Castelos de areia, tempestade que incendeia. Vulcão ativo, tempo em movimento. Paralelepípedo voando pelo céu de uma cidade do interior.
Tudo que acaba em nada, de nada serve. Acasos perdidos nas esquinas confusas e congestionadas. Pedidos implorados de perdão.
Escrita disforme, distorcida, desigual. Noite de festa sem luz, sem som. Lua azul que engana, daltônicos perdidos no luar.
Terra chamando Marte. Em qualquer parte alguém pode aparecer. Luz no fim do túneo, pressa frente ao abismo, vontade de descer.
Arrasta pelo chão, poço de poeira. Fria indigestão, almoço na geleira. Eterna confusão, ordem e progresso. Umbigo inflamado, retorno do recesso.
















