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segunda, 04 dezembro, 2006
Projeto de Lei da Quiropraxia

Em Setembro de 2006, nos dias do Primeiro Congresso Brasileiro de Quiropraxia realizado na Cidade de Curitiba, foi criada a Comissão Pró-Regulamentação da Quiropraxia no Brasil – CPRQB. Desde então a CPRQB vem trabalhando para estreitar os laços políticos com o objetivo de ganhar força em prol da estruturação da profissão e mantém um representante em Brasília Junto a Câmara dos Deputados, Senado Federal e Ministérios, com dedicação exclusiva aos tramites pertinentes ao Projeto de Lei que prevê a regulamentação da profissão de Quiropraxia no Brasil.  

Desde de março de 2001 quando deu entrada na Câmara dos Deputados em Brasília, o nosso Projeto de Lei – PL sofreu algumas adaptações através de Substitutivos passou pelos tramites normais junto às comissões de Seguridade Social e Família, Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público. Em função de articulações e lobismo feito por opositores ao PL, submeteu-se a uma Audiência Pública na Comissão de Educação e Cultura onde foi rejeitado devido ao relatório contrario a sua aprovação apresentado pela Deputada Alice Portugal. Em maio de 2006, foi dada a entrada na Comissão de Constituição Justiça e Cidadania para avaliação da sua constitucionalidade onde ficou fora de pauta até outubro de2006 quando através dos trabalhos da CPRQB reiniciou as discussões sendo aprovado por unanimidade em 21 de novembro de 2006.  

Agora passará por uma nova etapa que vai requerer muito trabalho político, pois será encaminhado para o Plenário da Câmara dos Deputados, é um grande desafio que mais do que nunca vai necessitar do empenho e comprometimento de todos que querem a quiropraxia regulamentada no país. Passando pelo plenário da Câmara será encaminhado para tramitar no Senado Federal e posteriormente assinado pelo Presidente da República. 

A CPRQB é uma comissão independente que busca apoio em todas as representatividades da Quiropraxia (nacionais e internacionais)  visando exclusivamente a regulamentação da Quiropraxia no Brasil dentro das recomendações preconizadas nas diretrizes da Organização Mundial da Saúde. 
 
por Evergisto Souto Maior Lopes

Grupo: Moriane, Ellaine, Camila Andrade, Elizabeth e Joubert



postado por quiropraxia as 03:16:26 22 comentários




quarta, 22 novembro, 2006
corpo e dança congresso quiro
Saúde
Corpo no prumo

Em encontro no Sesc Consolação, o francês Hubert Godard, falou sobre seu método Função Tônica, que envolve princípios da prática do rolfing. A seguir, os principais trechos de sua palestra

A bioquímica norte-americana Ida Rolf, após 50 anos de estudos, criou e desenvolveu um método de reorganização e reeducação corporal. Sua pesquisa começou quando a medicina tradicional não conseguia mais dar respostas para o problema estrutural do filho. A partir daí, Ida começou a investigar trabalhos que relacionassem função e estrutura: yoga, quiropraxia, osteopatia. Disso resultou o método que ela chamou de Integração Estrutural e seus alunos apelidaram de Rolfing.

O francês Hubert Godard, professor de Estética da Dança e Análise do Movimento e especialista na técnica, trabalha com a teoria que nomeou de Função Tônica, modelo teórico que focaliza a resposta da ação da gravidade no corpo humano e identifica os fatores que afetam essa resposta. Em fevereiro, ele esteve no Sesc Consolação, para um encontro com os interessados. A seguir, trechos principais de sua palestra:
"Faz três anos que eu tento compreender como ocorre a recepção de um corpo que dança. Esse trabalho foi definido pelo crítico americano John Martin, que denomina esse conceito de "meta-sinética". Se alguém dança na minha frente, eu não posso compreender a dança como uma simples semiótica do gesto. A dança não é mímica e ela não funciona como uma linguagem. Quando eu assisto alguém que dança, eu me torno a própria pessoa que dança e, a partir daí, eu compreendo o que se passa no corpo dela. No caso dos europeus, é importante compreender as limitações corporais dessas pessoas, já que, na Europa, existe, todo o tempo, uma certa proibição da relação entre os corpos. Há uma espécie de repressão do transe dentro da cultura européia.

Realizei uma pesquisa em Milão focada na recuperação pós-cirúrgica das mulheres que passam por uma operação dos seios. Percebemos que cerca de 60% das mulheres, após a operação, perde o movimento do balanço do braço. Mesmo numa pequena mastectomia, operação na qual não há déficit muscular ou nervoso, ocorria essa cessação do movimento. Isso é tão misterioso que eu pedia para encontrar com as mulheres antes que elas fossem operadas e, mesmo no período pré-operatório, 30% delas já havia perdido o movimento do braço. Começamos, então, a pensar que talvez uma das causas fosse o simples fato de elas saberem que tinham essa doença e que isso tivesse ocasionado um trauma, relacionado à perda do movimento.

No aikidô é feito um exercício de visualização para aprender a fortalecer o braço. Imagina-se que dos dedos sai uma luz que se estende até o infinito. A explicação é que a energia vital (ki), que parte da região central do corpo, ocasiona o fortalecimento do braço. Mas isso não me deixou muito satisfeito.
Isso me levou a realizar uma experiência curiosa. Eu ficava na sala com uma mulher, que tinha o braço forte, e pedia ao neurologista que atravessasse a sala. Quando ela via que alguém passava ali, seu braço se dobrava novamente. Começamos então a perceber como funcionava essa perda. Na verdade, só o fato de saber que havia um corpo estranho dentro do seio, no caso, um câncer, fazia com que essas mulheres perdessem a capacidade de projetar o braço no espaço.

