Karliane Araújo
Karliane Araújo
sexta, 28 janeiro, 2011
Contrações de Braxton Hicks


As contrações chamadas de Braxton Hicks normalmente começam a aparecer por volta da vigésima semana de gestação. Essas contrações podem ser sentidas mais cedo ou com maior intensidade se for a segunda ou terceira gestação. Você perceberá os músculos do seu útero contraindo-se por 30 a 60 segundos. Entende-se que o útero está exercitando-se, preparando-se para as contrações verdadeiras de trabalho de parto que ajudarão a empurrar o bebê quando chegar a hora de nascer.
Nem todas mulheres sentem essas contrações esporádicas e normalmente indolores, que ganharam esse nome de John Braxton Hicks, um doutor inglês que foi o primeiro a descrevê-las em 1872.

Essas contrações iniciam-se na parte superior do útero e vão gradualmente descendo antes de relaxar novamente. As contrações do trabalho de parto são mais prolongadas e bem mais intensas que as Braxton Hicks. Para a mulher que esteja em sua primeira gestação pode vir a pergunta em sua mente: "Como saberei diferenciar as Braxton Hicks das contrações verdadeiras?“ A resposta pode parecer vaga mas, é praticamente impossível não diferenciá-las no momento em que o trabalho de parto efetivamente se iniciar.

Mesmo sendo indolores, essas contrações podem ser desconfortáveis. As Braxton Hicks podem aparecer enquanto a mãe está exercendo alguma atividade física mesmo as que requerem pouco esforço físico como tirar compras do carro. Se você sentir desconforto deite-se e relaxe por alguns minutos, se não melhorar, caminhe devagar pelo ambiente. De maneira geral, mudar totalmente a posição do corpo pode fazê-las parar por completo.
É recomendável beber bastante água para ajudar a minimizar as contrações que também podem ter sido causadas por desidratação. Em geral, uma falta de líquidos torna seu útero mas irritável - mais uma das muitas razões para beber muita água enquanto você estiver grávida, pelo menos oito copos de água por dia. Não se esqueça.

Porém, comunique seu médico se as Braxton Hicks vierem acompanhadas dos seguintes sintomas:

* Dor na parte inferior das costas
* As contrações forem regulares e seu intervalo estiver diminuindo
* Perda de líquidos através da vagina

Estes sintomas podem indicar o início do trabalho de parto, até mesmo um parto prematuro, e exigem atenção médica.

postado por 146787 as 12:50 # 0 comentários
sábado, 13 novembro, 2010
Minha Benção Chegou


Olá a todos bom.... depois de algum tempo de tentativas Deus me concedeu a minha benção.... vou ser mamãe após uma perda muito dolorida... estou tendo a chance de ter meu bebê...... estamos muito feliz, pois esse filho é muito desejado... Bom estou de 7 semanas e 4 dias, sem enjoos, mais com muito sono... muita fome... obg meu Deus por me agraciar.... dessa vez vai dar tudo certo eu seii e creio em Deus!!!!!! 

postado por 146787 as 13:25 # 0 comentários
domingo, 24 outubro, 2010
AS TRANSFORMAÇÕES NA SEGUNDA METADE DA GRAVIDEZ

As mudanças no corpo da mulher continuam com o avanço da gestação. Nessa etapa, elas são marcadas muito mais pelo crescimento acelerado da barriga do que pelos efeitos dos hormônios. E a barriga, por sua vez, cresce para acompanhar o bebê, que está cada vez maior.
Entre o quinto e o sexto mês, a grávida começa a viver uma fase muito agradável. Os enjoos, provavelmente, se tornaram coisa do passado. A barriga despontou, mas não está enorme a ponto de provocar algum desconforto. E o melhor: ela começa a sentir o bebê se mexer pra valer. Isso lhe dá uma noção concreta de que está carregando uma criança no ventre e, quando ela se move, é como se a mulher soubesse que tudo está bem.
Aliás, é importantíssimo observar: a movimentação do bebê deve ser diária. Ele até pode se mexer mais em um dia, menos em outro. Tende a se movimentar, por exemplo, quando a mulher se alimenta. O fato é que precisa se mexer todo dia.
A sensação que a grávida tem desse movimento é que pode mudar. Lá no início da gravidez, o bebê parecia um peixinho que, de vez em quando, surgia nadando em sua barriga. A partir do quinto mês, ela começa a perceber joelhos, mãos, cambalhotas... Essa percepção reforça o vínculo mãe/filho. E, a partir do sétimo mês, claro, ela leva muitos chutes, alguns até bem doloridos.
Na reta final da gestação, o bebê já não faz movimentos tão bruscos e às vezes a grávida até estranha, achando que ele está se mexendo menos e que, por isso, algo está errado: ora, simplesmente ele cresceu e já não há tanto espaço em sua barriga! Só por essa razão o bebê fica menos agitado.
Nessa fase — aliás, desde o sexto mês — ela pode sentir uma vontade frequente de fazer xixi. Isso porque a bexiga está espremida pelo útero grandalhão e, ao menor volume de urina, já parece lotada. Não só ela está no maior aperto: o estômago, o intestino, o diafragma... O útero, a esta altura, começa a comprimir tudo ao seu redor. Por isso, a grávida também pode experimentar azia, prisão de ventre e até falta de ar, mesmo que não tenha feito esforço algum. Nesses momentos, para recuperar o fôlego, nada melhor do que se sentar e jogar o corpo para a frente. Assim, o peso da barriga deixa de apertar o diafragma, músculo envolvido diretamente na respiração, e ela logo se normaliza.

