sexta, 28 novembro, 2008
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| Novo Blog |
http://mahhal.blogspot.com/
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postado por Tadj Mahhal as 01:25:19
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| Meu novo Blog |
este é meu novo endereço de blog, espero todos vocês lá http://mahhal.blogspot.com/
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postado por Tadj Mahhal as 08:35:40
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quarta, 26 novembro, 2008
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| Enchente em Santa Catarina |
 Deixo aqui links que possam trazer informações a todos que precisam sobre a tragédia ocorrida aqui em nossa região:http://www.clicrbs.com.br/blog/jsp/default.jsp?uf=2&local=18&source=DYNAMIC,blog.BlogDataServer,getBlog&pg=1&template=3948.dwt&tp=§ion=Blogs&blog=595&tipo=1&coldir=1&topo=4023.dwthttp://diarinhonachuva.blogspot.com/http://www.clicrbs.com.br/diariocatarinense/jsp/default.jsp?uf=2&local=18§ion=capa_onlinehttp://g1.globo.com/"Tudo passa, até a uva-passa" vocês sabem quem disse.
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postado por Tadj Mahhal as 08:01:13
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sexta, 17 outubro, 2008
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| Voltando a postar em Novembro 2008 |
 Senhoras, senhores, coluna do meio (gaúchos, são-paulinos, campineiros e afins), Estarei voltando com novos posts em Novembro, com muito mais coisas que antes, com discussões muito boas, se preparem, novos contos também.Enorme abraço para todos e beijo para todas, Tadj Mahhal
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postado por Tadj Mahhal as 03:52:59
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segunda, 12 maio, 2008
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| Para Minha Mãe |
 Josy Loura de olhos azuis, Nascida em Alfenas, Em nossa Minas Gerais, Minha mãe. Apesar de branca e loura não teve vida de princesa, Comeu o pão que o diabo amassou, Passou necessidades inúmeras, Recebeu castigos sem motivos, Padeceu pela ignorância dos seus. Por isto hoje tem fibra forte, Cometeu erros também, Difícil sería se não tivesse os cometido, Mas aprende. Como cozinha bem, Lembro quando me acordava com cógegas de manhã, Quando eu era equeno e não tinha urinado na cama, Não parava de jeito nenhum com as cócegas, Era muito bom os ataques de risos que tinha, As vezes que me defendia dos moleques que caçoavam de mim, O problema é que sempre acabava gostando dos meus amigos mais errados. É minha mãe, Minha amada mãe, Ouvi em um filme certa vez: "A gente ama alguém quando ama seus defeitos..." Eu amo tudo em minha mãe, Obrigado mãe.
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postado por Tadj Mahhal as 09:44:18
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quarta, 30 abril, 2008
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| Revolta |

Um Dia de Revolta Ontem roubaram meu celular, ou melhor, furtaram, na loja onde trabalho, o cara tava de butuca nele já fazia tempo, demorei muito para poder ter um como aquele, e vem um desgraçado e me rouba, ontem minha vida foi um inferno, um daqueles dias onde nada dá certo, hoje eu assisti um documentário da BBC na Record News, estava falando sobre duas famílias de mafiosos, elas dominam duas cidades, Lauro e Quindici, em Nápoles, Itália. As famílias, Cava e Graziano, fazem parte da Camorra, uma versão napolitana da máfia siciliana, no documentário se comentava o fato de em uma briga entre estas famílias e uma estrada, morreram três mulheres da família Cava, elas estavam revidando ataques a família Graziano a tiros de metralhadoras e pistolas, a reportagem mostrou também que as duas cidades tomam partido pelo acontecido, os habitantes das cidades, pelo menos uma esmagadora maioria, torcem pelos "donos" de suas áreas, o cabeça da família Cava, Baggio Cava, está preso, vários Grazianos também estão, Baggio está para sair da prisão, a população de Lauro, cidade da família Cava, está, ou estava, esperando seu retorno para que ele se vingue