Mas apenas isso não é suficiente para explicar a perda do movimento. A tradição dizia que as crianças crescem e vão desenvolvendo a imagem do próprio corpo no córtex sensorial. Nós sabemos hoje que o córtex é completamente maleável e passível de mudanças, dependendo dos estímulos externos. No caso das mulheres, o córtex sensorial diminui e o córtex motor não recebe mais informações a respeito do braço. Forma-se um círculo vicioso.
No caso da dança, é muito importante fazer uma relação com o manifesto antropofágico de Oswald de Andrade. Se em determinado momento eu perco a capacidade de me projetar no espaço. Como podemos saber se sou eu ou o outro quem está se movimentado? Existe nesta relação uma espécie de transe gravitacional.
A organização postural não é comandada somente pelos tecidos do corpo, mas também pela maneira como o meu corpo se projeta no espaço e como ele recebe o espaço. E essas conclusões nos permitiram mudar certos treinamentos típicos no estudo da dança. A maneira como eu busco ou recebo o que vejo, tem imediatamente um efeito na minha relação com a gravidade. Todas as pessoas que fazem um trabalho estrutural ou postural sabem que a chave final da postura é a cabeça e os traços do rosto. Quando você está deitado, por exemplo, os traços do rosto podem se relaxar, mas quando você está de pé, obrigado a ter essa relação com a força da gravidade, isso se mostra claramente nos traços do seu rosto."

Em encontro no Sesc Consolação, o francês Hubert Godard, falou sobre seu método Função Tônica, que envolve princípios da prática do rolfing. A seguir, os principais trechos de sua palestra

A bioquímica norte-americana Ida Rolf, após 50 anos de estudos, criou e desenvolveu um método de reorganização e reeducação corporal. Sua pesquisa começou quando a medicina tradicional não conseguia mais dar respostas para o problema estrutural do filho. A partir daí, Ida começou a investigar trabalhos que relacionassem função e estrutura: yoga, quiropraxia, osteopatia. Disso resultou o método que ela chamou de Integração Estrutural e seus alunos apelidaram de Rolfing.

O francês Hubert Godard, professor de Estética da Dança e Análise do Movimento e especialista na técnica, trabalha com a teoria que nomeou de Função Tônica, modelo teórico que focaliza a resposta da ação da gravidade no corpo humano e identifica os fatores que afetam essa resposta. Em fevereiro, ele esteve no Sesc Consolação, para um encontro com os interessados. A seguir, trechos principais de sua palestra:
"Faz três anos que eu tento compreender como ocorre a recepção de um corpo que dança. Esse trabalho foi definido pelo crítico americano John Martin, que denomina esse conceito de "meta-sinética". Se alguém dança na minha frente, eu não posso compreender a dança como uma simples semiótica do gesto. A dança não é mímica e ela não funciona como uma linguagem. Quando eu assisto alguém que dança, eu me torno a própria pessoa que dança e, a partir daí, eu compreendo o que se passa no corpo dela. No caso dos europeus, é importante compreender as limitações corporais dessas pessoas, já que, na Europa, existe, todo o tempo, uma certa proibição da relação entre os corpos. Há uma espécie de repressão do transe dentro da cultura européia.

Realizei uma pesquisa em Milão focada na recuperação pós-cirúrgica das mulheres que passam por uma operação dos seios. Percebemos que cerca de 60% das mulheres, após a operação, perde o movimento do balanço do braço. Mesmo numa pequena mastectomia, operação na qual não há déficit muscular ou nervoso, ocorria essa cessação do movimento. Isso é tão misterioso que eu pedia para encontrar com as mulheres antes que elas fossem operadas e, mesmo no período pré-operatório, 30% delas já havia perdido o movimento do braço. Começamos, então, a pensar que talvez uma das causas fosse o simples fato de elas saberem que tinham essa doença e que isso tivesse ocasionado um trauma, relacionado à perda do movimento.

No aikidô é feito um exercício de visualização para aprender a fortalecer o braço. Imagina-se que dos dedos sai uma luz que se estende até o infinito. A explicação é que a energia vital (ki), que parte da região central do corpo, ocasiona o fortalecimento do braço. Mas isso não me deixou muito satisfeito.
Isso me levou a realizar uma experiência curiosa. Eu ficava na sala com uma mulher, que tinha o braço forte, e pedia ao neurologista que atravessasse a sala. Quando ela via que alguém passava ali, seu braço se dobrava novamente. Começamos então a perceber como funcionava essa perda. Na verdade, só o fato de saber que havia um corpo estranho dentro do seio, no caso, um câncer, fazia com que essas mulheres perdessem a capacidade de projetar o braço no espaço.

Mas apenas isso não é suficiente para explicar a perda do movimento. A tradição dizia que as crianças crescem e vão desenvolvendo a imagem do próprio corpo no córtex sensorial. Nós sabemos hoje que o córtex é completamente maleável e passível de mudanças, dependendo dos estímulos externos. No caso das mulheres, o córtex sensorial diminui e o córtex motor não recebe mais informações a respeito do braço. Forma-se um círculo vicioso.
No caso da dança, é muito importante fazer uma relação com o manifesto antropofágico de Oswald de Andrade. Se em determinado momento eu perco a capacidade de me projetar no espaço. Como podemos saber se sou eu ou o outro quem está se movimentado? Existe nesta relação uma espécie de transe gravitacional.
A organização postural não é comandada somente pelos tecidos do corpo, mas também pela maneira como o meu corpo se projeta no espaço e como ele recebe o espaço. E essas conclusões nos permitiram mudar certos treinamentos típicos no estudo da dança. A maneira como eu busco ou recebo o que vejo, tem imediatamente um efeito na minha relação com a gravidade. Todas as pessoas que fazem um trabalho estrutural ou postural sabem que a chave final da postura é a cabeça e os traços do rosto. Quando você está deitado, por exemplo, os traços do rosto podem se relaxar, mas quando você está de pé, obrigado a ter essa relação com a força da gravidade, isso se mostra claramente nos traços do seu rosto."

