O LIVRO DE RENESMEE ou LUA CHEIA
O LIVRO DE RENESMEE ou LUA CHEIA

quinta, 24 fevereiro, 2011
Introdução

Olá, meu nome é Güeirnan, sou oficialmente a criadora desse blog e escritora da história nele postado. Bem, primeiramente, quero pedir desculpas a vocês por parar de responder aos comentários, aos recados e as perguntas no Formspring. Em segundo lugar, quero agradecer pela força que vocês estão dando, sem vocês esse blog não seria nada! Muito obrigado! De coração.

Se escrevo hoje é pra vocês.

Deixo claro que nenhuma parte da história que está postada aqui foi roubada de alguém ou copiada de algum escrito da Stephenie Meyer, gênio criador dessa saga tão especial.

Atenção! O livro nunca passou por uma rigorosa revisão e existem palavras erradas ao longo dos capítulos. Estou trabalhando nisso nesse exato momento. Perdoe-me, sei que isso atrapalha a leitura, porém, não possuo muita ajuda nessa parte. Agradeço se entenderem!

Esses são alguns endereços últeis, onde vocês poderão buscar próximos capítulos, me mandar perguntas, críticas, sugestões e me ajudar na comunidade do livro:

Meu perfil no Orkut:

http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=4942944484422751667&rl=t

Meu Formspring:

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Meu Msn:

locatgirl@hotmail.com


Listagem dos capítulos:

Capítulo 1

Continuação do Capítulo 1

Capítulo 2

Capítulo 3

Continuação do Capítulo 3

Capítulo 4

Continuação do Capítulo 4

Capítulo 5

Continuação do Capítulo 5

Capítulo 6

Continuação do Capítulo 6 - Parte 1

Continuação do Capítulo 6 - Parte 2

Capítulo 7

Continuação do Capítulo 7

Capítulo 8

Continuação do Capítulo 8

Capítulo 9

Capítulo 10

Continuação do Capítulo 10

Capítulo 11

Continuação do Capítulo 11

Capítulo 12

Capítulo 13

Continuação do Capítulo 13

Capítulo 14

Continuação do Capítulo 14

Capítulo 15

Capítulo 16

Capítulo 17

Capítulo 18

Capítulo 19

Capítulo 20

Capítulo 21

Capítulo 22

Capítulo 23

Capítulo 24

Epílogo

Güeirnan, escritora do Livro de Renesmee ou Lua Cheia.

Atenciosamante...



postado por 121594 as 07:36:52 10 comentários
quinta, 15 abril, 2010
Capítulo 1

PREFÁCIO-1

 RENESMEE

  Eu queria não ser assim... Por um minuto eu me lembrei da voz da minha mãe me dizendo que eu era especial... Especial pra quê? Para machucar as pessoas que amo? Não parecia ser tão legal assim. Eu amava meus pais e ainda sim repudiava a escolha deles, não me agradava ser um monstro... Mas talvez eu estivesse me sentindo assim por amar... Amar alguém impossível, mas que parece ter sido destinado para mim...

Oh! Eu o amo e isso tem me revoltado a cada dia que passa. Mas eu lutaria por esse sentimento, isso eu tinha certeza!

         

 

PREFÁCIO-2

JACOB... 

De novo a droga da dor me consumia por dentro. A impressão é um lixo, mas quem ela escolhe é a pessoa que você sempre sonhou pra ficar ao seu lado, isso é o bom, quer dizer, no meu caso, isso é o que complica tudo.

Correr e sentir meu corpo explodindo em um lobo gigante é fácil, mas amar uma garota vampiro... É um problema!

  

 

 

 

 RENESMEE... 

1.  O REENCONTRO

-Renesmee!- meu pai novamente me chamou, embora ele estivesse na outra casa, eu ouvi meu nome claramente.

Segui na direção da voz e quando cheguei na sala ele já havia lido minha mente.

-Me desculpe por estar te “incomodando”, mas vou sair algumas horas, avise a sua mãe.

-E posso saber pra onde o senhor vai?- eu não costumo usar esses pronomes de tratamento, ainda mais quando tenho pais com caras de adolescentes, mas as vezes saí sem querer.

