Nuvens por todos os lados, os prédios sob os meus pés. Espaços entre frases em busca da adaptação primorosa... A antiga forma de falar sobre assuntos atuais. Coisas simples ditas através de dissonâncias harmônicas.
Devaneios e déjà-vus... Idealizações, terremotos no inconsciente. Sons com sentidos mutatórios. Mudança de planos ou indecisões?
Posições e contraposições, antagonismos de antagonismos. Faltou talvez o satélite, idealismo de comunicação, imagens a cores para uma platéia daltônica... Abstenção da vida virtual. A retirada do tapete sob o chuveiro, sem medo de cair na real. A primeira impressão após a queda...
Idéias voando nos ares, girando sobre mentes tempestuosas. A multidão inquieta; impaciente compartilhamento do sonho de Ícaro. Hora de carregar novamente as poucas coisas acumuladas durante alguns anos, sobreviventes de um crescimento involuntário quase insentido.
De volta aonde tudo começou. Um passado redesenhado. Rabiscos ainda sem muita clareza. Com cores fortes e vistosas. Reflexos do que ainda poderá acontecer.
