http://www.sescsp.org.br/sesc/revistas/revistas_link.cfm?Edicao_Id=98&Artigo_ID=1105&IDCategoria=1245&reftype=2



C O N F E R E N C I S T A S- página inicial  Andrea
Nelson
·  Doutora em Quiropraxia pela Palmer College of Chiropractic, Davenport, Iowa, EUA·Quiropraxista licenciada pelo Conselho Nacional de Examinadores em Quiropraxia (EUA)·Certificados de proficiência nas técnicas de Gonstead, Ativador, Thompson e SOT·Organizadora local da primeira “Palmer College Clinic Abroad” em Santa Catarina no ano de 2005·Licenciatura em Ciências Biológicas pela Metropolitan College, Omaha, Nebraska, EUA ·Atua como Quiropraxista em Garopaba, Santa Catarina desde 2004 Armando
Sérgio
Bezamat Austregésilo
·  Graduado em Economia pela Faculdade de Ciências Políticas e Econômicas do Rio de Janeiro – 1974 ·Certificado de Instrutor de Yoga pela UNIYOGA União Nacional de Yoga - 1975 ·Certificado de Massagista pelo Curso Dr. P. Ling do Rio de Janeiro – 1975 ·Registro de Massagista : Secretaria Estadual de Saúde do Rio de Janeiro Setor de Fiscalização de Medicina nº 1.638 – 1977 · Autor dos livros: Massagem e Sensibilidade e Curso de Massagm Oriental ·Pós Graduação em Dança - Educação Física - Faculdade de Educação e Cultura do ABC (atual – UNIABC) – S. Caetano do Sul –1991 ·Mestrado em Educação - UNICID – Universidade Cidade de São Paulo – 2003 ·Professor de Massoterapia, Reflexologia e Supervisor de Estágios da Graduação em NATUROLOGIA, da Universidade Anhembi Morumbi ·Presidente da AMOR –Assoc. de Massagem Oriental e Naturopatia do Brasil Brent
Mc Nabb
·  Doutor em Quiropraxia pelo Palmer College of Chiropractic, 1980·Quiropraxista atuando em Clínica Privada em Madison, Wisconsin, EUA, desde 1980·Consultor do Palmer College of Chiropractic, para o desenvolvimento do programa acadêmico de pós-graduação em Quiropraxia no Centro Universitário FEEVALE·Recebeu o prêmio de melhor artigo, para o trabalho intitulado “A História da Quiropraxia no Brasil”, outorgado em 2004 pela Conferência da Associação para a História da Quiropraxia·Segunda geração como Quiropraxista. Sua mãe, Betty McNabb, graduada Quiropraxista em 1947, exerce atualmente a profissão, aos 82 anos de idade. Christopher
Ananiades
·  Mestre em Quiropraxia, graduado em 2002 pela faculdade Technikon Natal, África do Sul ·Quiropraxista Esportivo da Clínica de Quiropraxia da Academia de Ginástica Reebok, uma das maiores em São Paulo·Estudou durante três anos com o Quiropraxista Brian Nook, atual conselheiro da Federação Internacional de Quiropraxia Esportiva (FICS)   Experiência em Quiropraxia Esportiva1997 -1999 Quiropraxista dos torneios mundiais de surf “Gunston 500” e “Mister Price Pro” em Durban, África do Sul, tratando surfistas de elite 1999 Quiropraxista dos Jogos Pan-Africanos em Johannesburg, África do Sul, tratando atletas de elite 2002 -2003  Quiropraxista da surfista Sofia Melanovich, atual Campeã Mundial de Surf, auxiliando em seu retorno ao surf, após dois meses afastada devido a lesões esportivas 2002-2004 Quiropraxista do campeão peruano de surf Luis “Magoo”, e do Campeão Peruano de Golf Hector Gonzales Atualmente Quiropraxista da Golfista Victoria Meyer (Campeã da Associação Brasileira de Golf Amador), e Alessandro Fabietti, (5o lugar na Associação Brasileira de Golf Amador) David
Chapman-Smith
·  David Chapman-Smith é advogado, graduado com honras pela Universidade de Auckland, Nova Zelândia.·Atua como advogado em período integral representando a profissão da Quiropraxia desde 1982·Ocupa atualmente o cargo de Secretário Geral da Federação Mundial de Quiropraxia, e é o editor do periódico “Relatório de Quiropraxia”·Autor do livro “Quiropraxia: Uma profissão na área da Saúde ”, traduzido o português e espanhol·Conselheiro geral da Associação de Quiropraxistas de Ontário·Autor de diversos artigos nos Congressos Mundiais de direito na África do Sul (1996), Hungria (1998) e Finlândia (2000)  Durval
Campos
Kraychete
·  

Médico, graduado pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), em 1986 Concluiu residência em Anestesiologia pela Universidade Federal de São Paulo - UNIFESP, em 1989

·Especialização em Clínica de Dor pela UNIFESP, em 1991·Mestre em cirurgia e experimentação pela UNIFESP, em 1993 ·Doutor em Medicina pela UFBA, em 2004 ·Professor Assistente da UFBA desde 1991·Desenvolve Pesquisa nas seguintes áreas: Epidemiologia da dor;
Citocinas e dor crônica;
Tratamento da dor neuropática. ·Coordenador Ambulatório de Dor do Hoispital de Clínicas da UFBA ·Coordenador de Pós-Graduação em clinica de dor pela UNIFACS, SSA, BA Eduardo
Bracher
·  

