Final do século XIX surgia o movimento Modernista para contrapor os ideais da industrialização valorizando a arte e sua elaboração. A arte moderna trabalha uma nova abordagem em suas obras, deixando de lado a representação fiel e buscando a abstração.
Um dos grandes percussores deste movimento foi William Morris (1834-1896), britânico conhecido por designer de papeis de parede, participou do movimento socialista na Inglaterra e foi um dos principais fundadores do Movimento Artes e Ofícios (defendia o fim da desigualdade presente entre artistas e artesões). Morris foi fortemente influenciado por John Ruskin (ideais com ênfase a sensibilidade subjetiva e emotiva em contraponto a razão, e apresentava influencia do movimento gótico), acreditava que o designer dava forma concreta as idéias, os objetos deviam proporcionar mudanças significativas na sociedade e no próprio ser humano transmitindo prazer e sentido. A criação devia conter conceitos alem da beleza estética.
Num determinado período do século XIX os designers começam a criticar as produções dos objetos na revolução industrial. Com a utilização de maquinas no processo de desenvolvimento ocorre à perda de referencia e criatividade, os objetos não possuíam conceitos eram apenas criados para a comercialização.
Os designers deste período começam a incentivar a busca de conceitos e valores em suas criações. Os objetos deviam de proporcionar alem de prazer, mas valores históricos, sociais e artísticos.
Podemos classificar arte como sinônimo de beleza ou instrumento para registrar os ideais das culturas e etnias, desta maneira, importante para a compreensão da história do homem e do mundo. O designer neste período começa a utilizar destes ideais para elaboração de seus objetos e incentiva a criação com valor cultura, histórico, social e contendo beleza estética. As criações deixam de ser meros utensílios e tornam-se significativos e conceituados.
Arte e designer não podem ser confundidas por apresentarem algumas diferenças.













