
VIRGEM DO SOL
Entre os séculos V e IX A.C. habitou na região do México uma linda Tribo que vivia na mais perfeita harmonia.
Eram filhos do Sol e da Lua. Os grandes ensinamentos vinham por intermédio do grande Equitumã, vindo de Cristo Jesus. Eram Espíritos individualizados, que traziam a sua linguagem espiritual. Esta Tribo se deslocara de diversas partes deste Universo Etérico e Extra-etérico, e aqui no seu mundo feito de pedras, eram vidas, vidas que andavam em busca das conquistas e levantaram à frente a ciência dos Tumuchys.
Formavam uma poderosa Tribo, com experiência dos Ramsés e as comunicações dos grandes ancestrais, formaram um poderoso sacerdócio. Numara, o grande sacerdote, enfrentava os mais árduos caminhos, sua força mediúnica e doutrinária já dominava o poder magnéticos das cabalas e, sobre suas ardentes vibrações, recebiam as constantes visitas dos Grandes Iniciados que, periodicamente, abençoavam aquele povo. Eram feitos grandes preparativos, baixavam por ali, as grandes Amacês e, a distância, falavam com voz direta e ensinavam os poderes magnéticos, materializavam objetos – mantas lindas, e afastavam as feras perigosas que tanto assombravam aquela tribo.
Porém, o homem, quanto mais tem, mais exige.
Lindo! Lindo!, é o podemos dizer...
Aqueles homens se amavam. Lindos casais se uniam, pelas as bênçãos das Amacês. Os homens daquela tribo, apesar de serem Equitumãs, Ramsés e audaciosos Cavaleiros Verdes, viviam de cento e vinte a duzentos anos. Tinham o prazer de ver seus filhos em harmonia. As Amacês ensinavam a união da família e o verdadeiro amor.
Porém, Numara insistia em suas experiências. Queria que fossem normais o seu encontro com as Amacês, e era o mais teimoso dos sacerdotes. Sete iniciados, com toda guardavam aquele povo. As Amacês mandavam que todos saíssem de suas casas e, com riscos profundos e luminosos, deixavam tudo iluminado, as ruas, as montanhas, onde tivesse pedra. Dalí se comunicavam por outros cantos e com outras tribos. Ali se avizinhavam muitas tribos.
Porém, Numara era a grande civilização de conhecimento eletrônico, ou melhor, NUCLEARES. Com a graça das Amacês, foi tecido um macacão, ao qual se dava o nome de Anodai. Todo canalizado, voava pela energia do sol e, deixando na cabine de controle, ali recebia também, sua rota. Menos sofisticado do que hoje, porem muito eficiente.
Eram Jaguares destemidos, eram homens pássaros, que voavam e se estendiam por toda parte da América. Em todo continente, estátuas enormes e iluminadas destacavam a terra dos homens pássaros. Tudo era de acordo com as Amacês.
Porém, Numara já estava velho e não ensinava a sua ciência. Esta Tribo também sempre fora displicente, principalmente, naquela era, tinham vindo recentemente, de um mundo em agressão. Faziam formas e as enchiam com água e areia e secavam-nas com a energia atômica, aponto de fazerem grandes estátuas de seus sacerdotes. E por baixo das mesmas, guardavam seus objetos de voar. Eram tubos finíssimos, que guardavam todo o magnético atômico e que lhes cobriam o corpo. Foi uma grade Metrópole, mística e de um povo refinado.
Porem, Numara tinha como única preocupação, tirar o mais que pudesse das Amacês, apesar de muito ama-las e respeita-las.
Era um dia de festa, todos anunciavam festejos. Era noite de luar, na triste noite nefanda... os raios se desencontraram desintegrando tudo o que fosse vida. Foi uma triste experiência!!!
Filhas, observem bem o que fazer do tempo, do teu tempo do teu sacerdócio, da tua missão e nele procures impregnar todo o teu amor, o que puderes da perfeição de tua conduta, emitindo e comunicando a Doutrina que te foi confiada, para não perderes qualquer afeto na fronteira da morte. O sol que brilha, a Nuvem que passa, o Vento da despedida, o Luar com o perfume da Dor. Aproveite filha, estes momentos de tranquilidade que a Terra, com toda a sua riqueza, ainda vai cobrar aos que não aproveitaram seus frutos.
Salve Deus! A Terra está perdendo a sua nobre finalidade pela promiscuidade do homem. Então, minhas filhas, as coisas vão acontecer, isto é, a vida de Deus. Toda a Natureza vai se recentir, recentir, recentir também os Três Reinos de nossa Natureza, porque do Céu virá a Luz para o nosso conhecimento da vida fora da matéria. Nada temos de temer, porém temos respeitar. E quando chegar a hora de ver governo sobre governo, pais contra filhos e filhos contra pais, Salve Deus, minhas filhas, tudo o que temos é o nosso sacerdócio e por ele alcançaremos, sem prejuízo de nosso corpo físico. Tudo o que te parece mistério, verás com naturalidade dos justos.
Sim, todo conhecimento é aproveitado, nada se perde, tudo se transforma. Porém, quis a vontade de Deus ficarem seus rastros no labirinto real deste caminho. Sim filhas, toda a inteligência deixou um alicerce de sua unidade. Deixou os Deuses YUCATÃ quando foram recolhidos pela a água. É preciso amar a Deus, os Deuses da imortalidade, sem este amor muito pouco podemos fazer. Por conseguinte, deixaram os Deuses YUCATÃ a sua fortaleza, ficando bem clara a separação dos três plexos de Nossa Natureza. Porém, voltaram, voltaram mais uma vez insistindo em sua pequena e rude civilização: pedra, mais uma vez pedra, era só o que aprendia o seu coração, também de pedra. Sim, eram MAYAS, MAYAS da infeliz experiência YUCATÃ.
Tia Neiva, Salve Deus!