do acontecido com as mulheres de sua família, uma de suas filhas ficou paraplégica graças ao tiroteio, isto ocorreu em maio de 2002, o que tem isto haver com o roubo de meu celular? Quando bem mais novo, meu grande sonho era trabalhar para a máfia, eu queria cobrar seus devedores, torturá-los, ter carrões, ter uma vida agitada todos os dias, matar um monte de tranqueira, matar até gente inocente também, afinal, ninguém me protegeu quando eu precisei, o único que veio fazer isto era do lado dos bandidos na época, as autoridades constituídas, moralmente ou normativamente, nada fizeram. Depois de assistir o documentário eu pensei, se eu hoje estivesse realizado um sonho destes, sonho que não tenho mais hoje, mais tive, bem, hoje eu acharía o bandido que me roubou meus 700 reais até no inferno, eu usaría toda influência possível, o torturaría de todas as formas chamadas desumanas possíveis e tentaría as impossíveis também, sem piedade, apenas terror e medo, e só sorríria quando sentisse o cheires de fézes no ar do bandido, isto na raíva, lógico. "É só um celular", eu já ouvi, mas é muito mais que isto, é um resultado de TRABALHO, trabalho servindo várias pessoas que não merecem, ganhando dinheiro para pessoas que só sabem te arrancar o máximo e lhe dar o que lhes é obrigado, deixando claro que sempre isto a contragosto, e doar nada, eu aguento um monte de filhos da puta durante o dia, quer dizer, feriados, domingos também, compro um produto da minha própria empresa, pago nele mais de 100% do preço de custo e vem um filho de uma puta maldita me roubar, furtar. O que aprendo com isto? Antes eu era à favor 100% de venda livre de armas para a população, hoje sou categoricamente contra, se eu estivesse com uma arma ontem eu atiraría no primeiro cara que me fizesse uma desavença, e geralmente são uns motoristas malditos que não sabem para que serve uma faixa de pedestres ou umas luzinhas laranjas que estão no seu carro, graças a isto hoje não posso aceitar que se vendam facilmente estas porcarias por aí, antes eu sempre julgava a lei como morosa e culpada de todos os maus, hoje não, eu por algumas experiências comecei a ver que o grande problemas não são as leis, são sim o comportamento desregrado da população brasileira. Tive a grande oportunidade de conhecer a Guarda do Embaú - SC, é um paraíso, enquanto eu esperava um ônibús para voltar para Balneário Camboriú no acostamento da BR 101- parte esta não duplicada- pude ver ao vivo os motoristas correndo pelos acostamentos para fazer ultrapassagem, vi uma reportagem também da Record News onde um grupo de sem-terras pararam uma agência do INSS em Porto Alegre, uma gaúcha é indagada o que ela estava sentindo no momento, ela responde: " eles não deveríam fazer isto, estão me prejudicando e eu não tenho nada haver com isto", graças ao "nada haver com isto" do brasileiro estamos onde estamos. Temos troscentas leis para troscentas situações, o problema não é que o processo é moroso, o número de ações, crimes e etc é que são muito grandes, é como se um grupo de 33 amigos quisessem todos uma carona ao mesmo tempo em um fusca para um lugar afastado, o fusca tería de fazer várias viagens, independente da pressa de cada um, eles teríam de esperar sua vez, o problema não está no fusca, ele foi feito para transportar 5 pessoas, ele esta cumprindo seu papel. O problema não é a justiça, e sim a falta de ação da sociedade para diminuir os crimes, e sociedade somos todos, não pobre ou rico, só governo não faz nada, e infelizmente todos os grandes humorístas do pais estão no congresso pegando verbas para seus interesses, como sempre. A perda de um bem meu me fez escrever estas linhas, eu realmente desejo que o cara morra, que seja atropelado ou sei lá o que e que agonize bastante antes de morrer, mas eu mesmo vou, novamente, levantar a cabeça e continuar meu caminho, não quero de forma alguma fazer parte da marginália deste país e sim, fazer parte de ações que culminem com a diminuição destas párias em suas várias faces, afinal, por mais que que tentem me inebriar, o mundo ainda gira como prova o Galileu. Hoje eu tô revoltado!
