcance. Mesmo assim muitos ainda insistem em pensar de forma alegórica sobre o que poderia ser feito – sem assumir a sua parte. Não é possível ignorar que é chegada a hora de mudar as pessoas que estão a anos no poder, bem como aquelas que fazem do poder que recebem ninho familiar e nada devolvem em favor das pessoas.

    Tudo que é internacional é bom. Durante muito tempo essa cantilena foi mestra nas discussões – agora vê-se que gigantes centenárias e outras quase, como Nestlé, Paramalat e Cisco, fazem com o Brasil o que não fazem no quintal da matriz. Sonegam, extorquem e fabricam produtos que fazem mal a saúde - ao povo brasileiro dão explicações que não explicam, pois turvam os esclarecimentos. Contra os fatos não existe argumento.

    Durante o ano de 2007 um piloto de formula 1 viria deslumbrar os aficcionados desse esporte de velocidade com a possibilidade de quebrar vários tabus: negro, preparado pra vencer (de alta competitividade) e o mais jovem que viria a se tornar campeão na sua estréia. O que se viu nas três últimas corridas foi um jogador inábil propositalmente. Pense: com a vitória de Lewis Hamilton quem perde é o Schumacker. Quem se lembraria do heptacampeão com esse fenômeno negro. É briga de cachorro grande – entre escuderias – de muita grana e egos inflados.

    Durante muitos anos a cidade de Uberlândia foi a única que realizava durante a Semana Nacional da Consciência Negra um evento autêntico, desvinculado, autonômo, inteligente e que tinha tudo pra ser uma grande festa – 20 de Novembro.

    Em 2000 o Papa João Paulo II celebrou o primeiro milênio da cristandade, pediu perdão pela omissão da igreja quanto a escravidão e a festa do congado mudou seus festejos para o mês de outubro.

    Desde então, a festa perdeu legitimidade e se tornou extritamente religiosa, perdendo seu poder de resistência e credibilidade cultural.

    A cidade de Uberlândia é uma das poucas que possue um órgão para cuidar das questões afro-descendentes, mas este não tem conseguido assumir seu papel e seu desempenho tem sido severamente questionado – perdeu a sua independência e hoje é apêndice de uma Secretaria Municipal que possui outras prioridades. Na festa do congado de 2007 até o Padre responsável pela Igreja de Nsra do Rosário resolveu mostrar força impedindo pela enésima vez a entrada dos ternos de congado no interior da igreja, bem como a instalação de equipamentos que poderiam ter trazido conforto aos foliões e ao povo presente.

    Outra falha foi a eliminação da festa no espaço do Mercado Municipal no terceiro Sábado de cada mês – samba da melhor qualidade sem nenhum incidente. Só alegria e distração. Uma vez por mês/sem tumulto/Uma vez por mês/pela negritude/Uma vez por mês/pelo samba e pela vida. O mercado é ponto turístico, de visitação pública e vive de vender seus produtos. Novamente o órgão das questões afro-descendentes se omitiu e não colocou o tema em discussão. Como acontece com o bairro Patrimônio, o negro vai sendo sufucado e emparedado - ele chega antes e é obrigado a dar o lugar pra quem chega depois. A cidade perdeu uma oportunidade única. O bonde passou.

    Querelas pessoais tem dado o tom político na cidade de Uberlândia, na busca alucinada simplesmente pelo poder; e isso cega o adiante que é saber o que se vai fazer com o poder.

     



    postado por 29007 as 03:32:22 1 comentários




    segunda, 05 novembro, 2007
    UM DOS MAIS ADMIRADOS DO BRASIL

    DÉCIO FREIRE

    por José Amaral Neto, www.cql.com.br/jancom

    Estamos vivendo um momento interessante, o Governo arrecada mais, continua gastando mais e cada vez pior, e mesmo assim, segundo dados divulgados pelo articulista da revista EXAME, J. R. Guzzo, não existe geração de déficit. Ainda ele, o Brasil vai receber 6 bilhões de dolares de juros em remuneração das aplicações feitas com suas reservas internacionais que já somam mais de 160 bilhões de dolares; pelo menos por enquanto não existe crise no balanço de pagamentos.

    Numa avaliação bairrista pode se entender que o empresariado calculou certo e vem consolidando, (apesar da alta carga de impostos e da ausência de política clara e transparente para os setores da indústria, comércio e serviços) e mesmo que timidamente, um projeto a longo prazo para o Brasil.

    É interessante perceber que existem pessoas e empresas que acreditam na força positiva e propositiva do povo brasileiro.

    A cada ano anuários são lançados no mercado e dão conta do que se faz no Brasil de uma maneira análitica com foco em estratégia e pesquisa – tornam-se uma referência.

    O Análise Advocacia 2007, uma pubicação da Análise Editorial que tem como Presidente e Publisher Eduardo Oinegue, traz em seu segundo ano, Os mais Admirados do Direito. Nele se destacam 474 firmas. Foram observadas 12 especialidades do direito: ambiental, cível, comércio internacional, consumidor, contratos comerciais, infra-estrutura, operações financeiras, propriedade intelectual, societário, trabalhista, tributário e penal. Num total de 1.400 escritórios e 3.200 advogados citados.

    Uberlânida em Minas Gerais, figura no anuário 06 vezes.

    O destaque vai para o Décio Freire Associados, que mantém uma unidade na cidade e está entre os 10 maiores do Brasil. A unidade na cidade é comandada pelo advogado Rodrigo Lacerda.

    A importância de salientar essa informação é a de mostrar que a força de um país vai além de seus Governos e que homens e empresas podem empreender um universo de negócios saudável em favor das pessoas.

    Um escritório de advocacia dessa magnitude poderia muito bem manter um funcionário em ponte aerea permanentemente. Entretanto, observando a pujança da cidade preferiu estabelecer um vínculo maior, um investimento que por certo retornará com dividendos.

    A maneira como a ACIUB, o UCVB, o CDL e outras entidades e instituições vem credibilizando a cidade de Uberlândia com seus serviços, com certeza é um diferencial na hora de decidir por investir aqui.

    Construir uma idéia e fazê-la permanente é uma tarefa diária que somente a competência e a seriedade é capaz de realizar.

    Uma firma de advocacia avalia inúmeros aspectos operacionais, técnicos e estratégicos para fundar suas bases. É correto pensar que essas informações serão agregadas aos interesses de seus clientes em beneficio da cidade onde atua.

    Figurar entre as 10 maiores bancas do direito brasileiro requer folêgo empresarial, estrutura, representatividade, excelência na prestação de serviços jurídicos, e imagem positiva. Esse é o quilate da Décio Freire Associados.

    A Unidade Uberlândia do Décio Freire Associados, faz parte de uma equipe de mais de 200 advogados que patrocinam mais de 32 mil processos nas esferas judiciais e administrativas, e atuam em mais 230 empresas, nacionais e multinacionais, nas quais estão cinco das dez maiores do Brasil.

    Ainda tem gente que duvida que para ser parte da história recente do Brasil tem que passar por Uberlândia em Minas gerais.



    postado por 29007 as 10:47:50 0 comentários




    segunda, 15 outubro, 2007
    FAROLCOMUNITARIO E CONVOCAÇÃO PARA REUNIÃO

    Notícias e fotos da Festa de Nsra do Rosário e São Benedito em Uberlândia, Minas Gerais,

    acesse www.farolcomunitario.com.br

    CONVOCAÇÃO PARA RENUIÃO NESTA TERÇA, 16 de Outubro de 2007

    No próximo dia 16 de outubro
    na rua Carmo Gifoni, 444
    o MAIPO-Mov. de Articulação
    e Integração Popular
    estará realizando reunião
    do Movimento Negro com
    pauta única sobre a participação
    do negro na sucessão municipal
    e eleição de vereadores em 2008.
    O encontro será a partir das
    18 horas.
    Outras informações poderão ser
    obtidas através do telefone:
    9197.2150 - ou via e-mail.
    Atenciosamente.
    José Amaral Neto
    Presidente MOSACON-Mov.
    Social de Apoio à Comunidade Negra.


    postado por 29007 as 12:01:15 0 comentários




    sexta, 05 outubro, 2007
    LUIZ ALBERTO GARCIA

    CONHECER PESSOAS

    por José Amaral Neto, co-editor do site de notícias Farol Comunitário - www.cql.com.br/jancom

    A ACIUB é um celeiro de grandes empreendedores, de gente que faz e fez de Uberlândia em Minas Gerais uma cidade cosmopolita.

    No dia da Micro e Pequena Empresa, a Presidenta da Associação Comercial e Industrial de Uberlândia Rosalina Cardoso Vilela, comandou evento comemorativo junto a mais de 100 empresários, no auditório da FADE/CENEX/ACIUB.

    Com a presença de Dilson Dalpiaz, Secretário Municipal de Indústria, Comércio e Turismo, que falou sobre empreendedorismo o evento caminhava profissionalmente em sua realização.

    A apresentação dos resultados obtidos pelos grupos de trabalho formados dentro do programa EMPREENDER deram uma demonstração valorosa sobre o esforço que a ACIUB vem fazendo para garantir acesso ao desenvolvimento, e integração dos empresários da cidade.

    Pois bem, tudo ia muito bem até que o convidado especial chegou.

    Sempre discreto e muito simples na maneira de estar com as pessoas – de um carisma e de uma educação que merecem ser destacadas, o senhor Luiz Alberto Garcia foi saudado e chamado ao palco.

    Falar sobre o sucesso é tarefa herculea, pois peculiaridades existem. Falar do sucesso pessoal é mais inglório ainda porque sempre existe a falha na observância – coisa de ser humano.

    Entretanto para uma platéia ecletica e virtuosa, do alto de seus 70 anos de vida, Luiz Alberto garcia encantou a todos.

    Com pensamento poderoso e extremamente articulado, uma presença de espirito ímpar, esse cidadão do mundo exalou confiança nas pessoas.

    Descontraído e atencioso conseguiu dar forma e vez a toda curiosidade adivinda das perguntas dos presentes, exigidos a participarem.

    Um momento importante foi quando o homem por trás da ALGAR, disse que "trabalhando a criança, você esta trabalhando o homem (...)" e, "o sucesso esta em fazer aquilo que gosta – trabalhar naquilo que você gosta (...)". Nesse momento todos puderam perceber que este homem que figura na lista de personalidades da FORBES uma das maiores publicações do mundo, não chegou por acaso ao sucesso. Mas conheceu esse sucesso trabalhando muito.

    O homem que ajudou a colocar Uberlândia na vanguarda corporativa, que idealizou e ajuda a implementar o Projeto ALGAR 2100, completa 50 anos de serviços em Telecomunicações. É meio século de experiência acumulada e sabedoria adiquirida com disciplina e objetividade. E esse esforço é exemplo para o Brasil.

    As Micros e Pequenas Empresas podem vir a ser um grande negócio se observarem permanentemente como são percebidas pelo mercado, pelos cliente e pelos funcionários. Aliado a isso vale creditar interesse na sua cultura, ou seja, visualizar seu conjunto de crenças, símbolos e valores que dão estabilidade ao negócio. Uma culutura edificada sobre valores éticos, com responsabilidade socio-ambiental fornecerá ao empreendimento os pilares necessários para o sucesso e solidez do negócio.

    A ALGAR é um exemplo dessa linha de pensamento.

    Vale salientar a capacidade da Equipe/ACIUB comandanda por Rosalina Vilela em oferecer aos empresários a chance de congraçamento permanente e assim motivando interesses afins.

    Quando as pessoas crescem, a empresa cresce junto com elas.

    A ACIUB tem feito pessoas crescerem.

    Site de Notícias – www.farolcomunitario.com.br



    postado por 29007 as 01:43:01 18 comentários




    sexta, 28 setembro, 2007
    CAPITAL HUMANO

    por José Amaral Neto – www.cql.com.br/jancom

     

    Nunca te perguntam o que você representa, exigem no outro que este se manifeste e assim vêem em você um obstáculo quando postulante.

    A luta pela sobrevivência sempre é em duas frentes. Não só a que defende seu direito de respirar, para ganhar o almoço e pensar na janta de depois de amanhã, mas também na retaguarda, aquela que força os fracos a se darem bem com Y, W e B.

    É inegável que ainda hoje identifica-se no meio das pessoas, independentemente de cor ou religião o pensamento subserviente de ser escravo com prazer “sinsinhô”.

    Dá-se valor ao fato de estar nas hostes e na aba do poder e deixa escapulir a oportunidade de ser parte integrante dos ditames que regem o futuro e o dia-a-dia de cada um com as políticas que podem emergir da obervação de idéias e da ação dos valentes.

    Internalizada no âmago do espírito e da alma, essa é uma escravidão de caracteristica psicológica que vitimiza principalmente a população negra.

    E faz parecer que ainda não pode ser livre, e se esconde em encontros, congressos e sub-atividades culturais financiadas pelo poder da minoria em detrimento da educação e da saúde desses que ainda dizem “sinsinhô”. São hesitantes e vêem em seus pares rivalidade e nunca alcançam a parceria adequada ao mundo globalizado de hoje.