Médico graduado pela Faculdade de Medicina da USP, 1989

·Quiropraxista graduado pela Palmer College of Chiropractic– West, California, EUA, 1995 ·Especialista em Facilitação Neuromuscular Proprioceptiva pela Kaiser Foundation, California, EUA, 1996 ·Especialista em Fisiatria pela Sociedade Brasileira de Medicina Física e Reabilitação, 1998 ·Professor do curso de Quiropraxia e consultor da Universidade Anhembi Morumbi, desde 1999 ·Membro do Comitê Consultivo da Força-Tarefa sobre Cervicalgias e Desordens Associadas da Década de Ossos e Articulações 2000-2010, desde 2002 ·Diretor Clínico da Axis Clínica de Coluna desde 1997  Eduardo
Fairbanks
Von
Uhlendorff
· Residência em Ortopedia e Traumatologia. Instituto de Ortopedia e Traumatologia (IOT) do Hospital das Clínicas (HC) da FMUSP, em 1990 -1993 ·Especialista em Ortopedia e traumatologia pela Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia, 1993·Mestre em Medicina pela FMUSP, em 1998·Médico Assistente do grupo de patologias da coluna vertebral do IOT – HCFMUSP desde 1998 ·Médico chefe do grupo de Escoliose e Deformidades Vertebrais do IOT – HCFMUSP ·Membro Titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia e da Sociedade Brasileira de Estudos da Coluna VertebralEver
Souto
Maior

Trabalha com terapias complementares desde há 19 anos.
Atualmente, exerce Quiropraxia em clínica privada, integrando em sua prática diversas técnicas de terapia de tecidos moles.

·  

Graduado em Quiropraxia pelo Centro Universitário FEEVALE em Janeiro de 2005

·Especializado em Tui-Ná Avançado (massagem chinesa e manobras articulares), pela Academia Internacional de Medicina Tradicional Chinesa. Beijing, China, em 1997 ·Curso de dois anos de duração em Terapias Holísticas pelo Serviço Público de Saúde de Minas Gerais, em 1997 – 1998 ·Atuou como Massoterapeuta na Associação Retiro de Recuperação da Saúde e Fonte Natural de Saúde em São Paulo, no período entre 1989 a 1995 ·Professor de Terapêuticas Alternativas na PUC – MG, FAE – SP, IASP – RS, no período de 1990 a 2005  Gregory
Booher
·  

Bacharel em ciências (anatomia humana e fisiologia)

·Doutor em Quiropraxia, pelo National College of Chiropractic, 1983·Diplomado pelo Conselho Americano de Quiropraxia Ortopédica, pelo National-Lincoln College of Post-graduate Education, em 1989 ·Atua como Quiropraxista há 23 anos em uma clínica familiar, com seu pai e seus dois irmãos em Ohio, EUA ·Atuou como Quiropraxista com Dra. Sira Borges em Ilhéus, Bahia, em 1994-1995 Ian D.
McLean

Dr. Mc Lean é um dos principais Quiropraxistas Radiologistas dos Estados Unidos, ministrando seminários nacional e internacionalmente. É autor de diversos trabalhos científicos sobre exames de imagem, e co-autor de um dor principais tratados de Exames de Imagem em Quiropraxia.

1979 Doutor em Quiropraxia, graduado pelo Palmer College of Chiropractic, Davenport, Iowa, EUA1981 - 1983  Residência em Radiologia pelo Cleveland Chiropractic College, Los Angeles, EUA 1984 Diplomado pelo Conselho Norte-Americano de Radiologia em Quiropraxia1983 - atualmente  Prática privada em radiologia 1983 - atualmente Professor do Departamento de Radiologia, Palmer College of Chiropractic 1985 - atualmente Diretor da Residência em Radilogia do Palmer College of Chiropractic    2003 - 2005  Chefe do Comitê de Ética em Quiropraxia do Palmer College of Chiropractic  Ian
Borges
Rocha
·  

Bacharel em Ciências e Doutor em Quiropraxia “ Magna Cum Laude” , pelo Palmer College of Chiropractic. Iowa, E.U.A., 2001)

·Quiropraxista licenciado pelo Conselho Nacional de Examinadores em Quiropraxia (EUA), e Conselho Canadense de Examinadores em Quiropraxia·Atuou como Quiropraxista na Madison Chiropractic Clinic, Wisconsin, EUA , em 2004·Atua como Quiropraxista na CLIC - Clinica Internacional da Coluna, na Bahia, desde 2005Jeanne
Ohm
·  

Quiropraxista, atuando em prática privada desde 1981

·Certificação em Princípios e Práticas de Quiropraxia Pediátrica pela “Life College School of Chiropractic” e pela Associação Internacional de Quiropraxia Pediátrica ·Professora de cursos de Extensão Universitária em várias associações nos EUA e internacionalmente ·Membro do corpo docente de Pós-Graduação das seguintes faculdades de Quiropraxia nos EUA: Cleveland Chiropractic College, Life Chiropractic College West, Life University, Parker College of Chiropractic, North Western Health Sciences University·Instrutora para o programa de certificação da Associação Internacional de Quiropraxia Pediátrica (International Chiropractic Pediatric Association – ICPA), lecionando a matéria de Tratamento Perinatal ·Coordenadora Executiva da Associação ICPA, desde 2002 ·Autora de diversos trabalhos científicos sobre Quiropraxia Pediátrica ·Premio de Quiropraxista do ano em 2005, outorgado pelo Congresso Mundial de Mulheres Quiropraxistas  Joel
Alcantara

“A linha de pesquisa que sigo em minhas atividades científicas concentra-se na documentação dos resultados obtidos pelo tratamento quiroprático de crianças, através de relatos de caso e séries de casos, em uma rede de consultórios de Quiropraxia”.