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postado por Tadj Mahhal as 04:48:21
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segunda, 28 abril, 2008
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| Retrospectiva |

Clarisse
Ela tinha 14 anos, bem criada e amada pelos pais, mais bonita não se via, cabelos lisos louros, uma cor loura original, em extinção, pois hoje, a grande maioria, ou melhor, uma esmagadora maioria, se passa por louras de farmácia. Seus cabelos eram lindos, chegavam até um palmo abaixo do meio da linha das costas, olhos cor de mel, não tinha olhos claros, como se faz critério de beleza hoje, seus olhos de mel davam uma beleza ainda mais rara, pele alva, traços finos e bem definidos, boca levemente carnuda de tom avermelhado, ela era um pouco mais altas que as meninas de sua idade, não eram nada incomuns as vezes em que perguntavam a ela se praticava esportes como vôlei ou basquete. Clarisse era uma garota muito alegre, contagiante, todos se sentiam felizes ao seu lado. Estava ela se preparando para as comemorações de seu aniversário, seu pai já preparava a grande festa, ela decidiu um baile de arromba, em vez de uma viagem com as amigas, ele alegrou-se quando ouviu isto, e tratou de fazer a festa sem medir esforços. Seu pai era um homem muito bem considerado na cidade, cidade pacata, tinha cerca de uns 30 mil habitantes, ele era o munícipe mais respeitado, se alguém quisesse ser prefeito na cidade ou conseguir algo na política, tinha de passar por seu aval, os candidatos a deputado da região iam sempre visitá-lo para terem ganho de moral na cidade e redondezas. O senhor Eustáquio, era seu nome, herdou fortuna de seu pai, que herdou de seu avô, avô este que era o dono de quase todas as terras de onde foi criada a cidade, então ficou Eustáquio herdeiro único, pois não tinha irmãos, ele era dono do jornal da cidade, da rádio, de duas padarias e de um salão de eventos, o mais chique da cidade, fora as fazendas, cavalos, gado, típico de homem rico de cidade interiorana, teve ele dois filhos, um chamou-se Roberto, quando nasceu foi o grande orgulho do pai, ele escolheu seu próprio nome, sim, escolheu, seu pai escreveu dois nomes, num papel escreveu Roberto e no outro escreveu Carlos, na ocasião a criança chorava sem parar, ele chegou perto da criança e lhe mostrou o primeiro nome, apontou aquela folha de sulfite escrito Roberto, com um canetão vermelho, a criança arregalou os olhos para o papel e parou de chorar, o pai mostrou depois outro com o nome Carlos, e a criança voltou a chorar, ficou assim registrado Roberto. Roberto já tinha 6 anos quando nasceu sua irmã, ele não gostou muito, ficava enciumado, coisa de irmão mais velho, mas quando cresceu, era ele a cuidar da irmã, não deixava nenhum rapaz se engraçar com ela, era seu protetor, o garoto era meio arrogante na escola, diziam, mas ninguém duvidava do amor que tinha pela irmã, e da tamanha proteção que dava. Não podemos esquecer de Dona Sueli, mãe de Clarisse, uma mulher que, quando jovem, era a mais bela da cidade, ganhava todos os concursos de beleza de sua cidade e sempre era ela a garota propaganda da festa anual de agropecuária que lá acontecia, era muito pobre, mas, por ser tão linda, não podiam passar em branco as vistas do então jovem Eustáquio. Casou-se com ele, dizem que “de barriga”, Sueli era uma felicidade só em sua juventude, mas ultimamente tinha apenas um olhar triste e distante, era como se estivesse doente, Eustáquio se lamentava pelos bares dizendo que sua mulher virou uma mulher que sofre de depressão, mas ela sempre tinha os cuidados atentos e carinhosos de Clarisse. Clarisse sempre estava lá cuidando de sua mãe, abrindo as cortinas de seu quarto nas manhãs, fazendo piadas para lhe alegrar, fazia de tudo esta menina para sua mãe. Neste dia fazia Clarisse 15 anos, acordou com um belo café da manhã, com visitas de suas amigas, ela era só sorrisos, e ria de tudo, ria de tudo mesmo, se não fosse por ela ser bem criada e bem acompanhada em sua criação por seus pais, poderia se dizer que ela estava drogada, nem suas amigas lembram de terem visto ela tão feliz e abobada assim. Ela passou o dia todo com a companhia de suas amigas, foram ao clube, nadaram, comeram no restaurante da Associação dos Desportos, beberam batidas de coco e conversaram sobre as várias histórias de suas infâncias em comum. Clarisse passou em casa, disse que iria se arrumar para seu baile na casa de uma amiga e se foi. Já era noite, o salão de festas da família estava um luxo só, decoração básica de baile de quinze anos, porém com bem mais glamour, tudo estava perfeito, as pessoas mais importantes da cidade e cidades vizinhas foram à festa, chegava estar lotada de tanta gente, todos esperavam ansiosamente pela chegada de Clarisse. Já demorava mesmo, sua família já