    Todos tem acesso a informação. Alegar desconhecimento é coisa de preguiçoso(a) – e isso acontece mesmo quando a posição é a favor.

    O comportamento ainda é aquele do “coloque-se no o seu lugar?”

    Conflitos e situações de tensão são oportunidades para se reavliar a questão em destaque. Por isso é sempre importante ampliar a visão

    do que se pensa para conquistar a atenção da assembléia; ou seja, daqueles que precisam ouvir antes de escutar.

    Acreditar nas pessoas. Conhecer as pessoas. O caminho a ser trilhado pelos conquistadores passa pelo constante aprimoramento de suas habilidades na conquista de suas batalhas. vencer é a palavra chave. Mas é preciso vencer com respaldo. Sem mortos.

    Obediência e solidariedade não devem ser traduzidos como sinônimos de subserviência.

    Todo ser humano tem capacidade intelectual e inteligência suficiente para seprar o joio do trigo.

    A capacidade profissional e de execução de cada um passa pela qualidade de seu líder.

    Exercer a liderança e buscar no seio de seus comandados a unidade de equipe e a difusão de um pensamento único é o grande desafio dessa década em favor dos menos favorecidos.

    Todas as ações dos senhores da casa grande são para minimizar a organização de quem vem das senzalas (favelas, bairros pobres, sindicatos, associações...). Neutralizando o acesso dessas pessoas através de achaques financeiros, pois a lei é a de que esses seres não valem mais do que R$ 10,00 (dez reais). Uma dose de pinga. Um “cigarro picado”. A compra de um remédio e por aí vai se estendendo os pífios beneficios a quem de direito merece viver melhor.

    Cada ser vivente percebe-se usado mas falta-lhe a liderança – o cara ou a mulher incorruptível. Aquele, ou aquela, ciente de que dessa vida só se leva a consciência.

    O sabor do dever cumprido sumiu dos paladares mais apuradores. Hoje a onda é bombar o valor de cada um. Tudo esta a venda.



    postado por 29007 as 06:43:21 0 comentários




    sábado, 22 setembro, 2007
    RESPEITO, AUTO-ESTIMA E INSTINTO

    NÉSCIO?

     

    por José Amaral Neto – www.cql.com.br/jancom

     

    Talvez. Como pode uma pessoa aprender a pescar se ninguém lhe mostra o caminho pra chegar ao rio?

    Pois é, é assim que poder público e privado confabulam para expropriar quem defende causa social, cultural e afins. Exige-se das pessoas a elaboração de projetos, mas jamais dão condições para que estes projetos cheguem ao papel.

    É fácil aniquilar a auto-estima de quem vive e faz a vez de ser povo. Se você quer – que pegue a vara e vá pescar.

    Qualquer um precisa entender que os mecanismos para se chegar ao dinheiro passa pela boa vontade de quem administra ele.  Acreditar que isso possa chegar em suas mãos porque você desenhou algumas letras em um papel chamando-o de projeto é tolice. Todo projeto é para muitos e para muitas coisas.

    Reclamar sem colocar a mão na massa é fácil. O importante e necessário é que cada um exija que tenha aporte administrativo na elaboração da idéia, na confecção adequada e na clareza do encaminhamento do documento.

    Muitas das vezes em que uma pessoa tem uma idéia ela quase sempre não possui recursos para desenvolvê-la.

    Observe que todos os projetos servem a algum interesse. O segredo é fazer essa gestação de interesses convergir.

    Políticos e Políticas são passageiros. As idéias não.

    No ano de 1957, no mês de setembro, portanto faz 50 anos, na cidade de Little Rock, no estado americano de Arkansas, aconteceu um dos primeiros grandes atos de luta contra a segregação racial.  A Suprema Corte dos Estados Unidos, havia acabado de declarar que escolas separadas para brancos e negros era ilegal.

    Nove jovens de posse desse decreto da Alta Corte de Justiça decidiram entrar numa escola para brancos e foram impedidos pela polícia enviada pelo governador do estado. O presidente da época General Eisenhower mandou tropas federais para Little Rock, para assegurar a entrada dos alunos. Em represália o governador fechou todas as escolas da cidade. No dia 25 de setembro de 2007, Bill Clinton, ex-presidente dos Estados Unidos, que foi governador desse estado décadas depois, estará lá para festejar essa data que representa um marco na luta contra o racismo.

    A lembrança desse episódio vem para salientar que é preciso arregaçar as mangas, buscar união de vontades, acreditar no próximo.

    Pense bem, até agora as coisas estão do jeito que sempre foram – é chegada a hora de transformar.  As regras são as mesmas, mas a forma de encará-las e faze-las executadas pode ser melhor e diferente.

    Olhe em volta e veja que os que gritam, os que falam como se donos da verdade fossem, os que reclamam sem parar, não fazem nada. Locupletam-se do espaço que se acham donos – não desocupam e nem permitem que outros tenham acesso.

    Todo mundo é capaz desde que tenha atitude.

    Faça alguma coisa. Deixa de falar e comece a trabalhar.

    Uma sala, um telefone, uma pessoa competente para digitar e ordenar as idéias rascunhadas e um outro individuo que vai assessorar entidades e associações para a sua regularização fiscal, contábil e administrativa, sem custo - Isso é muito pouco e pode salvar vidas.



    postado por 29007 as 01:12:43 1 comentários




    terça, 18 setembro, 2007
    O NEGRO E A SUCESSÃO MUNICIPAL 2008.

    RELEASE
    No próximo dia 27 de setembro de 2007, o
    MAIPO-Movimento de Articulação e
    Integração Popular em conjunto com as
    agremiações que formam o Movimento Negro
    Organizado do Triângulo Mineiro e Alto
    Paranaíba, com o apoio do
    MOSACON-Movimento Social de Apoio
    à Comunidade Negra, realizará um Simpósio
    "O Negro e a Sucessão Municipal 2008".
    A intenção dessa iniciativa é a de colaborar
    para a inserção objetiva, diretiva e direta da
    particpação do negro enquanto cidadão
    no processo político-eleitoral.
    Ser soldado é uma honra, mas é hora
    de se buscar uma patente - fazer parte
    do pelotão de elite. Contribuir com ação
    e perspectivas claras dos propósitos
    políticos que regem os destinos das cidades
    do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba.
    Um Brasil melhor começa nas cidades.
    Outras informações poderão ser obtidas na
    sede do MOSACON ou na sede do MAIPO.
    Ou por este endereço de e-mail
    em que segue o release, ou pelo telefone:
    (34) 9197.2150
    Atenciosamente.
    José Amaral Neto
    Membro do Colegiado de Coordenadores
    do MAIPO-Movimento de Articulação
    e Integração Popular
    Presidente do MOSACON-Movimento
    Social de Apoio à Comunidade Negra.


    postado por 29007 as 07:51:04 3 comentários




    quarta, 29 agosto, 2007
    NASCIMENTO POLÍTICO

    Todo saber político começa nas atividades dentro de casa. No jogo com a esposa. Nas delegações de tarefas e responsabilidades domésticas. Na administração dos interesses dos filhos ou dependentes. Na estratégia montada para a sobrevivência.

    Quando uma pessoa se dispõe a dedicar um tempo voluntariamente aos interesses da comunidade busca em si devolver sua experiência para quem dela precisa.

    Exercer a direção de uma entidade, de uma creche, de uma ong ou empresa, reflete o carater de comando e liderança do individuo.

    Muitos dirigentes de associaçoes de moradores vivem seu dever 24 horas por dia, sete dias por semana.

    A democracia é feita de pessoas que fazem política. É triste quando numa oportunidade alguns dizem: "Eu não gosto de politica. Eu não sei fazer política". Quando assim dizem já estão fazendo política, pois todo político nato busca atenção, e não perde a oportunidade em se mostrar ou alardear seu cabedal intelectual. Todo político é vestuto por natureza. Uns mais outros menos.

    A democracia se sustenta nas mãos daqueles que vindos do meio do povo possa representá-lo e a caixa de experiência passa pela eleição no grêmio da escola; pela eleição no diretório acadêmico da faculdade; pela eleição na associação de moradores e depois ....

    Pois é, é inegável que alguém que milita nas hostes populares queira emprestar seu nome para algum partido e assim ampliar a ação do seu trabalho. Conseguindo com isso a possibilidade mesmo que remota de ver suas idéias transformadas em realidade em favor da comunidade que se pretenda representar.

    Boa parte dos políticos hoje no poder estão aí a mais de 01 década. Isso é justo? Trabalho bom tem tempo de serviço prestado. Tem gente boa querendo entrar e merece ter espaço.

    Sem desmerecer quem exerce dignamente o seu mandato, é necessaário observar que uma cidade de quase 700.000 habitantes precisa respirar nova perspectiva politica.

    Uberlândia é uma cidade nacional que se dá ao luxo de esnobar um Wall-Mart; ou mesmo buscar uma base da Zona Franca sem os devidos ajustes fiscais e de acesso aduaneiro (a duplicação da BR050 ainda não chega aos extremos e internamente é uma lástima em termos de escoamento).

    É uma cidade onde o foco (graças ao governo estadual) educacional não é aprender, mas sair da escola com um diploma. Uberlândia é uma cidade onde as empresas gritam que não existe mão-de-obra qualificada – e essas mesmas reclamantes não buscam parcerias para qualificar essa dita mão-de-obra inexistente, fazendo com que os bons salários sejam pagos aos de fora. Aqui fica a turma dos R$ 380,00 por mês fora o desconto. Uma legião que engorda a periferia e faz a roda travar.

    O discurso precisa ser ampliado. Temos uma administração municipal preocupada com a cidade e trabalhando por ela.

    Temos inúmeras inciativas do poder público municipal vitoriosas no que diz respeito aos anseios do povo uberlandense.

    Entretanto, a cidade clama por inciativas privadas que realmente consolidem o que vem sendo feito. Parcerias. Quem se habilita?



    postado por 29007 as 03:10:23 1 comentários




    quarta, 08 agosto, 2007
    É SAUDÁVEL E BOM O SURGIMENTO DE NOVAS LIDERANÇAS

    ONG E PODER PÚBLICO 

    por José Amaral Neto, www.cql.com.br/jancom  

    Ir na contra-mão. Parece que alguns detentores de poder, que é temporário, vez e outra também resolvem investir no retrocesso.

    Boa parte das Organizações Não Governamentais são suporte real para que o Estado alcance um maior número de pessoas assistidas em suas ações.

    Enquanto o Instituto Unibanco patrocina um seminário aberto para debater e buscar esclarecimentos sobre a execução da Lei da Aprendizagem, alguns municípios querem estatizar suas ações já inviabilizadas pela alta carga tributária e limitações políticas carcomidas. E ainda coibi o agente empresarial, pois querem que ele legitime o ato se associando a esse ou aquele aspecto político.

    Hoje as Creches Comunitárias precisam se preparar para um novo tempo ampliando seus serviços de atendimento. São parceiras importantes – estão onde a população, o povo, entendeu que deveriam estar. Ao poder público cabe orientar e dar condições para que estas funcionem, e que seus gestores possam ter acesso a informações que contribuam para que consigam ampliar seus serviços de forma legal e consistente.

    A gerência publica não deve ser atemporal. Tem que ser presente num ato contínuo de preparar e melhorar a força de trabalho vinda da Comunidade, nas pessoas que se dispõe a gerir, administrar essas entidades.

    Para ajudar o povo é preciso ir além das barreiras políticas. Muitas ações poderiam ser ampliadas – principalmente se o entendimento fosse em favor da população e não em direção a pessoas ou interesses ad eternum politicamente falando.

    Muitas empresas têm direcionado suas atenções na recomposição florestal como um fator de responsabilidade socioambiental. Não seria o momento de essas mesmas empresas incorporarem a esse projeto o aspecto educacional (manutenção de escolas comunitárias – associadas a creches e outras entidades, com o apoio das administrações municipais) e assim realmente contribuírem para a eficácia do programa de reflorestamento junto ao surgimento de defensores com o mínimo de informação e esclarecimento sobre a importância dessas e de outras ações socioambientais junto a sua comunidade? E o veículo para isso não poderia ser a Escola?

    É claro que isso tem que ir além da distribuição de “livrinhos” para bibliotecas que não possuem bibliotecários e nem equipamentos adequados; ou doação de computador sem o aparato técnico e humano condizente o que se quer oferecer – que é o que muitas empresas fazem como fachada social de apoio a educação.

    Trechos de importante trabalho desenvolvido pela socióloga Simone de Loiola Ferreira aponta em proporcionalidade aos números apresentados uma Uberlândia tão mais violenta que a capital dos Estados Unidos, Washington, quando o assunto é adolescente infrator. Talvez isso explique os intermináveis achaques que tem ocorrido no “belo” prédio do CESEU.

    O trabalho precisa ser feito. Por quem quer realmente faze-lo.

