Romulo Textos
Romulo Textos
segunda, 29 maio, 2006
Acordar

Acordei!
Não havia luz, tentei andar. Fui de encontro a alguns objetos, tropecei, até que encontrei uma espécie de mesa, ao toca-la, senti uma leve camada de poeira, com as mãos esquadrinhei toda área da mesa na procura de uma vela, um isqueiro, ou um fósforo, o que foi inútil.
Eu simplesmente não tinha a menor idéia de onde estava muito menos como eu havia parado ali. Mas vivo eu parecia estar.
Não conseguia ouvir barulho de automóveis, tão pouco vozes ou latidos. Não sentia nem uma corrente de vento.
Com as mãos forcei a mesa, verificando sua vigoridade, senti confiança e subi, na tentativa de encontrar uma lâmpada. Para minha alegria encontrei. Agora só restava conseguir acende-la. Desci da mesa e comecei a andar cautelosamente, após tropeçar em uma porção de objetos, finalmente encontrei uma parede.
A parede também possuía uma camada de poeira, porém aparentava ser plástica, talvez tinta a óleo. Comecei a andar no sentido anti-horário a procura de um interruptor, primeiramente encontrei várias rachaduras, algumas teias, um quadro, um relógio de parede e finalmente um interruptor com três botões. Pressionei todos, o do meio ascendeu à luz central da sala, o superior ligou um ventilador que ficava na diagonal oposta ao interruptor, desliguei-o instantaneamente pois tudo quanto é dejeto de sujeira começou a ser jogado na minha face. O botão inferior não pude identificar o que fazia, mas nem tive tempo para tentar perceber, pois estava mais interessado em tudo aquilo ao meu redor, jamais havia estado naquela sala, se antes não sabia onde poderia estar, agora muito menos.
A sala parecia uma espécie de escritório antigo, não sei ao certo, pois havia um arquivo num canto da sala, haviam vários livros também numa prateleira que ficava próxima ao arquivo, tinha uma escrivaninha, uma cadeira, umas garrafas vazias, canetas, lápis, muitos papéis e jornais.
A cada minuto que se passava mais confuso ficava, mas uma coisa era certa, aquela sala estava desativada há algum tempo já e de uma forma ou de outra eu também parecia desativado ali dentro. Comecei a folhear os jornais, não faziam sentido algum também, uns eram de 1999, outros de 1997, 1994 e tinha um também do ano 2001, o que me fez pensar que este seria o ano atual.
Um pensamento que me veio subitamente foi que me deixou preocupado, a sala não tinha porta, muito estranho, mas de alguma forma eu tinha ido para ali, e de alguma forma teria que sair também.


Comecei a pensar porque motivos alguém me trancaria numa sala como aquela, talvez minha família por eu ser um rebelado, talvez meus mestres por nunca concordar com eles, talvez o sistema por nunca ter aderido completamente a sua sistemática corruptível e miserável sugadora de nossas almas perdidas e vazias. Talvez meu chefe por nunca ter acatado as normas hierárquicas daquela instituição medíocre, talvez meus amigos por eu nunca ter me entregue totalmente, talvez minha mulher por eu nunca te-la amado completamente e os irrelevado defeitos "inexistentes", talvez Deus por eu nunca te-lo compreendido e nem cansado de buscar a compreensão e assim nunca tendo a fé suficiente, ou talvez eu mesmo por nunca ter me dado a chance de ser verdadeiramente livre, por varias vezes ter aprisionado pensamentos em eminência de erupção, por pontos de vistas que deixei de expor, por um amor que desisti de disputar, por uma carreira que cansei de tentar trilhar, por um ideal que fatiguei de brigar, por uma vida que desisti de viver.
Mas lembro de ter desistido, lembro que tinha acabado, o que não faz sentido é estar aqui agora, isso aqui não tem a mínima cara de ser o céu tão pouco o inferno, e eu também não sou nenhum excepcional ou escolhido para ter uma coisa dessas só para mim. O que racha minha cabeça é pensar: para que tudo isso, onde isso vai dar, o que adiantou a vida terminar, e agora eu estar aqui preso num quarto, sem chance de terminar o que deixei em aberto ou começar algo jamais feito. Aqui simplesmente não tenho expectativa nenhuma, menos do que tinha em minha vida.
Agora já pude contar 14 ciclos no relógio da parede, e simplesmente nada se alterou. Comecei a ler os jornais, visto que depois de vasculhar tudo na sala, não encontrei nenhuma passagem secreta nas paredes, nem um resquício de uma porta. Peguei o jornal mais recente, do ano de 2001, me lembrava desse jornal o havia comprado na época, datava primeiro de outubro de 2001 poucos dias após a tragédia ocorrida nos Estados Unidos da América, lembro de ter lido-o, lembro que foi nessa época que minha esposa pediu divórcio e pouco depois me mudei de cidade para esquecer tudo que me fazia lembrar dela, me distanciando consequentemente de meus amigos, e entes.
Não me recordo de ter retornado a minha cidade desde então, porém não consigo afirmar quanto tempo faz que me mudei.


