História
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sexta, 31 agosto, 2007
Mercado de escravos no Brasil

Escravidão no Brasil outros sites sobre o tema
A história da escravidão no Brasil, escravidão negra africana no Brasil Colônia, tráfico de escravos, os navios negreiros, trabalho escravo nos engenhos e nas minas de ouro, os castigos, as revoltas, os quilombos, carta de alforria, fim da escravidão, Lei do Ventre Livre, Lei dos Sexagenários, Lei Áurea, Abolição da escravatura


Os porões de um navio negreiro

História da Escravidão: Introdução 
Ao falarmos em escravidão, é difícil não pensar nos portugueses, espanhóis e ingleses que superlotavam os porões de seus navios de negros africanos, colocando-os a venda de forma desumana e cruel por toda a região da América.

Sobre este tema, é difícil não nos lembrarmos dos capitães-de-mato que perseguiam os negros que haviam fugido no Brasil, dos Palmares, da Guerra de Secessão dos Estados Unidos, da dedicação e idéias defendidas pelos abolicionistas, e de muitos outros fatos ligados a este assunto. 

Apesar de todas estas citações, a escravidão é bem mais antiga do que o tráfico do povo africano. Ela vem desde os primórdios de nossa história, quando os povos vencidos em batalhas eram escravizados por seus conquistadores. Podemos citar como exemplo os hebreus, que foram vendidos como escravos desde os começos da História.  

Muitas civilizações usaram e dependeram do trabalho escravo para a execução de tarefas mais pesadas e rudimentares. Grécia e Roma foi uma delas, estas detinham um grande número de escravos; contudo, muitos de seus escravos eram bem tratados e tiveram a chance de comprar sua liberdade.  

Escravidão no Brasil

No Brasil, a escravidão teve início com a produção de açúcar na primeira metade do século XVI. Os portugueses traziam os negros africanos de suas colônias na África para utilizar como mão-de-obra escrava nos engenhos de açúcar do Nordeste. Os comerciantes de escravos portugueses vendiam os africanos como se fossem mercadorias aqui no Brasil. Os mais saudáveis chegavam a valer o dobro daqueles mais fracos ou velhos.

O transporte era feito da África para o Brasil nos porões do navios negreiros. Amontoados, em condições desumanas, muitos morriam antes de chegar ao Brasil, sendo que os corpos eram lançados ao mar.

Nas fazendas de açúcar ou nas minas de ouro (a partir do século XVIII), os escravos eram tratados da pior forma possível. Trabalhavam muito (de sol a sol), recebendo apenas trapos de roupa e uma alimentação de péssima qualidade. Passavam as noites nas senzalas (galpões escuros, úmidos e com pouca higiene) acorrentados para evitar fugas. Eram constantemente castigados fisicamente, sendo que o açoite era a punição mais comum no Brasil Colônia.

Eram proibidos de praticar sua religião de origem africana ou de realizar suas festas e rituais africanos. Tinham que seguir a religião católica, imposta pelos senhores de engenho, adotar a língua portuguesa na comunicação. Mesmo com todas as imposições e restrições, não deixaram a cultura africana se apagar. Escondidos, realizavam seus rituais, praticavam suas festas, mantiveram suas representações artísticas e até desenvolveram uma forma de luta: a capoeira.

As mulheres negras também sofreram muito com a escravidão, embora os senhores de engenho utilizassem esta mão-de-obra, principalmente, para trabalhos domésticos. Cozinheiras, arrumadeiras e até mesmo amas de leite foram comuns naqueles tempos da colônia.

No Século do Ouro (XVIII) alguns escravos conseguiam comprar sua liberdade após adquirirem a carta de alforria. Juntando alguns "trocados" durante toda a vida, conseguiam tornar-se livres. Porém, as poucas oportunidades e o preconceito da sociedades acabavam fechando as portas para estas pessoas.