    E é natural que dele nasçam novas lideranças e com isso comece a surgir uma oxigenação política. A vida é assim, uma constante mutação.



    postado por 29007 as 12:34:15 20 comentários




    quarta, 25 julho, 2007
    ESTADO DO TRIÂNGULO EM MINAS GERAIS

     

    Release preparado por JANCOM Agência da Informação.

    José Amaral Neto, (34) 9197.2150

    Irmãos Kehdi, Shirley Paes Leme e Uberlândia

    A cidade de Uberlândia ganha contornos de agilidade empresarial com a força com que Instituições/Entidades representam sua urbanidade.

    O Sindicato Rural, a ACIUB e o CDL estão vivendo um momento ímpar de sucesso e conquistas importantes através de suas diretorias e, da liderança de seus presidentes, repectivamente, Paulo Roberto, Rosalina e Celso.

    Talvez o mais apressado observe que falta o sobrenome dos nominados acima,  mas vale lembrar que esse artigo é sobre liderança e líderes.

    Essas três personalidades empresariais tem demonstrado folego na defesa dos interesses da cidade de Uberlândia e, sempre atentas ao Triângulo e Alto Paranaíba.

    Por trabalho e desenvoltura como estes fazem acontecer é que podemos vislumbrar a 37ª colocação de Uberlândia na pesquisa da FGV-Rio, publicada na Revista VOCÊ S.A., de julho 2007, num universo de 139 cidades pesquisadas, como uma das 100 melhores cidades para se fazer carreira.

    Isso só acontece porque aqui vem sendo desenvolvida ações que gerarão pólos de negócios.

    Soma-se a isso o destaque na midia nacional da artista plástica e escultora Shirley Paes Leme que inaugura exposição em São Paulo na Galeria Nara Roesler.

    E mais, a empresa Irmãos Kehdi, figura nas páginas da EXAME-PME de julho/agosto 2007, como destaque por desvendar os segredos das principais tecnologias a disposição no mercado. No espaço Melhores Práticas, através do trabalho coordenado por Eduardo Taufic, conseguiu aumentar em 40% a produtividade de seus vendedores.

    Porque mensurar essas informações. Somente para lembrar que Uberlândia é um universo empresarial vitorioso e consolidado.



    postado por 29007 as 02:04:40 0 comentários




    domingo, 22 julho, 2007
    APEAR DO PODER - O QUE É LIDERANÇA?

    APEAR DO PODER. O QUE É LIDERANÇA?

    por José Amaral Neto,  jancom21@yahoo.com.br

     

     

    No jardim de infância, a primeira experiência “extra-lar” de uma criança, todas se identificam com o professor de educação física e a professora de todas as novas idéias ali ensinadas.

    As crianças seguem cegamente o que a tia e o tio ensinam. Até tempos não tão distantes alguns alunos tinham na mente viva a imagem do zeloso instrutor e da carinhosa educadora.

    Hoje os alunos mal sabem quem são seus professores no dia-a-dia e os mestres não estão muito preocupados com isso.

    Antes de buscar alternativas à melhoria de ensino é preciso saber de quem esta ensinando e, daqueles que almejam ensinar, se querem mesmo oficiar a arte de educar.

    Educar é liderar. Seja na empresa, em casa, na escola, ou em um hospital. A liderança nasce de uma boa educação formal.

    Quando alguém estipula metas, dogmas ou fornece informações pré-definidas, dá inicio ao arranjo de educar para servir numa sociedade que exige dos seus um mínimo de zelo pelo conhecimento.

    Cada professora, e professor, devem entender que ele(a) precisa querer liderar. O grupo de alunos na sua ânsia de estar fora da escola quer ouvir algo mais que o faça estar na sala de aula, e isso só pode vir de um líder que ame o que faz e tenha espírito empreendedor.

    A professora Ana Lúcia, nos anos de 1980, na Escola Municipal Boa Vista, em Uberaba, estado de Minas Gerais, percebendo que seus alunos tinham potencial, mas não davam muita bola para suas aulas de história, incentivou a classe a transformar os períodos históricos em peças de teatro que foram encenadas com estardalhaço. Com foco na orientação curricular e um pé na diversão, ela conseguiu fazer com que seus alunos, se lembrem dela até hoje. Ela liderou uma turma de adolescentes que teria tudo pra interromper seu ciclo educacional e os guiou para novas perspectivas.

    Tudo posto acima tem haver com os acontecimentos que assombram o Brasil nos últimos 14 meses. De escândalos em escândalos, acidentes nas estradas e aéreos, o país tenta encontrar uma liderança que consiga apresentar iniciativas que possam colaborar na busca por uma luz no fim do túnel que separa a impunidade dos pobres mortais assalariados.

    Entretanto é preciso alertar que a barbárie começa e termina no legislativo que não legisla. A obrigação mister do legislador é a de fiscalizar o executivo. Se houvessem lideranças ímpares atuando na esfera municipal, estadual e na câmara e senado federal, por certo os desmandos não ficaram sem punição.

    Ninguém se lembra em quem votou ou porque votou. Ninguém sabe como falar com seu congressista; ou seu vereador e muito menos com o distante deputado estadual.

    A assembléia legislativa de Minas Gerais é um assombro de 77 herdeiros. Quer seja de padrinhos ou feudo de pai para filho, quando não de irmão para irmão. Boa parte das câmaras do interior de Minas Gerais é formada por pessoas que estão vereadores pra fazer um pé-de-meia, nas palavras de alguns deles – zelar pela cidadania; representar o povo; fiscalizar o executivo? . . . O que é isso? É de comer?

    Deputados e outros laureados da política nacional ficaram de luto pelo que aconteceu nesse último e fatídico acidente aéreo, mas não se viu viva alma interpelar de forma enérgica a empresa em questão, e muito menos cobrar a prontidão do congresso nacional junto aos órgãos federais para uma explicação urgente.

    Onde estão os planejadores de projetos futuros para eventos como este? Que turma é essa que não consegue pensar nas vitimas. Ou melhor, como é que não conseguem pensar nos eleitores que ficaram vivos.

    A maioria desses legisladores esta no poder a pelo menos 20 anos, e isso se aplica nos municípios, estado e federação. Esta na hora de o povo mudar essa história e começar a se aproximar do seu vereador, do seu deputado estadual e do seu senador, e também do seu deputado federal, para que eles realmente exerçam a sua função de legisladores.

    Jogo de futebol é lindo. E os desmandos do executivo continuam. Pois não existe fiscalização. Os legisladores estão sempre ocupados em oferecer ao povo pão e circo.

    Tanto numa empresa, como em qualquer instituição pública ou privada, liderar é estar à frente com caminhos cheios de soluções tangíveis e ações eficazes na conquista de melhor qualidade de vida, dignidade, e cidadania.

    O voto é algo caro ao eleitor, pois se assina um cheque em branco para alguém que se vende como sabonete. Ou talvez o pai tenha lhe deixado o legado. Política não pode ser isso. Política é agregar valor moral, ético e de responsabilidade social em favor do bairro onde você mora, da sua cidade, do seu estado e do seu país.

    Queira saber e cobra dos legisladores que você ajudou a eleger responsabilidade na fiscalização dos atos do executivo com respostas claras e objetivas.

    Buracos nas estradas? Rodovias de qualidade e com asfalto de verdade? Pode acreditar, se o seu deputado federal e o seu senador realmente quiserem fazem valer a “pseudo-liderança” que possuem para resolver a questão, por certo com seus discursos, debates e a presença deles nas mais diversas comissões que eles criam vão dar em alguma coisa. Não basta anunciar, é preciso ter começo, meio e fim. Já faz quase 20 anos que verbas são liberadas para a duplicação da BR050 e nada acontece de maneira real – é tudo virtual. Com muito out door e press release e pouco trabalho.

    Os portos brasileiros estão sucateados há décadas e os nobres representantes do povo se calam quando ganham um cargo para si ou seus apadrinhados.

    A empresa que cuida dos “céus do Brasil”, nunca promoveu mudanças em seu regimento interno que colocasse de verdade os serviços prestados aos seus clientes – o povo – em primeiro lugar. Cabe perguntar – quem ganha com essa bagunça?

    A liderança é inerente às pessoas que amam o que fazem e são solitárias em suas batalhas – solitárias não em seguidores – mas em implementadores de suas soluções.

    O panorama precisa ser mudado e é preciso começar a acreditar que somente com uma mudança severa e inteligente de comando nas casas legislativas é que o povo assim representado de verdade poderá vislumbrar um país mais igualitário.

    Votar é algo sério e importante. Pois legitima a democracia, a pluralidade de idéias e a consolidação do exercício de ser cidadão.

    Quem esta no poder precisa querer liderar, e isso se aprende no jardim de infância – Você se lembra do nome da sua professora do pré? Pois é, como é que você pode querer cobrar algo de alguém que você elegeu e nem sabe seu nome ou telefone do seu gabinete?

    José Amaral Neto, Uberlândia-MG, jancom21@yahoo.com.br

     

     



    postado por 29007 as 06:13:50 22 comentários




    quinta, 19 julho, 2007
    CONVITE

    As agremiações do movimento negro, entidades, clubes de serviços, e instituições sem fins lucrativos que assumem a tarefa de zelar pela defesa da cidadania vão se reunir no dia 27 de julho, às 19 horas.

    Em pauta:  (1) a criação da Fundação SOS Racismo; (2) a construção de um documento que amplie o debate sobre a favelização das cidades da região do Triângulo a partir da instalação das usinas beneficiadoras de cana-de-açucar - suas consequência e possíveis alternativas; e (3) o cidadão como ator político na defesa de sua cidadania.

    Informações e Confirmação de Presença

    pelo e-mail: maipo.movimentosocial@gmail.com

    Release preparado por JANCOM Agência da Informação - jancom21@yahoo.com.br  



    postado por 29007 as 10:59:25 0 comentários




    segunda, 02 julho, 2007
    ADMINISTRANDO

    por José Amaral Neto, www.cql.com.br/jancom - (34) 9197.2150

    A necessidade de estar sempre em sintonia com a realidade global apresenta uma questão: o que é administração? 
    Administrar requer precisão na direção de seus recursos humanos focado em resultados somados ao bem-estar na execução das tarefas; administrar também deve alcançar a competência financeira e material das empresas em unidades organizadas, dinâmicas e capazes de definir com clareza os rumos que se quer seguir num ambiente universal e globalizado. Entender o homem e a essência da planta empresarial é colocar a vida em primeiro lugar.
    O administrador de hoje é a pessoa que trabalha com ferramentas que possam traçar diretrizes para o desenvolvimento de negócios que reforcem a posição competitiva da empresa. A concorrência cria parâmetros, organiza o mercado.
    A empresa de 55 anos que é dona do serviço cessionário de energia em Minas Gerais quer onerar o cidadão com mais um aumento que pode chegar, se for autorizado pelo Chefe do estado, a quase 22%.
    De acordo com informações de um deputado da bancada mineira na câmara federal, isso contemplaria 100% de aumento na tarifa nos últimos meses com uma inflação que não chegou a 30% no mesmo período.
    Aonde é investido o lucro dessa empresa? Nos últimos 05 anos Uberlândia inaugurou uma única escola estadual.
    Boa parte das usinas hidrelétricas recentemente construidas, e as que estão em projeto ou em construção tem parceiros da iniciativa privada. Algumas são totalmente privadas.
    ATENÇÃO: é mais uma bandeira política que pode ser hasteada e novamente cegar o eleitor. Um exemplo ainda no seu frescor é o incêndio que foi identificado e caminha para virar taxa na calada da noite. Ou será do dia, na hora de votar.
    Segundo observação inteligente de Delfin Neto (Folha, 27/06/2007): “ ...Os governos são passageiros, não são proprietários do Estado. (...) O estado que é permanente, não tem problemas. Os problemas são dos governos eleitos para resolvê-los e, (...) Quanto mais problemas e mais competência para resolvê-los, tanto mais rápido o desenvolvimento com qualidade.
    Pode-se acreditar e creditar que em 2008 os eleitores brasileiros terão chances de colocar a casa em ordem; e muito além de CARAS, RG e discursos emblemáticos, que os bons projetos sejam alçados à execução de fato.
    Nos últimos dias, Uberlândia realizou sua tradicional Feira da Indústia. Importante evento que coloca não só a cidade, mas a região do Triângulo e Alto Paranaíba em destaque no mundo empresarial brasileiro. Uma festa de misses em Divinópolis ceifou a presença de algumas autoridades em sua abertura. Nada demais não fosse a importância do evento para quase três milhões de “quase mineiros”.
    Minas Avança, bonita de se ver. Só de ver.



    postado por 29007 as 01:51:00 0 comentários




    sexta, 29 junho, 2007
    CHAMEGO BAR A NOVIDADE DA HORA

    release preparado por JANCOM Agência da Informação - (34) 9197.2150    www.cql.com.br/jancom

    ARTUR QUEIROZ é um empresário do Brasil e do Mundo que escolheu Uberlândia a 04 anos para ampliar seus investimentos comerciais.

    Seu empreendedorismo, somado a competência profissional de Joe Chocolate, seu diretor de marketing, e Principe Willian o gênio DJ do som e espetáculo, vai tornar realidade o CHAMEGO BAR.

