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quarta, 16 setembro, 2009
Os alicerces de uma vida a dois

   Posso dizer que agora realmente começa mais uma etapa da minha vida... Deixei de ser a menininha do Papai para ser a Srª. Martins...Ainda não vivi quase nada da vida de casada, mas tenho aos poucos percebido que casar é viver a historia do outro é estar imersa(o) no que o outro tem de bom e de ruim.

   Partilho com você que estou muito feliz e que meu esposo é uma benção designada por Deus. Tenho muitos medos e ele, meu amado, sabe de cada um que angustia meu coração.

   Hoje posso dizer que o tripé do meu relacionamento é o Amor, o Respeito e a Fidelidade. Sem esse alicerce fincado ao chão, seguro e firme não poderíamos construir a partir de agora uma história de felicidade.

   Quero partilhar sobre esse Tripé, a começar pelo AMOR - Todo relacionamento se não tiver amor já não consegue sustentar-se por muito tempo. A Palavra de Deus diz: O amor é paciente, bom, tudo crer, suporta e espera, arrogância não tem, nem vaidade também, o amor é puro e somente sabe amar.

   Quando um relacionamento é baseado em sexo e interesses, ou pautado na fuga de não ficar só, ou fato de se não der certo separa, está fadado ao fim. Amar é um exercício constante de morrer muitas vezes para si mesmo para fazer o outro feliz. É perdoar a queda, é ter paciência com o tempo do outro, suportar muitas vezes a intempestividade do amado(a) e esperar para que Deus realize a obra restauradora.

   Aprendi em meu tempo de namoro e noivado a decidir-me pelo amor, com tudo q ele traz ao qual citei acima e hoje celebro a vitória de Deus por meio desse amor que ainda está em construção, mas que já tem alicerce fincado ao chão do meu coração.

   A segunda  perna do tripé é o RESPEITO - Na convivência a dois é preciso  aprender a respeitar o outro, respeitar o tempo de maturidade, respeitar a historia do parceiro, suas idéias, seus sonhos e projetos. Respeitar a identidade e acima de tudo respeitar o outro como ser humano.

   A frase típica de boa convivência é: Não faça ao outro o que não gostaria que fosse feito a você. Tentar se por no lugar do parceiro(a) é uma forma de respeito, de saber que cada pessoa merece que você de o melhor diariamente. Quem ama respeita, não sufoca, não invade, mas sim, valoriza o ser amado. Respeito é a expressão concreta do amor.

   E a terceira e ultima perna do tripé é a FIDELIDADE - A Deus, a seus princípios e principalmente ao seu cônjuge. É a peça fundamental para o bom relacionamento dos casais ou seja, a fidelidade é o íntimo compromisso que assumimos de cultivar, proteger e enriquecer a relação com outra pessoa, por respeito à sua dignidade e integridade, garantindo uma relação estável em um ambiente seguro e confiável, que favorece ao desenvolvimento integral e harmônico do casal. Sem esse tripé saudável  e consciente é impossível construir uma relação, ela está destinada ao fracasso por desvirtuar o propósito da mesma.

   Ser fiel custa trabalho, porque não existe a disposição a dar e a dar-se. É preciso não esquecer também que devemos ser cautelosos em nossos afetos e tratar com delicadeza e respeito às pessoas do sexo oposto, principalmente se já temos outra relação ou compromisso com alguma pessoa em particular. Uma coisa é a cortesia e o trato amável, outra muito diferente dos agrados, as excessivas atenções e a comunicação de sentimentos e inquietude pessoais; esses intercâmbios fazem crescer um afeto que irá mais além da amizade e da convivência profissional, ou da amizade porque a pessoa é envolvida em nossa vida, em nossa intimidade e sempre terá a mesma conseqüência: faltar com a fidelidade. Por isso é necessário ser muito cuidadoso com nosso trato no trabalho, na escola, com os amigos, com os familiares e em todos os lugares que freqüentamos.

   A fidelidade não é somente a emoção e o gosto de estar com uma pessoa, é a luta por deixarmos de pensar unicamente em nosso benefício, é encontrar nos defeitos e qualidades de ambos a oportunidade de ser melhores e assim levar uma vida feliz.

   Viver a fidelidade se traduz na alegria de compartilhar com alguém a própria vida, procurando a felicidade e a melhora pessoal de nosso companheiro, gerando estabilidade e confiança perduráveis, tendo como resultado o amor verdadeiro.

   É baseado nessas três realidades que eu e meu esposo buscamos estabelecer e construir nossa história de vida a dois.

   Rezem por nós, contamos com  o carinho e a presença espiritual de cada um em nosso matrimônio.

Estamos juntos, sempre!

Bárbara Cardoso

 



postado por 17987 as 01:06:49




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