POWER ZIRE
DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARES P/ PALM - POCKETSTUDIO

     Uma das ferramentas de desenvolvimento Palm mais conceituadas e utilizadas pelos desenvolvedores nacionais ganha uma nova versão: PocketStudio 2. PocketStudio teve seu desenvolvimento iniciado em 1999 pela antiga Pocket-Technologies, uma empresa dos Estados Unidos que era chefiada por Doug Olson, com quem costumo trocar e-mails até hoje, um visionário que queria criar uma ferramenta que pudesse ser acessível aos desenvolvedores Pascal e chamar a atenção da comunidade Delphi.

          Para desenvolver o compilador para a plataforma PalmOS, a Pocket-Technologies contratou na época uma empresa da República Eslovaca (fica na Europa, entre a Polônia, Áustria e Hungria), a WinSoft (http://www.winsoft.sk/) conhecida por desenvolver ferramentas de apoio a desenvolvedores na plataforma Windows. O responsável técnico da WinSoft chama-se Erik Salaj, uma pessoa extremamente técnica e que conhece as necessidades do mundo do desenvolvimento.

          Quando entrei no programa de Beta Teste da primeira versão do PocketStudio, no início do ano 2000, percebi que a ferramenta não só vinha de encontro com minha experiência em desenvolvimento em Pascal e Delphi, mas que também tinha características muito importantes para quem pretende desenvolver aplicações para computadores portáteis, com poucos recursos e poder de processamento (hoje, é claro...). Entre as características mais importantes da ferramenta, o que mais me chamou a atenção foi:

  • O compilador era extremamente pequeno e rápido;

  • Geração de código nativo PalmOS, sem necessidade de runtime;

  • Acesso a toda a API do PalmOS, portanto, qualquer recurso que pudesse ser utilizado no Palm, também era suportado pelo PocketStudio;

  • A aplicação gerada era bem pequena, comparada na época com as aplicações que eu escrevia em CodeWarrior.

              Quando a primeira versão do IDE ficou pronta, percebi que a ferramenta facilitaria ainda mais o meu desenvolvimento pois o ambiente era totalmente integrado, com o desenho dos formulários em um Editor próprio, da maneira tradicional que costumamos fazer em qualquer IDE como o Delphi; a configuração das propriedades e o gerenciamento dos códigos dos eventos era feito por um "Component Inspector", praticamente idêntico ao "Object Inspector" do Delphi e o modo de compilar e executar a aplicação também era familiar, o CTRL+F9 e F9.

              Resolvi mudar. Ao invés de escrever toda a parte visual das aplicações Palm em CodeWarrior, comecei a desenvolver tudo em PocketStudio e para confirmar que eu havia escolhido corretamente, até hoje, não há uma só aplicação que não pode ser escrita em PocketStudio, e com qualidade no resultado.

              Quando o PocketStudio foi vendido para a WinSoft, fato usual no mercado pelo mundo todo, muitos achavam que terminaria a história de sucesso do PocketStudio, mas eu pensava diferente, pois a ferramenta havia voltado para as mãos de quem realmente a criou: a WinSoft!

              Mais uma vez, participei de todo o processo de Beta Teste da ferramenta, agora na versão 2.0, desde Outubro/2003, e a principal característica que precisava ser implementada para tornar o PocketStudio ainda mais produtivo foi introduzida: formulários, códigos e eventos em units .PAS separadas. Explico: na versão 1.X, havia um único arquivo .RC que continha a declaração de todos os objetos visuais da aplicação, todos os formulários com seus objetos eram declarados ali. Havia também um arquivo .EVN que concentrava todos os eventos dos formulários, ou seja, códigos que associavamos a botões, listas, tables, etc. Acontece que à medida que a aplicação crescia e o código ficava maior, o gerenciamento de código no arquivo .EVN não era prático, além de ser impossível a reutilização de código entre projetos diferentes.