-Bem... É melhor não!- a cara misteriosa que ele fez e como saiu voando, diga-se de passagem, não me abalaram. Também não liguei por não saber pra onde ele ia, porque eu nunca ligo, quer dizer, meu pai sempre sabe onde vai. E se ele não me disse, eu não me importo, talvez a mamãe gostasse de saber, mas depois ele falasse a ela.

Voltei pro meu quarto pra arrumar a bagunça que aquele lugar estava. Passei pelo espelho do meu guarda-roupa e por impulso, parei. Me olhei um pouco, arrumei a avermelhada cabeleira e fixei meu olhar nos olhos que eu via no espelho.

Eram escuros, achocolatados como sempre dizia minha mãe. Reparei no tédio que eles exalavam, ficar naquela casa vazia, sem ninguém pra conversar. Quando minha mãe saía e só ficava meu pai, eu me sentia protegida, porém sozinha . Minhas conversas com Edward não eram o que pode-se chamar de uma discussão oral, eram mais telepáticas. Eu pensava, ele ouvia e respondia com palavras ou gestos, por isso eu conversava pouco com meu pai. Haviam meus “tios”. Rosalie era legal, gostava de conversar coisas que normalmente minha mãe não liga e eu sempre quero saber; “Coisas de mulheres”, dizia ela sempre a tio Emmett, que uma vez ou outra queria entrar na conversa.

Com tia Alice eu perguntava sobre os humanos, pois ela entendia minha curiosidade e tirava algumas dúvidas, principalmente a respeito de comportamentos curiosos que vô Charlie e Sue tinham. A droga de ter tia Alice como tia era: ela não poder ver meu futuro. O de todos era normal e tal, até da minha mãe, que não deixava meu pai e os vampiros do mal mexerem com a cabeça dela tia Alice via e por que eu não?

Injustiças do destino, e da raça... Híbrida, era isso que eu era, eu e Jacob...

 Tio Jasper era mais reservado, porém se eu queria saber sobre lutas e como derrotar alguém, ele sempre se empolgava e me contava tudo, junto com tio Emmett.

Se da parte de minha mãe eu não tinha nenhum tio, por parte de pai tinha quatro e bem bizarros. Conversava também com meus avós, mais com Carlisle e Esme, do que com Charlie e Renée. Charlie estava sempre ocupado e não era dado a conversas, pelo menos depois do meu repentino crescimento, e Renée, bem, ela só por telefone ou quando Phill tinha um tempinho, então os dois vinham ver minha mãe e conseqüentemente eu, que era tida como a filha adotiva que ainda por cima tinha uma irmã mais nova... A pequenina que os humanos ainda acreditavam que eu era.

Minha vida era “normal”, embora para uma garota meio vampira, meio humana congelada com a aparência de uma pessoa de quinze anos, mas que cresceu só até os seis anos. Isso era espantoso até para minha espécie, pois as irmãs de Nahuel, o garoto da America do Sul, atingiram a maturidade com cerca de dez anos e eu, bem... Fui mais adiantada que Nahuel, já que ele só parou de crescer com sete anos.

Meus pais e meu avô ainda indagavam que eu estava crescendo, devagar mais estava, que ainda faltava algo em mim... Mas para mim minha estatura seria sempre aquela. Isso para uma garota vampira era o normal, congelar, mas o resto... Nada normal.

Ainda em Forks, minha família fazia o que podia para passar por despercebidas aos olhos humanos. Meu avô Charlie não queria que minha mãe fosse para longe, Edward também não queria ver minha mãe triste, longe do vovô, então ainda continuamos aqui, e eu acho melhor assim.

Embora nem toda minha família esteja sempre aqui. Vô Carlisle trabalha em outra cidade, vó Esme fica viajando para desenvolver seu passatempo favorito: restaura e redecorar ambientes antigos. Tio Emmett e tia Rosalie viajavam a maior parte o tempo. Apenas meus tios Jasper e Alice ficavam aqui em Forks, tia Alice trabalhando com minha mãe em uma boutique que elas abriram aqui em Forks, e tio Jasper, ele não sairia do lado de tia Alice.