    Não um bar qualquer. Mas um lugar cheio de possibilidades românticas que vão fazer da noite de qualquer pessoa de bom gosto e inteligente - um acontecimento.

    Agende-se: 05 de julho de 2007 - Grande Noite para Convidados Especiais - Apresentação Privada à Sociedade Uberlandese.

    Dia 13 de julho - Show com o cantor WANDO.

    Informações podem ser obtidas:           (34) 3226.3873    chamegobar@terra.com.br



    postado por 29007 as 01:01:56 0 comentários




    terça, 12 junho, 2007
    MARIA ISABEL SOLDI

    Conhecer pessoas é algo abençoado.

    Belinha Soldi é a coordenadora do Instituto Divina Alquimia. Uma pessoa maravilhosa.

    Mulher bem informada. Culta. Mulher a frente de seu tempo com folga.

    No mês de julho ( mês 07 ), nos dias 13,14 e 15, ela estará proporcionando à interessados a oportunidade de dividir sua inteligência e luminescência no Curso de Terapia dos Florais.

    Não é um curso qualquer - ou outro curso mistico. Ela consegue ir além em virtude

    dos seus conhecimentos de vida; como musicista, terapeuta holistica e de espiritualidade.

    O curso tem um custo de investimento - e parte desse investimento irá custear as obras

    da ACIM-Ação Pela Cidadania Mundial ( www.acimundi.org.br ).

    Você pode ampliar consideravelmente o seu poder pessoal.

    Informe-se pelos telefones: (034) 3231.2895 ( das 14 às 18 horas)

                                              (034) 3217.1293 / 3237.1422

    Mude a sua vida. Faça a sua parte.

    Release preparado por

    JANCOM Agência da Informação

    www.cql.com.br/jancom  -  (034) 9197.2150



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    segunda, 11 junho, 2007
    Cota McLaren

    A Revista Veja vem sistematicamente tentando descontruir o debate em torno das questões que são importantes para a consolidadção da inserção social do negro brasileiro.

    Não se pode falar em igualdade se ainda é encontrada resistência ao debate e ao aceite das idéias divergentes. É preciso entender que a solidez das questões só alcança flexibilidade se houver um aprofundamento dos argumentos.

    Ao negro é sempre oferecida a máxima "coloque-se no seu lugar". Observe que quando o assunto é para elencar possibilidades, diz-se que é preciso pensar no todo - mas em momento algum o negro faz parte desse todo, pois existe muito mais pessoas cuja a pele tem matiz mais clara em situação adversa. A diferença é que a ancestralidade negreira nunca viu nenhuma política que a incluisse como parte social e econômica da vida brasileira.

    Não adianta vir com discurso de que todos são tratados igualmente quando ainda se pode ver a ausência de personalidades negras em destaque na midia; e mais triste ainda é ver negros que se vendem barato com a desculpa de que precisam ocupar espaço e são sempre motoristas ou empregados domésticos esteriotipados.

    Quando um negro argumenta esta sendo intransigente. Quando outra pessoa de pele mais clara fala, ela é pró-ativa, articulada, bem informada.

    Quando um negro defende o assunto COTA é taxado de sectário, mas quando uma pessoa de pele mais clara exige que seus pares tenham acesso ao PAIES isso é universalizar. 

    O negro Lewis Hamilton da McLaren tornou-se o primeiro negro a ganhar uma corrida de formula 01 - é o prmeiro negro a estar na frente em pontuação como líder e foi o primeiro negro a ocupar assento nesse seletíssimo grupo. Será que se ele não fizesse parte da COTA McLaren do poderoso Ron Denis, mesmo sendo competitivo, disciplinado e tal, ele teria tido acesso a esse  mundo dos muito rico?

    Para melar o assunto - outras miniorias também começaram a exigir espaço por cotas nas universidades públicas brasileiras - novamente os negros são obrigados a dar espaço a outros e assim são relegados a segundo plano. O assunto é sério e de necessário debate permanente. 

    As marcas da escravidão sofrida pelos negros está na ausência clara da participação de seus descentes que lhes permita inteferir para que a sua inclusão social e econômica seja efetiva. É também importante que os negros afetados por essa discussão comecem a reordenar suas perspectivas politicas e definam o que querem para o futuro.

    A Universidade de Brasilia agiu corretamente - Não é porque são gemeos univitelinos que os garotos tenham a mesma intensidade negreira - e é essa circunspecção que faz do sistema de cota uma oportunidade para levantarmos a discussão.

    É preciso esclarecer sempre, que realmente o sistema de cotas não é, e nem nunca foi a única solução salvadora da comunidade negra na sua luta por igualdade e respeito.

    O lance principal é o de chamar a atenção das pessoas para o regime de exceção que impera com relação ao negro em tudo. Basta um negro se pronunciar para que as portas se fechem. Negro bom é negro calado e trabalhando - assim, ainda pensa o Brasil, e alguns negros, infelizmente. 

    www.cql.com.br/jancom - (34) 9197.2150



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    terça, 05 junho, 2007
    AGRADECIMENTO

    Nesta terça-feira, 05 de junho, a JANCOM Agência da Informação, teve a grata satisfação de ser parceira de um evento em favor da humanidade. Um ato único; simples, mas objetivo em favor da vida. Mudas de árvore foram doadas  à comunidade de Uberlândia voluntariamente, por iniciativa particular, com o apoio de escola municipal e escola particular, atitude empreendida pelo dinâmico engenheiro agrônomo Julio Cesar Ramos Pereira Filho com o seu Projeto "Mundo Mais Verde". 

    A vida nos ensina a certeza de que quando cada um faz a sua parte o coletivo ganha.

    A oportunidade me oferece a chance de agradecer a você que fez desse eco algo mais.

    Muito Obrigado pelo seu apoio. Durante todo esse ano o trabalho em favor do Meio Ambiente, da Ecologia e da Educação Ambiental vai continuar.



    postado por 29007 as 08:34:56 2 comentários




    segunda, 04 junho, 2007
    Cada Um Fazendo A Sua Parte

    Release preparado por JANCOM Agência da Informação
    (34)  9197.2150
    COMEMORAR UMA DATA
    Neste dia 05 de junho muitas serão as pessoas e empresas envolvidas nas comemorações do dia mundial do meio ambiente.
    O diferencial em fazer um bom trabalho está centrado nas ações empreendedoras e originais.
    É por isso que vale ressaltar e destacar o fato relatado aqui: "o  engenheiro agrônomo Julio Cesar Ramos Pereira Filho está fazendo a sua parte pela preservação ambiental. No próximo Dia Mundial do Meio-Ambiente ele lança o - 1º Projeto Mundo Mais Verde Du Pont. Cartilhas, cartazes e outdoor vão lembrar a população sobre a importância de ações ambientalmente corretas objetivando garantir Qualidade de Vida para as futuras gerações. Questões como o aquecimento global, coleta seletiva, desmatamento e queimadas estão nos cartazes que serão distribuídos. O projeto inclui o trabalho de conscientização além do plantio de árvores nativas com alunos de uma escola particular e uma municipal . Esse trabalho apesar de levar em sua chancela um nome com o peso de uma DU PONT - é uma ação individual de alcance coletivo". O evento acontece dia 5 de junho de 2007 às 14 horas na Av. Seme Simão esquina com Rua Iraque - Bairro Laranjeiras.
    Em anexo segue material de divulgação.
    --
    José Amaral Neto, jornalista
    www.cql.com.br/jancom   -  (34) 9197.2150



    postado por 29007 as 12:52:04 21 comentários




    terça, 22 maio, 2007
    É bom ser doente. É legal ser analfabeto.

    É bom ser doente. É legal ser analfabeto.

     

    por José Amaral Neto, www.cql.com.br/jancom

     

    Todos os dias deputados estaduais e federais ocupam a tribuna para falarem sobre as mazelas do ensino e da saúde gargalos de dinheiro público.

    É triste perceber que o povo vota em médico e donos de escola para serem deputados e os mesmos não conseguem empreender um debate de nível sobre soluções para esses dois temas tão caros à população.

    A CEMIG empresa geradora, vendedora, transmissora e dona de outras empresas, não investe em programas para essas duas áreas. Investimentos sérios tipo construir e manter hospitais nas regiões onde ela constrói suas usinas, linhas de transmissão e outras interferências ambientais. Escolas, não prédios, mas acesso a outros mecanismos de alcance aberto como envolvimento da comunidade adulta, e esta sendo espelho. Projetos voltados para o homem que educa a criança e o adolescente. São 55 anos de muito lucro e distribuição de livrinhos aqui e acolá.

    A propalada nova vida do ICMS empreendida pelo estado de Minas Gerais ainda não surtiu o efeito esperado. Entendendo-se que existe uma cadeia econômica deveria ser perceptível a diminuição por cascata do valor de serviços e produtos em seus preços – entretanto o arroz tipo 1 ( ou você gosta de cozinhar o tipo 2, 3, . . .? ) ainda custa sete reais o pacote de cinco quilos em promoção. E a energia elétrica é uma das mais caras do país. O álcool que você coloca no seu carro poderia ser bem mais barato. Fora a bi-tributação; observe o seu talão de energia elétrica. A COPASA esta em bolsa. O seu lucro . . .

    As usinas que serão instaladas em Minas Gerais vão vir sem nenhum incentivo fiscal relevante. Por que escolheram este estado se São Paulo, Goiás e outros membros da Federação poderiam oferecer bem mais em termos tributários? Os empregos tão alardeados são sazonais – obedecem ao período de safra e, os trabalhadores que não conseguirem voltar para casa vão formar novas favelas, pois o salário médio desses pais de família não vai passar de R$ 380,00 por mês.

    Quem vai pagar a conta?

    As mensagens desse artigo não são subliminares é preciso acordar para o desenvolvimento por densidade, ou seja, perceber o local – desenvolver localmente.

    Qual hospital novo foi construído em Minas Gerais nesses últimos 05 anos? Existe sim investimento em saúde, mas sempre para cobrir rombos ou atos de corrupção e má gestão. Nunca se investe em qualidade de equipamentos ou preocupa-se, além de palavras e intenção, em oferecer atendimento com dignidade aos usuários dos serviços em saúde.

    É oportuno começar a pensar em PPP´s para o setor da saúde e da educação. A dos outros setores já autorizados ainda nem saíram do papel, mas  . . .

    Nessas duas áreas existe “um numero político” de pessoas atuando no setor administrativo e pouco trabalhador técnico, que sejam médicos e educadores especialistas, com DR de verdade e válido.

    São repassados recursos por emendas parlamentares e boas intenções e os resultados são peças publicitárias maravilhosas que mostram um mundo a parte.

    Minas Gerais está aquém, seus números estão iguais a alguns estados do nordeste – os estados do sudeste a 10 anos estão estagnados economicamente e os do sul enfrentam uma crise de divida interna estratosférica.

    Num cenário assim, o mais atento e esperto tornar-se o líder e um oásis no meio do caos.

    As microrregiões precisam ser acionadas a partir de suas associações a darem visibilidade aos seus atores locais na construção de uma identidade social recuperando assim o aspecto original do desenvolvimento local. Esse desenvolvimento local é a região do seu bairro; mas pode ser também as cidades que se avizinham da sua.

    Para que ocorra o nascimento do desenvolvimento local é preciso envolver articulação entre organismos da sociedade civil e do governo na transformação de espaços plurais. Não basta ouvir queixas e projetos de solução – é necessário querer agir e fazer valer a edificação de capacidades socioinstitucionais.

    A vida das pessoas e a atuação política passam pelo movimento das alianças e isso ultrapassa o plano de interesses pessoais ou de grupos e alcança o sentido do público e do comum.

    O escritor Graciliano Ramos tem uma frase exemplar para o momento brasileiro: “é muito fácil livrar-se de todas as nossas responsabilidades. Difícil é escapar das conseqüências por se ter livrado delas.”.

    Governar é acreditar no voto e naqueles que lhe deram esse voto de confiança.

    Governar é perceber que o município é a raiz do sucesso de um país.

    Governar é entender sua gente e dela fazer parte, não como ungido, mas como pessoa do povo que pensa igual ao povo e não tem medo de fazer o que esse povo precisa pra viver melhor.

    Se 04 anos são insuficientes pra fazer um bom trabalho então nem é bom colocar seu nome a disposição. Essa incapacidade delata sua incompetência para agir com o suficiente. Assim são os políticos atualmente.

    Ninguém tem projeto. Ninguém pensa nas pessoas. Pensa sim, no seu legado, como se isso você dar saúde e educação para aqueles que delas precisam.

    Precisamos imaginar um sistema político onde quem ocupa uma função publica deve dedicar-se exclusivamente a ela. E por igual período deve se ausentar de qualquer outra e só depois voltar a candidatar-se. Isso daria oxigênio e sangue sempre novo na construção de um grande país.

    Os profissionais da política sempre mostraram a ineficiência de sua pseudo-experiência.

