ORLANDO BATISTA DOS SANTOS
ORLANDO BATISTA DOS SANTOS
domingo, 07 outubro, 2007
A GUERRA DA ÁGUA


Para simples leitura ou encenação

A fim de contribuir com o debate sobre Ecologia e Meio Ambiente, o autor coloca à disposição dos leitores este trabalho cujo tema central é a água. Considerado por muitos analistas como um dos piores problemas que a humanidade terá de enfrentar – e já o está enfrentando – a água, que já se tornou pano de fundo de várias guerras pelo mundo, merece uma reflexão urgente e séria quanto à sua preservação livre de poluentes e também sobre sua disponibilização para consumo humano.

Não dá mais para ignorar que estamos diante de um grave problema em relação à água, e ninguém está dispensado desse debate. Daí a importância de "A Guerra da Água", trabalho em forma de teatro, à disposição daquelas pessoas comprometidas com construção de um mundo melhor e verdadeiramente sustentável.

No entanto, a melhor aplicação parece ser mesmo nas escolas, uma vez que o texto é curto e os argumentos bastante simplificados, texto que poderá ser utilizado em programas de educação ambiental, podendo ser encenado pelos próprios alunos, quer nas escolas ou nas próprias comunidades. Além de proporcionar a conscientização das pessoas em relação ao meio ambiente, a encenação do texto se constituirá, para os alunos, como importante exercício experimental de teatro.

DESCRIÇÃO

Emoções, risos e reflexões nesta peça de teatro ambiental!

"A Guerra da Água" é uma sátira carregada de metáforas e muito humor, envolvendo grupos econômicos, a política e a sociedade. Uma empresa de capital alienígena, estende suas teias para garantir o monopólio da água no mundo. No Brasil, a empresa influencia na política e defronta-se com o movimento dos "sem-água", que luta para garantir água potável para todos.

No centro da trama estão os caipiras, representação dos excluídos; expulsos de suas terras pela falta d’água, vão para a cidade e fazem apresentações de danças típicas para ganharem a vida, mas têm um fim trágico, já que a água que consomem está envenenada.

O texto já foi lido por milhares de pessoas, e muitas escolas o tem utilizado em apresentações em programas de educação ambiental.

Como obter o texto:

Acesse  http://conteudosvirtuais.com.br/vivali.asp?IdSeguro=372645441&loja=1186&div=11&link=VerProduto&Produto=97932

ou

 http://conteudosvirtuais.com.br em Literatura Nacional


postado por 75608 as 11:24:52 # 1 comentários
domingo, 30 setembro, 2007
LIVRO HERÓIS CAIPIRAS


COMO SURGIU O LIVRO

A partir de 1964, o êxodo rural ganhou um forte impulso no Brasil, especialmente nos estados de Minas Gerais, São Paulo e Paraná, regiões antes cafeeiras, onde se apostou sem muito sucesso em outras culturas, o que levou muitos proprietários de terras à decadência e à luta para desfazer o ônus e a responsabilidade sobre a mão-de-obra contratada anteriormente em regime de colonato. Migrando forçosamente para a cidade, muitas famílias conseguiam, de alguma forma, manter os laços de amizade que fora estabelecido ainda no campo, condição fundamental para a manutenção da identidade dessas famílias no novo e pouco conhecido ambiente. Pelo menos foi o que se deu em Birigüi, município do Estado de São Paulo, com o esvaziamento do campo nas décadas de 60 e 70.

Por ocasião das costumeiras visitas entre si, ou encontros casuais, esses ex-colonos trocavam informações sobre a situação de cada conhecido e, via de regra, gastavam boa parte do tempo relembrando fatos daquele passado ainda recente, o que tornavam aquelas visitas bastante prazerosas.

Tudo isso acompanhei com bastante interesse, já que minha família também estava inserida no contexto da migração campo-cidade do município citado. Preocupado com a perda dessas memórias que naturalmente ocorreria com o passar do tempo, resolvi registrá-las, operação que chamei "Heróis Caipiras". Inicialmente, preocupei-me apenas com a coleta de informações de coisas, casos e pessoas da época, além das que eu próprio guardara na condição de testemunha. Depois, com a preparação de um livreto, que uma vez impresso, seria distribuído para que aquelas próprias pessoas tomassem conhecimento. E assim foi feito.

Ao tomarem conhecimento do material houve uma grande manifestação de contentamento daquelas pessoas. A reação foi de uma verdadeira redescoberta dos amigos. Foram telefonemas, encontros e reencontros, motivados pelo surgimento do "livro", material que foi também objeto de admiração pelas gerações mais novas, pessoas que, nascidas já na cidade, apenas ouviam as histórias que os mais velhos contavam sobre a trajetória daquelas famílias quando vivendo no campo. Simultaneamente, percebi que muitas pessoas fora do círculo dos velhos amigos podiam também reconhecer naquele trabalho a trajetória de sua própria família, ainda que em outro tempo e lugar. Foi só então que compreendi a dimensão daqueles relatos.