E eu, bem, eu só queria ser mais livre, sair mais, ser mais humana, mas minha parte vampira era maior. E desde que Jacob se afastou um pouco da nossa família, alguns anos atrás, para cuidar das suas obrigações como Alfa, eu não me sentia mais como humana. Não que eu não gostasse da minha parte vampira, bem, eu era diferente, rara! Isso era um falso consolo que eu usava para não deixar meus pais chateados. Mas a vontade de sair daquele lugar, ser normal, conhecer pessoas era forte como a minha sede por sangue.

Nessa tarde de tédio, quando terminei de arrumar meu quarto, fui até a casa de Carlisle. Eu pensei que não havia ninguém, porém vó Esme estava lá.

-Oi, minha querida! Estava naquela casa sozinha?-ela quis saber, me abraçando. Eu simplesmente, como de costume, a toquei e mostrei o tédio que eu estava sentindo por estar sozinha.

-Oh! Por que não veio pra cá?

-Pensei que não tinha ninguém aqui. Mamãe me disse que vocês iam sair... - na verdade ela não me falou, mas eu deduzi- Bem, e você sabe pra onde meu pai foi?

Claro que Esme sabia, mas existia algum segredo ali, ninguém queria me contar nada, porém todos sabiam, menos eu!

- Seu pai deve ter dado uma escapadinha para caçar...

Esme era ótima mentirosa, mas eu já a conhecia tempo bastante para saber que essas palavras eram puro fingimento.

- Por que todo mundo ta mentindo pra mim? Qual é o lance? Que segredo todo é esse?-encarando seus olhos dourados, tentei instigá-la a falar.

Esme ficou surpresa com minhas palavras, me olhou bem fundo nos olhos e me levou para sentar no sofá. Eu sabia que eles estavam escondendo alguma coisa, mas sabia também que Esme não iria me contar.

- Querida... Não há segredo algum... Eu diria que um mistério e uma surpresa pra você, fora isso, não estamos mentindo.

- Bem, que surpresa é essa?

-Se eu te contar deixa de ser surpresa! Agora eu tenho que fazer algumas... Algumas tarefas...

- Tarefas? -eu a interrompi, pois essa palavra não existia no seu vocabulário. Ela percebeu o engano de palavras e mudou rapidamente de assunto.

- Seu pai estava querendo te matricular na escola de Forks... - ela disse enquanto se dirigia a cozinha.

- Sério?-fingi um espanto repentino, mudar de assunto era a melhor forma de passar o tempo, já que ele não iria me contar.

- É! Sua mãe está incentivando e Charlie comentou com ele que queria saber como iam os seus estudos e pediu a Edward para te matricular aqui!

Esme sabia como me distrair, e não demorou muito até tia Alice chegar com a mamãe e tia Rosalie. Elas mudaram o aspecto assim que entraram na casa. Mamãe era a que menos sabia disfarçar.

- Esme, já te contou Nessie que seu pai está cedendo?

- Não precisam fingir... – eu falei mal humorada. As três fizeram uma cara assustada com minha reação e Rosalie olhou para Esme, que as chamou até a cozinha. Eu fiquei na sala, esperando Esme explicar o meu comportamento.

Minha mãe foi a primeira a aparecer na sala, me olhou e sentou ao meu lado, passou a mão em meus cabelos e beijou na testa. Parecia que ela queria me contar algo mais não podia.

-Olha filha, eu e seu pai temos uma surpresa pra você, mais você vai ter que esperar um pouco! - ela começou a me explicar, meio que perturbada.

Eu simplesmente olhei par ela e a abracei, eu teria paciência, agora eu podia sentir sua alegria e seu corpo frio perto de mim. Da porta da cozinha, Esme, Alice e Rosalie olhavam a cena e sorriam docemente.

-Você arrumou seu quarto? - minha mãe quis saber. Eu coloquei a mão em seu gelado pescoço e lhe mostrei a minha “animada” tarde.