    Os cidadãos de cada município brasileiro estão com a oportunidade batendo na sua porta.



    postado por 29007 as 12:47:15 0 comentários




    terça, 15 maio, 2007
    Uberlândia É Assunto Nacional

    Uberlândia Para Uberlândia

    por José Amaral Neto, www.cql.com.br/jancom

    O grande fotografo Tarcisio Cerqueira sabe encontrar um bom café expresso. O Carlos, gerente da Revistaria Santos Camargo é um gentleman.

    Cada individuo é cliente de si mesmo. É necessário se convencer de querer atender bem, ou vender, ou mesmo compartilhar uma opinião com outra pessoa.

    O mundo hoje gravita sob a força dos call centers que inundam com uma verborragia da não resolução, "do estarei encaminhando", sem nunca obter resposta satisfatória.

    Ser pessoa faz a diferença. É preciso entender que as diferenças tramam a igualdade e as relações buscam apoio nesse flerte. Respeitar o outro requer astúcia e atenção para poder estar nesse ambiente mutuo.

    Ouvir boas palavras faz o cliente comprador escutar o cliente vendedor. Mirabolâncias de marketing não valem mais que o respeito a diversidade de idéias, e mesmo ao fosso critico da indiferença. É preciso conhecer pessoas e aceitá-las. A casa Terra é de todos, não existe outro lugar para ir. Conviver e co-habitar é essencial.

    Sabedor disso, o promissor administrador de empresas Wilson Junior, aparece a cores nas páginas da revista de circulação nacional "Próxima Viagem" - no espaço GlobeTrotters/As histórias dos viajantes muito especiais - dividindo holofotes com o paulista Laurence Wahba - aquele das matérias do Fantástico sobre o fundo do mar e outras curiosidades.

    O escritor Wilson Junior, viajante experiente, já passeou por 90 paises e em todos os lugares ressalta sua raiz mineira e, principalmente uberlandense.

    A cidade de Uberlândia, destaque de 02 páginas na revista Próxima Viagem do mês de maio/2007-edição 91 - sob a batuta de Wilson Junior vem somar ao maravilhoso trabalho de resultados de Marise Carrijo e a equipe do UCVB que tem na presidência o competente Ricardo Attiê, a consolidação de que a cidade é Cosmopolita. Quando citada, Uberlândia é sempre destaque, pois seus filhos são personagens de fatos importantes para o Brasil.

    Saber Viver, Saber Viajar - esse é o lema da publicação da editora Peixe. E pode muito bem o ser de Wilson Junior, um viajante que sabe vivenciar suas experiências e o principal, sabe dividi-las com quem busca nele referências.

    A jornalista Bárbara Raffaeli, traduziu o segredo de muito bem viajar e gastar pouco de Wilson Junior em 04 passos especialíssimos. As fotos, as idéias e o cortejo de viagem nessa matéria transportam o leitor à possibilidades de momentos inesquecíveis.

    Ser cliente de você mesmo faz toda a diferença para o outro também seu cliente.

    Uberlândia, vanguardista - cidade viva e presente em todos os cantos do Brasil e do Mundo. É só olhar e confirmar.



    postado por 29007 as 07:26:40 139 comentários




    quinta, 10 maio, 2007
    RESGATE E RESPONSABILIDADE

    RESGATE E RESPONSABILIDADE

    por José Amaral Neto, www.cql.com.br/jancom

    O dia 10 de maio deste ano de 2007 já é parte da história da cidade de Uberlândia, em Minas gerais. Alcançou-se nessa data uma nova maneira de se lembrar do fatídico 13 de maio. Salientar essa informação vai de encontro ao ato do Legislativo local em abrir de maneira clara e objetiva espaço para que lideranças negras pudessem expressar a sua opinião sem folclore, estereotipo ou segregação.

    O Vereador Hélio Ferraz, o Baiano, Presidente da Casa, autor da iniciativa, acertou. Com elegância e deferência reverenciou a importância política das ações da Comunidade Negra.  Aproveitando a oportunidade para apresentar um outro lado da luta da população negra – o do debate; o da ação política.

    Com inteligência e argumento conduziu a sessão de maneira que as formas, sugestões e contribuições pudessem ser ouvidas e uma delas, sobre as cotas, encontrou em seu discurso, a confirmação de que a Câmara de Vereadores de Uberlândia irá realizar em breve uma audiência pública sobre o tema para contribuir com esclarecimentos e informações à necessidade de se instituir esse mecanismo de acesso sócio-educacional.

    Vemos o Legislativo de mãos dadas com as agremiações que formam o Movimento Negro e o Executivo Municipal cada vez mais distante.

    Uma lei de 1998 que versa sobre a implantação do SOS Racismo até o presente momento não encontrou seu lugar dentro da Coordenadoria Afro Racial para ser executada. O instrumento jurídico foi ativado 30 dias atrás e até agora não foi apresentada nenhuma proposta para discussão junto ás agremiações que formam o Movimento Negro.

    O perigo ronda a proposta uma vez que nem para a escolha do signatário jurídico a Comunidade Negra foi consultada. Como exigir profissionalismo dessas agremiações se a sua representação é sempre negligenciada.

    A Secretaria Municipal de Saúde nunca apresentou a equipe e o resultado de trabalho sobre em que situação esta a erradicação da anemia falciforme em Uberlândia.  Um oficio enviado pelas agremiações do Movimento Negro que solicitava uma audiência ao então secretário Dr. André, nunca foi respondido. A mesma falta de atenção (oficio também protocolado) a uma resposta, também fez com que a Secretaria Municipal de Educação esquecesse de se apresentar ao Movimento Negro com a sua proposta sobre a execução e procedimentos de implementação da Lei Federal 10639/03 nas Escolas Municipais. As escolas estaduais e particulares então, . . . nenhum pronunciamento.

    A legitimidade da COAFRO pode começar a ser contestada. Esse órgão já é parte de uma estrutura a qual não deveria estar ligado que é a Secretaria Municipal de Cultura. A Pasta Afro nasceu para dar sustentação a iniciativas de execução de políticas públicas e ações afirmativas em favor da população negra.

    Congado e Samba é cultura. É tarefa político-institucional. Inclusão social é tarefa para parceiros e merece status administrativo com foco político-estrutural.

    Começa-se a perceber que existe uma movimentação junto aos grupos que formam a Comunidade Negra em favor de uma mobilização permanente que torne visível a sua insatisfação quanto à implantação excludente do SOS Racismo que da forma como vem sendo apresentado não soma e nem representa nada.

    É preciso abrir uma rodada de negociações sobre o papel que a COAFRO tem nessa administração municipal e de que maneira ela pode exercitar a sua competência junto aos seus clientes – o povo negro. cidadãs e cidadãos uberlandenses.

    O atual coordenador da COAFRO esta demissionário. Será que as agremiações que formam o Movimento Negro Organizado de Uberlândia, vão ser chamadas a dar opinião sobre o futuro mandatário dessa instituição?

    Quanto mais houver a ação “desconstrutora” em desfavor das agremiações que formam o Movimento Negro Organizado de Uberlândia, mas se irá perpetuar esse cisma desnecessário. É fato que a política uberlandense passa pelo crivo de importantes lideranças que indiferentes a sua cor também representam um grande número de pessoas que votam. Cidadãs e cidadãos uberlandenses.



    postado por 29007 as 12:19:58 2 comentários




    quinta, 03 maio, 2007
    Pensar a Cidade. Por Um Brasil Grande.

    Tentando Entender

     

    por José Amaral Neto, www.cql.com.br/jancom

     

    O Brasil é um país de grandes escritores, pesquisadores, pensadores, estetas, pessoas que amam essa terra e sabem que dela sempre brotam frutos.

    Até o século 18 o Brasil era 12 vezes maior que os Estados Unidos. E tinha tudo isso sem que a Elite trabalhasse e num mar de analfabetos que constituíam assustadores 95% da população.

    A mobilidade social que caracteriza a força motriz dessa nação faz dela uma incógnita e produz a ambigüidade de sua sociedade.

    O que mata a condição de gigante desenvolvimentista do Brasil é a forte exclusão social peremptoriamente construída todos os dias junto àqueles que têm privilégios em detrimento de outros que não conseguem colocar comida na mesa e, serve de massa constituída para encher prisões e dar uma resposta remendada a essa sociedade colonizada, uma Elite que considera seu povo algo invisível ocupando espaço desnecessário.

    A capacidade democrática dos indivíduos brasileiros faz brotar esperança. E essa violência que aí esta instalada tem sua raiz na estrutura excludente alimentada por uma Elite incapaz de formatar políticas publica reais.

    Uma nova turbina é acionada na região do triângulo Mineiro. Já são 12 usinas hidroelétricas somente nessa região. Quase 11 MW  de potência que podem salvar a tempo e hora, problemas de ordem energética até o Rio Grande do Sul.

    Não há que se buscar idéias fora. É preciso ampliar o debate sobre o que se quer do futuro em termos de Meio Ambiente e o quanto cada município vai ganhar com a exploração de seus recursos. Uma outra questão: além de livros doados sem apoio ao processo de aprendizado para se querer ler – em que as empresas administradoras dos consórcios proprietários dessa energia toda produzida no Triângulo Mineiro vão contribuir para a integração das comunidades atingidas? Pode-se pensar num trabalho de inclusão social . . .

    Jorge Caldeira, ao lado de Fernando Moraes e Ruy Castro, formam uma tríade importante do universo de escritores/pesquisadores, sendo ainda os três, experientes jornalistas que passaram por grandes veículos de comunicação nacional. A citação vale para dois livros de Jorge Caldeira, Mauá Empresário do Império ( formou uma fortuna que hoje valeria US$ 60bilhões de dólares -  com 18 empresas em diversos países do mundo ) e O Banqueiro do Sertão que conta a história do Padre Pompeu de Sant´Ana do Parnaíba em São Paulo que enriqueceu e tornou-se banqueiro numa época em que a cidade mais próxima de São Paulo era Buenos Aires na Argentina. Esses dois livros explicam o Brasil e seu povo. E mostra que falta à classe dirigente desse país acreditar em seu povo.

    Uma sociedade que ignora sua história dificilmente ocupa um lugar de destaque neste mundo cada vez mais globalizado. Entretanto, mesmo o acesso sendo restrito, a cultura oral do povo brasileiro tem se demonstrado eficaz na condução de soluções aplicáveis ao seu desenvolvimento permanente.

    O povo brasileiro sempre foi ousado. Talvez tenha herdado esse talento de seus ancestrais TUPIS que tão bem receberam os invasores de suas terras, e com eles criou uma convivência objetiva.

    O Brasil é um dos poucos países que pode bradar que navega em águas profundas em termos de  democracia, pois mesmo seus caudilhos e ditadores tentaram se maquiar de democratas – desde 1826 o Brasil possui um parlamento que só deixou de ter voz duas vezes ( Estado Novo e 1968 ). Os historiadores dizem que só para exemplificar, nem a França conseguiu tal feito.

    O Município é a base de qualquer ação em favor da manutenção do dialogo com o povo. É o administrador Municipal quem poderia alcançar soluções mais firmes em favor da diminuição da exclusão social que grassa a grande maioria de indivíduos e alimenta a violência. As pessoas querem identificar em seus legisladores, seus representantes eleitos, sentimentos e idéias que contemplem projetos voltados para a população – programas que possam colocar pessoas numa melhor condição de vida e de apoio social.

    É preciso repensar a sua cidade, e assim poder desejar um Brasil grande.

     



    postado por 29007 as 12:22:57 1 comentários




    quarta, 02 maio, 2007
    STAKEHOLDERS

    STAKEHOLDERS

     

    por José Amaral Neto – www.cql.com.br/jancom

     

     

    As cidades brasileiras sempre fazem brotar criatividade na busca de soluções para seus problemas sociais.

    O objeto de ação então se volta para pessoas dispostas a somarem esforços para transformarem idéias em soluções acessíveis e tangíveis.

    A cidade de Uberlândia, no estado de Minas Gerais, tem essa luz própria.

    A ASHOKA poderosa ONG Internacional é parceira de importante projeto de moradia nessa cidade.

    O advogado Luiz Cezar Cardoso tem dedicado seu tempo a concretizar um trabalho com crianças e adolescentes com foco no desenvolvimento de líderes sociais através da preservação ambiental – com o Projeto Nanã Buruquê ele consegue associar cultura e resgate de valores focados na atenção com que merece ser tratada a natureza.

    O Projeto Nanã Buruquê é uma oportunidade de disponibilizar à comunidade acesso a informação e ao poder público para juntos defenderem a conservação de espaços nativos e a preservação de córregos e rios urbanos.

    É preciso reconhecer para multiplicar. São heróis anônimos para a grande mídia, mas estrelas brilhantes às pessoas que servem voluntariamente.

    Nos últimos 15 anos, um outro projeto social fez história nessa cidade. O Grupo Balé de Rua, que se prepara para uma grande turnê internacional no segundo semestre de 2007.

    Fernando Narduchi merece aplausos não porque pode comemorar, mas sim por nunca ter desistido daquilo em que acredita – a força interior do ser humano assistido.

