CAPITAL HUMANO
por José Amaral Neto – www.cql.com.br/jancom
Nunca te perguntam o que você representa, exigem no outro que este se manifeste e assim vêem em você um obstáculo quando postulante. A luta pela sobrevivência sempre é em duas frentes. Não só a que defende seu direito de respirar, para ganhar o almoço e pensar na janta de depois de amanhã, mas também na retaguarda, aquela que força os fracos a se darem bem com Y, W e B. É inegável que ainda hoje identifica-se no meio das pessoas, independentemente de cor ou religião o pensamento subserviente de ser escravo com prazer “sinsinhô”. Dá-se valor ao fato de estar nas hostes e na aba do poder e deixa escapulir a oportunidade de ser parte integrante dos ditames que regem o futuro e o dia-a-dia de cada um com as políticas que podem emergir da obervação de idéias e da ação dos valentes. Internalizada no âmago do espírito e da alma, essa é uma escravidão de caracteristica psicológica que vitimiza principalmente a população negra. E faz parecer que ainda não pode ser livre, e se esconde em encontros, congressos e sub-atividades culturais financiadas pelo poder da minoria em detrimento da educação e da saúde desses que ainda dizem “sinsinhô”. São hesitantes e vêem em seus pares rivalidade e nunca alcançam a parceria adequada ao mundo globalizado de hoje. Todos tem acesso a informação. Alegar desconhecimento é coisa de preguiçoso(a) – e isso acontece mesmo quando a posição é a favor. O comportamento ainda é aquele do “coloque-se no o seu lugar?” Conflitos e situações de tensão são oportunidades para se reavliar a questão em destaque. Por isso é sempre importante ampliar a visão do que se pensa para conquistar a atenção da assembléia; ou seja, daqueles que precisam ouvir antes de escutar. Acreditar nas pessoas. Conhecer as pessoas. O caminho a ser trilhado pelos conquistadores passa pelo constante aprimoramento de suas habilidades na conquista de suas batalhas. vencer é a palavra chave. Mas é preciso vencer com respaldo. Sem mortos. Obediência e solidariedade não devem ser traduzidos como sinônimos de subserviência. Todo ser humano tem capacidade intelectual e inteligência suficiente para seprar o joio do trigo. A capacidade profissional e de execução de cada um passa pela qualidade de seu líder. Exercer a liderança e buscar no seio de seus comandados a unidade de equipe e a difusão de um pensamento único é o grande desafio dessa década em favor dos menos favorecidos. Todas as ações dos senhores da casa grande são para minimizar a organização de quem vem das senzalas (favelas, bairros pobres, sindicatos, associações...). Neutralizando o acesso dessas pessoas através de achaques financeiros, pois a lei é a de que esses seres não valem mais do que R$ 10,00 (dez reais). Uma dose de pinga. Um “cigarro picado”. A compra de um remédio e por aí vai se estendendo os pífios beneficios a quem de direito merece viver melhor. Cada ser vivente percebe-se usado mas falta-lhe a liderança – o cara ou a mulher incorruptível. Aquele, ou aquela, ciente de que dessa vida só se leva a consciência. O sabor do dever cumprido sumiu dos paladares mais apuradores. Hoje a onda é bombar o valor de cada um. Tudo esta a venda.
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