-Oh! Nessie me desculpe por te deixar sozinha, seu pai também não ajudou! Mas era necessário, depois você vai me agradecer!

Eu fiquei ainda mais curiosa com tanto mistério e por isso mudei de assunto, e começamos a conversar sobre Charlie, a escola em Forks, entre outras coisas que não me faziam esquecer por um minuto a tal surpresa.

A noite caiu e estávamos as cinco conversando quando Carlisle chegou e logo depois Emmett e Jasper. Meu pai foi o ultimo a chegar e com uma cara bem sorridente. Vídeo game com tio Emmett, o antigo e prestigiado Top Gear, e depois assisti baseball na TV, a noite não parecia guardar uma surpresa.

 Foi tio Jasper que sugeriu deixarmos as conversas e a TV de lado e irmos caçar. Eu não estava com tanta sede, mas mesmo assim fui.

Logo me deixaram pra trás e me vi sozinha na floresta. Não demorei muito até abater meu primeiro cervo, e quando eu já estava saciada e ia procurar pela minha família, ouvi um rosnado entre as arvores. Eu não era de ter medo por isso tratei de sentir o cheiro do que estava rosnado pra mim e qual não foi minha surpresa ao sentir cheiro de lobisomem.

Mas não era um cheiro qualquer, era um cheiro familiar, mas que eu não conseguia me lembrar. Logo percebi que o lobo ia avançar e saltei para o galho de arvore mais próximo e corri, pulando de galho em galho. Ele me seguiu, e quando eu pisei em um galho podre e caí, ele deu o bote.

No meio das sombras eu não pude reconhecer o lobo enorme em cima de mim, mas seu cheiro foi ficando cada vez mais familiar que não demorou muito até eu o reconhecer.

Jacob estava maior, mais forte e, diga-se de passagem, mais bonito, pelo menos como lobo. Seu pelo marrom avermelhado estava curto e sedoso. Meu coração disparou assim que o reconheci e o dele também estava acelerado. Eu me levantei e esperei para que ele se transformasse em humano, mas lembrei que ele estaria sem roupas e não insisti. O abracei fortemente, sentindo ele fungar em meu pescoço. Um calor diferente passou em meu corpo, meu coração acelerou tanto que eu pensei que iria explodir. O que estaria acontecendo comigo? 

Logo nós dois estávamos cercados pela minha família, que nos chamou para ir pra casa. No caminho de volta ouvi tia Alice cantar vitória.

“-Eu disse que ela iria reconhecer o cheiro dele, Edward. Mesmo sem poder ver o futuro dela, Nessie é bastante previsível.”

Meu pai apenas sussurrava alguma coisa que eu não conseguia ouvir direito, pois meus ouvidos estavam preocupados demais pára ouvir o som daquelas enormes patas pisando macia nas folhas secas e nos seguindo. Então essa era a surpresa, e que surpresa! Reencontrar Jacob era a melhor coisa que podia acontecer!

Quando chegamos em casa eu esperei alguns minutos até ouvir meu nome ser chamado nos fundos da casa. Jake agora já havia se transformado e estava junto ao rio, me esperando. A lua brilhava e conseguia clarear tudo, afinal estava cheia. Mas mesmo assim eu não pude ver Jacob direito e quando cheguei perto dele cambaleei, ele me segurou, com mãos firmes e me abraçou.

- Por que você me abandonou Jake, por quê? – eu disse ainda agarrada a sua nuca.

-Eu não te abandonei Nessie... Apenas tive que me separar de você por uns tempos.

Ele disse enquanto me apertava. Quando me separei dos seus braços, ele me encarou, e me pediu que contasse o que ele havia perdido. Eu entendi o pedido e coloquei minha mão sobre sua face quente e mostrei-lhe tudo que ele não tinha visto desde que se separou da família Cullen.

Por um momento eu senti sua respiração acelerar, quando eu acabei de lhe mostrar tudo e continuei com minha mão pousada em seu rosto. Ele pareceu não querer que eu o solta-se e eu também não queria fazer tal coisa.