    No inicio, como sempre, muitas foram as pessoas procuradas para apoiar a hoje festejada Cia. de Dança de Balé de Rua. A persistência, a disciplina e a competência no desenvolvimento das idéias fizeram desse projeto a vitrine de inclusão social que é hoje.

    Não existe milagre social, mas muito trabalho social.

    Uma família culturalmente engajada. Uma mãe antenada com o seu tempo. Iara Aparecida Ferreira personifica a essência do Empreendedorismo Social que vimos apresentando nesse artigo.

    Membro ativo de seu Terno de Congado Estrela Guia, que junto ao seu marido dirige, cuida da casa, trabalha fora e, ainda encontra espaço para ajudar crianças, que por enquanto são alojadas e preparadas no fundo do quintal de sua casa, para melhorar na escola com um reforço e ajuda com as tarefas escolares; mães que aprendem a bordar, fazer bijuterias; pessoas que aprendem o valor de preservar a cultura afro-brasileira através da dança e da percussão.

    Esse é o Projeto Pró-Mirim Estrela Guia do Amanhã - Já são 200 famílias assistidas e inúmeras vidas transformadas.

    Ser um STOKEHOLDERS esta no coração destas pessoas aqui retratadas. Elas conseguem transformar um desejo em realidade. Proporcionam a empresas e órgãos governamentais a oportunidade de se aproximarem de objetivos sociais com foco nas pessoas.

    Esses atores sociais são a identificação do que é alcançar resultados com esforço e dedicação.

    O Ser Humano Foi Feito Para Viver Em Paz.



    postado por 29007 as 10:56:40 21 comentários




    terça, 17 abril, 2007
    FALANDO PARA O BRASIL

    Olá meu amigo. Olá minha amiga. Ótima Semana.

    www.administradores.com.br/home/amaralneto2008    Esse link é o mais novo instrumento em favor das causas sociais, empresariais e politicas que possam vir a contribuir para o crescimento das cidades brasileiras. Acesse. Vamos trocar idéias e informações. Todo cidadão pode, e tem direito e dever de participação da vida do seu municipio. Em tempo: A Internet ainda é uma criança e as vezes cometemos equivocos. A inclusão do seu e-mail foi feita provavelvemente junto a algum mailing de pessoa que o conhece e entende que você seja um formador de opinião. Trabalhamos com noticias pra gente que é e faz noticia como você. Agradeço sua atenção e seu apoio até aqui. Estou a sua disposição para quaisquer outras informações. Meu site pessoal é www.cql.com.br/jancom e meu site de noticias é o www.farolcomunitario.com.br



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    quarta, 11 abril, 2007
    UBERLÂNDIA ENTRE OS 100 NO BRASIL

    Uberlândia Sempre Entre Os Melhores

    por José Amaral Neto

    A Revista EXAME que completa 40 anos este ano, sempre disponibiliza informações importantes sobre o país e o mundo na area de negócios. Importante publicação, ela tem oferecido a empresários, empreendedores e fazedores da história no comércio e indústria, subsidios que têm colocado o Brasil em destaque.

    Esta semana circula sob a sua chancela a edição especial do Anuário de Turismo 2007/2008. Nele pode-se constatar que o Brasil começa a consolidar seu potencial para o lazer que dá lucro.

    Dentre os 150 empreendimentos, observando o calibre de infra-estrutura nos 27 estados brasileiros, Minas Gerais aparece com Uberlândia entre os 100 no Brasil. A cidade figura na 34º posição na região sudeste e a 4ª  no estado com a construção do Ibsis Uberlândia, franquia da Rede Accor Hotels, incorporado pelo Hotel Apollo com investimento de R$ 8.000.000,00.

    Parabéns ao Dr. Roque Manoel de Lima Filho, ortopedista do Hospital Santa Genoveva e a Vanda Resende Costa, diretores do Hotel Apollo e realizadores deste grande empreendimento. Uma vitória para a cidade de Uberlândia em Minas Gerais.

    José Amaral Neto, www.cql.com.br/jancom - (34) 9197.2150

     



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    terça, 10 abril, 2007
    QUATRO (4) NOTICIAS IMPORTANTES

    Quatro (4) Noticias Importantes

    Primeira (1) - Dia 10 de abril, terça-feira, 10 horas, a Universidade Federal de Uberlandia/MG, inaugura o anfiteatro do blco 4K do Campus Umuarama em uma homenagem ao Professor Kerr e, na oportunidade recepciona os estudantes estrangeiros (incluindo africanos). O MAIPO-Movimento de Articulaçao e Integraçao Popular que congrega agremiaçoes do Movimento Negro Organizado e Movimentos Sociais estara presente. Este e um CONVITE extensivo a voce. Compareça.

    Segunda (2) - A Secretaria Muncipal de Cultura através da Coafro – Coordenadoria Municipal Afro-Racial de Uberlândia tem a honra de convidar V.Sª.  para a reunião mensal  com os Movimentos Negros, Sociais e Comunitários. Data: 10 de Abril de 2007 - Horário: 18:00 Horas - Local: Oficina Cultural de Uberlândia - Rua Tiradentes, 24 – Bairro Fundinho – Centro Histórico

    Terceira (3) - CONVITE para Oficina da Agenda 21, sob a coordenação do MMA – Ministério do Meio Ambiente, no Município de Uberlândia, Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba, através da CIEA AP/T – Comissão Interinstitucional de Educação Ambiental Alto Paranaíba e Triângulo Mineiro.   Data: 17 de abril de 2007 - Local: Auditório da Prefeitura - Auditório Cícero de Dinis - Endereço: Av. Ancelmo Alves dos Santos 600 - Bairro Santa Mônica – Uberlândia – MG - Horário: 07h00minh às 17h00minh. Contamos com a presença de todos para um momento de grande importância que se refletirá em nossos trabalhos no ano de 2007. Gentileza confirmar presença pelos telefones: (34) 3232 6537/ (34) 3232 6588 ou e-mail: srcmi@yahoo.com.br

    Quarta (4) - Para vê-la acesse com o link abaixo:

    http://www.farolcomunitario.com.br/cidades_id_noticia_000340_04_04_2007.htm

    Jose Amaral Neto, jornalista - (34) 9197.2150



    postado por 29007 as 07:59:01 0 comentários




    quinta, 29 março, 2007
    Ao Prefeito Municipal

    Uberlândia, 29 de março de 2007

    Excelentíssimo Senhor Prefeito Municipal.

    Prezado Senhor.

    Vimos a presente cumprimenta-lo e nesta oportunidade saúda-lo nesse segundo aniversário de nosso Movimento que nasceu justamente no dia em que sua administração anunciou o “fim” da COAFRO. O nosso papel foi e é o de manter em permanente articulação as agremiações do Movimento Negro Organizado de Uberlândia.

    A visita não é de celebração, mas para participa-lo que a COAFRO continua relegada a permanecer como o senhor havia permitido que fosse em 2005. É com tristeza e preocupação que constatamos que houve um retrocesso entre o que apresentamos ser necessário fazer em favor do Povo Negro, e sua disposição em executar ações que pudessem permitir a valorização desta Comunidade de trabalhadores e seus familiares que não pleiteiam privilégios, mas respeito consideração e inserção-sócio-política.

    Travestida de apêndice da Secretaria Municipal de Cultura, a COAFRO vem sistematicamente perdendo a sua personalidade   e   até agora não conseguiu implementar ações que pudessem ampliar o escopo da participação do Negro de maneira efetiva na gestão política, econômica e social do Município. Esse deveria ser o papel da COAFRO.

    Dois anos se passaram e nada foi feito, a não ser diminuir e em alguns casos eliminar a presença da COAFRO da esfera governamental. Seu status é de 4ª escalão.

    Sentar a mesa das reuniões com os secretários municipais, não é favor e nem deferência, mas a realidade de ver as políticas publicas que versam sobre o Povo Negro serem discutidas com quem pode implementa-las, é assim que se faz política social – abrindo portas. Respeitando a diversidade.

    Senhor Prefeito.

    Sua trajetória política é exemplar e posso dizer em nome do Movimento Negro que nos orgulhamos de vê-lo na direção de nossa cidade, mas não podemos assinar embaixo no que tange a sua administração, pois o Povo Negro nunca é contemplado com nada.

    É bem verdade que somos muitos e diversificados na maneira de agir. Então é preciso prestar atenção e separar o joio do trigo.

    Queremos espaço e não esmola.

    Queremos um SOS Racismo funcionando e não um quadro corporativo para garantir verbas.

    Que essa data de hoje não se repita, e sejamos alçados a condição de interlocutores da política municipal como atores em papéis bem definidos. Lutamos pelo coletivo e não individualmente.

    Em março de 2005 fizemos o alerta para que o senhor não abandonasse a Comunidade Negra e fizesse com que a COAFRO permanecesse independente e com status de Secretaria. O senhor não nos ouviu.

    Hoje, colocamos essa discussão em pauta novamente e, aguardamos o seu pronunciamento.

    Atenciosamente.

    José Amaral Neto

    Membro do Colegiado de Coordenadores do Movimento de Articulação e Integração Popular.

    Membro da Comissão Organizadora da Instalação da Associação dos Empresários e Profissionais Liberais Negros do Triângulo e Alto Paranaíba.

    Ao Exmo. Sr.

    ODELMO LEÃO

    Prefeito Municipal

    Uberlândia - MG



    postado por 29007 as 12:51:55 21 comentários




    quarta, 21 março, 2007
    Uberlândia Nossa Cidade

    Próximo Prefeito

    por José Amaral Neto, jornalista – www.farolcomunitario.com.br

    A Primavera de 2008 promete grandes emoções. Engana-se quem pensa que o pleito vai ser polarizado.

    Nos dias 11 e 15 de março, algumas entidades envolvidas com ação social e defesa da cidadania se reuniram para juntas desenvolverem um plano de trabalho visando o fortalecimento de uma candidatura a Prefeito.

    Essas reuniões são abertas a qualquer pessoa. A mais recente aconteceu na sede de uma Academia de Capoeira.

    Segundo as lideranças dessas entidades, o entendimento é de que há muito o que fazer por Uberlândia, e o trabalho precisa começar a partir do povo.

    É perceptível que esses órgãos não estão falando bobagem. Hoje Uberlândia conta com um nivelamento político que surrupia do cidadão o direito a pleitear um espaço de discussão que resolutamente se imponha como instrumento de legalidade do processo democrático.

    Para alguns pode parecer infantilidade dessas pessoas pensarem que poderão brigar com seu candidato a Prefeito com os que já estão declaradamente em campanha, alçados com muito dinheiro. Entretanto vale ressaltar que o universo político é igual a futebol. Aos 44 do segundo tempo ainda pode acontecer o gol da vitória.

    A cidade convive hoje com a ausência de um propósito.

    As obras, a infra-estrutura, são interessantes desde que façam seu papel de melhorar a qualidade de vida do cidadão. Não é uma conquista. Isso deve ser trabalho rotineiro.

    Quando você precisa assinar um ato é porque a mensagem não foi bem recebida.

    O que se pode perceber nas reuniões dessas entidades comunitárias é que o discurso não vai acontecer para inventar a roda. Observa-se um interesse pelo bem comum. Uma fusão entorno da coletividade.

    O Poder Público em todas as suas esferas ( Judiciário, Legislativo e Executivo ) é exercido em nome do povo. Isso é fato, considerando que são pagos com dinheiro advindo dos impostos recolhidos.

    O eleitor precisa começar a aprender que um representante seu não precisa ser rico pra dar conta do recado popular.

    Candidatos com posses, aqueles que têm dinheiro, sempre representam interesses.

    Para eles tudo é uma questão de dinheiro. Para o eleitor tudo precisa ser por uma melhor atenção aos seus anseios. O eleitor precisa acordar.

    As grandes empresas que disseram estar oferecendo milhares de emprego se esqueceram de dizer que estes empregos contribuem para a favelização.

    Dão alguns cadernos e lápis, para algumas escolas e dizem estar fazendo trabalho social. Os salários não são superiores a quatrocentos reais. Acima desse valor contratam gente de fora que gasta lá fora; ou seja, em outra cidade.

    Os contratos que recepcionam essas grandes empresas deveriam versar sobre o dever delas de enquanto em construção – deveriam oferecer treinamento aos cidadãos da cidade onde pretendem se instalar para que estes tivessem a garantia de receber os salários acima de oitocentos reais.

    Em outras épocas já furaram os olhos do Assum Preto, prá ele poder cantar melhor.  Agora querem pisar na garganta. Cadê o povo, gente!



    postado por 29007 as 02:03:52 22 comentários




    segunda, 12 março, 2007
    CONVITE - PRÓXIMA REUNIÃO - Um Novo Olhar Sobre a Cidade - MOVIMENTO SOCIAL EM AÇÃO

    O Jornalista José Amaral Neto te convida a acessar o link abaixo:

    http://www.farolcomunitario.com.br/cidades_id_noticia_000088_12_03_2007.htm

    No link acima você vai ver a noticia, com fotos da reunião que aconteceu com o Movimento Social na Academia de Capoeira do Mestre Urso no dia 10 de Março de 2007, organizada pelo MAIPO - Movimento de Articulação e Integração Popular.