estava preocupada, seu pai mesmo mandou seus empregados procurá-la. Quando todos já começavam a cochichar sobre o que poderia ter acontecido com Clarisse, viram um vulto coberto de capa preta chegando junto ao dj da festa, o dj mostra uma cara de pavor e lhe entrega um microfone, desliga a música sertaneja brega que tocava e deixa a mesa de som, se afastando. Cai a capa e as pessoas olham impressionadas para uma garota sem nada de cabelos, olhos vermelhos com uma coloração negra, como uma sombra mal passada e borrada, mas não era uma coloração provocada artificialmente, a menina vestia um vestido rosa, todo sujo, rasgado e pequeno para seu corpo, o vestido deixava um de seus seios a mostra, dava para se ver que o tecido estava com bastante sangue seco, olhando bem para a menina, todos, depois do impacto, notaram que aquela era Clarisse, quase irreconhecível, correram seguranças para cobri-la com algo, seu irmão mesmo saiu como um míssil ao seu auxílio. Naquele momento em que todos correram para protegê-la daquele constrangimento, ela levanta a mão, que estava coberta pela sua capa preta, para cima e dá um tiro, sim, um tiro, ela estava com um revólver carregado, era um básico 38 prateado, e sabia atirar, em uma mão um microfone, em outra uma arma, ela ecoa sua voz pelo ambiente, onde todos estão pasmos e meio agachados por causa do medo de levar uma bala, de sua voz sai: “calados! Eu quero falar, e vocês irão me ouvir!”. Não se ouve mais um bochicho sequer, todos queriam saber o que iria dizer aquela que foi a maior princesa que a cidade já teve, herdeira com honras de sua mãe. E começa ela a dizer: “vocês todos estão aqui para a minha festa de quinze anos, para a minha festa, melhor oportunidade eu não teria na vida como esta que estou tendo aqui, sei que vocês não sabem, a não ser minhas amigas, até os meus doze anos este era meu vestido preferido, foi presente de minha mãe, eu queria muito ele, ela me deu, mais bonito eu não tinha visto, acho que minha mãe me fez este agrado para que eu não ficasse tão chateada com as carícias incômodas que meu pai me fazia, com as vezes em que eu ficava muito irritada quando meu pai abria a porta do banheiro para me ver tomar banho, até esqueci um pouco de meus problemas com este vestido, mas não durou muito, eu tinha doze anos e, um dia, meu pai chegou em casa e me pediu para tirar a roupa, e eu usava este vestido, eu disse que não tiraria, ele veio e me deu um tapa no rosto, minha mãe ouviu e correu ao meu socorro, ele deu um soco no estômago dela, chutou suas pernas, pegou-a pelos cabelos e levou até o quarto onde passou a chave, veio até mim, que chorava desesperada, me deu mais outros vários tapas na cara, acabou quebrando meu nariz, eu sangrei muito, muito mesmo....” a menina contava estas barbaridades chorando muito, mas tomando muito cuidado para que todos entendessem muito bem o que ela dizia “.... e ele me violentou, ele tirou minha virgindade, meu próprio pai, meu maldito pai, ele me comeu durante horas, gozou várias vezes em minha cara, em minhas costas, ele parecia um cão raivoso, me comia e me batia, ele se cansou, começou a chorar e saiu correndo, só ouvi o som da Ranger saindo a mil, eu estava em estado de choque, toda desgraçada por Deus no chão da sala, e chegou meu irmão, não foi, Roberto? Ele me viu lá naquele estado, me olhou com enorme cara de susto, veio me abraçar, começou a dizer que tudo iria passar e que me amava, começou a acariciar meus seios, me masturbar, e eu, sem voz de tanto gritar, dizia: não, por favor não, ele não deu a mínima, ele chorava também, mas tirou a roupa e abusou de mim também, não me bateu, nem precisava eu não tinha nada de forças, meu irmão também me desgraçou, e neste dia eu estava com este vestido”. O povo estava boquiaberto, era difícil assimilar aquelas sandices todas, era muita bizarrice para poder ser verdade, as pessoas começaram seus bochichos novamente, olhando para Eustáquio e Roberto que choravam muito. Susto! Um novo tiro para cima, e voltou o silêncio, Clarisse volta a falar: “pai, Roberto, venham até aqui”. Os dois olham entre si, temerosos, mas vão até ela. “Ajoelhem-se!”Eles ajoelham. “Não eram este corpo que vocês queriam?”. Ela tira a roupa toda e ficou toda nua no salão. “Eu não sou cristã, mas quero muito, de todo coração, que vocês se fodam com o capeta!” E ela atira na cabeça de seu pai e irmão, as pessoas gritam assustadas, correm para fora, como a festa estava lotada, pessoas são pisoteadas sem dó, mas mesmo assim o salão começa a esvaziar, Clarisse pega seu 38, enfia em sua boca apontando rumo ao seu cérebro, começa a chorar como uma criança, e aperta o gatilho.
Correções de Thais Simas Machado.
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postado por Tadj Mahhal as 09:45:56
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