·  

Bacharel em Ciências, com área de concentração em Química. Universidade de Calgary, Canadá, em 1988

·Doutor em Quiropraxia, pela Palmer College of Chiropractic West (PCCW), Califórnia, EUA, 1995 ·Membro do Corpo Docente da PCCW, na área de pesquisas, em 1996-1999 ·Professor Assistente da Life Chiropractic College West, California, EUA, 2000-2001·Diretor de Pesquisas da Associação Internacional de Quiropraxia Pediátrica, 2002 – presente ·Quiropraxista, atuando em prática privada em San Jose, Califórnia, EUA José Carlos
Simon
Farah
·  

Educador Físico, graduado pela Faculdade de Educação Física de Santo Amaro, em 1981

·Especialização em Fisioterapia nos Esportes, pela - Faculdade de Fisioterapia da Universidade de São Paulo (USP), em 1997 ·Especialização em Fisiologia do Exercício, pela Faculdade de Medicina da USP, em 2002  Ministra Remo e Atividade Física Adaptada desde 1985, no Centro de Práticas Esportivas da USP ·Ministra as disciplinas Monografia, e Metodologia de Pesquisa desde 1998 na Universidade Paulista Luiz
Alberto
Calil
Antonio
·  

Advogado, formado pela Faculdade de Direito da Universidade Presbiteriana Mackenzie

· Mestre em Direito· Atua como advogado civilista e processualista, com interesse especial das áreas de Direito de Saúde e Bioética · Autor do livro: “Código de Defesa do Consumidor Comentado Para profissionais de Saúde” · Co-autor do livro: “Erro Médico – No Cível e no Trabalho – Doutrina e Perícia” · Co- Autor do livro: “Infecções Hospitalares e Suas Interfaces na Área de Saúde”, recipiente do Prêmio Jabuti ·Secretário-Geral da Associação Brasileira de Quiropraxia, desde 2005 Luiz
Fernando
Bertolucci
·  

Biólogo, médico fisiatra e profissional de Rolfing.

·Professor da ABR (Associação Brasileira de Rolfing) e do Rolf Institute (sediado em Boulder, Colorado, EUA)·Leciona anatomia, fisiologia e cinesiologia há quase 20 anos ·Criou a técnica de Reposicionamento Muscular (RM) a partir da experiência clínica da aplicação do Rolfing, aliada ao estudo do papel do tecido conjuntivo no movimento  Luís
Costa
Cantero
·  

Graduado em Fisioterapia pelo Instituto Porto Alegre 1990

· Pós-graduado em Metodologia do Ensino Superior e Supervisão de Estágio na Àrea da Saúde pelo Centro Universitário FEEVALE, em 1997· Pós Graduação em Quiropraxia em 2000, pelo Centro Universitário FEEVALE / Palmer College of Chiropractic· Coordenador de implantação do curso de graduação em Quiropraxia do Centro Universitário FEEVALE, no período de 2000 a 2002· Professor  do Curso de Quiropraxia do Centro Universitário FEEVALE, desde 2001· Colaborador do Livro Manual de Técnicas Quiropráticas, editado pelo Centro Universitário FEEVALE em 2004Marcelo
Borges
Botelho
·  

Quiropraxista graduado pela Universidade Anhembi Morumbi, em 2004

· Recebeu o Diploma pelo “International Chiropractic Sports Science”, em 2005 · Cursa atualmente pós-graduação, “sensu latu” em clínica de dor, UNIFACS, Salvador, Bahia · Atua como Quiropraxista em clínica privada desde 2004 · Atua como Quiropraxista no Ambulatório de dor Crônica do Hospital das Clínicas da Universidade Federal da Bahia · Quiropraxista oficial da Federação Baiana de Kickboxing  Márcia
Almeida
da Silva
·  

Graduação em Fisioterapia pelo Centro Universitário FEEVALE

· Pós Graduação em Quiropraxia, pelo Centro Universitário FEEVALE / Palmer College of Chiropractic · Pós Graduação em Metodologia do Ensino Superior e Supervisão de Estágio na Área da Saúde · Diretora Financeira da Associação Brasileira de Quiropraxia · Coordenadora e Docente do Curso de Quiropraxia na Universidade Anhembi-Morumbi· Atua como quiropraxista em sua própria clínica privada Marciane
Maria
Kulczycki
·  

Fisioterapeuta formada pela PUCPR

· Mestrado: Educação - Linha de Pesquisa “Teoria e Prática Pedagógica na Educação Superior” PUCPR · Cursos de Aperfeiçoamento (mais relevantes): Método Kabat, Isostretching, Terapia Manual, RPG/RPM ·

Atuação no Ensino Superior:
- Professora de Assistência Fisioterapêutica nas Alterações Musculoesqueléticas;
- Professora de Determinantes Históricos,
Sociais e Culturais da Fisioterapia;
- Supervisora de Estágio na Clínica de
Fisioterapia da PUCPR.

· Coordenadora do Curso de Especialização em Fisioterapia Ortopédica, Traumatológica e Desportiva da PUCPR· Diretora Adjunta do Curso de Fisioterapia e Diretora da Clínica de Fisioterapia da PUCPR · Membro do Conselho Editorial da Revista “Fisioterapia em Movimento” Marta
Casagrande
Saraiva
·  

Graduada em Enfermagem e Obstetrícia em 1983, pela UNISINOS, Rio Grande do Sul.