Comecei a olhar outros jornais, de repente vi algo diferente, um jornal que não estava ali até então, o jornal era de 2002 e falava que o Brasil havia ganhado seu quinto título mundial de futebol, ao mexer mais um pouco achei outro de 2002 que falava sobre uma eleição histórica no Brasil. Logo depois encontrei um jornal que era de 2003 e falava sobre a posse deste novo presidente, falava da esperança do povo, falava sobre a prisão de Saddam e tragédias ambientais. Ao procurar mais acabei encontrando um jornal que eu havia absoluta certeza que não estava ali antes ele era de 2004 e tinha como capa a reeleição do presidente norte-americano, logo encontrei outro jornal, este já dizia que o tal novo governo brasileiro formado em uma eleição histórica estava em crise. O que me deixava encafifado era que nenhuma dessas notícias faziam sentido para mim, era como se eu não tivesse as notado, ou se eu tivesse me isolado e não visto, ou como se elas não tivessem acontecido, ou eu não tivesse vivido na época, ou como se eu estivesse trancado nesta sala desde 2001. Esperei mais alguns segundos quando apareceu mais um jornal, este de 2006, estranhamente percebi um certo volume dentro do jornal, abri e havia um controle remoto em seu interior, comecei a apertar todos botões até que um deles fez começar a soar um som, aquilo foi tão bom, tão confortante, pois eu tinha a sensação de que há anos não ouvia, o som era de folhas balançando por força de uma corrente de vento, tinha um barulho de água também, como que se houvesse uma correnteza, fechei os olhos e lembrei de um riacho que sempre costumava ir namorar no sitio do tio João onde as folhas das árvores em sintonia com ás águas pareciam formar uma sinfonia, nesse momento senti uma tremenda nostalgia, mas de repente, para minha tristeza, fez-se silêncio novamente. Poucos segundos depois percebi um leve movimento na parede a minha direita, ao olhar percebi que continuava, era como uma luz, mas era muito fraquinha, olhei para trás e vi algo que tenho absoluta certeza que não estava lá, eu acho.
Tinha um minúsculo buraco na parede, a cerca de um metro do ventilador, que emanava uma fraca luz, fui até o interruptor novamente, a apaguei a luz central da sala, e finalmente descobri para que servia o botão inferior, pois a luz ao lado do ventilador era um projetor de imagens e o controle que eu achei controlava as projeções. Apertei um botão que dizia: voltar. Para recomeçar o que eu estava ouvindo e realmente era o que eu estava pensando, era o sítio do meu tio, mais formoso do que nunca e eu estava lá em cima daquela linda jaqueira onde anos atrás havia esculpido o nome do meu amor, logo depois pulei no riacho, num mergulho fulminante dentro daquelas águas cristalinas.
Adorei aquele controle, pois após horas de uma tediosa monotonia enfim pude "viver" algo interessante ali. Reparei que no controle haviam uma série de números, como canais e experimentei o 5, tomei um puta susto com uma gargalhada capaz de trincar vidraças era o meu bom e velho amigo Rubens em um dos tantos encontros de sexta feira a noite, da turma, na casa do Carlos, bebíamos imponderavelmente já as sete e meia da manhã de sábado como constava no relógio da parede, enquanto tivesse bebida haveria bebedores.
Resolvi então experimentar outro canal, veio-me o número três na cabeça, talvez pelos três bocais ou pelo simples motivo de que seis dividido por dois é três, isso eu tirei do ano 2006, ou simplesmente porque três no sistema de numeração binário é representado por 11 e como eu adoro o número onze resolvi escolher o três, estranho, mas eu sempre costumava brincar com números, é um cacoete meu, alguns achavam uma paranóia. Enfim, acabei levando outro baita susto dessa vez com um "Tóhf", era uma bela estourada, numa forte tacada, numa das várias noitadas de sinuca, de repente a bola branca ficou reluzente e lá estava eu correndo pela praia e ouvindo o barulho das ondas, lindo mar, sol radiante, areia quente e relaxante, mulheres lindas a desfilar, um céu azul como o mar e eu não queria parar, quando vi o sol virou uma bola e eu não parava de correr e ela estava em minhas mãos e uma linda cravada num jogo de basquete fiz então, simplesmente ao cravar no aro pendurei-me e com isso fui parar numa academia a malhar, ferros subindo e descendo, pesos para lá e para cá, músculos inchando, cara feia rinchando e um barulho de ferro gastando e do nada estava eu numa pista de skate dando aquele role, com o eixo se corroendo em uma borda, o vento elevando meus cabelos e o corpo se renovando juntamente com a mente. Isso sim foi literalmente um filme que passou pela minha cabeça, me ver fazendo tudo aquilo me fez lembrar o quão gosto de tudo isso, o quão era bom viver aqueles momentos, simplesmente queria fazer de novo. Mudei de canal, simplesmente pressionei o quatro e lá estava eu em uma manhã de domingo tomando um baita café, com tudo que tinha direito, muitas frutas, um suco de laranja maravilhoso, aquele pão caseiro da vovó Letícia, aquele delicioso iogurte com granola, e de repente estava eu almoçando aquela deliciosa lasanha feita pela mamãe, com um maravilhoso arroz temperado ao brinde de uma trincante coca-cola, era tudo o que eu queria naquele momento, e depois aparecia toda a turma numa pizzaria a se lambuzar com muito catchup e maionese numa gigantesca pizza acompanhada de um suave vinho.


