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segunda, 23 fevereiro, 2009
Equador no imaginário (23/02)

Tão logo terminou o empate por 2 a 2 com o Uberaba, sábado à noite, no Uberabão, pela sexta rodada do Campeonato Mineiro, o Cruzeiro passou a se dedicar apenas a seu segundo jogo pelo Grupo 5 da Copa Libertadores, quarta-feira, contra o Deportivo Quito, na capital equatoriana, às 21h50 (de Brasília) – na estreia, goleou o Estudiantes por 3 a 0, no Mineirão. A preocupação não é somente com o adversário, mas também com a altitude de 2.850m.

Na Libertadores do ano passado, a equipe celeste teve experiência ruim na altitude da boliviana Potosí, onde sofreu sua pior derrota na história da competição: 5 a 1 para o Real Potosí. Na verdade, a cidade boliviana está bem acima de Quito: 3.967m, mas a altitude não deixa de ser um ingrediente para a partida de quarta-feira.

“Estamos tranquilos. Sabemos das dificuldades que vamos enfrentar. Potosí é muito mais alta e jogar lá no ano passado foi uma boa experiência. Aprendi bastante”, avalia o lateral Jonathan, um dos jogadores que mais sofreram com a altitude. “Espero suportar o tempo todo, se for solicitado pelo técnico (Adílson Batista). Será um jogo difícil na altitude. Não conheço a equipe, mas vamos entrar com força máxima para sair com a vitória.” Adílson procura tirar um pouco da pressão sobre o assunto, diferentemente do ano passado, quando o próprio clube fez muito estardalhaço por atuar na altitude boliviana. “Já joguei lá e dá para fazer um bom jogo e vencê-los’, avisa o treinador. “É só se posicionar corretamente, compactar a equipe e rodar bem a bola.”

Um motivo de pressão a menos sobre o time é a manutenção dos 100% de aproveitamento na temporada. “Sabíamos que uma hora aconteceria o empate ou a derrota. Bom que ainda estamos invictos”, comenta Jonathan, referindo-se ao empate no Triângulo. “O importante é que também não perdemos e continuamos com nossa invencibilidade. Agora é trabalhar para melhorar para quarta-feira”, analisa o zagueiro Ânderson. “Não podemos ficar pensando nesse empate. Temos um jogo difícil na quarta”, completa o volante Ramires.

Realmente a altitude prejudica o Cruzeiro pois no Brasil não existe nenhum estádio com a altitude muito elevada. E o Cruzeiro tanto como alguns outros times brasileiros ainda não se acostumaram  a jogar em estádios com altitude muito elevada, pois a altitude prejudica a respiração e faz o jogador cansar mais rápido.



postado por 84623 as 02:26:14
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