-Meu Deus, você cresceu bastante! Nem parece a Nessie que dormia no meu colo e tomava mamadeira de sangue... Te deixo por menos de um ano e meio e já me sinto velho! – ele sorriu me mirando com curiosidade. Ele não mudou muito, continuava o mesmo garotão cheio de gracinhas.

- Você também mudou bastante. Mas continua com suas piadinhas... Mas me conte sobre você! Como foi sua vida sem ser meu babá?

Jacob riu novamente e começou a me contar o que tinha vivido, suas experiências, novas habilidades entre outras coisas. Era ótimo ter aqueles olhos castanhos escuros me olhando de novo, sentir o calor das suas mãos toda vez que me tocava. Nós dois estávamos sentados em umas pedras perto do rio.

De dentro da casa só se ouvia murmúrios e risinhos, todos nos bisbilhotando pelas janelas. Isso me encabulou um pouco, mas eu não interrompi as histórias de Jake, continuei a ouvi-lo, e ninguém nos interrompeu. Ficamos a noite toda conversando e quando o dia amanheceu ele bocejou e eu também. Gargalhamos e ouvi a barriga dele roncar, pensei “o mesmo mortal de sempre!” 

O convidei para entrar e comer algo, ele aceitou. Quando entramos fomos cercados de olhos curiosos. Minha família não era nada discreta, então minha mãe olhou para Jacob e os dois se abraçaram.

- Hei, Bells, você não me disse que Nessie estava tão crescida e tão bonita! –senti minhas bochechas corarem.

- É, eu devo ter esquecido de mencionar. Ela parece tão igual, minha pequena Nessie!

- Para você eu nunca vou deixar e ser aquele bebê, não é mãe?

-É isso mesmo! Quem mandou crescer tão rápido? – ela agora já havia se separado dos braços de Jacob e tinha se enlaçado nos do meu pai, que tinha acabado de chegar a sala.

- E então, Renesmee, gostou da surpresa?

- Sim! Não poderia existir coisa melhor!- Jacob sorriu e eu ouvi sua barriga roncar novamente, mas dessa vez não foi só eu, todos na sala ouviram.

- Um lobo com fome de leão!- meu pai sussurrou.

- Jake, não ligue pra ele. Venha comer!

Não precisou convidar duas vezes e, como um velho conhecido, Jacob seguiu mamãe até a cozinha e lá tomou seu café da manhã. Eu fiquei na sala e chamei meu pai até perto do piano, queria saber sobre a história de eu estudar em Forks.

-Bem... Não era pra sua mãe ou Esme ter dito a você isso. É só uma possibilidade.

A decepção passou em meu rosto e pensei logo que eu estava me iludindo a toa.

- Não precisa ficar desapontada, eu disse que há uma possibilidade. -meu pai disse, depois de ler meus pensamentos. Ele não queria estragar meu dia.

- E o que te fez pensar nessa possibilidade?- eu quis saber, pois não era fácil convencer meu pai a fazer algo. Só podia ter sido a mamãe. Todos sabem que Edward Cullen só dá ouvidos a uma pessoa nessa terra... Bella Swan!

- Na verdade não foi sua mãe... - ele quis meio que, me contrariar os pensamentos. - É que te deixar fora de uma escola estava chamando mais atenção do que proteger você de machucar alguém. Seu avô Charlie também me ajudou a pensar na decisão. Uma garota meio humana tem que ser menos notada do que um rapaz totalmente vampiro. -ele falou lembrando-se dos seus velhos tempos de colegial. “Então irei estudar em Forks?”- meu pensamento me traía toda vez que eu me empolgava.

postado por 121594 as 02:42:19 27 comentários
Continuação do Capítulo 1

-Está vendo por que eu não queria te contar nada. Você vai se encher de expectativas. E se não der certo? Você vai se decepcionar ainda mais! Filha, lhe peço um pouco e calma, afinal você tem a eternidade com o corpo de uma garota de 15 anos!

Por um momento eu percebi que ele estava certo, e até mesmo pelo curto tempo que eu havia crescido não tinha dado tempo pra uma garota de 15 anos se desenvolver. Até Charlie que era o mais interessado desconfiaria. Bem mais ele sabia que a neta dele não era nem um pouco normal, quer dizer, nem a filha, nem a neta e nem a família que Bella escolheu para viver!

