seixos da poesia
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quarta, 16 janeiro, 2008
TAL QUAL O VENTO

                                             TAL  QUAL O VENTO

 

 

 

Na minha puerícia desinxabida,

A deficiência física levara-me ao Templo do Saber:

Dos oito aos treze anos, mesmo progredindo, queria esquecer;

Depois de uma breve pausa, empreendi uma missão surda,

                                                                                          Pseudo-Profunda] 

 

 

Do alto da soberba em mim incursamente imunda,

Ingressara noutro ecossistema, só que de diversidade jucunda:

Inicialmente encontrei abrigo no gáudio da aleivosia e intolerância;

Contudo, dos boreais do sofrer, pulularam no âmago meu Humildade e

                                                                                                     Coerência]    

 

 

Viera um truão á prudência contrito:

Fiel ao pragmatismo da nova gama idealística,

Teve os olhos fitos.

Pugnou finalmente por ideais que nele jaziam escondidos.   

 

 

Doravante dispenso palavras programadas

Que me lembrem submisso doutrinamento:

Não sou mais automatismo,

Vivo agora como o vento!

 

 

Jessé barbosa de oliveira    

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

                                              

postado por 86135 as 01:03:39 #
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