
Dignificar a opção é preciso.
A Escola sempre foi a vida. Aqui e lá, amei, dei meu primeiro beijo, briguei, dei meu primeiro soco no olho, joguei bola, botão, figurinha. Ganhei um concurso de redação, fiz teatro, capoeira e visitei o MST.
Fui do Grêmio Paratodos em que montamos um dossiê que conclui na demissão do corrupto vice-diretor. Organizei campeonatos, excursões, jornais, feiras e protestos.
Estudei Letras, Jornalismo, vivi, convivi e construí o alicerce de minha vida.
Hoje mudei a instância, de discente a docente, mas não ultrapassei o “portal mágico” que separa estes pólos que no fundo deveriam interagir como um só.
Hoje sou o mesmo de ontem, que mais aprende do que ensina e procura fazer da Escola um caldeirão de reflexão, construção do conhecimento e sabedoria.
A Escola é a minha vida. Por isso, resolvi desde sempre nunca mais sair dela. §
Lucas Limberti
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