Para driblar a azia
Procure diminuir as porções
de comida e, em compensação, faça várias pequenas refeições
ao dia. Durante as crises,
prefira alimentos pastosos.

Entre o sétimo e o oitavo mês, como a barriga está muito maior, há um mecanismo de compensação que leva a uma alteração da postura. As pernas se separam ligeiramente e o eixo da coluna se curva um pouco mais do que o habitual. Se a grávida exagera ao inclinar as costas para contrabalançar o peso da barriga, porém, surgem dores nas costas — o que, aliás, é comum. A região do púbis também fica dolorida, porque a bacia vai se abrindo ao se preparar para o parto. Afinal, por ela deverá passar um bebê.
Os seios também se transformam. Eles, que já cresceram no início da gestação, agora ficam com as aréolas, a parte pigmentada ao redor do bico, bem escuras. E, nelas, costumam surgir pequenas bolinhas que lembram espinhas. Não é para espremê-las! Elas, na verdade, são glândulas sebáceas que se desenvolveram para lubrificar a região.

A partir do quinto mês, talvez
você note a saída de um líquido transparente das mamas, especialmente ao apertar
o bico dos seios. É o colostro,
o primeiro leite, riquíssimo
em proteínas e defesas para
o bebê. Ele pode surgir logo depois do parto, mas algumas mulheres já produzem, sim, uma pequena quantidade de colostro durante a gestação.

Não podemos nos esquecer que, na reta final da gestação, a grávida tem cerca de 1,5 litro a mais de líquido em seu corpo. E o excedente, além de provocar inchaços, se concentra, principalmente, nos membros inferiores. As veias das pernas tendem a sofrer com essa sobrecarga. Além de usar meias elásticas de compressão, a grávida deve procurar se movimentar a cada duas horas, no mínimo. E, quando as pernas estiverem muito inchadas, uma boa alternativa é um banho morno.
O que muitas mulheres se perguntam, porém, é quanto seria normal engordar em uma gestação. A resposta: entre 9 e 12 quilos. Destes, cerca de 3 quilos correspondem ao bebê. O líquido amniótico pesa 1 quilo, assim como a placenta. E aquele 1,5 litro extra de sangue equivale a 1,5 quilo. A mulher sai da maternidade, portanto, com cerca de 7 quilos a menos do que entrou.

O ganho de peso e o crescimento da barriga favorecem o aparecimento de estrias. Elas surgem porque, de tanto a pele esticar, suas fibras de sustentação se rompem, deixando marcas. Para evitá-las, além de tentar se manter em um peso adequado, a grávida precisa deixar a pele bem hidratada e beber muito líquido.

Nos últimos meses, a grávida sente que, ao longo do dia, sua barriga fica dura de vez em quando e parece mudar de posição. Esses movimentos — que, diga-se, não são dolorosos — são as contrações de Braxton Hicks. Elas têm a função de alagar o útero e prepará-lo para o parto. São positivas e esperadas na maioria dos casos.
As contrações de Braxton Hicks, a barriga, o inchaço — nada disso, no fundo, impede que a gestante saudável leve uma rotina normal. Ela pode passear, trabalhar, praticar atividade física, fazer sexo — com moderação, tudo é permitido, e gozar a vida só faz bem à futura mamãe.

