Ju e muitas aventuras!
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quinta, 19 outubro, 2006
Projeto: Abracadabra... a letra num toque de mágica


Como professora de 1ª série do Ensino Fundamental, costumo desenvolver projetos com os meus alunos.

Durante o 3º bimestre, desenvolvemos o Projeto "Abracadabra... a letra num toque de mágica".

Conhecemos vários contos de fadas, aproveitando as histórias para produzir textos, e introduzir a letra cursiva, em atividades lúdicas.

O projeto nos deu a chance de trabalharmos várias diciplinas, mas com maior abrangência em Língua Portuguesa e Matemática.

Os alunos se apaixonaram pelo tema, e foi muito válido!

Assistimos à alguns filmes, e surgiu a idéia de fazer a casa da bruxa de João e Maria, que é feita de doces. Idéia aprovada, e lá fomos nós para a cozinha.

No próximo post você confere o resultado!


postado por Juliana Rigacci as 12:30:04 # 7 comentários
terça, 10 outubro, 2006
Escolas usam jornais para desenvolver leitura crítica

Após ler um texto muito interessante da Profª Graça caldas, elaboramos um artigo onde estão presentes as principais idéias do texto, sobre o uso de jornais nas escolas. Vale à pena ler!

Escolas usam jornais para desenvolver leitura crítica

 

Por Juliana Rigacci

 

Muito se pergunta atualmente qual é a verdadeira importância da mídia e da tecnologia na escola, já que existem conteúdos programáticos e muita burocracia a serem cumpridos.

 

Graça Caldas, jornalista, professora e pesquisadora faz apontamentos sobre a fragilidade do sistema educacional.

 

Os alunos enfrentam dificuldades em ler e compreender textos e o contato com livros é muito pouco, assim, a função da escola na formação de leitores é fundamental.

 

Jornais e revistas vêm sendo inseridos no ambiente escolar com o objetivo de incentivar a leitura e principalmente leitura crítica. Segunda Graça, “embora os objetivos educativos sejam legítimos, é fundamental refletir sobre a qualidade do uso na mídia na sala de aula”.

 

Professores devem ser capazes de fazer uma leitura crítica do mundo, para posteriormente fazer leitura crítica da mídia e ensinar os alunos formas autônomas de ler o mundo.

 

Obrigatoriedade- Os projetos de mídia na escola são resultados de parcerias entre escolas e empresas de comunicação. Em Campinas, a introdução de leitura de jornais e revistas no Ensino Fundamental virou lei.

 

Graça destaca projetos como os incorporados à rede municipal de São Paulo, que além de ensinar leitura crítica da mídia convencional promovem o aprendizado e manuseio das ferramentas dos suportes midiáticos no processo de construção de notícias. Dessa forma, em lugar de meros expectadores ou leitores, se descobrem como sujeitos ativos no processo de construção da notícia, contribuindo para sua expressão social e consequentemente na melhoria da leitura do mundo e articulação dos conteúdos programáticos da escola.

 

A mídia é um campo de conhecimento que deve ser ensinado às crianças. Os jornais podem ser usados como método científico de aprendizagem.

 

Relembrando que o acesso à informação não garante subsídios para a interpretação do mundo.

 

Graça conclui dizendo que “utilizar a mídia na escola é o 1º passo para leitura do mundo e é fundamental que os leitores aprendam antes a ler o mundo em que vivem”.

 

Nesse sentido, cabe à escola proporcionar um ambiente de contato com diversos jornais, textos, comparando-os para que haja construção do conhecimento.


postado por Juliana Rigacci as 10:20:05 # 2 comentários
sábado, 30 setembro, 2006
Quase


O quase

    Ainda pior que a convicção do não é a incerteza do talvez, é a desilusão de um quase.
    É o quase que me incomoda, que me entristece, que me mata trazendo tudo que poderia ter sido e não foi.
    Quem quase ganhou ainda joga, quem quase passou ainda estuda, quem quase morreu está vivo, quem quase amou não amou.
    Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos, nas chances que se perdem por medo, nas idéias que nunca sairão do papel por essa maldita mania de viver no outono. 
    Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna; ou melhor não me pergunto, contesto. 
    A resposta eu sei de cor, está estampada na distância e frieza dos sorrisos, na frouxidão dos abraços, na indiferença dos "Bom dia", quase que sussurrados. 
    Sobra covardia e falta coragem até pra ser feliz. 
    A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai. 
    Talvez esses fossem bons motivos para decidir entre a alegria e a dor, sentir o nada, mas não são. 
    Se a virtude estivesse mesmo no meio termo, o mar não teria ondas, os dias seriam nublados e o arco-íris em tons de cinza. 
    O nada não ilumina, não inspira, não aflige nem acalma, apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si. 
    Não é que fé mova montanhas, nem que todas as estrelas estejam ao alcance, para as coisas que não podem ser mudadas resta-nos somente paciência porém, preferir a derrota prévia à dúvida da vitória é desperdiçar a oportunidade de merecer. 
    Pros erros há perdão; pros fracassos, chance; pros amores impossíveis, tempo. De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma. Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance. 
    Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar. 
    Desconfie do destino e acredite em você. Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu.


postado por Juliana Rigacci as 11:00:37 # 1 comentários
 
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