Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitaria
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sábado, 04 novembro, 2006
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ABRAÇO regional sul e sudeste Paraense Quem Somos ?

Veja a história das organizações sociais do sul e sudeste paraense na coletanea do boletin contra ponto


postado por Antonio Marques dos Santos as 12:23:34 # 21 comentários
sexta, 03 novembro, 2006
Quem Somos ?


Quem Somos ?

A Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária (regional sul e sudeste Pa), afiliada a Nacional, é uma organização que da necessidade de liderar a luta das rádios comunitárias desta região na defesa pela liberdade de expressão e para fortalecer a resistência à opressão imposta às rádios comunitárias através da forças repressoras do Estado brasileiro.

A ABRAÇO é uma organização de classe porque surge no enfrentamento ao monopólio dos meios de comunicação deste país através da manifestação radiofônica das comunidades das cidades, periferias e do campo. Essas comunidades apropriaram-se tecnologicamente desses instrumentos de comunicação saindo de uma posição de receptores passivos para criadores, elaboradores e gestores do seu próprio meio de comunicação enfrentando todos os desafios e obstáculos resultante dessa atividade, numa perspectiva de superação dos produtos aniquiladores da capacidade crítica distribuídos pelos meios de comunicação de massa.

A ABRAÇO tem o entendimento que as rádios comunitárias não são meios de comunicação isolados no cenário político tendo em vista que elas só fazem sentido quando são de fato instrumentos por onde escoam as notícias, os debates, as principais discussões dos movimentos sociais e das organizações que não encontram espaço e o respeito que merecem nos meios tradicionais de informação. Portanto esse caráter democrático e diferenciado tem que partir de uma construção coletiva superando a relação utilitarista reproduzida historicamente entre meios de comunicação e sociedade.

Enquanto os governos financiam as grandes redes privadas de rádios e TVs no Brasil, por exemplo a rede Globo tem 70% do seu orçamento financiado pelo governo federal, às rádios comunitárias não é concedido nem o direito de existir. Nesse sentido afirmamos como legitima e necessária a resistência e a pulverização desses meios de comunicação comunitários pelo país mesmo que a sua existência extrapole os marcos da legalidade, pois as mesmas pessoas que fazem as leis no Brasil são as donas de rádios e TVs por isso legislam em causa própria.

Por isso reivindicamos:

O fim da repressão, que não seja mais tomado das comunidades os seus meios de comunicação através da ação da Polícia Federal;

Liberdade e anistia as rádios comunitárias, para que os equipamentos sejam devolvidos;

O fim do monopólio dos meios de comunicação, o espectro eletromagnético é um espaço público porque pertence a união, portanto a concessão do seu uso deve ser concedido ao povo e não as empresas;

Um rádio digital democrático, para isso devemos pressionar o governo para que se desenvolva pesquisa nacional e que se crie um padrão brasileiro de rádio digital evitando a colonização digital. A racionalidade tecnológica deve ser popular e não de mercado.

B LEGISLAÇÃO: FINANCIAMENTO PÚBLICO e POTÊNCIA B


postado por Antonio Marques dos Santos as 12:35:59 # 1 comentários
quinta, 19 outubro, 2006
Coletanea do Boletin Contra Ponto


Por  três anos foi produzido o boletim eletrônico CONTRAPONTO que perambula pelo mundão de meu Deus. Era editado quase sempre semanalmente e sempre que se ocorrem casos excepcionais nas regiões sul e sudeste do Pará. Ele aglutina as demandas das entidades populares das duas regiões. É distribuído para órgãos de imprensa, jornalistas, universidades, pesquisadores, organizações irmãs do Pará, Brasil e exterior, numa estimativa de mil endereços eletrônicos.

Rogério Almeida vinculado ao Centro de Educação, Pesquisa e Assessoria Sindical e Popular (Cepasp), ONG de Marabá, é que tem sistematizado e distribuído o boletim. Ao longo de sua jornada tem se configurado como o principal veículo de comunicação para fora da região. Jornais internacionais como Le Mond e The York Times já realizaram reportagens a partir do boletim. Casos da chacina do líder José Pinheiro, esposa e um filho de 15 anos, problemáticas ambientais, são alguns exemplos...

Além de publicizar as agendas das entidades populares das entidades populares do sul e sudeste do Pará, o CONTRAPONTO tem veiculado matérias especiais como o aumento da violência contra as lideranças sindicais nas regiões sul e sudeste paraense ocorrida no ano 2001, análise sobre o Avança Brasil, programa do governo federal, a questão da Hidrovia do Araguaia Tocantins, e a história do major Curió, a principal personagem na repressão contra a Guerrilha do Araguaia.

O CONTRAPONTO, encontra-se na edição de número cento e treze. O número cem foi uma homenagem para uma das principais figuras empenhadas na luta pela Reforma Agrária e Direitos Humanos no Brasil, que este ano completa 40 anos de militância. Não temos aqui todas as edições do boletim. O fatio é que por problemas em nossa computador, vírus e outros bichos, perdemos algumas edições. Ainda segue o que conseguimos salvar. Boa viagem pela história de quem vive, luta, ama, trabalha, e às vezes é morto no sul e sudeste do Pará.

Jornalista responsável: Rogério Almeida

Contra Ponto Edições Nº. 112 e 113.

Contra Ponto Edições Nº. 110 e 111.

Contra Ponto Edição Nº. 109

Contra Ponto Edições Nº. 106, 107, e 108.

Contra Ponto Edições Nº. 101, 102, 103, 104 e 105.

Contra Ponto Edições Nº. 98, 99 e 100.

Contra Ponto Edições Nº. 92, 93, 94 e 96.

Contra Ponto Edições Nº. 88, 89, 90 e 91.

Contra Ponto Edição Nº. 85. Especial

Contra Ponto Edições Nº. 80, 81, 83 e 84.

Contra Ponto Edições Nº. 73, 77, 78 e 79.

Contra Ponto Edições Nº. 68, 69, 71 e 72.

Contra Ponto Edições Nº. 64, 65, 66 e 67.

Contra Ponto Edição Nº 63

Contra Ponto Edição Nº. 62

Contra Ponto Edições Nº. 56, 58, 59, 60 e 61.

Contra Ponto Edições Nº. 48, 49 e 51.

Contra Ponto Edições Nº. 41 e 45

Contra Ponto Edição Nº. 40.

Contra Ponto Edições Nº. 35 e 38.

Contra Ponto Edições Nº. 32 e 34.

Contra Ponto Edições Nº. 26, 28 e 29.

Contra Ponto Edições Nº. 08 e 19.

Contra Ponto Edições Nº. 03, 04, 05, 6 e 07.


postado por Antonio Marques dos Santos as 04:06:59 # 0 comentários
 
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