FONTE: www.bebe.com.br 03 Aula para gestantes

postado por 146787 as 16:09 # 0 comentários
terça, 19 outubro, 2010
AS TRANSFORMAÇÕES NA PRIMEIRA METADE DA GRAVIDEZ

As transformações na primeira metade da gravidez

A ginecologista e obstetra Lucila Pires Evangelista, do Hospital
Israelita Albert Einstein, deu a segunda aula do nosso curso sobre esse
tema. E aqui está o resumo para você consultar sempre que quiser.
Nas primeiras semanas da gestação, o corpo da mulher é inundado por
uma série de hormônios. Uma das primeiras funções desse banho hormonal
é preparar os seios para a amamentação. Imagine que as mamas lembram um cacho
de uvas. Elas irão se ramificar e ficar com os bagos grandes. Isso porque se preparam
para, lá adiante, produzir cerca de 450 mililitros de leite diariamente. Mas,
com isso, os seios praticamente dobrarão de tamanho nos três primeiros meses de
gravidez. Esse crescimento rápido às vezes chega a provocar uma ligeira dor.
A inundação de hormônios também age sobre a pele. Ela tende a ficar mais hidratada
e iluminada. Às vezes, bem mais oleosa, tanto assim que algumas gestantes
apresentam acne. Outro efeito não tão agradável na pele é o surgimento de cloasmas
gravídicos. São manchas escuras nas maçãs do rosto, formadas por uma concentração
de melanina, o pigmento natural que nos dá cor. Ocorre que, na gravidez,
sua produção é disparada.

Para evitar manchas

A grávida precisa usar filtro solar sempre. Não importa se
o dia está ensolarado ou nublado. Em seu estado, com a melanina a
mil, qualquer radiação solar será o estopim de cloasmas. Aliás, para
reforçar a proteção, o ideal seria – se for à praia, à piscina, enfim,
se ficar sob o sol diretamente – usar sempre chapéu, viseira ou
boné, ficar sentada sob tendas ou guarda-sóis e, de preferência,
naqueles horários em que a radiação dá uma trégua,
ou seja, antes das 10 horas da manhã e depois das 15.

Os cabelos são uma história à parte.

Normalmente, eles crescem, ficam estabilizados
por um tempo e caem. Mas,
na gestação, quando os hormônios femininos
imperam, os fios praticamente
só crescem. Por isso, a cabeleira de
quem está grávida fica mais bonita, volumosa,
brilhante. Só que, claro, isso
é temporário. Quando o bebê nasce e
os níveis hormonais voltam ao normal,
os cabelos que cresceram ao longo dos
últimos nove meses tendem a cair. Às
vezes, a queda é tão intensa que as
novas mamães se assustam, achando
que algo de errado está ocorrendo. Não
há nada para se preocupar porque é
assim mesmo: os cabelos crescem mais
na gravidez e caem depois. Isso é absolutamente
normal.

Olhar de grávida

Alguns oftalmologistas são
capazes de diagnosticar uma
gravidez antes mesmo do
ginecologista! Isso porque,
na gestante, a curvatura do
olho muda. E, outra vez, por
causa da ação dos hormônios.
Essa alteração provoca
dificuldades de adaptação a
lentes de contato, por exemplo.
Após o parto, os olhos voltam
a ter a curvatura do passado.

Dores e cólicas

É comum, logo no início
da gestação, sentir cólicas
e leves puxões na barriga.
Isso porque o útero está
crescendo rapidamente. Antes
de engravidar, esse órgão tinha
o tamanho de um punho fechado.
Mas com três meses de gravidez
já está do tamanho de uma
manga-rosa, aproximadamente!
Como se tudo isso fosse pouco, os
hormônios ainda agem na mente. Eles
deixam a mulher menos focada. Fica
mais difícil para ela se concentrar em
uma tarefa — é como se vivesse mais
distraída. Mas, na verdade, é quase o
oposto. Ela se torna mais alerta, prestando
atenção em tudo o que está ao
seu redor no ambiente — e não necessariamente
só no que está à sua frente.
É uma estratégia de proteção criada
pela natureza, como se a grávida
olhasse para todos os lados, o tempo
todo, para proteger o bebê.
Outro mecanismo de defesa é a sensibilidade
do olfato e do paladar. Na
natureza, em geral tudo o que é tóxico
tem gosto ou cheiro fortes. Por isso, a
grávida tende a rejeitar qualquer sabor
ou odor mais intensos. E é comum ainda que seu organismo peça mais
alimentos que são energia pura, como
arroz, pão, macarrão, batata. Afinal,
ele precisa mesmo de muita energia
para formar o embrião. Quando essa
fase inicial termina, na 12ª semana, o
apetite costuma voltar ao normal.
Desde o início da gestação, a estrutura
óssea também começa a se modificar.
Ela precisa se adaptar para acomodar
um bebê dentro do corpo e, ao
final de nove meses, permitir que ele
passe pela bacia. Para que isso aconteça,
os ossos ficam mais maleáveis. As
articulações terminam mais frágeis.
Tudo isso, ainda por cima, afeta a noção
de equilíbrio corporal. Por isso, as
grávidas são mais sujeitas a entorses,
por exemplo. E o recomendável é que
evitem saltos altos.