    A próxima reunião das agremiações que formam o MOVIMENTO SOCIAL, vai acontecer dia 15 de Março de 2007, às 18 horas, na rua Bernardo Guimarães, 100 - Centro - Uberlândia - MG - Maiores Informações (34) 9197.2150.

    Ou pelo site - www.farolcomunitario.com.br



    postado por 29007 as 07:27:13 0 comentários




    quinta, 08 março, 2007
    OLHARES SOBRE A CIDADE - POLÍTICA 2008

    OLHARES SOBRE A CIDADE

    DESENHANDO CAMINHOS

    Neste sábado ( 10/03 ), das 11 da manhã até às 15 horas, algumas agremiações do Movimento Social Organizado estarão se reunindo na rua Bernardo Guimarães, 100,  na Academia do Mestre de Capoeira URSO, no centro de Uberlândia/MG, para deliberarem sobre a cidade, enquanto cidadãos e cidadãs.

    O processo politico se antecipou e o povo começa a se articular para fomentar suas idéias em favor da coletividade.

    Se faz urgente e necessário a operacionalização das discussões sobre o que se quer ver implementado em favor da qualidade de vida, do respeito às leis e do cumprimento dos deveres de cada um para com a cidade e seus habitantes.

    Cobre seu direito, mas cumpra seus deveres.

    Para acabar com o mau cheiro basta cumprir a lei - compre um filtro e instale ele. Você consegue beber água sem que ela esteja filtrada - assim o é com os odores.

    São vários os assuntos. É ampla a discussão. E a sua presença imprescindível.

    Esse vai ser o primeiro de muitos outros encontros.

    Venha. Compareça. Participe. A cidade também é sua.

    Abraço. AMARAL - (34) 9197.2150, Membro do Colegiado de Coordenadores do MAIPO-Movimento de Articulação e Integração Popular.



    postado por 29007 as 04:33:40 0 comentários




    sexta, 23 fevereiro, 2007
    CHUTANDO CACHORRO

    CHUTANDO CACHORRO

    Ppor José Amaral Neto, jornalista

    www.cql.com.br/jancom

     

    A casa do ensino superior, a Universidade, apresenta-se desde tempos imemoriais como o espaço leigo para a democracia. Imparcial. Um campo de batalha aberto em favor dos cidadãos que livre pensam.

    Muitos falam do sistema medieval que reina em seus departamentos, onde a renovação de seus signatários é quase impossível e, quando acontece, os novatos são cerceados de seu direito de inovarem, prevalecendo o conservadorismo e o anacronismo das idéias, quase sempre fora de contexto do interesse da coletividade.

    Um título de doutor é uma responsabilidade e a pessoa que o alcançou acredita que detêm notório saber e, o povo pensa que ela também desenvolveu um notório interesse relacional para com aqueles menos qualificados academicamente falando.

    A Universidade enquanto escola, sempre é chamada a ser o palco de debates e conclaves de idéias que podem mudar a cidade e o mundo. A história confirma isso.

    A cidade de Uberlândia, em Minas Gerais, parece não ter acordado para isso e os muros da nossa “federal” continuam sendo aumentados e, a relevância das opiniões de fora quase sempre nem são ouvidas. Como dizem lá dentro, não fazem parte do escopo administrativo desenhado.

    Nesse ínterim se pode alcançar que mais vale a máxima do manda quem pode e obedece quem tem juízo e, aí o cidadão pode perguntar – onde está a justiça de iguais?

    Pois é, pensam em diminuir a maioridade penal e a turma esquece que um réu confesso pode ter a pena abrandada ou mesmo comutada – o que se vê é a ausência de diretrizes em favor das pessoas. No caso da justiça, é preciso que juizes e promotores fujam dos holofotes e façam valer suas togas no endurecimento com os argumentos dos advogados – ou seja, fazendo valer a lei com interpretações mais duras com casos hediondos. É preciso rever o caráter de decisões. Não basta ter leis duras se os juizes que as colorará em pratica não aquiescer de sua hermenêutica em favor das vitimas.

    No caso da Universidade é preciso querer trabalhar para o povo que dela faz pública. A acessibilidade ainda é tímida e o Campus é uma incógnita, pois seus doutores quase sempre nem aparecem para prestarem serviços à cidade no sentido amplo do ato.

    As pessoas que usam os instrumentos das instituições constituídas para coibir o trabalho daqueles que buscam formar com a maioria um senso de boa convivência e conquista, visando consolidar os projetos que colaboram para a melhoria da qualidade de vida das pessoas gasta energia em causa própria e macula o exercício da política social.

    Se todos são iguais perante a lei temporal e atemporal, por que discriminar.

    As associações, ongs, entidades classistas, e as mais diversas denominações que formam o movimento social são os pilares que dão sustentabilidade às instituições que formam a organização de uma nação. As instituições precisam perceber que só é o que são por causa do povo que julgam representar e defender. É o povo quem paga suas ações.

     



    postado por 29007 as 06:08:52 21 comentários




    terça, 13 fevereiro, 2007
    MINAS É O ESTADO?

    O João Morreu?

    por José Amaral Neto, jornalista - www.cql.com.br/jancom

    A babarie parece ter tomado conta do Brasil. Vivemos já a algum tempo uma guerra civil silenciosa. Onde matar é normal e roubar não significa subtrair, mas sim se dar bem. Passar a perna em alguém. Não emitir uma nota fiscal. Ignorar a lei. Isso tudo passou a ser “in” – seguir regras e observar direitos e deveres é coisa de fracassado, segundo a moda do momento é claro.

    De repente querer ser honesto é o que vale. Basta parecer, não precisa ter. Isso vale para o caráter e o respeito ao próximo.

    Segundo o chefe dos políticos em Brasília: (sic) “corrupção tem em todo lugar”. Pois é, mais vale seguir a regra do que fazer a diferença.

    O SINDPAS é um Sindicato que vem anunciando que quer a vida seguindo melhor. E tece elogios de forma política. Para que interesses?  As estradas não conseguem segurar o trafego devido ao serviço feito pra durar temporadas. Os ônibus estão cada vez mais sucateados. As viagens intermunicipais e interestaduais são um sofrimento que custa muito caro, quando não a própria vida. Os assaltos são rotineiros e nenhuma “aventura” é desenhada com estratégia e digna de ser executada. Os reclames são sempre os mesmos e a retórica: não se tem pessoal suficiente, e falta verba.

    As rodovias federais passando à gestão do estado receberão que tratamento? Qual é projeto? De onde vai sair o dinheiro? Como isso vai refletir no bolso do contribuinte? Por que o estado se sente mais a vontade em levar adiante essa discussão do que fazer o serviço e encarar a União na justiça – ou seja, faça o serviço primeiro e depois reivindique a paternidade. Perde-se um tempo precioso em saber quem pode o que, sendo a verdade a morte de pessoas continuadamente nas estradas um fato alarmante.

    É preciso ser apresentado em audiência pública nas micro-regiões projetos que possam receber ajustes de acordo com as necessidades das localidades que serão atingidas.

    Será que as rodovias passarão a ter acostamentos? O asfalto que será utilizado é pra durar quantos anos? A solução ecológica de se misturar pneus velhos ao concreto vai ser considerada? Acertando... Qual é o prazo para a conclusão da duplicação da BR050 que vai de Uberaba até Araguari? Essas não são perguntas – são fatos.

    A pirotecnia em que se transformou a política brasileira no abafa das informações que chegam “marketeiramente” ao povão compromete a saúde intelectual de todos e coloca em risco a vida de milhares de pessoas.

    A hora de pensar o seu quintal, o seu bairro, a sua cidade, o seu estado e o seu país CHEGOU!

    A experiência tem feito frutificar políticos profissionais. Não existe essa de se ter experiência para um cargo que merece ter como ocupante alguém com moral e honestidade acima de qualquer suspeita, independentemente de credo, sexo, ou identidade ideológica.

    Quem quer ser político deve ser Humano. Sim, Humano. Alguém que sinta a emoção de ser gente e pense e trabalhe pelas pessoas. Ser político é acreditar que esse mundo pode ser melhor sem que seja necessário agredirem-se.

    A oportunidade deve ser acessível a todos. Cada pessoa tem uma necessidade, seja ela pequena ou grande. Todo cidadão merece ter o que precisa pra ter educação, transporte, alimentação, saúde e moradia com dignidade. Isso citando só as necessidades primordiais.

    Os discursos calcados em frases de efeito e feitos sob a medida da publicidade e do marketing precisam acabar. E isso só vai acontecer quando você, que tem o sangue Humano, tomar as rédeas e dizer e fazer o que precisa ser realizado em favor das pessoas.

    Assuma seu posto. Mostre a sua indignação. Apresente suas idéias. Abra espaço para novos projetos. E acredite: pra ser político basta ter cheiro de povo e gostar de gente.

    por José Amaral Neto, jornalista - www.cql.com.br/jancom

     



    postado por 29007 as 12:03:48 2 comentários




    segunda, 05 fevereiro, 2007
    UM FERIADO VERDADEIRO

    por José Amaral Neto, jornalista - www.cql.com.br/jancom

    HERÓIS BRASILEIROS

    Quem são??? Você aprende ou aprendeu sobre eles na escola ??? Pesquisas que deveriam ser feitas para aprofundar estudos históricos são negligênciadas.

    Qual o deputado estadual que se habilita a defender um novo feriado estadual ???

    Dia 20 de novembro feriado estadual em Minas Gerais.

    Não somente por Zumbi dos Palmares, mas para lembrar todos aqueles que lutam pela igualdade em todos os sentidos que dela emanam.

    Dia 20 de novembro é um simbolo forte que representa a resistência, o respeito e a luta permanente por melhores condições de vida. E nada melhor do que o segregado povo negro para reprsentá-la.

    O dia 20 de novembro é feriado no estado do Rio de Janeiro, e também em Alagoas e em algumas cidades de São Paulo – desde 27 de novembro de 2003 na capital, quando a vereadora Claudete Alves conseguiu que fosse aprovado o projeto de lei 617/01, de sua autoria.

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    postado por 29007 as 02:29:51 2 comentários




    quinta, 01 fevereiro, 2007
    Site de Notícias

    por José Amaral Neto - JANCOM Agência da Informação

    NOTICIAS INFORMAÇÃO NOTICIAS INFORMAÇÃO

    www.trianguloonline.com

    VOCÊ É NOTICIA MANDE SUA NOTICIA VOCÊ É NOTICIA MANDE A SUA NOTICIA VOCÊ É NOTICIA MANDE A SUA NOTICIA



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    sexta, 19 janeiro, 2007
    COR

    COR

    por José Amaral Neto, jornalista

    www.cql.com.br/jancom

    A desigualdade entre seres humanos pode ser medida por sua conta bancária, religião, opção sexual e a cor da sua pele. São as formas mais expressivas e repulsivas.

    O mundo vive um feliz momento, onde tudo parece tornar-se claro. O jogo de cena esta limitado, e a verdade tem prevalecido, mesmo diante de obstáculos aparentemente instransponíveis.

    O sucesso da Polícia na solução do caso do seqüestro do bancário em Uberlândia e na ação rápida em Araporã, mostra que existe esperança.

    Mesmo assim, a julgar que as empresas de ônibus que operam uma concessão pública, portanto, trabalham para o povo, ainda não quiseram dar a sua contrapartida para acabar com o roubo a ônibus nas estradas – a coisa da tal esperança se complica.

    As empresas com suas cores vibrantes, não se manifestam, não apresentam soluções e não informam nada.

    Quando encurraladas  produzem um “jornalzinho” institucional e patrocinam uma obra social qualquer.

    O povo aviltado se cala. E aos borbotões as vitimas aumentam.

    Com certeza veículo, funcionários e o dinheiro roubado, estão no seguro. Ao povo. . . , ora o povo; que se lasque.

    Os planos de segurança são bonitos – chegam à sociedade de uma maneira a dar a impressão de que agora vai. Nunca saem do papel, pois são elaborados sem estratégia e quase sempre divulgados antes da hora comprometendo a sua operacionalidade e, o principal, nunca existe dinheiro e pessoas suficientes para sua execução, pois são mirabolantes demais. Os resultados são sempre pífios.

    Some-se a isso o marketing do governo estadual que cega a platéia.

    Sempre existe alguém com a formula da vitória certa. Aquela regra salvadora.

    Tudo novo, original, mas. . .  O medo nas casas e nas ruas (viajar nem pensar) só faz aumentar.

    Um cheque na mão. Uma fila que não anda. O caixa Edson com sorriso amarelo desconfia do Negão que vai pegar aquela pequena bolada e, cria um clima desconfortável.

    O constrangimento toma conta e ninguém assume a resolução do problema.

    O ato de ligar para o dono do cheque torna-se uma tortura para os bancários chamados a resolver a situação. Toma que o filho é seu. E o gerente Adilson, sem pressa ignora a situação, faz corpo mole e vai atender outros clientes.