Coloquei no canal um, porém era o do riacho e fui para o dois, visto que o havia deixado para trás, novamente fui surpreendido por um baita barulho, desta vez bem forte e profundo, como se sentisse que ágüem me pegava pelos ombros e sacudia-me freneticamente, como tentando dizer acorda rapaz, e quando olhei estava num show de rock, curtindo muito, ao olhar ao redor ficava mais feliz ao perceber que todos sorriam e demonstravam estarem vivendo um momento de intensa felicidade, aquilo era simplesmente demais. Apesar de não conhecer um por cento das pessoas presentes eu sentia a presença de todos, era uma troca de energia sagaz, era como se todo mundo estivesse interligado, onde a música era o canal. Sempre amei o rock. Adorava parar para ouvir minhas bandas prediletas, conhecer algo novo ou fazer um som qualquer de bobeira.
Fui para o canal seis, o que vi não foi muito animador, era o dia da minha despedida, todos estavam lá em casa para um almoço, especulávamos futuros encontros da turma, churrascadas que nunca iriam ocorrer, não com a minha presença, logo depois lá estava eu partindo, como é dura a dor da partida, mas fui.
Pressionei o botão sete, a projeção mostrava eu sentado num pequeno sofá de apenas um lugar, eu morava sozinho numa cidade a cerca de quatrocentos quilômetros da minha cidade natal, tinha parado de trabalhar por um tempo, havia engordado, o sedentarismo me dominava, realmente havia perdido o sentido de tudo, desandado totalmente, e de uma forma ou de outra lembro que nesta época eu sentia que não tinha mais controle sobre nada. Lembro que todos sempre me ligavam para saber como eu estava, eu sempre respondia positivamente, estou bem. Pura mentira, o que eu mais precisava era de um ombro amigo. Não sei explicar como havia chegado aquele estado, mas bem, era a ultima coisa que eu poderia estar.
Coloquei no canal oito, e lá estava eu novamente sentado no sofá a ler um jornal local da minha cidade que eu assinava para saber como andavam as coisas, ali que tive o choque maior, na coluna social havia uma tira que era chamada de o casal destaque. E quem estava lá?
Meu amor, minha ex-esposa ao lado de um empresário bem sucedido da região, aquilo foi como uma facada no meu coração, foi o xeque-mate, era como que se tirasse a ultima pedra que havia no meio do rio e agora eu estava afundando, como se cortassem a corda e agora eu estava caindo, como se apagassem a luz, como se levasse uma surra de não parar em pé, como se eu fosse pisoteado por uma multidão, como se as paredes da minha casa começassem a se contrair e fossem fechando até me esmagar, como se meu sangue gelasse, minha carne secasse, meu mundo parasse.
Conclui que não podia mais viver, não havia mais razão para tal, e assim foi.
Fui para o canal nove, haviam rápidas cenas do casamento da minha ex-esposa, com muitas pessoas felizes e sorridentes a gritar e cantar. Logo depois o clima era totalmente diferente, o que via eram muitas pessoas chorando, e dizendo: não, não, não. Todos estavam vestidos de preto e formavam um círculo a imagem se aproximou do centro do círculo, havia um caixão e eu queria saber quem estava lá. Mas nem precisava ver, devia ser eu. Mas por algum motivo não consegui enxergar a face do defunto, ainda bem nunca gostei de morte muito menos de mortos, evitava ao máximo ir a enterros e ocasiões fúnebres.
O canal nove era longo, talvez por ser o último, na projeção apareceram varias pessoas conhecidas, o tempo havia passado, pois naquele enterro aparentava ser inverno e agora mostrava uma ceia de natal, e davam para ouvir conversas entre meus amigos. Eles falavam sobre mim, nossa eles sentiam a minha falta, e pareciam não estar completamente felizes sem a minha presença. Depois apareceu eles jogando basquete, mas havia um estranho no time, pois é verdade. Eu não estava mais presente.