· Pós-Graduação em Administração Hospitalar em 1991, pela PUC-RS · Pós Graduação em Quiropraxia em 2000, pelo Centro Universitário FEEVALE / Palmer College of Chiropractic · Residência em Quiropraxia em 2001, pela Palmer College of Chiropractic, em Davenport, Iowa, EUA · Cursando Mestrado na Universidade Federal de Santa Catarina. Área de concentração: Filosofia, Saúde e Sociedade · Atividades Acadêmicas no Centro Universitário FEEVALE · Coordenadora de Implantação dos Cursos de Enfermagem Regular, em 1998 · Coordenadora do Curso de Quiropraxia, de 2001 até o presente· Coordenadora do Programa de Extensão Saúde do Adulto Maior 2005/01 · Coordenadora de Extensão do Instituto de Ciências da Saúde 2005/02 Plínido
Barros
Barreto
·  

Quiropraxista, graduado pelol Cleveland Chiropractic College of Los Angeles, EUA, em 1993

· Título de Treinador Personalizado, American College of Sports Medicine, EUA, em 1995 · Título de Especialista em Fortalecimento e Condicionamento, National Strength and Conditioning Association, EUA, em 1996 · Título de Intstrutor de Saúde e Forma Física, pelo American College of Sports Medicine, EUA, em 1997 · Certificado pela técnica “Active Release Technique” para a coluna vertebral e membros superiores, EUAM, em 1999 e 2005 · Membro da Associação Brasileira de Quiropraxia · Membro da Federation Internationale de Chiropratique du Sport · Membro da Sociedade de Medicina  Esportiva do Rio de Janeiro  Atuação como Quiropraxista em Eventos Esportivos de Elite Internacionais • Olimpíadas de Sydney com o Comitê Olímpico Brasileiro, em 2000 • Jogos Sul Americanos no Rio de Janeiro, em 2002• Ironman Triathlon no Brasil, em 2002 e 2003• Jogos Pan Americanos de Santo Domingo, em 2003• Olimpiadas de Atenas, em 2004 Ricardo
Fujikawa
·  

Médico graduado pela Faculdade de Medicina de Marília (FAMEMA), São Paulo

· Residência em Medicina Interna, no Hospital de Clínicas da FAMEMA · Residência em Hematologia-Hemoterapia, no Hemocentro do Hospital de clínicas da FAMEMA · Especialista em Hematologia-Hemoterapia · Doutor em Quiropraxia, pelo Palmer College of Chiropractic, EUA · Certificado de Proficiência Básica e Avançada da Técnica “Activator”, pelo AMCT, Phoenix, Arizona, EUA · Docente da Palmer College of Chiropractic, em 2001-2002 · Professor Assistente do Centro Universitário FEEVALE, nas disciplinas de Radiologia e Técnicas Quiropráticas · Membro da Associação de Quiropraxistas Cristãos · Conselheiro representante para a América Latina da Federação Mundial de Quiropraxia · Diretor-presidente da Associação Brasileira de Quiropraxia, de 2004 até o presente Rodney
Mutter
·  

Bacharel em Ciências biológicas

· Doutor em Quiropraxia, graduado pela Palmer College of Chiropractic, EUA· Especialista nas seguintes técnicas em Quiropraxia: Técnica Sacro Occipital (SOT); Técnica Atlas Ortogonal e Técnica Nimmo · Atuação em clínica privada com o Dr. Jonathan Howat, especialista em Técnica Sacro-Occipital · Oxford, Inglaterra, 2003-2005. Neste período, obteve domínio sobre técnicas para o tratamento das articulação têmporo-mandibular (ATM), ossos craniais e reflexos dos órgãos viscerais · Atende em prática privada desde 2001 Silvia
Kon
do Valle
Costa
·  

Médica, graduada pela Faculdade de Medicina do ABC, São Paulo, em 1983

· Cursou osteopatia na European School of Osteopathy em Maidstone, Inglaterra, de 1984 a 1988· Osteopata, membro registrado do Conselho Britânico de Osteopatas (GOC)· Especialista em Hematologia-Hemoterapia · Freqüenta cursos internacionais de educação continuada em osteopatia desde 1988 · Atua como osteopata em clínica privada em São Paulo, desde 1989  Sira
Borges
·  

Médica graduada pela Escola Bahiana de Medicina e Saude Publica - Bahia

· Doutora em Quiropraxia graduada pelo Palmer College of Chiropractic, Davenport Iowa· Fundadora e Primeiro Presidente da ABQ· Diretora Geral da CLIC –Clinica Internacional da Coluna · Consultora para a América Latina do Conselho Internacional de Examinadores de Quiropraxia
(International Board of Chiropractic Exams) – IBCE· Diretora Executiva da Federação Latino Americana de Quiropraxia- FLAQ · Co-autora do Capítulo Integração da Quiropraxia dentro de programa Multidisciplinar e no ambiente Hospitalar (Integration of Chiropractic into Multidisciplinary and Hospital Based Settings) no livro Princípios e Prática da Quiropraxia (Principles and Practice of Chiropractic), terceira edição, Scott Haldemann Tom
Hyde
·  

Bacharel em Ciências, com área de concentração em biologia, pela Florida State University, EUA