O caminho seguido até a publicação do livro foi realmente árduo, já que eu não tinha a mínima noção do mundo editorial. Para consolo deste autor, em 2004 o material acabou chegando às mãos do cineasta Anselmo Duarte, que manifestou-se no seguinte tom: "Gostei muito, tanto que li outra vez! E isto acontecerá com todos que lerem Heróis Caipiras". Em outro trecho da carta ele diz: "Quando comecei a ler Heróis caipiras, relia com avidez as primeiras páginas, para satisfazer o meu encanto pela beleza da linguagem usada para descrever ou dialogar os casos, com uma autenticidade incrível. Sentimos a presença dos personagens contando suas próprias histórias. Sim, estou encantado...".

QUARTA CAPA DO LIVRO

É impossível não rir. É impossível não se emocionar.

Humor, poesia e reflexão é o que vamos encontrar em Heróis Caipiras, pitoresca reconstrução da simplicidade do Brasil rural. Tendo sua própria família como ponto de partida, o autor refaz a trajetória de uma comunidade de colonos às vésperas do êxodo rural no final da década de 1960. Com originalidade e leveza, foca exclusivamente o imaginário do homem do campo, e o acompanha quando este é obrigado a ir morar na cidade. Como um álbum, o autor vai mostrando quadro a quadro, fazendo evoluir os elementos da narrativa, na medida em que também evolui sua própria compreensão dos fatos: a rotina prazerosa, às vezes áspera, mas também conflitos socioculturais e os problemas revelados por aqueles que tiveram mais dificuldades para se adaptarem às mudanças.

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postado por 75608 as 09:42:36 # 1 comentários
sábado, 29 setembro, 2007
SAIU NA IMPRENSA


JORNAL CORREIO POPULAR DE CAMPINAS SP – 28/06/07

Matéria reproduzida nos seguintes sites:

SITE PORTAL DO VOLUNTÁRIO

SITE VOLUNTÁRIOS EMBRATEL

SITE VIVO VOLUNTÁRIO

SITE UNIVERSIDADE SOLIDÁRIA – UNISOL

SITE VOLUNTÁRIOS CPFL

SITE ITAÚ VOLUNTÁRIOS

TEATRO É ARMA EM DEFESA DO AMBIENTE
Fonte: Correio Popular

Orlando Batista dos Santos é laboratorista na Embrapa Meio Ambiente e usa o palco como espaço a favor dos recursos hídricos

Lu Dressano
ESPECIAL PARA A AGÊNCIA ANHANGÜERA
luciene.dressano@rac.com.br

O sergipano Orlando Batista dos Santos, de 53 anos, é laboratorista na Embrapa Meio Ambiente, unidade de Jaguariúna. Em meio a análises químicas do solo e da água, encontra tempo para leituras e produção de textos publicados em sites e livros, onde demonstra sua preocupação com o meio ambiente. No entanto, um desafio ganhou proporções ainda maiores naquilo que parecia ser apenas mais uma tarefa. A empresa onde Santos trabalha há dez anos buscava, em 2003, a qualificação ISO 9001-2000, uma norma internacional que visa à qualidade de produtos e serviços. Assim, a maneira encontrada para motivar toda a equipe foi criar uma peça de teatro referente ao tema. Os atores foram os próprios funcionários e o resultado espetacular, na definição do próprio autor. Como resposta, o certificado da empresa pública federal foi obtido em 2005.

Referência em gestão ambiental, a unidade de Jaguariúna atua junto às comunidades rurais, realiza pesquisas para reabilitação de áreas degradadas, uso sustentável dos recursos hídricos e controle biológico de pragas e doenças. Junto a todos esses segmentos, está o olhar de Santos, atento e inquieto. Ele observa, escreve, contempla e cria empatia.

Assim foi mais um texto para o teatro, em 2004, para manter vivo o grupo criado no ano anterior. Com o título A Guerra da Água, também encenada por funcionários, a peça foi inserida na programação da Semana de Ciência e Tecnologia e apresentada no auditório da Embrapa Meio Ambiente.

Para surpresa do funcionário, e-mails pipocaram de várias partes do Brasil, por meio de contatos, principalmente de professores, solicitando o texto e autorização para apresentações em suas escolas, como parte do programa de educação ambiental. Em razão disso, o autor optou por disponibilizar o texto gratuitamente e sem restrições na internet, no site Usina de Letras, onde os acessos já estão próximos de 6 mil consultas. "A inspiração para escrever vem das reflexões do cotidiano, facilitado pela inserção na missão institucional da empresa em que trabalho", descreve.