Olha, nossa! Era o Marcos, aparentava estar triste, a sim, ele estava chorando. Ele dizia, porquê você fez isso, precisava tanto de você. Acho que ele estava com problemas, ele sempre falava tudo para mim, agente sempre dava um jeito, sempre achava um caminho, sempre tinha um escape. Que saudade do Marcos, as vezes passávamos horas conversando, infinitos assuntos, desde o sonho da noite anterior à formação do universo, da essência da vida àquela nova vizinha gostosa que acabara de se mudar.
Depois de muito tempo outro grande susto levei, era meu pai, ele estava socando um porta, e dizia a culpa é minha, mas aonde eu errei? Aonde?
A projeção mostrou mais um encontro na casa do Carlos numa noite de sexta feira, existia uma cadeira vaga, era a minha e meu copo estava lá, abarrotado de cerveja, sem ninguém para esvazia-lo, toda hora eu percebia alguém olhando para ele, sentia um clima geral de perda, de vazio, de buraco, de falta.
É falta, eu realmente estava fazendo falta, aonde estava eu em todos esse momentos, eles precisavam de mim, e lógico, eu precisava deles mais ainda, agora eu que socava a mesa. Não entendo aonde fui parar, porque?
Não havia percebido que tinha esquecido de um canal, o zero. Existia o botão zero no controle ainda, e não restando mais o que fazer, o pressionei.
O botão zero mostrou-me o último dia que recordava. Estava no sofá, bebendo, sozinho, chorando. A bebida acabou, saí para comprar mais, eu morava distante da cidade num distrito rural e deserto, peguei o carro e fui. O motor do carro rugia a cem quilômetros por hora, e dava pra ouvir o barulho das arvores que iam ficando para traz, estava escuro, a minha direita havia o lago Santa Maria e a esquerda uma curva que dava acesso a rodovia, neste momento veio na minha cabeça um sensação de escolha, mas a estrada era única, não havia o que pensar, mas mesmo assim eu exitei e ao invés de seguir o caminho, optei por entrar a direita, fui com carro e tudo para dentro do lago. Novamente tudo ficou silencioso, ficou escuro, não sentia nada, não havia vento.
De repente havia luz, e numa visão superior, vi numa maca de hospital médicos tentando me ressuscitar. Eu não acreditava naquilo que estava vendo, como eu havia chegado aquele estado, como tinha sido capaz de fazer aquilo, era muito egoísmo da minha parte, com todos precisando de mim. Tudo que eu queria era uma outra chance, sei que sou capaz, ainda mais perto das pessoas que eu amo e sei que me amam de verdade. Eu estava desapontado, com a cabeça declinada, via o chão e o controle na minha mão, comecei a chorar, não entendia direito o que estava acontecendo, o que eu estava vendo, o que estava fazendo naquela sala, como ia sair daquela. De repente fixei meus olhos no controle e reparei um botão que não havia visto anteriormente, rotulado: entrar.
Instantaneamente pressionei-o, senti meu corpo ficando mais perto da projeção, ou eram as paredes se contraindo, e mais perto e mais perto até que levei o maior susto de toda a minha vida um barulho ensurdecedor, um homem estava murrando o meu tórax com as duas mãos, e de repente abri a boca como quem vai engolir o mundo na extrema vontade de respirar, parecia que haviam anos que eu não respirava, e sentia como se houvesse um bumbo dentro do meu tórax que tocava incessantemente, meu sangue era quente, minha pele macia, meu olhos viam como nunca, senti a vida mais viva como jamais vivera. E ao olhar para o lado, por dentre o vidro da sala, vi uma porção de pessoas a se abraçar e beijar, uns pulavam, outros gritavam de tal forma que pareciam que iam rasgar a boca. E uma voz conhecida, amistosa, grossa e feliz me disse: Bem vindo de volta meu irmão!

