A revolução industrial tem inicio no século XVIII, na Inglaterra, caracterizou pelo rápido progresso técnico. As modificações ocorreram no campo da produção, no setor comercial, agrícola e social. Com o surgimento de fabricas e de empregos nas cidades ocorre o êxodo rural, as cidades se desestruturam e o surgimento de problemas como falta de moradia, limpeza, segurança e conflitos sociais tornam-se inevitável.
Com o surgimento de novas industrias e a alta no comercio, o acúmulo de capital por parte da classe burguesa é notável. A busca pela nobreza ainda estava presente neste período, mas o acúmulo de capital não determinava o “status” do indivíduo. Durante esta busca surgem melhorias nos produtos e serviços.
Neste período os Designers estudavam objetos, formas e materiais em busca de um novo produto para uma nova classe social. Deste momento em diante o termo “Design” e “Decoração” se desprendem, o designer deixa de ser um mero decorador de peças e começa a procurar novas formas e conceitos para produção de objetos. Surge a primeira escola de design, fundada por Sir Henry Cole.
A industrialização também sofre processos, começou com Artesanato (uma pessoa faz todas as fases de produção), passou para Manufatura (as fases de produção são divididas em grupos de trabalhadores) e neste período surge a maquinofatura (utilização de maquinas ao invés de ferramentas).
Alguns designers se destacam nesta época como, Adam Smith, Matethew Digby Wyatt, Pugin, Owen Jones.
O poder político na Inglaterra estava nas mãos da burguesia capitalista. A busca pelo desenvolvimento econômico estava clara. Eles detém o poder econômico em suas mãos e buscavam condições de vida melhor, estes fatores despertaram nas industrias e nos designers dá época uma forma de faturarem com os novos consumidores. Desta maneira foi incentivada a criação de novos produtos para atender as vontades da burguesia.