· Serviu 5 anos como soldado no “US Marine Corps” · Doutor em Quiropraxia, graduado pelo Logan College of Chiropractic, em 1977· Clínica privada como Quiropraxista em Miami, Florida, por diversos anos, até que um acidente acometendo sua mão e punho o impediram de continuar praticandoDurante sua carreira, Dr. Hyde trabalhou como Quiropraxista com diversas equipes de estudantes universitários e de segundo grau nos EUA. Foi o Quiropraxista do time “Miami Dolphins” durante sete anos. Em 1987, acompanhou como Quiropraxista Oficial a equipe Norte-Americana para os Jogos Pan-Americanos em Colorado Springs, em 1987. Participou do estudo multidisciplinar sobre lombalgias da corporação RAND, e da criação do documento “Mercy”, de diretrizes para a prática de Quiropraxia. Foi presidente do Conselho Esportivo da Associação Americana de Quiropraxia, membro do conselho da Federação Internacional de Quiropraxia Esportiva e presidente da Associação de Quiropraxistas da Flórida. Dr. Hyde é escalador de montanhas, ciclista e fotógrafo de esportes e vida selvagem. Participou como palestrante em eventos na Austrália, Canadá, Hong Kong, Japão, México, Europa, África e em vários estados dos EUA. Atualmente, Dr. Hyde é instrutor da técnica de Graston, de mobilização de tecidos moles auxiliada por instrumentos - www.grastontechnique.com e responsável pelo contato entre a Técnica de Graston e faculdades de Quiropraxia.   



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Quiropraxia Aquática

Professor Massao

Técnica que pretende utilizar os fundamentos da Quiroprática, adaptados à piscina aquecida. É o realinhamento da coluna vertebral através de manipulações.Após um período de relaxamento muscular do indivíduo, os movimentos requeridos são realizados pelo quiropata na água, com a maior parte do corpo submerso, resultando num processo completamente indolor e com maior eficácia no seu resultado do que no método tradicional.

A quiropraxia foi iniciada pelo terapeuta de São José dos Campos, Professor Massao auxiliado pela sua assistente Andréa Melo que aparece na foto acima. O professor Massao quando descobriu os trabalhos aquáticos ficou intrigado com os benefícios que ele trás em níveis de relaxamento e a total entrega do cliente que se faz necessário na quiropraxia para que se alcance graus de eficiência nas manipulações, principalmente nos movimentos de Trust. que são os movimentos que atingem um grau máximo de amplitude de determinadas articulações principalmente de coluna vertebral.

Um dos benefícios que a quiropraxia aquática utiliza é a estabilidade da articulação a ser trabalhada, juntamente com o relaxamento muscular e a diminuição da sensibilidade ao local da dor.

O fato de se provocar analgesia no local lesado, possibilita a soltura e relaxamento necessário para os movimentos serem realizados com eficiência e eficácia.

No Caso de alguns paciente que apresentam alimento de peso também é interessante de se comentar que na água não apresentam peso algum, levando a um nível de entrega maio que em solo. Também em água os espaços entre as vértebras tem a tendência a aumentarem aliviando assim possíveis compressão discal e pinça mento de enervação.

Algo que é interessante no trabalho em água é também o fato de que em água a tridimensionalidade é mais evidente e torna capaz de realizações de movimentos de grande amplitude que em uma maca, mesmo sendo apropriada o terapeuta não consegue.

No caso da foto O Professor Massao faz uso de uma auxiliar. No entanto com o auxilio de cadeiras especiais ou até mesmo em alguns movimentos realizar sem auxílio. No entanto o que o professor faz na foto é o mas eficiente.

Primeiramente a Auxiliar realiza movimentos de outras terapias de relaxamento muscular e posterior a isto auxilia no suporte do tronco, enquanto o Quiroaquaterapeuta realiza o movimento com os membros inferiores visando que a coluna relaxe e possa receber o Trust.

Logicamente que este trabalho não tem a intenção de ser melhor do que a quiropraxia convencional, trata-se de um algo a mais, de mais uma ferramenta, que nas mãos de um hábil terapeuta terá o seu valor quando colocada no momento oportuno.

Lembremos que o Professor Massao foi o primeiro a realizar no entanto é um trabalho que está em franca expansão e necessita de auxilio dos interessados que conhecem o potencial da quiropraxia e terapia manual juntamente com o auxílio dos princípios físicos da água.

Terapia Manual Aquática

Liliane Maia

A mobilização articular na água , tem como objetivo, disponibilizar para os terapeutas aquáticos os valiosos recursos da terapia manual, de forma a tornar a hidroterapia um meio mais completo e eficaz de tratamento.

As técnicas são inspiradas no tratamento de terapia manual executados no solo, como por exemplo, as técnicas do conceito Maitland, porém o meio aquático com suas peculiares propriedades físicas, produzem benefícios bem específicos, relacionados com a dor, espasmo, postura do paciente e padrões de movimento, permitindo na água uma aplicação de técnicas de mobilização exclusivas.

Conceito

A terapia manual é um conjunto de técnicas de mobilização e ou manipulação, que visa o reparo e cura do organismo. As mudanças podem ocorrer em diferentes níveis do indivíduo. Algumas estão relacionadas aos processos de reparo local, outras com a melhora da função neuromuscular e outras ainda com o comportamento geral do indivíduo.

A terapia manual existe há séculos, embora tenha se desenvolvido muito nos últimos trinta anos.

Com o tempo foi incorporando várias disciplinas e teorias, muitas das quais estiveram em conflito. Nos últimos anos chegou-se a conclusão de que nenhum grupo isolado detém o monopólio da verdade, e que um pode aprender com o outro.

Nós terapeutas aquáticos também precisamos desenvolver, pesquisar e aprimorar técnicas de terapia manual na água.

Estamos apenas no início, muitas descobertas interessantes ainda estão por vir, a união da terapia manual com a hidroterapia é um passo importante para a melhora da reabilitação.