              O PocketStudio 2.0 trouxe a mudança que a ferramenta realmente necessitava, um novo IDE! Para quem já trabalha com a ferramenta desde a versão 1.X, vai notar que o IDE ficou muito mais rápido e que a sintaxe utilizada para declarar os objetos visuais é exatamente a mesma da versão 1.X, mas agora feita em uma unit .PAS para cada formulário. Veja a imagem do ambiente logo abaixo:

              A aplicação que vocês estão vendo no IDE é a aplicação exemplo do meu produto SyncAnywhere, já portada para o PocketStudio 2. Não levei 5 minutos para portar a aplicação, as tarefas foram as seguintes:

  • Executar as duas versões do PocketStudio, a 1.2 e a 2.0.

  • Abrir o arquivo RC da versão 1.2, criar o formulário na 2.0, copiar e colar as definições dos objetos visuais. Pronto, ao abrir o desenho do formulário, todos os objetos encontravam-se exatamente no lugar certo.

  • Copiar as variáveis globais do arquivo EVN na versão 1.2 para a unit .PAS do formulário na versão 2.0.

  • Copiar o tratamento dos eventos do EVN na versão 1.2 para a unit .PAS do formulário na versão 2.0.

  • As units de bancos de dados e units auxiliares que já eram usadas na versão 1.2 foram copiadas integralmente, não há necessidade de nenhuma modificação.

              Outra característica interessante é que a uses clause das units, que precisava conter cada unit da PSLibrary que utilizávamos no código, agora basta conter:

    uses PSL;

              Mais nada!

              A comunicação com o Emulador também ficou muito melhor. Para quem ainda tem uma máquina um pouco antiga ou que está carregada com milhares de programas e quem sabe MP3, agora podem contar com a configuração de tempos de acesso ao Emulador do PalmOS, para adaptar as condições da sua máquina ao seu ambiente de trabalho.

              O IDE também ficou mais simples. O Editor de Código da versão 1.2 tinha vários recursos, muitos deles nunca utilizados pelos desenvolvedores. A versão 2.0 trouxe mais simplicidade e rapidez na edição dos códigos.

              Definir Alerts e Bitmaps agora é na própria unit, ou seja, basta clicar no objeto na barra de ferramentas e colocar sobre o próprio Editor e configurar o texto que será exibido no Alert diretamente no Editor.

              Quer que explique novamente o motivo do título do artigo ser Poder, mais produtividade e facilidade de uso? Veja abaixo:

  •  Poder
     - Tem acesso à toda API do Sistema Operacional PalmOS.
     - Gera executáveis nativos PalmOS sem necessidade de runtime.
     - Permite instruções assembler no meio do código (inline assembler).


     - Suporte a PalmOS 2.0 a 5.3.


     - Suporte a HandEra, Kyocera, HandSpring, Symbol, Sony, etc.
     - Acessa Bancos de Dados móveis como o Oracle Lite e IBM DB2.
     - Suporte às bibliotecas de comunicação remota da ASTA, com uma interface muito familiar, a AstaObjects for PocketStudio.
     - Suporte a impressoras de qualquer tipo através do acesso aos gerenciadores de impressão mais poderosos do mercado como o IRPrint, PrintBoy e PalmPrint.
     - Não limita o desenvolvedor quando o Cliente pede características mais complexas e avançadas na aplicação.


     - Suporte a PalmOS 2.0 a 5.3.


     - Suporte a HandEra, Kyocera, HandSpring, Symbol, Sony, etc.
     - Acessa Bancos de Dados móveis como o Oracle Lite e IBM DB2.
     - Suporte às bibliotecas de comunicação remota da ASTA, com uma interface muito familiar, a AstaObjects for PocketStudio.
     - Suporte a impressoras de qualquer tipo através do acesso aos gerenciadores de impressão mais poderosos do mercado como o IRPrint, PrintBoy e PalmPrint.
     - Não limita o desenvolvedor quando o Cliente pede características mais complexas e avançadas na aplicação.


     - PSLibrary - Interface de acesso à objetos visuais do formulário e também à bancos de dados que facilita imensamente o trabalho do desenvolvedores PalmOS.
     
    - IDE - Ambiente integrado que gera os eventos dos formulários em units .PAS separadas, organizando o código e permitindo a reutilização do formulário em outros projetos.

  • Facilidade de uso
     - Ambiente similar ao do Delphi.


     - Debug passo-a-passo.


     - Editor de Resources WYSIWYG.


     - Debug passo-a-passo.


     - Editor de Resources WYSIWYG.



