GALERIA
GALERIA OLIDO apresenta BALÉ DA CIDADE DE SÃO PAULOCIA 2Prêmio APCA 2004 (Melhor Projeto em Dança) e 2005 (Melhor Iniciativa em Dança) sala paissandu de 18 a 21 de janeiro E n t r a d a F r a n c a Para essa temporada constam no programa coreografias de 2004 e 2006, todas com caráter intimista dando ênfase às inquietações da existência humana no mundo atual. Divididos em solos e duos de autoria dos próprios intérpretes e de artistas convidados, como no solo “Um Outro Corpo” com direção de Mariana Muniz (2004) interpretado por Cláudia Palma e “Ponto Final da Última Cena” (2004) coreografado por Sandro Borelli interpretado por Mara Mesquita. nDias 18 e 19DOIS CORPOS QUE CAEMCriado em 2006 Aqui se evoca a urgência em perceber o tempo passado e viver o presente. A intimidade do trabalho compartilhado e em outro momento a distância, provocam o desenvolvimento do processo coreográfico e nos corpo uma alquimia de cruzamentos e divergências: um território comum, ele ainda é possível? Concepção: Osmar Zampieri Criação e interpretação: Aguinaldo Bueno e Osmar Zampieri Composição da trilha sonora: Aguinaldo Bueno Coordenação artística: Ana Teixeira Figurino: Aguinaldo Bueno e Osmar Zampieri Apoio técnico: Henrique Esteves ÓPTICA“Aparente inocência e beleza é na verdade uma fonte de calamidade, com exceção da “esperança” que ficou junto à borda...”. Criação, concepção e interpretação: Andréa Maia. Figurino, luz e trilha: Andréa Maia. Colagem Musical: Aguinaldo Bueno Agradecimentos: Rogério Ferreira, Melissa Soares, Kênia Genaro. UM OUTRO CORPOSolo criado no projeto “Solo em Questão” (Prêmio APCA de Melhor iniciativa em Dança-2004, Cia 2) "As veias correm pelo meu corpo pelas minhas pernas, pela minha boca." A força dos cataclismos de que somos vítimas como sujeitos de uma sociedade inquieta, violenta e depressiva, dirigiu nosso olhar para o mundo interno dos gestos e movimentos que trazem consigo uma carga expressiva capaz de acordar no corpo memórias de um outro corpo, talvez mais sensível e desperto para a realidade simbólica do mundo interior. Ao investigar questões relacionadas com o amor e a morte, o espetáculo se propõe à criação de uma dança onde os elementos que compõem a cena se entrelacem para atingir nossa sensibilidade. "Um outro corpo" nasce a partir das imagens corporais, carregadas de memória e repletas de sons e silêncio, da intérprete-criadora, Cláudia Palma. Concepção geral e direção: Mariana Muniz Criadora-Intérprete: Cláudia Palma Cenografia: Cláudia Palma e Mariana Muniz Desenho de luz: André Boll Concepção da trilha sonora: Cláudia Palma e Mariana Muniz Gravação da trilha sonora: Fábio Toscano Agradecimentos: Cláudia Palma dedica este trabalho a Anne e Mariana Muniz agradece Maria Lúcia Lee e Cláudio Gimenez. nDias 20 e 21PONTO FINAL DA ULTIMA CENASolo criado no projeto “Solo em Questão” (Prêmio APCA de Melhor iniciativa em Dança - 2004, Cia 2) É um trabalho artístico que propõe uma dramaturgia corporal que nos remete a um aprofundamento em questões que se reportam à alma humana. E neste caminho proposto uma porta é aberta e o que se apresenta é o encerramento do indivíduo em si mesmo tentando remediar conflitos da sua existência. Indivíduo com apenas dois instrumentos: o corpo (espectro) e uma lembrança falível e agonizante para confrontar o homem e a morte.Morte que se apresenta como agente da solidão, de angustia e também de um bem estar, porque não? Quando é chegada a hora, ao homem não é permitido nada, nem as escoras familiares, nem as profissionais. Pai, filho, rei e déspota. Não importa, todos apenas com um corpo para não resistir ao infalível ceifar. Dependência também é um fim, no qual o trajeto é calculado e indicado pelas mãos, pés, pelo erótico, pela morbidez. Corpo do outro procura com suas sincronias possibilidade de morte na padronização, no falso individualismo. Ponto final da última cena é, sobretudo, uma morte pulsante e desejada no íntimo. Por paradoxal que isso possa soar. E dói... (Sandro Borelli) Direção, coreografia e luz: Sandro Borelli Intérprete: Mara Mesquita Participação especial: Lilia Shaw Assistente de coreografia: Roberto Alencar Figurino: Mara Mesquita e Roberto Alencar Música: Sérgio Zurawski, Aleh Ferreira, Julio Cerezo Ortiz Trilha sonora: Marcelo Pires Agradecimento especial a Helena Martins FREUD, O HOMEMOs homens são fortes enquanto representam uma idéia forte – Sigmund Freud. Estreado em março de 1995, como parte do espetáculo “FreudAnna - A casa do meu pai” em parceria com Gilda Murray do Centro de Encontro da Artes. Este trabalho busca desvendar e trazer à luz da cena, o perfil do homem, que num mergulho profundo, foi cobaia de si mesmo e se auto-analisando, descobriu e encontrou o conhecimento da psique humana. Do passado da humanidade ao seu próprio, Freud constrói uma ponte teórica. Cada um deve na esteira de Édipo, encontrar o seu próprio destino. É do enigma da alma que ele procura tornar-se o intérprete. Criador-Intérprete: Raymundo Costa Figurino: Leonardo Helmer, Raymundo Costa, Agradecimento: A Leonardo Helmer pela valiosa ajuda na remontagem. UM JARDIM E ALÉM DELE “Deserto, frio. Nada além. Solitário par de alguém, sem aqui, nem ali. Em um tempo qualquer à espera de não sei o que. Em vão. E num instante chega a vida, e joga. E lá estão. O tempo constrói aquilo que querem, destrói aquilo que são. Será em vão? Disputam o dentro e o fora de si. São um ou dois? Identificam-se na necessidade fugaz de um momento qualquer. Homem ou mulher? Breve instante de um querer que se faz presente, quente. Encontram-se no onde que depende do quando , mero desencontro. Necessário? Talvez. É que na intimidade de um discurso amoroso, se perdem e se encontram num fantasioso castelo de sonhos!” Direção, Criação, Interpretação e figurinos: Armando Aurich e Cláudia Palma Músicas: Yan Tiersen, John Cage, Gaiteiros Tratamento sonoro: Aguinaldo Bueno [de quinta a sábado, às 20h e domingo às 19h] [aconselhável para maiores de 12 anos] Galeria Olido Av. São João, 473 – São Paulo – SP Tel.: 3334-0001, ramal 2006 http://www.centrocultural.sp.gov.br/programacao/galeria_olido.htm
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