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RH - Gestão de Pessoas
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segunda, 09 julho, 2007
Que tipo de profissional você é?

Você chega ao trabalho sempre na hora certa? Não falta nunca? Fica sempre até mais tarde? O consultor de carreira Max Gehringer diz por que nem sempre ser bonzinho é garantia de sucesso.


Nas empresas, existem três tipos de funcionários: o bom, o ruim e o bonzinho.

 

O bom é o que tem um produto maravilhoso para vender: ele mesmo. Quando o bom faz alguma coisa, a empresa inteirinha fica sabendo.

O ruim é aquele que acha que tudo está errado: o chefe, os colegas, o cafezinho, a maneira como Deus criou o universo. Enquanto o bom passa o dia falando bem dele mesmo, o ruim passa o dia falando mal dos outros. 

E o bonzinho? O bonzinho é aquele que não diz nada. Nas empresas, de modo geral, o bonzinho fica sempre no mesmo lugar.

Nas empresas, de modo geral, o bom vai para cima, o ruim vai para fora. E o bonzinho fica sempre no mesmo lugar.

“Trabalho aqui há doze anos. Eu trabalho há mais tempo que o chefe. “Fico pensando também em sair. De repente... São 12 anos. Chega no outro lugar e não se adapta. É melhor ficar, pelo sim, pelo não”, diz o bonzinho.

Será que esse é o seu caso? Aqui vão as quatro características de um legítimo bonzinho. Primeira: o bonzinho é ouvinte. Numa reunião, ele evita dar palpite. Segunda: o bonzinho concorda com tudo – principalmente com aquilo que não concorda. Terceira: o bonzinho não desafia ninguém. Não gosta de discórdia.

Quarta: o bonzinho detesta aparecer. Se surgir uma daquelas raras oportunidades de matar um leão e virar o herói da empresa, o bonzinho prefere sentar e ficar esperando até o leão morrer de velho.

No fundo, o bonzinho é o funcionário que todo mundo quer ter como colega. Ele é simpático, não faz intriga, não puxa o tapete de ninguém, elogia todo mundo e está sempre disposto a ajudar. Por isso mesmo, chefes e colegas preferem que o bonzinho continue onde está.

O tempo vai passando, e o bonzinho vê os colegas sendo promovidos. Gente que ele treinou vira chefe, mas o bonzinho continua na mesma função de sempre.

O que o bonzinho precisa fazer? Primeiro: criar um pouquinho de coragem. Preferimos fazer cenas com um ator para não rotular um profissional de bonzinho. Mas todos nós, sem exceção, tivemos o nosso dia, ou o nosso momento, de bonzinho.

A Paula já foi boazinha. “Todo mundo tinha medo do chefe. Então, todo mundo abaixava a cabeça. Quando eu fui à sala dele e deixei de ser a boazinha, eu voltei para a minha cadeira e falei: ‘Pronto, vou ser demitida’. E não. A partir desse momento, o meu nome era o mais chamado e passei a trabalhar mais”, contou Paula Maia.

Ninguém espera que o bonzinho saia chutando mesas e cadeiras. Mas ele precisa começar discordando das pequenas coisas para depois poder discordar do que realmente interessa.

Eu queria apresentar o proprietário da agência de propaganda aonde nós fizemos a gravação, o Woody Gebara. Ele já teve funcionários bonzinhos. “Ah, já, e foram ótimos funcionários. Eles são muito importantes para uma empresa também”, comenta Woody.

Você imagina uma empresa onde você tem dez funcionários e os dez funcionários são líderes? Você cria o caos.

Segundo: fazer cursos de curta duração só para conhecer pessoas de outras empresas. Um dos problemas do bonzinho é que ele vai de casa para o trabalho, do trabalho para casa, e perde a noção do mundo.

“No começo da minha carreira, eu era muito boazinha, até chegar ao ponto que eu não podia mais olhar na cara do meu chefe. Eu me trancava no banheiro e chorava. As pessoas só me notavam quando as coisas davam errado”, lembra a publicitária Danielle Nunes.

Terceiro: mandar currículos para outras empresas e fazer entrevistas de emprego. Nelas, o bonzinho será forçado a falar bem dele mesmo.

“Então, o que eu fiz? Eu peguei um trabalho e pensei: ‘Esse trabalho eu vou executar brilhantemente e no final eu vou mandar um e-mail para todo mundo da agência’. Aí eu fiz, pensei dias sobre isso, mandei um e-mail para todo mundo e recebi milhões de elogios”, comenta a publicitária Danielle Nunes.

O que você fez é o primeiro passo, que é pequenininho para quem está olhando, mas para quem está dando é enorme. É como saltar uma montanha. O bonzinho começa a deixar de ser bonzinho quando dá esse primeiro passo.

Quarto e mais difícil: aprender a dizer não com jeito e educação, mas com firmeza. Quando a gente é bom no trabalho, a gente pisa no acelerador. Quando a gente é bonzinho, a gente pisa no freio.

Comparado com outros profissionais do mercado, o bonzinho tem uma grande vantagem. Ele é bom. Só precisa deixar de ser bonzinho.

Fonte: Emprego de A a Z, coluna Fantástico veiculado em 08/07/2007



postado por 38656 as 09.07.07




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