Por Romulo Petri Birschner - 26/05/2006


postado por 27098 as 12:02:01 #
19 Comentários

Ghustavo Henrique Fabris Petri:
pow kk o texto ficou mto show c tem futuro em kra!!!

Eu li qdo tava na metade eu parei mais tava louco pra terminar de ler pow kra esse texto e mto bom citou ate o nome da vovó ficou show vei
flw fuizz!!
09/02/2007 21:41:35  

Lari*:
poo cara, bom demaiss..
tipo, a gente se envolve mais e mais a cada linha q lê!!
continue fazendo, na moral! =D

**beeeeijO**
06/02/2007 01:53:15  

EDILMA:
UM DOS MAIS BELOS E MAIS BEM ESCRITO TEXTO QUE LI NOS ULTIMOS TEMPOS.
MUITO BOM MESMO. PARABÉNS!
PARECE ALGO ESPIRITUAL.
26/01/2007 03:32:59  

Flávia:
nossa, vi o link na comunidade "escritores amadores" muito ótimo seu texto, parabeéns mesmo! :D
11/06/2006 00:05:35  

Flávia:
nossa, vi o link na comunidade "escritores amadores" muito ótimo seu texto, parabeéns mesmo! :D
11/06/2006 00:05:08  

camila curto:
pronto... quase chorou... entaum vou deixar o coment...

nino... vc sabe que axei super tudo esse seu texto... naum só esse como os que vc põe no seu orkut tbm...
sorte nino... saiba que te apoio... e lembre-se o primeiro exemplar eh meu....
kkkkkkkkkkkkkkkkkkk
bjokas
bixo doido que sabe mais ingles que eu....kkkkkkkkkk
06/06/2006 15:12:10  