               Por todos estes motivos, o ClubePalm continua ministrando cursos de PocketStudio desde o início de 2002, agora já adaptado à versão PocketStudio 2! Já treinamentos mais de uma centena de desenvolvedores nesta excelente ferramenta e a qualidade final das aplicações escritas nesta ferramenta pode ser atestada por todos. 

               O material e o curso de PocketStudio foram aprovados por tantos desenvolvedores que a concorrência resolveu nos copiar, ministrando treinamento com o conteúdo exato do nosso material. O instrutor desses cursos? Quem sabe? Quem busca qualidade, seriedade e principalmente experiência, conte com quem trabalha com a ferramenta desde o início e principalmente com quem ajudou no processo de criação: o ClubePalm.

               Aguardem nossa primeira turma de PocketStudio 2 para o início de 2004 em São Paulo. Quem quiser reservar sua vaga, basta escrever para cursos@clubepalm.com.br.

               Quer uma versão Trial? Acesse www.winsoft.sk/pstudio.htm e baixe a sua cópia de avaliação!

               Se interessou pela ferramenta? Em breve mais novidades ainda, aqui no ClubePalm.

    Marcio Alexandroni
    marcio@clubepalm.com.br

  • postado por 29204 em 10:41:06 :
    0 comentários :
    PALM FAZ 10 ANOS...


    Do Pilot ao Treo. Uma história com muitos capítulos.

    Do Pilot ao Treo. A empresa Palm completou no mês passado 10 anos de vida. Acompanhamos todos os passos da empresa desde 1998, quando decidimos criar este web site. Mas meu contato com o Pilot ocorreu em 1997, quando um colega de trabalho que havia voltado dos EUA, me mostrou como estava organizando sua agenda pessoal. Puxou de dentro de sua mala uma agenda eletrônica super moderna: o Pilot. Na época eu "tirava onda" com minha agenda Casio Boss, e quando vi aquele aparelhinho pensei: "isto é bom !". A partir daquele contato, minha visão de eletrônicos mudou. Acompanhamos de muito perto a história da Palm e participamos da febre dos palmtops, onde todos que se julgavam modernos tinham que ter um palmtop.

    Em toda a história da Palm, o produto mais sexy, mais moderno, mais robusto e mais impactante foi sem dúvida o Palm V. Ele foi lançado no meio da febre de palmtops, e suas vendas foram absurdamente altas. Em pouco tempo o modelo tornou-se motivo de status. Quem puxava um Palm V em uma reunião, já era visto como moderninho e "antenado" nas últimas tecnologias. O Palm V foi meu primeiro palmtop.

    Vejamos na matéria abaixo, um pouco da história desta empresa.

    O futuro da computação pessoal é a computação móvel. É com esta crença que a Palm, líder mundial na fabricação e comercialização de computadores de mão, mobile managers e smartphones, chega aos seus 10 anos desde que colocou no mercado seu primeiro handheld. A história da Palm é a própria história do computador de mão. Pioneira no segmento, sua trajetória reflete a evolução do conceito de mobilidade.

    O primeiro Palm, lançado há dez anos, era como uma agenda eletrônica turbinada, com tela preto e branco, 128 Kb de memória e 16 MHz de processamento. Sua capacidade era para arquivar 500 endereços, um ano de compromissos, 100 tarefas e 50 lembretes. Hoje, seus produtos reúnem telefonia GSM e CDMA, Wi-Fi, Bluetooth, telas coloridas de alta definição, câmeras digitais, filmadoras, MP3, mais de 4 Gb de memória, 416 Mhz de processamento e mais de 29 mil softwares disponíveis para as mais diversas finalidades. O LifeDrive, que inaugurou uma nova categoria, a mobile manager, permite arquivar 340 músicas, 1 hora de vídeo, 1.200 arquivos do Office, 10.000 contatos, 10.000 compromissos, 6.400 e-mails, 52 memos de voz, 1.000 fotos  e 20 MB de arquivos diversos.

    Ao longo desta década, a empresa transformou-se rapidamente em sinônimo de categoria. Com todos estes recursos, hoje a marca Palm é considerada indispensável para usuários de todas as idades e de todas as profissões; homens, mulheres ou crianças. Na escola, em casa, no escritório ou onde quer que se possa imaginar há sempre alguém com um Palm na mão.

