Processo Criativo:
Ruskin era contra a produção de objetos utilizando-se máquinas em sua concepção, a criatividade estava ligada ao artista ou artesão dá época. Com o Fordismo e sua produção industrial os objetos perdem esta proporção, são elaborados através de maquinas restringindo assim a criatividade do criador.
O Objeto e seu Valor:
Ruskin foi crítico de arte e crítico social Britânico, dava ênfase à sensibilidade subjetiva e emotiva contraposta a razão. De acordo com o pensador vale mais um material grosseiro mas que narre uma história do que uma obra rica e sem significado, os designers futuristas acreditavam que o objeto tinha seu valor relacionado à sua estética e função não importava muito a sua história.
Qualidade dos Objetos:
De acordo com Ruskin a qualidade estava diretamente ligada à experiência e sensibilidade do artista, através da destreza e habilidades desenvolvidas ao logo do tempo. No Fordismo a utilização de máquinas e linhas de montagem passou a acrescentar qualidade aos objetos através de sua simetria e exatidão. Além de não possuírem uma beleza estética, perdiam o conforto sendo mais funcionais e menos aconchegantes.
Riqueza de detalhes:
Ruskin e Morris além de defender a essência do objeto e sua qualidade, acreditavam na sua beleza estética, com riqueza de ornamentos ligados ao movimento artístico e transição de sentimentos. No Fordismo, a presença de máquinas acabou eliminando esses ornamentos afim de aumentar sua produção em menor tempo e tornar cada vez mais prático.
As Máquinas e sua Produção:
Morris defendia a utilização das máquinas no método de produção onde auxiliariam no processo e não iria interferir no trabalho do operador. No Futurismo as máquinas escravizavam o operador determinando o ritmo e tempo de produção. Atualmente somos escravos de máquinas e a única maneira para evoluirmos em relação à criatividade é deixando as de lado.