A mobilização na água precisa ser vista como uma forma nova de movimentação, uma nova forma de facilitar e restaurar funções no sistema músculo esquelético.

Mobilização na água x no solo

A mobilização articular visa restaurar primeiramente o movimento acessório, para após restaurar o movimento fisiológico, porém,  na terapia manual aquática em algumas circunstâncias haverá uma combinação de movimentos acessórios e fisiológicos, devido a instabilidade do meio.

Em terra é possível tratar um único segmento vertebral, na água geralmente a mobilização de um segmento, irá mobilizar outro segmento em menor grau de intensidade, tornando a mobilização um pouco mais global em algumas situações.

É comum em terra ocorrer com o paciente em tratamento um espasmo muscular antecipado, devido a posição de mobilização, como por exemplo,na rotação da coluna. Na maioria das mobilizações aquáticas o espasmo muscular estará diminuído, de forma que a mobilização ocorrerá mais facilmente, com maior conforto para o paciente.

Mobilizações aquáticas devem ser executadas muito mais lentamente que em solo, respeitando os princípios de movimentação do corpo na água.

O terapeuta ao executar a terapia manual aquática não deve estar condicionado aos padrões de tratamento em solo, pois estamos operando em meio absolutamente distinto.

O terapeuta deve utilizar as propriedades físicas e terapêuticas da água juntamente com sua habilidade para realçar as técnicas de terapia manual.

Um dos mais importantes benefícios em relação à terapia manual aquática está o fato de que após a aplicação das técnicas, o terapeuta pode imediatamente, implementar um programa de exercícios terapêuticos, estabilidade e fortalecimento, em um ambiente sem dor.

Princípios físicos importantes durante a aplicação de terapia manual aquática

- Flutuação

- Posicionamento e postura do paciente

- Uso adequado de flutuadores

- Densidade do corpo

- Temperatura da água

Benefícios da terapia manual aquática

- Redução da sensibilidade das terminações nervosas sensitivas devido ao bombardeamento de estímulos sensoriais, inibindo a dor e o espasmo muscular.

- As posturas na água tendem a ser mais confortáveis que no solo, o que permite a execução mais livre da técnica.

- Fácil manuseio do paciente.

- O comum "dolorimento" após a mobilização em solo é bastante "minorizado" na água.

- Redução do espasmo e tensão muscular.

- Relaxamento, tração e mobilização da coluna podem ocorrer simultaneamente.

- A água realça a habilidade do terapeuta em sentir mudanças súbitas no espasmo muscular, padrões de movimentos, rigidez, amplitude de movimento e flexibilidade dos tecidos.

- O transbordar do movimento oscilatório para outras partes da coluna é benéfico para sua restauração global.

- Possibilidade de se introduzir imediatamente após a execução das técnicas de terapia manual, outras terapias suplementares.

Procedimentos e terapias suplementares

A terapia manual aquática deve ser instituída ao plano de tratamento após a avaliação do paciente, para colher seu histórico, realizar a aplicação de testes específicos e  eleição das técnicas a serem utilizadas, elaborando assim, um plano de tratamento para o paciente.

Este curso não tem como objetivo principal ensinar técnicas de avaliação, as quais obviamente podem ser citadas e demonstradas de uma maneira simplificada.

A terapia manual possui diversas escolas, e cada uma delas emprega um método específico de avaliação e tratamento.

Não queremos nos fixar a um método específico, para não condicionar a terapia manual aquática a um determinado método x ou y executado em solo.

A terapia manual aquática ainda tem muito a crescer, condicioná-la neste estágio a um único método vai de contra a natureza desta terapia , que se inter-relaciona com uma gama valiosa de efeitos, propriedades, técnicas e habilidade individual.   

Pergunta - Marcelo Roque - Fisioterapeuta - São Paulo

Porque mobilizar em água?

Resposta - Liliane Maia

 Trabalho das duas formas, e te digo que alguns pacientes respondem melhor ao solo e outros melhor a água.Se você analisar somente a nível segmentar, quando falamos em coluna vertebral, é claro que o solo é um ambiente muito mais favorável, por ser mais estável , porque na água é impossível mobilizar apenas um segmento sem atingir em menor grau outros segmentos da coluna.Qual o problema em mobilizar outros segmentos ao mesmo tempo?Isto acaso causaria algum dano a coluna? Ou insucesso no tratamento?Acaso nos movimentamos de forma uni segmentar?A resposta é não. Ao contrario, nos movimentamos de forma sempre multisegmentar.Se você é um terapeuta aquático, um fisioterapeuta que atua com hidroterapia, se o seu paciente prefere ser atendido na piscina, porque ele se sente bem neste meio, então você vai deixar de efetuar uma técnica de mobilização articular, caso haja indicação para isto?Porque você não usaria?Eu uso muito isso e tenho bons resultados. O terapeuta aquático ao utilizar uma técnica de mobilização articular não deixa de estar aplicando Hidroterapia, ele não será intitulado um osteopata ou quiroprático, ele continuará aplicando hidroterapia, só que com um ótimo recurso a mais ao seu dispor. Por ex. Atendo muitos pacientes com lombalgia de diversas origens, eu quase sempre utilizo mobilização articular com eles, já não sei como seria atende-los sem utilizar estas técnicas, é claro que não faço só isso, eu posso após mobilizar uma articulação estabilizá-la, após fazer um alongamento neural, relaxamento, massagem miofascial, etc.Um bom terapeuta de solo também não usaria somente técnicas articulares com seu paciente porque estaria fadado ao insucesso e isso é bastante comum.Uma das grandes vantagens da hidroterapia, é que você pode implementar o seu tratamento já em seguida da mobilização articular.
 

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