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segunda, 16 junho, 2008
ESCOLA: “Lembranças do agora”


Dignificar a opção é preciso.

A Escola sempre foi a vida. Aqui e lá, amei, dei meu primeiro beijo, briguei, dei meu primeiro soco no olho, joguei bola, botão, figurinha. Ganhei um concurso de redação, fiz teatro, capoeira e visitei o MST.

Fui do Grêmio Paratodos em que montamos um dossiê que conclui na demissão do corrupto vice-diretor. Organizei campeonatos, excursões, jornais, feiras e protestos.

Estudei Letras, Jornalismo, vivi, convivi e construí o alicerce de minha vida.

Hoje mudei a instância, de discente a docente, mas não ultrapassei o “portal mágico” que separa estes pólos que no fundo deveriam interagir como um só.

Hoje sou o mesmo de ontem, que mais aprende do que ensina e procura fazer da Escola um caldeirão de reflexão, construção do conhecimento e sabedoria.

A Escola é a minha vida. Por isso, resolvi desde sempre nunca mais sair dela. §

Lucas Limberti

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postado por 35821 as 08:18:46 #
3 Comentários

Tayná:
Que surpresa achar seu blog!
Que felicidade ler este texto.
Saudade grande dos tempos de escola, do teatro, do PIC...
Sucesso, Limberti!
Com carinho,
terça, setembro 15, 2009 12:39 

Poeta Macauba:
Puta merda, Fiz um X na opção saudade... Queria ser seu aluno de hoje!
Valeu!
quinta, junho 19, 2008 02:54 

Juba:
Opção maravilhosa!!!
Sorte nossa! Estamos sempre aprendendo com você!!!
Bjs.
quarta, junho 18, 2008 03:10 

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me revelam as senhas do mundo.
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que faz das veias montanha-russa.
As vibrações harmônicas e pulsos poéticos
que partem do coração deságuam lúcidos
nas secas mãos do poeta.
Ávido descubro segredos de rodapé.
Ondas furtivas que remetem ao ainda.
Quanto mais se descobre,
mais sinto os respingos de suor
cobertos pelo convite do que virá.
Tramo planos e junto pistas
para destravar o universo
e vê-lo girar, solto, hipnótico,
ao meu alcance.
As cores aladas que se projetam
dos abissais limites de minha retina
são resposta calada do grito do mundo.
Dos sons almejo sinfonias
Das cores, arco-íris.
Do ouro, alquimia.
Do amor refuto.
Lucas Limberti


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