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domingo, 21 janeiro, 2007
GALERIA

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OLIDO

                                               apresenta

                                                         

 

BALÉ DA CIDADE DE SÃO PAULO

CIA 2

Prêmio APCA 2004 (Melhor Projeto em Dança)  e

2005 (Melhor Iniciativa em Dança)

 

 

sala paissandu

de 18 a 21 de janeiro

E n t r a d a   F r a n c a


Para essa temporada constam no programa coreografias de 2004 e 2006, todas com caráter intimista dando ênfase às inquietações da existência humana no mundo atual. Divididos em solos e duos de autoria dos próprios intérpretes e de artistas convidados, como no solo “Um Outro Corpo” com direção de Mariana Muniz (2004) interpretado por Cláudia Palma e “Ponto Final da Última Cena” (2004) coreografado por Sandro Borelli interpretado por Mara Mesquita.

 

nDias 18 e 19

 

DOIS CORPOS QUE CAEM

Criado em 2006

Aqui se evoca a urgência em perceber o tempo passado e viver o presente. A intimidade do trabalho compartilhado e em outro momento a distância, provocam o desenvolvimento do processo coreográfico e nos corpo uma alquimia de cruzamentos e divergências: um território comum, ele ainda é possível?  

Concepção: Osmar Zampieri

Criação e interpretação: Aguinaldo Bueno e Osmar Zampieri

Composição da trilha sonora: Aguinaldo Bueno

Coordenação artística: Ana Teixeira

Figurino: Aguinaldo Bueno e Osmar Zampieri

Apoio técnico: Henrique Esteves

Duração: 40min

 

ÓPTICA

Criado em 2006- Estréia

“Aparente inocência e beleza é na verdade uma fonte de calamidade, com exceção da “esperança” que ficou junto à borda...”.

Criação, concepção e interpretação: Andréa Maia.

Figurino, luz e trilha: Andréa Maia.

Colagem Musical: Aguinaldo Bueno

Agradecimentos: Rogério Ferreira, Melissa Soares, Kênia Genaro.

Duração: 10min

 

UM OUTRO CORPO

Solo criado no projeto “Solo em Questão” (Prêmio APCA de Melhor iniciativa em Dança-2004, Cia 2)

"As veias correm pelo meu corpo

pelas minhas pernas, pela minha boca."

A força dos cataclismos de que somos vítimas como sujeitos de uma sociedade inquieta, violenta e depressiva, dirigiu nosso olhar para o mundo interno dos gestos e movimentos que trazem consigo uma carga expressiva capaz de acordar no corpo memórias de um outro corpo, talvez mais sensível e desperto para a realidade simbólica do mundo interior.

Ao investigar questões relacionadas com o amor e a morte, o espetáculo se propõe à criação de uma dança onde os elementos que compõem a cena se entrelacem para atingir nossa sensibilidade.

"Um outro corpo" nasce a partir das imagens corporais, carregadas de memória e repletas de sons e silêncio, da intérprete-criadora, Cláudia Palma.

Concepção geral e direção: Mariana Muniz

Criadora-Intérprete: Cláudia Palma

Cenografia: Cláudia Palma e Mariana Muniz

Figurino: Cláudia Palma

Desenho de luz: André Boll

Concepção da trilha sonora: Cláudia Palma e Mariana Muniz

Gravação da trilha sonora: Fábio Toscano

Agradecimentos: Cláudia Palma dedica este trabalho a Anne e Mariana Muniz agradece Maria Lúcia Lee e Cláudio Gimenez.

Duração: 20min

 

nDias 20 e 21

 

PONTO FINAL DA ULTIMA CENA

Solo criado no projeto “Solo em Questão” (Prêmio APCA de Melhor iniciativa em Dança - 2004, Cia 2)

É um trabalho artístico que propõe uma dramaturgia corporal que nos remete a um aprofundamento em questões que se reportam à alma humana. E neste caminho proposto uma porta é aberta e o que se apresenta é o encerramento do indivíduo em si mesmo tentando remediar conflitos da sua existência.

Indivíduo com apenas dois instrumentos: o corpo (espectro) e uma lembrança falível e agonizante para confrontar o homem e a morte.Morte que se apresenta como agente da solidão, de angustia e também de um bem estar, porque não? Quando é chegada a hora, ao homem não é permitido nada, nem as escoras familiares, nem as profissionais. Pai, filho, rei e déspota. Não importa, todos apenas com um corpo para não resistir ao infalível ceifar.

Dependência também é um fim, no qual o trajeto é calculado e indicado pelas mãos, pés, pelo erótico, pela morbidez. Corpo do outro procura com suas sincronias possibilidade de morte na padronização, no falso individualismo.

Ponto final da última cena é, sobretudo, uma morte pulsante e desejada no íntimo. Por paradoxal que isso possa soar.

Doa a quem doer.

E dói... (Sandro Borelli)

Direção, coreografia e luz: Sandro Borelli
Intérprete: Mara Mesquita
Participação especial: Lilia Shaw
Assistente de coreografia: Roberto Alencar
Figurino: Mara Mesquita e Roberto Alencar
Música: Sérgio Zurawski, Aleh Ferreira, Julio Cerezo Ortiz
Trilha sonora: Marcelo Pires

Agradecimento especial a Helena Martins

Duração: 20min

FREUD, O HOMEM

Os homens são fortes enquanto representam uma idéia forte – Sigmund Freud. Estreado em março de 1995, como parte do espetáculo “FreudAnna - A casa do meu pai”  em parceria com Gilda Murray do Centro de Encontro da Artes. Este trabalho busca desvendar e trazer à luz da cena, o perfil do homem, que num mergulho profundo, foi cobaia de si mesmo e se auto-analisando, descobriu e encontrou o conhecimento da psique humana. Do passado da humanidade ao seu próprio, Freud constrói uma ponte teórica. Cada um deve na esteira de Édipo, encontrar o seu próprio destino. É do enigma da alma que ele procura tornar-se o intérprete.

Criador-Intérprete: Raymundo Costa

Música: Arvo Pärt,

Figurino: Leonardo Helmer, Raymundo Costa,

Agradecimento: A Leonardo Helmer pela valiosa ajuda na remontagem.

Duração: 10min

 

INTERVALO: 15min

 

UM JARDIM E ALÉM DELE

Criado em 2006- Estréia

 “Deserto, frio. Nada além. Solitário par de alguém, sem aqui, nem ali. Em um tempo qualquer à espera de não sei o que. Em vão. E num instante chega a vida, e joga. E lá estão. O tempo constrói aquilo que querem, destrói aquilo que são. Será em vão? Disputam o dentro e o fora de si. São um ou dois? Identificam-se na necessidade fugaz de um momento qualquer. Homem ou mulher? Breve instante de um querer que se faz presente, quente. Encontram-se no onde que depende do quando , mero desencontro. Necessário? Talvez. É que na intimidade de um discurso amoroso, se perdem e se encontram num fantasioso castelo de sonhos!”

Concepção: Cláudia Palma

Direção, Criação, Interpretação e figurinos: Armando Aurich e Cláudia Palma

Músicas: Yan Tiersen, John Cage, Gaiteiros

Tratamento sonoro: Aguinaldo Bueno

Duração: 40min

 

 

[de quinta a sábado, às 20h e domingo às 19h]

[aconselhável para maiores de 12 anos]

 

 

Galeria Olido
Av. São João, 473 – São Paulo – SP
Tel.: 3334-0001, ramal 2006

http://www.centrocultural.sp.gov.br/programacao/galeria_olido.htm

 

 

 



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postado por paulo alexandre cordeiro de vasconcelos as 02:03:12




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