O negro também reagiu à escravidão, buscando uma vida digna. Foram comuns as revoltas nas fazendas em que grupos de escravos fugiam, formando nas florestas os famosos quilombos. Estes, eram comunidades bem organizadas, onde os integrantes viviam em liberdade, através de uma organização comunitária aos moldes do que existia na África. Nos quilombos, podiam praticar sua cultura, falar sua língua e exercer seus rituais religiosos. O mais famoso foi o Quilombo de Palmares, comandado por Zumbi.

Campanha Abolicionista e a Abolição da Escravatura

A partir da metade do século XIX a escravidão no Brasil passou a ser contestada pela Inglaterra. Interessada em ampliar seu mercado consumidor no Brasil e no mundo, o Parlamento Inglês aprovou a Lei Bill Aberdeen (1845), que proibia o tráfico de escravos, dando o poder aos ingleses de abordarem e aprisionarem navios de países que faziam esta prática.

Em 1850, o Brasil cedeu às pressões inglesas e aprovou a Lei Eusébio de Queiróz que acabou com o tráfico negreiro. Em 28 de setembro de 1871 era aprovada a Lei do Ventre Livre que dava liberdade aos filhos de escravos nascidos a partir daquela data. E no ano de 1885 era promulgada a Lei dos Sexagenários que garantia liberdade aos escravos com mais de 60 anos de idade.

Somente no final do século XIX é que a escravidão foi mundialmente proibida. Aqui no Brasil, sua abolição se deu em 13 de maio de 1888 com a promulgação da Lei Áurea, feita pela Princesa Isabel.

FONTE:www.suapesquisa.com.br



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segunda, 27 agosto, 2007
Alimentos com açúcar

Alimentos com açúcar

Todos os alimentos contém açúcar, a chamada sacarose, por isso quase todos alimentos terá o açúcar como base. Várias receitas de doces (bolos, bombons,bolachas, doce de leite, amendoim doce, pudim, quindim,doce de abóbora, bolinho de chuva e vários outros) irá usar o açúcar na sua produção

O importante é saber se o açúcar faz mal a saúde ou não?

Estudos apontam que os nossos ancestrais consumiam dietas que tinham cerca de 4 - 6% de açúcar, medido como porcentagem de energia, principalmente sob a forma de frutas e ocasionalmente de mel. Os seres humanos evoluíram tendo uma aceitação intensa ao sabor doce, provavelmente porque, na natureza, a doçura indica que as frutas já estão maduras e prontas para serem consumidas. Esse fato certamente influenciou nosso paladar hoje no que diz respeito à aceitação (muitas vezes “adoração”) pelo doce.

          Abaixo, segue uma relação resumida dos tipos de açúcares disponíveis no mercado para o consumidor e utilizados na indústria com suas principais características.

O açúcar de confeiteiro, também conhecido como glaçúcar, tem cristais tão finos que mais parecem com talco de bebê. Recomendado para fazer glacês e coberturas, seu segredo é um refinamento sofisticado, que inclui uma peneiragem para se obter minicristais, além da adição de amido de arroz, milho ou fosfato de cálcio, cerca de 30% em peso para evitar que os minicristais se juntem novamente, ou seja, inibir que o efeito higroscópico do açúcar faça com que o mesmo embolore.

O açúcar orgânico é diferente de todos os outros tipos porque não utiliza ingredientes artificiais em nenhuma etapa do ciclo de produção, do plantio à industrialização. O açúcar orgânico é mais caro, mais grosso e mais escuro que o refinado, mas tem o mesmo poder adoçante, pois se trata quase exclusivamente de sacarose. Muito apreciado por europeus e norte-americanos, cada vez mais preocupados com a sustentabilidade ambiental, este açúcar é considerado natural desde o plantio, sem adubos e fertilizantes químicos, até a embalagem biodegradável, passando, claro, pela produção industrial sem cal, enxofre, ácido fosfórico e tantos outros elementos adicionados ao produto refinado. A palavra de ordem dos novos plantadores é a preservação da natureza. Mas a produção e o mercado consumidor ainda são irrisórios. Por ano, são produzidos 125 milhões de toneladas de açúcar no mundo, mas desse total, apenas de 40 a 50 mil toneladas são do tipo orgânico, o que significa 0,036 % de todo o açúcar produzido.