Morador do bairro Itajaí, região do Campo Grande, desde 1992, o laboratorista leva duas horas para chegar ao local de trabalho. Ele sai de casa às 6h, pega um coletivo até o Centro de Campinas e depois embarca no ônibus da empresa. Lá, em meio à natureza, passa a maior parte de seu tempo: entra às 8h e sai às 17h. Estudioso do folclore e da cultura popular de raízes caipiras, escreveu Heróis Caipiras (2005 e Edição do Autor) e termina um segundo livro relacionado à cultura popular. Também edita os sites Caipira Literal e Campinas Caipira. Participa da comunidade virtual de escritores Usina de Letras, onde publica poemas, contos, crônicas, artigos e peças de teatro com temas diversos.

Além de literatura, Santos estuda astronomia. Atualmente, participa do segundo curso, o de astrofísica estelar, oferecido pelo Observatório Nacional. "É muito natural que a poesia nos aproxime das questões ambientais, e boa parte de meus poemas refletem a preocupação com a devastação da natureza", explica. Alguns textos fazem parte da Cartilha dos Jogos Ambientais da Embrapa Meio Ambiente, material didático voltado para a educação ambiental. "A missão institucional da empresa coincide com minha visão de mundo. Então, tudo fica mais fácil", explica.

Sem verba, elenco surge entre os funcionários

Em 2003, a peça de teatro motivacional foi organizada sem verba disponível para a contratação de uma companhia teatral. Assim, os recursos foram encontrados na própria unidade. Santos criou coragem e assumiu o desafio, "mesmo sem nada entender desta arte (o teatro)". Plano B foi o nome dado ao primeiro espetáculo interno. O resultado, além de atingir o objetivo da empresa, gerou convites para apresentações em outras empresas. "Não pudemos atender aos pedidos por falta de estrutura", diz.

Um ano depois, junto com a sua neta, hoje com 7 anos, Santos foi assistir ao filme Xuxa e os Duendes da Floresta, a pedido da pequena. "A minha atenção foi despertada para os conflitos e os estragos que o poder econômico provoca, tanto sociais, quanto ambientais. Daí, a escrever A Guerra da Água foi muito simples", conta o funcionário.

A peça é uma sátira carregada de metáforas e muito humor sobre a luta pela água. Envolve grupos econômicos, a política e a sociedade. Está centrada em uma empresa de "capital alienígena", que tem o monopólio da água no Brasil e o controle geral da situação: do movimento social dos "sem-água", que luta para garantir água limpa e potável para todos, à discussão infindável dos políticos em torno do assunto. Os elementos centrais da peça são os caipiras, representação dos excluídos: expulsos de suas origens pela falta d"água, vão para a cidade e fazem apresentações de danças típicas. O objetivo é promover o sustento e eles acabam tendo morte trágica após beberem água contaminada.

A peça foi apresentada em 2004 na Embrapa Meio Ambiente pelos funcionários. Entre as solicitações por meio do seu correio eletrônico, estão e-mails do Sul do País, Minas Gerais, Mato Grosso e, mais recentemente, Palmas-TO e Recife-PE. (LD/AAN)

Na ‘janela literária’, espaço aberto para discutir textos

O rlando dos Santos diz que "a literatura é passatempo. Sou tão poeta e escritor quanto um menino que pratica futebol com bola de meia na rua é atleta". Após o almoço, é comum encontrar o funcionário entre os colegas de trabalho, nas discussões de textos literários de autoria própria, ou não, no espaço definido por ele como "janela literária", uma sala na biblioteca da Embrapa onde uma grande janela deixa à vista o ambiente externo. Ao ler as mensagens de leitores comentando seus trabalhos, pelo correio eletrônico, Santos diz: "É uma satisfação que não há dinheiro que pague." Ainda sobre literatura, Santos lamenta a falta de estímulo nas escolas, onde se poderia despertar talentos e o surgimento de futuros escritores. Segundo ele, "um concurso literário interno, ou uma jornada cultural, é o mínimo que uma escola deveria promover uma vez por ano". Santos possui um acervo de livros com cerca de 700 exemplares e disponibiliza para as crianças da vizinhança quando precisam fazer trabalhos escolares. "Muitas vezes, não basta fornecer os livros. É preciso orientá-las", Santos resume a sua preocupação através dos textos e da poesia como um exercício de cidadania. "Já que eu gosto de escrever, quero contribuir para ajudar a elevar a auto-estima das pessoas", afirma. Entre os autores de sua preferência, o funcionário cita Rubem Alves, Lima Barreto, Gibran Khalil Gibran e Eduardo Galeano. Ele é um defensor das artes no ambiente de trabalho. Para Santos, as diferentes manifestações artísticas servem de elemento de integração e favorecem a auto-estima. "É uma válvula de escape bastante construtiva diante das tensões do dia-a-dia", avalia o escritor. (LD/AAN)

SAIBA MAIS

O contato com Orlando Batista dos Santos pode ser feito pelo e-mail orlandobatista@yahoo.com.br. Para conhecer mais sobre os seus textos basta acessar www.usinadeletras.com.br, www.caipiraliteral.com.br e www.campinascaipira.com.br.


postado por 75608 as 10:21:24 # 3 comentários
 
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