Encerramos nossa conversa quando meu pai ouviu meu subconsciente convencido de que era só uma possibilidade. A essa altura Jacob já havia terminado de comer e eu empolgada por saber mais coisas sobre a vida dele.

Mas algo aconteceu de errado que em um minuto toda minha família estava em posição de ataque. Eu olhava pra minha mãe, meu pai e Jacob, e via a mesma expressão. Foi então que senti a presença de Demetri, ele estava a alguns metros da casa. Meu pai voltou ao normal e resolveu ir atrás dele seguido por tio Emmett e Jasper.

- Alice, o que aconteceu? –Carlisle quis saber, pois ela não havia nos alertado sobre Demetri e isso era incomum.

- Não sei o que ouve, eu estava distraída e nem percebi. Mas mesmo antes, não me ocorreu nada... O que será que esta acontecendo comigo?

Esme a abraçou e minha mãe olhou pra mim como que querendo me abraçar também, mas eu estava de olhos vidrados na janela. Não dava pra ver nada, só ouvir algo que parecia ser uma discussão entre meu pai e o Volturi.

- Esme, eu vou lá.

- Vá, e seja o que for, mande Demetri se retirar da nossa propriedade.

Carlisle saiu rápido, eu também queria ir, mas sabia que minha mãe não deixaria. Esperei até eles voltarem. Jacob, que também tinha ido ver o visitante inesperado, foi o primeiro a entrar, seguido por Carlisle, Edward, Jasper e Emmett.

- O que foi?-minha mãe fez a pergunta que todos nós estávamos querendo fazer. Mas foi Alice quem respondeu.

- Ele estava atrás de alguém e quando o fugitivo veio até aqui ele pensou que nós o estávamos ocultando.

- É, mas se você sabia, por que não avisou antes?- meu pai perguntou impaciente ao escutar a resposta tão precisa de tia Alice.

- Não sei o que aconteceu, não me veio nada... - mais um minuto e seus olhos ficaram parados olhando para lugar nenhum. Ela estava tendo uma visão.

- Alguém... Vejo alguém fugindo e está vindo pra cá... Ele tem algo em mãos... É muito poderoso!

-Como assim, quem está vindo pra cá, Alice?- Jasper perguntou em uma voz aveludada.

- Não reconheço a pessoa, mas ele está desesperado. É Demetri quem está o seguindo, deve ser alguém que os Volturi querem muito.- Alice voltou ao normal, seus olhos miraram cada face que estava na sala.

Um a um, as faces foram se recompondo do choque. Eu olhei para Jacob, ele tinha uma cara angustiada. Eu tinha perdido meu dia perfeito com ele, meu grande amigo tinha voltado pra mim e eu não ia poder ficar com ele. Meu pai ouviu novamente meus pensamentos e por amor a sua única filha disse a Jacob:

- Você se importa em tirar Renesmee daqui, Jake?

-Não!-Jake disse olhando para mim, minha mãe olhou para meu pai surpresa com sua decisão.

Jacob pegou minha mão e eu senti um calafrio, bom, mas estranho, correr por todo o meu corpo. Eu não sabia para onde ele estava me levando, só sabia que eu o seguiria pra qualquer lugar.

Corremos por entre as arvores e logo estávamos na reserva La Push, indo em direção ao mar. Ele me olhou e parou perto de um rochedo, seus olhos percorrendo cada detalhe do meu corpo. Eu fiquei envergonhada e percebi minhas bochechas ficando quentes, deviam estar vermelhas também.

Seu olhar era curioso e aquele silêncio que nos envolvia era mágico, eu nunca havia sentido nada assim antes. Minha família estava prestes a topar com algo desconhecido e eu não estava lá pra ajudar, porém eu não me sentia mal por isso, eu não desejava estar em nenhum outro lugar com nenhuma outra pessoa a não ser aquele, a não ser aquela.

postado por 121594 as 02:39:21 55 comentários
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