Caro Senhor Reticências; gostaria que soubesse que para sua infelicidade, não deixarei de escrever esses miseráveis textos. Por uma razão que não é de meu conhecimento, veio o caríssimo senhor a não apreciar os meus humildes escritos... Porém, ter a audácia de querer que eu não mais os publique seria muita ignorância.
Neste mundo cheio de idéias opostas, estilos diferentes, verdades nem sempre verdadeiras, nunca um ser humano será capaz de agradar 100 % o outro. Ainda bem! Pois esta também não é a minha intenção... Não pretendo agradar a ninguém com estas minhas palavras. Escrevo por que é uma obrigação que tenho para comigo mesmo; uma forma de jogar para fora do meu ser todo esse peso, todas essas palavras muitas vezes fúteis.
Queira saber, mui respeitoso senhor Reticências, que eu não necessito de vossa apreciação. Existem muitas fontes de leitura que agradarão muito mais ao senhor, do que estes meus pobres, inexperientes, importunos e entediantes textos.
Queira ainda me desculpar por ter escrito esse artigo com o único objetivo de lhe dar uma resposta ao vosso tão improfícuo comentário. Eu não teria necessidade em fazê-lo, poderia ter mandado uma resposta direta. Porém, o senhor não teve a bravura suficiente de se identificar.
