O açúcar light surge da combinação (mistura) do açúcar refinado com adoçantes dietéticos, como o aspartame, o ciclamato e a sacarina, os quais quadruplicam o poder de adoçar do açúcar puro. Um cafezinho só precisa de dois gramas de açúcar light para ficar doce, contra seis gramas de açúcar comum. Por isso, quem consome açúcar light ingere menos calorias com relação à sacarose pura.

O açúcar líquido é obtido pela dissolução do açúcar refinado em água. Usado em bebidas gasosas, balas e doces, o açúcar líquido não é vendido em supermercados. Uma das vantagens é que ele não precisa ser estocado em sacos, diminuindo os riscos de contaminação com poeira ou microrganismos, aumentando a praticidade do uso, principalmente na indústria de alimentos.

A frutose é o açúcar extraído das frutas e do milho. Sem precisar de nenhum aditivo, a frutose é cerca de 30% mais doce que o açúcar comum, mas ela engorda sem oferecer uma vitaminazinha sequer. A maior parte da frutose vendida no Brasil é importada e tem preços meio amargos. Vale lembrar que a frutose é um dos monossacarídeos que formam a sacarose e que o mel é constituído por mais de 40% em peso de frutose. Veremos mais adiante quais são os prós e contras o uso deste açúcar em dietas para fins medicinais ou estéticos.

O açúcar refinado, também conhecido como açúcar branco, é o açúcar mais comum nos supermercados. No refinamento, aditivos químicos, como o enxofre, tornam o produto branco e delicioso. O lado ruim, segundo a maioria dos nutricionistas, é que este processo retira vitaminas e sais minerais, deixando apenas as "calorias vazias" (sem nutrientes), permanecendo cerca de 99,8% de sacarose.

O açúcar mascavo é o açúcar quase bruto, escuro e úmido, extraído depois do cozimento do caldo de cana. Como o açúcar mascavo não passa pelas etapas seguintes de refinamento, ele conserva o cálcio, o ferro e outros sais minerais. Mas seu gosto, bem parecido com o do caldo de cana, desagrada a algumas pessoas. O grau de pureza de sacarose neste açúcar gira em torno de 90% e é muito recomendado por nutricionistas, devido ao fato de não ser um produto altamente concentrado e de preço acessível, além de possuir mais nutrientes. Há, no entanto, autores que afirmam que esses nutrientes presentes no açúcar mascavo somam valores muito pequenos e que quantidades nada saudáveis de açúcar mascavo deveriam ser consumidas para suprir as necessidades diárias de nutrientes em nosso organismo.


RefinadoMascavo e demeraraOrgânicoFrutoseEnergia387 kcal376 kcal399 kcal400 kcalCarboidratos99,90 g97,30 g99,3 gn/dVitamina B10 mg0,010 mgn/dn/dVitamina B20,020 mg0,010 mgn/dn/dVitamina B60 mg0,030 mgn/dn/dCálcio1,0 mg85 mgn/dn/dMagnésio0 mg29 mgn/dn/dCobre0,040 mg0,300 mgn/dn/dFósforo2 mg22 mgn/dn/dPotássio2 mg346 mgn/dn/dProteínan/dn/d0,5%n/dTabela 1 – Comparação das composições de alguns tipos de açúcar

O cristal é o açúcar com cristais grandes e transparentes, relativamente difíceis de serem dissolvidos em água. Depois do cozimento, ele passa apenas por etapas de refinamento, as quais retiram cerca de 90% dos sais minerais. Por ser econômico e render bastante, o açúcar cristal sempre aparece nas receitas de bolos e doces.

O demerara é também usado no preparo de doces. Este açúcar de nome estranho é um pouco mais caro que os demais. Ele passa por um refinamento leve e não recebe nenhum aditivo químico. Seus grãos são marrom-claros e devido à camada de melado que envolve seus cristais, o açúcar demerara tem valores nutricionais relativamente altos, semelhantes aos do mascavo.