    Negão despojado, olhar seguro, pasta preta alçada no braço e lendo um livro, só pode ser bandido disfarçado.

    Ignorado por minutos, o Negão toma o telefone do banco e liga para o dono do cheque. Este liga para o banco, esclarece o ocorrido e o cheque é descontado – tudo resolvido. Não. Nada resolvido.

    Negro não pode ter dinheiro e nem direitos. Será? E ainda é pobre? Pois é, não ri que a coisa é feia.

    Este fato aconteceu numa agência do banco Itaú, na avenida Afonso Pena em Uberlândia, Minas Gerais, na quinta-feira dia 18 de janeiro de 2007.

    A cidade de Uberlândia merece que seus cidadãos e cidadãs queiram uma cidade melhor e que trabalhem, e lutem por isso.

    Use seu direito de reclamar. Obedeça a seus deveres. Observe as leis.

    Cuidado! Feroz e morde. A vida é.



    postado por 29007 as 01:27:03 0 comentários




    segunda, 15 janeiro, 2007
    109

    109

     

    Por José Amaral Neto, jornalista – www.cql.com.br/jancom

     

    A cidade de Uberlândia precisa urgentemente de uma Agenda Estratégica com foco em “A Uberlândia que Queremos”. A necessidade pede que os que tenham opinião trabalhem para vê-las em execução. Falar é fácil, e escrever então. . . ; pois bem, vamos pensar em Uberlândia através de seminários, conferências e outras ferramentas com alcance social. Sem a população nada vai adiante. Esses eventos precisam acontecer além dos ambientes formais. Igrejas, empresas, institutos, escritórios e clínicas de profissionais liberais precisam assumir a iniciativa.

    Um tema relevante é o do transporte coletivo. Pensa-se no aspecto técnico e no quanto as empresas precisam lucrar e, para o povo..., ora o povo. Não existe reclamação. Tudo vai bem.

    A linha 109 faz um trajeto importante, ela liga o terminal central ao hospital de clínicas da UFU em itinerário direto sem passar pelo terminal Umuarama diminuindo o estresse de quem vai para tratar a sua saúde. Entretanto, essa mesma linha tem horários confusos (espera-se quase 40min por uma viagem de 20mim) e quase sempre seus ônibus quebram tranformando-a numa linha obsoleta e assim superlotando a linha 122. Motoristas e cobradores não têm culpa. Os responsáveis são a fiscalização que não funciona e os empresários que sempre são encastelados pela política do jeitinho.

    O povo grita com o empregado e se sente envergonhado ou com medo de colocar o dedo na cara do dono da empresa. O engraçado é que ninguém fala em reduzir os lucros. A questão são sempre os custos. Fala-se da pirataria de produtos, mas a margem de lucros nunca é colocada na mesa para ser discutida a sua redução e assim diminuir os preços exorbitantes e os ganhos estratosféricos.

    O transporte público de Uberlândia precisa ser pensado para o povo. Não é justo que os ônibus continuem a trafegar da forma como hoje acontece – em horários antes tidos como de baixo pico, circulam super lotados. Se tiver coragem, dê uma volta de ônibus e sinta a beleza que é o serviço público de transporte coletivo em nossa cidade. O terminal central vem perdendo o sentido de sua existência e a manutenção dos ônibus “beija-flor” é cada vez mais caótica. Hoje eles servem para complementar o serviço. Antes eram um diferencial.

    No sábado, 13 de janeiro, a Comunidade Negra se reuniu em torno de vários assuntos e principalmente debateu sobre as questões sociais e sua participação política na cidade de Uberlândia. Os representantes presentes entendem que já é hora de o poder público se comprometer com as causas da população. As respostas políticas devem ser dadas em favor da qualidade de vida, da inclusão social e do respeito ao cidadão e a cidadã.

    No domingo, dia 14 de janeiro, os grupos de Hip Hop se reuniram no bairro Custódio Pereira para realizarem seu primeiro encontro. Bonita festa. Pessoas de vários bairros da cidade de Uberlândia estavam presentes. Muita dança e muita música. Protestos inteligentes compõem as suas letras.

    Essas duas tribos usaram o transporte coletivo. Eles sabem o que reclamam.

    Por José Amaral Neto, jornalista – www.cql.com.br/jancom

     



    postado por 29007 as 03:32:17 1 comentários




    terça, 02 janeiro, 2007
    MOVIMENTO SOCIAL ORGANIZADO

    MAIPO - ARTICULAÇÃO EM MOVIMENTO

    Por José Amaral Neto, jornalista – www.cql.com.br/jancom

    O Movimento de Articulação e Integração Popular nasceu em março de 2005 e segundo seus idealizadores com um único propósito: consolidar forças de interesse em favor da melhoria da qualidade de vida dos Cidadãos Negros.

    Recentemente, na reprise da novela Escrava Isaura pela Record, e Sinhá Moça na Globo, a população brasileira que gosta de novela pode novamente reafirmar a deturpação que se faz da história em relação ao Negro.

    Nessa onda, para os escritores de novela, o negro não pensa sozinho. Precisa sempre do branco pra poder se defender. De tão teimoso é orgulhoso e no tronco se faz de humilde. Dá-lhe chicotada. João Cândido nosso Marechal Negro, ainda é ignorado pela Marinha do Brasil.

    As pessoas têm comprado a lenda da miscigenação e da democracia racial no Brasil e, o que se vê em todos os quadrantes é a degradação das relações institucionais que começam a ser regidas pelos famigerados e ineficientes ESTATUTOS.

    O Movimento de Articulação e Integração Popular, conhecido pela sigla MAIPO, representa as agremiações que formam o Movimento Negro Organizado em Uberlândia, é como se fosse a ONU da Comunidade Negra.

    Os dirigentes do MAIPO querem com o seu trabalho disponibilizar ferramentas para que a discriminação seja eliminada em todas as suas variantes e como resultado disso provoque a inserção do Cidadão Negro no mercado sócio-econômico e político.

    O Movimento de Articulação e Integração Popular é uma atitude política da Comunidade Negra. Grupos de trabalho já desenvolvem pesquisas e projetos com os olhos voltados para 2008 e 2010, com o apoio de organizações internacionais que mantém "joint venture" no desenvolvimento dessas ações. A globalização, parece, chegou aos Movimentos Sociais.

    O Mestre, e linha de frente na política mineira, o ex-deputado constituinte Luiz Alberto Rodrigues tem colocado em entrelinhas nos seus artigos mais recentes que luzes novas pairam sobre o céu político de Uberlândia.

    O Movimento de Articulação e Integração Popular vai serrar fileiras em favor da cidade de Uberlândia, pois todos os seus integrantes através de seus antepassados vêem permanentemente ajudando a construir essa cidade maravilhosa. São braços ordeiros e extremamente profissionais, somados a constante exaltação da cultura de um povo.

    A exemplo do ano de 2005, quando a ACIUBE abriu suas portas ao Movimento de Articulação e Integração Popular, prepara a realização da segunda edição da entrega do Prêmio Personalidade Uberlandense. Serão 02 (duas) as pessoas que serão homenageadas independentemente de sua cor ou religião.

    A intenção do MAIPO com esse prêmio é de poder proporcionar uma ação afirmativa, através daqueles que de alguma forma permitiram com o seu trabalho apoiar as causas em favor da Comunidade Negra, e assim suscitar o desenvolvimento de políticas públicas urgentes e sérias às questões de inserção social da população brasileira.



    postado por 29007 as 07:51:22 0 comentários




    ENCONTRANDO ELIAS
    ENCONTRANDO ELIAS

    Por José Amaral Neto, jornalista – www.cql.com.br/jancom

     

    Tal como Elias, o profeta, a nossa região-oTriângulo, busca inspiração n´outra dimensão, ops!, num Messias Salvador. Um herói fajuto e forjado às pressas.

    Sempre se defendeu que nessas terras em se plantando tudo dá. O que se tem visto é a imigração da colheita em ICMS para outros estados.

    Aqui circula a burocracia, e a economia agroindustrial ainda não fincou dividendos. A turma sucro-alcooleira está chegando sem ao menos mostrar o estudo ambiental do impacto de sua implantação. Ainda não mostrou se vai fazer algo mais que reuniões festivas ou creches para retribuir às famílias que serão desalojadas ou não serão aceitas como suas sócias.

    A região do Triângulo precisa começar a repensar o seu projeto – por cidade.

    A época do Prefeito Paulo Ferolla foi lançado o PLADIR. Uma idéia que precisa evoluir. Inovação para o inicio dos anos 1990, mas uma necessidade agora nesse primeiro decênio do novo milênio.

    Uma economia de base forte e consciente de suas potencialidades, nessa região que é potencialmente comerciaria pode fazer a diferença. Essa deveria ser a força motriz para impulsionar projetos e novas iniciativas para o aumento de vagas de trabalho, ou a melhoria da qualificação profissional voltada para conquistar interessados com bons salários. Não adianta treinar, se não há disposição para pagar ganho real a quem se dispõe á qualificação.

    As Prefeituras ainda são o grande empregador. Pensa-la como fornecedora de mão-de-obra treinada para os interesses do comércio e da indústria de cada município é a possibilidade de trazer de volta a dignidade aos seus Servidores. Investir em pessoas é o melhor caminho para garantir o sucesso econômico de empresas, famílias e do governo, quer seja ele municipal, estadual ou federal.

    Muito além de aumentar adequadamente o salário dos Servidores, em destaque, PROFESSORES, a necessidade soletra em alto e bom som, que é preciso garantir acesso aos instrumentos de trabalho de qualidade; e também é importante que a pessoa educadora, seja realmente alguém que queira compartilhar seus conhecimentos e queira de verdade viver a escola, o aluno e a comunidade. Ser Professor é uma vocação.

    Falta consciência critica para um universo muito grande de pessoas.

    O mundo anda na medida em que o povo de cada localidade de um país começa a buscar respostas às suas reivindicações mais simplistas, tais como: bom transporte público; saúde acessível e barata; escolas com segurança e qualidade material e humana; policiais solidários e humanos – cumpridores da lei com respeito ao cidadão/é importante ressaltar a máxima de que se é inocente até que o acusador prove o contrário; políticos preparados para legislar em favor da maioria e dos menos favorecidos; e outras idéia que você, caro leitor, possa ter.

    Encontrando Elias, como ele encontra cada ser humano no coração do universo a todo instante, pode ser a chave para uma nova dimensão sócio-econômica.

    Saco vazio não transmuta. Fazer marketing é bom, mas as pessoas devem ser lembradas em primeiro lugar.

     



    postado por 29007 as 11:52:11 24 comentários




    Vamos Logo, Sem Paredes
    FELIZ ANO NOVO. Muita Saúde e Sucesso, Pra Todos Nós, em 2007!
    Transversalidade da Diversidade
    por José Amaral Neto, jornalista www.cql.com.br/jancom
    Quando se olha ao redor o ser humano pode perceber que não é único em espaço e no espaço.
    O meio do qual faz parte, o seu ambiente vivente congrega outras especies.
    Saber estar é a grande sacada e, é por ser ignorante nessa arte que a maioria dos mortais, nem percebe que as guerras se avizanham cada vez mais. Sejam essas guerras particulares, ou globais.
    A cor da pele; a religião de fulano; o casamento gay; são algumas das fobias que deturpam o pensamento coletivo. Isso sem falar de mulher, futebol e conhecimentos farmaco-médicos.
    Todo mundo é doido, já dizia joãozinho para a "professorinha do interior". Pois é, o que pode ser feito pra se alcançar a tolerância e o respeito uns pelos outros?
    A verdade é que cada um no seu nível de esclarecimento deve manter o debate para que outras pessoas
    possam escutar e ver a discussão sobre a diversidade e a existência atemporal desse tema tão importante para o dia-a-dia de cada ser humano; isso se a regra é o bem estar pessoal  e social. Não basta ser politicamente correto. A necessidade pede que se seja humano.
    Cada vez mais, as pessoas buscam respostas rápidas sobre o que é a vida e pra que serve o amor. Daí, algumas dessas pessoas se utilizarem de mecanismos as vezes benevolos como o carinho, a consideração
    e as palavras de incentivo e, outras, de posse de armas que matam e discursos agressivos, como um veemente instrumento malevolo.
    Os homens e as mulheres precisam voltar a acreditar em si mesmos. Hoje espera-se no outro respostas que são individuais.
    O valor do carater e da palavra empenhada está arranhado e isso não é bom.
    Pensar num meio ambiente sustentável passa em primerio lugar pelo suprimento de sobrevivência, é preciso fazer do homem instrumento de percepção de suas ações.
    As pessoas precisam de um "plus" pra viver e, hoje em dia, essa diferença tão sutil, não tem sido agregada áqueles que nela creditam sua energia vital. As invenções, os grandes feitos e a ascenção de gênios de especialidades são raros e quando aparecem são taxados de excentricos e pouco acessíveis.
    Vive -se um inicio de século cheio de anomalias e vicios socias.
    A transversalidade é o agito disso tudo. Uma estrada - uma possibilidade de mudança real.


    postado por 29007 as 11:43:43 1 comentários




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