Uma piscina dentro de você!

Com oito semanas de gestação,
quando o embrião tem cerca de
1,5 centímetro, ele já se mexe —
e como se mexe! Fica nadando
dentro de uma bolsa cheia de
líquido amniótico. No quarto
mês, essa espécie de bexiga
contém o equivalente a um
copo cheio desse líquido —
uma verdadeira piscina. Nessa
fase, a placenta também já
está pronta para assumir suas
múltiplas funções. Além de
ajudar a proteger a criança,
ela se encarrega de sua
oxigenação e nutrição.


A formação do bebê

Logo no comecinho, ainda por
volta de três semanas de gestação,
as primeiras células do sistema
nervoso se diferenciam, formando
as estruturas que darão origem ao
cérebro e à medula do seu filho.
Por volta da sexta semana, sangue,
veias, artéria e o coração estão
prontos. Músculos e cartilagem
surgem e ficam aptos a crescer
a partir da oitava semana.
E, com 12 semanas, todos
os demais órgãos dão o ar da
graça – rins, pulmões, fígado...
Tudo, a partir daí, só precisará
crescer e amadurecer.


Fonte: www.bebe.com.br 2 aula para gestantes

postado por 146787 as 17:19 # 0 comentários
sábado, 16 outubro, 2010
Os sintomas da gravidez

Os sintomas da gravidez
Aqui está um resumo do que ensinou o ginecologista e obstetra Waldyr Muniz, do Hospital Israelita Albert Einstein, na primeira aula do nosso curso. E, nos destaques, algumas informações extraordinárias que a equipe do site apurou para você.
Primeiros sinais
Eles variam bastante. Na verdade, variam de organismo para organismo e de momento para momento da gestação. O principal deles é mesmo o atraso menstrual. Por isso, aquelas mulheres com o ciclo muito certinho logo desconfiam quando estão grávidas e, não raro, fazem algum teste de farmácia.
Vale notar que esses testes, realizados em casa com uma amostra da urina, já estão muito mais confiáveis do que no passado. No entanto, o mais certeiro ainda é o exame de sangue para dosar um hormônio chamado beta hCG. Ele é tão sensível que pode acusar uma gravidez antes mesmo de qualquer atraso na menstruação.
Outros sinais frequentes são enjoo, alterações digestivas, como azia e queimação, aumento da salivação e do apetite, sem contar a sensação de sonolência.

Saiba mais
O ideal seria a mulher, ao receber a confirmação da gravidez, realizar exames de sangue, urina e fezes para afastar a hipótese de problemas, como infecções capazes de atrapalhar o desenrolar da gestação. São os primeiros exames pré-natais — todos absolutamente necessários!
É preciso, ainda, um ultrassom para confirmar a idade gestacional, verificar
como o bebê se implantou no útero e como está batendo
o seu pequeno coração.

A culpada é a placenta?
No comecinho da gravidez, mal a placenta começa a aparecer, ela já passa a secretar hormônios iguais aos que o corpo da mulher produzia — mas, claro, no caso trata-se de uma produção extra. E esses hormônios, em dosagens maiores do que as de costume, acabam influenciando as mais diversas funções do organismo. Portanto, por trás de todos os sinais da gravidez há uma ação hormonal. Não à toa, eles tendem a ser mais intensos quando a mulher espera gêmeos. Ora, no caso, ela está formando no ventre uma quantidade bem maior de placenta — portanto, está produzindo mais e mais hormônios e, provavelmente, experimentando mais e mais sintomas.

O problema do enjoo
Ele é um sinal frequente, mas não obrigatório. Algumas grávidas nunca sentiram esse mal-estar. Em outras, ele aparece por volta da sétima semana de gestação.
A ansiedade, o estresse, o cansaço físico, o excesso de comida ou, ao contrário, períodos de jejum prolongado tendem a agravar as crises de enjoo. O médico poderá prescrever medicamentos para controlá-las. O ideal, porém, é a mulher perceber em que horários do dia ela costuma se sentir mais enjoada e procurar se poupar nesses momentos. Controlar a alimentação também é importante.
Para algumas grávidas que costumam sentir muito enjoo, alimentos gelados, como picolés de frutas ácidas, trazem algum alívio. Eles podem ser uma espécie de recurso de emergência. O fundamental é não forçar o apetite e comer apenas o que sentir vontade para não piorar o quadro. O que realmente faz diferença para a grávida nessa fase é a hidratação, e não a comida. É disso que ela não deve se descuidar.