No açúcar invertido, a sacarose pode ser hidrolisada por ácidos diluídos ou pela ação da enzima invertase, liberando a glicose e a frutose (ambos monossacarídeos isômeros) que formam sua estrutura original.

Essa reação acima é denominada de inversão da sacarose, pois durante sua ocorrência, o plano da luz polarizada[10] incidente desvia-se da direita (+ 66,5°) para a esquerda (+ 52,7° - 92,3° = - 39,6°). A inversão da sacarose é um “truque” usado na fabricação de bombons como recheio pastoso. Durante o processo, o bombom é recheado com uma pasta de sacarose, água e invertase. Até sua venda, já ocorrerá, no interior do bombom, a inversão da sacarose com formação de uma mistura de glicose e frutose. Fortuitamente, esses açúcares de seis carbonos são mais solúveis em água do que o de doze carbonos e, então, como conseqüência de sua dissolução na água, existente na pasta, a mistura passa a ser mais doce e ter uma consistência de líquido. Vale lembrar que a doçura da glicose e da frutose em relação à sacarose é de, respectivamente, 0,74 e 1,74. Fazendo-se a média, temos que a doçura relativa da mistura de iguais proporções dos dois monossacarídeos é (0,74 + 1,74) / 2 = 1,24 maior que a sacarose.


[10] A luz comum (ou natural) é formada por ondas eletromagnéticas, sendo que as ondas elétricas vibram em um plano e as magnéticas em outro, sempre perpendiculares entre si. Além disso, à medida que a luz “caminha”, estes dois planos giram em torno do seu próprio eixo de propagação, em todos os planos. A luz polarizada nada mais é do que a seleção de um destes planos da luz, através de um equipamento denominado “polarizador”.

FONTE:www.ciadaescola.com.br



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A História do açúcar

Historia do Açúcar Brasileiro

UMA EUROPA BRASILEIRAMENTE MAIS DOCE

O açúcar brasileiro alterou a dieta alimentar do mundo europeu. O produto, até o século XVI, vendido em boticas como remédio ou fazendo parte de heranças reais, passou a ser utilizado em larga escala. E a sobremesa se transforma numa presença constante nas refeições.

O caminho do açúcar até o Brasil foi longo. Há cerca de 6000 anos, os chineses já sabiam extrair o açúcar da cana. O produto já fazia grande sucesso e a cultura da cana se espalhou pela Ásia. O açúcar chegou à Europa há 23 séculos, trazido pelos exércitos de Alexandre Magno, quando regressaram da expedição de conquista da Índia.

Mais tarde, os cruzados trouxeram a cana-de-açúcar da Palestina e tentaram plantá-la nos seus países. Não tiveram grande êxito por causa do clima e o açúcar não deixava de ser um produto de luxo, vendido nas lojas dos boticários... Assim, o Oriente permanecia o maior fornecedor de açúcar do mundo ocidental e eram os negociantes de Veneza que iam a Alexandria buscar o açúcar trazido da Índia. Na cidade italiana, foram construídas as primeiras refinarias de açúcar.

Mas, no princípio do século XV, a situação mudou.

O Infante D. Henrique introduziu a cultura da cana na Ilha da Madeira, que começou a vender açúcar para todos os países da Europa. Em 1497, Vasco da Gama descobria o cabo da Boa Esperança, abrindo aos portugueses o caminho para a Índia. Os portugueses tornaram-se os maiores negociantes de açúcar. Lisboa era a capital da refinação e da comercialização das ramas de açúcar que vinham para a Europa.

A utilização do açúcar como adoçante, em substituição ao mel, causou na Europa do século XVI uma revolução comportamental e comercial, uma vez que o produto era usado anteriormente apenas como remédio. Esse fato destacou o Brasil, como grande produtor de açúcar, no mercado europeu.