Carol(orkut):
Oieeeeee
Pow mt interessante a sua historia
Legal msm
Bjus
01/06/2006 07:54:47  

Ceci:
Puts...
Sem palavras pra dizer o quão lindo é teu texto romao oamor...rs
Poxa, ameeeei....li e reli pois nunca havia lido algo tão surpreendente assim...
Parabéééééns, e quem sabe num rola um livro eim eim eim???
Beijos cara xonadooo....rs!!!!
31/05/2006 19:45:48  

Yasmin:
Eii Romuloo..
Vi seu scraP lá no meu orkuT e resOlvi ler o seu texto!
Nuss.. Grandeee, mas perfeitO!
Fui lendo e eskecendo d tUdo aki.. rs
SensacionaL!

Bejux moçO :*
Parabéns..

;D
31/05/2006 17:35:20  

Camila:
Uau! Que massa, que massa mesmo...
Você registrou, né?
Eu morro de medo de expor os meus textos na net, pois acho que vão plagiar...
E como falta dinheiro pra registrar... eu os exponho só na minha agenda mesmo...

Nossa, mas ficou muito bom! Parabéns...
Você já leu o livro "Relatos Escolhidos" de Silveira de Souza?

Pois devia! Acho que faz o seu estilo...
Talvez você não se inspire em escrever um livro também...

Beijão, Mila.
31/05/2006 17:25:18  

Camila:
Uau! Que massa, que massa mesmo...
Você registrou, né?
Eu morro de medo de expor os meus textos na net, pois acho que vão plagiar...
E como falta dinheiro pra registrar... eu os exponho só na minha agenda mesmo...

Nossa, mas ficou muito bom! Parabéns...
Você já leu o livro "Relatos Escolhidos" de Silveira de Souza?

Pois devia! Acho que faz o seu estilo...
Talvez você não se inspire em escrever um livro também...

Beijão, Mila.
31/05/2006 17:25:03  

tassia:
vo fala na moral to sem tempo agora ...mais eu juro q vo le ...
eh promessa...bejimmm
31/05/2006 15:49:12  

Thadeu Victor:
mandou bem no texto.
talento pra mestrar RPG vc tem hehe
abraço!
30/05/2006 22:46:32  

babi:
ei xuxu..
mto bom o texto!!!!
tá de parabéns!!!
escreva mais, tá?!
beijaoooooo
30/05/2006 21:15:34  

giordano:
irado rômulo!entrei no texto broder!hehehe!!!abraço!
30/05/2006 18:28:02  

Marisa:
Hei, Romin, tá virando escritureiro é?
Porque não aproveita e participa de concursos literários? Além de prêmio, costumam publicar textos vencedores.
Não deu pra ler tudo agora, só li uma parte, depois volto e leio tudo pra te dar um parecer como profe de literatura, ok?
Beijão.
30/05/2006 15:14:03  

tati:
ei lindo!!!!
Nossa li o texto ficou muito lindo e muito criativoo....
Alem d vc ser uma pessoinha que e super gente boa,lindo e simpatico e muito inteligente.....

UHUhuh sem palavras para o texto que ficou otimo!!!!

vc e um garotinho que tem muito futuro pela frente, beijosssssssssssssssssssssssssssssssssss
30/05/2006 12:13:02  

nay sua mana:
porra !!!fodão,gostei mesmo!sério!vc é um fofo!!!não sabia desses seua talentos...qd tiver mais me mande...gosto disso
bju gigante!te amo
nay
30/05/2006 07:30:14  

tarciana:
uhuu tava fucando o orkut da carol e vi o enderco do seu blog...espero que nao se incomode que fucei isso aqui!rs

heein....sem palavras sobre o texto! muuuuuuito foda!
vc tem futuro garoto ;]

=****
29/05/2006 18:59:43  

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