Saiba mais
Evite comer quando se
sentir enjoada para evitar
as crises de vômito. Mais
do que desagradáveis,
elas fazem seu organismo
perder muito líquido
e minerais importantes para
o desenvolvimento do feto.
Uma ótima sugestão é
fracionar as refeições.
Comer pequenas porções de alimentos em intervalos regulares ajuda bastante.

Manter-se hidratada
Essa deve ser a preocupação número 1 da gestante, especialmente nesse início de gravidez. No caso das mulheres que sentem muito enjoo, porém, um copo de água pode atrapalhar mais do que ajudar. Elas devem privilegiar sucos, leite, iogurtes, sopas e outros alimentos ricos em água, como frutas bem suculentas.

As alterações emocionais
Elas surgem logo no início e têm a ver com a história de toda uma vida — o que essa mulher experimentou na infância, sua vida familiar, a expectativa em relação ao bebê e ao seu papel de mãe, o relacionamento com o parceiro, se é uma gravidez muito desejada ou, ao contrário, inesperada... Tudo conta. É preciso respeitar esses aspectos psicológicos e refletir sobre esses fatores envolvidos. Até porque eles afetam diretamente os sintomas físicos e o bem-estar da gestante.
Questões de apetite
Os famosos desejos por alimentos específicos — por ironia, na maioria das vezes difíceis de ser encontrados naquele momento, como frutas fora de época — são um sintoma clássico da gravidez, bastante observado nos consultórios dos obstetras. É provável que os hormônios tenham uma participação muito discreta nesse fenômeno. Mas, sem dúvida, sua principal causa é de caráter psicológico.

Saiba mais
Uma boa ideia para conter a ansiedade é conversar bastante com seu obstetra e tirar todas as dúvidas. Uma das funções mais importantes do pré-natal é justamente esta: proporcionar segurança à futura mamãe.

O cálculo do tempo de gravidez
Uma gestação dura 40 semanas, em média. E os médicos costumam contá-la a partir do primeiro dia da última menstruação. Portanto, faça o seguinte:
• Anote a data da última vez em que você menstruou.
• Vamos imaginar que tenha sido no dia 2 de abril. Primeiro, some 7 ao número do dia. Ou seja, 2 + 7 = 9.
• Então, subtraia 3 do número do mês, que no caso de abril é 4. Ou seja, 4 - 3 = 1, número equivalente a janeiro. O resultado desse cálculo indica que a criança deverá nascer aproximadamente em 9 de janeiro.
• Se, ao somar o dia da última menstruação com 7, o mês virar, então a conta será ligeiramente diferente. Imagine que sua última menstruação tenha começado no dia 27 de junho. Ora, 27 de junho mais sete dias daria 4 de julho no calendário. Guarde o número 4.
• Agora, para calcular o mês, é simples: pegue o número do mês da última menstrução — mês 6, no nosso exemplo — e subtraia 2 em vez de 3. Ou seja, 6 - 2 = 4. A criança deverá nascer por volta de 4 de abril.

Saiba mais
Se achar todas essas contas complicadas, há uma saída fácil. Visite o bebe.com.br e use a nossa calculadora de gravidez, que entrega a data provável do
parto em alguns segundos.
Caso você não se lembre da data da última menstruação, não se preocupe. O primeiro ultrassom resolve a questão, ao medir
o feto. Seu tamanho também indica a idade gestacional.

O sexo do bebê
Para aquelas que desejam descobrir o sexo antes do nascimento e nem sequer querem esperar a ultrassonografia da 16ª semana — que já é capaz de dar essa informação com segurança —, há um teste de sangue que pode responder a essa dúvida já na oitava semana. Trata-se do exame de sexagem fetal. Ele acerta na resposta em 99% dos casos.O sexo do bebê
Para aquelas que desejam descobrir o sexo antes do nascimento e nem sequer querem esperar a ultrassonografia da 16ª semana — que já é capaz de dar essa informação com segurança —, há um teste de sangue que pode responder a essa dúvida já na oitava semana. Trata-se do exame de sexagem fetal. Ele acerta na resposta em 99% dos casos.

Fonte: www.bebe.com.br 1ª aula para gestante

postado por 146787 as 11:36 # 0 comentários
 
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