Com o aumento das exportações de açúcar de cana para a Europa, em virtude de seu preço baixo e do consumo crescente, a agricultura canavieira é, desde o século XVI, o setor mais importante da economia colonial. As plantações e os engenhos da Zona da Mata nordestina e do Recôncavo Baiano constituem o maior pólo açucareiro da colônia, seguido por áreas do Maranhão, do Rio de Janeiro e de São Paulo.

Grande volume de capital é investido na preparação das terras, no plantio e na compra de equipamentos e de escravos. Produzidos e encaixotados pelos engenhos, os "pães de açúcar" eram embarcados para Portugal e Holanda, onde eram refinados. O produto final era comercializado na Europa por mercadores portugueses e flamengos.

O AÇÚCAR JUNTOU O ÍNDIO, O NEGRO E O BRANCO

Os índios, de norte a sul deste nosso território, sem muito esforço, freqüentavam a natureza. E tiravam tudo dela, principalmente, mandioca. Mandioca e suas farinhas. Mariscos e peixes ensopados ou assados, ou feitos com pirão de mandioca. Carne de caça, principalmente porco-do-mato. Carne socada com farinha virava paçoca. Pimentas. Milho, comido assado, cozido, ou na forma de mingaus. Batatas-doces, carás-roxos e brancos, feijões, batatas , abóboras e morangas. Frutas. Muitas frutas: abacaxi, abacate, jatobá, açaí, bananas, abiu, guaraná, pitanga, maracujá, carambola, goiaba, cajá, araçá, mangaba.

Os negros comiam o que lhes davam mas conseguiram impor uma dieta de misturas à base de azeite de dendê e pimentas. Além de criar alguns animais e manter uma pequena horta, cultivada heroicamente nos domingos e feriados, criaram pratos memoráveis, alguns com ingredientes africanos, outros daqui mesmo: caruru, vatapá, mingaus, pamonha, canjica, acarajé, angu.

O brancos portugueses trouxeram biscoitos, recheados ou não, que se comiam a bordo dos navios. Gostavam de pão, mel, queijos, arroz e cuscuz. E sabiam fabricar paio, presunto, azeite, queijos, marmeladas, vinhos, vinagre, aguardentes vinícolas. Eram especialistas em doces: sonhos, pão-de-ló, manjar branco. E o tomate e a batata, nativos, que se transformaram em base para sopas e companhias indispensáveis do bacalhau. Há quem defenda que seus cozidos deram origem à feijoada.

O açúcar foi, no Brasil, o responsável direto pelo início da colonização sistemática, além de fornecer os substratos básicos para a formação da sociedade brasileira. O latifúndio, a utilização da mão-de-obra escrava ou semi-servil e a economia agroexportadora deixaram marcas definitivas na história do país.

Em 1532, na capitania de São Vicente, Martim Afonso de Sousa deu início à grande expansão do açúcar, e também deu o pontapé inicial da propagação brasileira da paixão portuguesa pelo doce, ao instalar a sua fábrica de marmeladas. Alguns anos mais tarde, com o solo fértil de massapê do Nordeste, a cana-de-açúcar se espalhou por quase todo o litoral.

O português, surpreso com o que recebeu dos índios, enriqueceu a comida com temperos e molhos.

A partir de 1570, abriu-se o território aos colonos, principalmente nas regiões de Pernambuco. Com estes, chegaram os escravos negros que se tornaram fator dinâmico de transformação da natureza.

Povos Maleses e Haussás

A maioria dos negros africanos trazida ao Brasil pertencia aos seguintes grandes grupos étnicos: bantos, capturados no Congo, Angola e Moçambique; os sudaneses, originários da Nigéria, Daomé e Costa do Marfim; e, em menor número, os maleses, sudaneses convertidos ao islamismo, entre os quais se destacavam os haussás, grupo sempre lembrado por sua constante insubordinação e continuas revoltas. Os sudaneses dirigiram-se predominantemente para a Bahia e os bantos, para Pernambuco, Minas Gerais e Rio de Janeiro.

FONTE:www.achetudoeregião.com.br



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