    O avanço da tecnologia da Palm nestes dez anos resultou na formação de uma comunidade de mais de 30 milhões de clientes e atualmente seus smartphones são comercializados por operadoras de celular em todo mundo. Nos Estados Unidos a empresa detém cerca de 30% do mercado de e-mail móvel. No mundo corporativo, disponibiliza inúmeras soluções móveis, como automação de força de vendas e outras que ajudaram a revolucionar modelos de negócios.

    “Muito antes dos modismos atuais, como IPODs e TVs de plasma, conquistamos um enorme universo de consumidores. Durante toda esta década, nossos produtos estão 24 horas à serviço de nossos clientes, que a cada dia descobrem uma nova maneira de fazer do Palm um companheiro inseparável. Desde que lançamos nosso primeiro produto, o Pilot 1000, sabíamos que a Palm não seria uma moda passageira e se tornaria uma necessidade essencial. Colocamos no mercado uma nova categoria de produtos que veio para ficar e evoluir. Prova disso é o sucesso das vendas de nossos smartphones e as ações de nossos concorrentes, que estão cada vez mais empenhados em desenvolver produtos similares aos nossos”, diz Alexandre Szapiro, vice-presidente da Palm do Brasil.

    Aposta na convergência

    De olho nas próximas gerações e na evolução da usabilidade dos dispositivos móveis, a Palm vem apostando agora todas as suas fichas na convergência e na conectividade. Para isso, tem dado passos largos no desenvolvimento de produtos que promovem experiências únicas na transmissão de voz e dados em alta velocidade, reunindo, em um único equipamento, as tecnologias wireless da próxima geração para que seus usuários possam estar sempre à frente do seu tempo.

    Os smartphones da família Treo são o ícone desta nova geração de produtos da Palm. Como em um canivete suíço, o Treo oferece inúmeras funcionalidades, seja para fins pessoais ou profissionais, com mais de 29 mil softwares disponíveis para download. Atual top de linha da Palm, o Treo transforma em realidade o conceito de mobilidade total esteja o usuário onde estiver. Suas aplicações são as mais diversas e há sempre quem descubra uma nova forma de torná-lo útil no dia-a-dia.

    Quer enviar ou receber e-mail onde quer que esteja? O Treo faz. Passar os dados do smartphone para computadores ou impressoras sem usar fios? O Treo também resolve. Quer entretenimento? Quer acessar o MSN para conversar com os amigos a qualquer hora? O Treo permite. Quer ouvir os últimos sucessos em MP3? É só ligar o Treo. Fotos e vídeos digitais? Use o Treo. Quer relaxar um pouquinho com um game? O Treo tem centenas de jogos que podem ser baixados.

    “Os primeiros produtos da Palm já tiveram enorme aceitação ao permitir ao usuário organizar seus contatos e agenda integrando com o PC. Hoje, nossos produtos cobrem uma grande variedade de opções para o usuário, atendendo desde quem procura baixo preço, como o Z22, que pode ser adquirido em dez parcelas de 49 reais, ou o Zire 72, vendido em dez vezes de 149 reais, até o Treo, um aparelho que é, ao mesmo tempo, escritório de bolso e computador móvel”, assinala Alexandre Szapiro, vice-presidente da Palm no Brasil.

    Szapiro observa que depois que se adquire um smartphone da Palm, o Treo passa a fazer parte do dia-a-dia e fica impossível imaginar a vida sem ele. “Se há dez anos oferecíamos apenas uma chave de fenda com os primeiros computadores de mão, hoje temos um canivete suíço, uma ferramenta que ninguém se arrisca a deixar em casa quando vai para qualquer lugar. Nos próximos cinco anos cerca de 100 milhões de usuários de celulares irão buscar experiências de computação móvel em seus telefones. E a Palm é a empresa melhor posicionada para atender este desejo. Quem experimenta o Treo não consegue mais abrir mão”, acrescenta.

    Outro produto de convergência inovador lançado recentemente pela Palm que inaugurou uma nova categoria, a mobile manager, é o LifeDrive, que combina ferramentas para aumentar a produtividade dos negócios com aplicações de lazer e entretenimento. Projetado para usuários que trabalham com um volume significativo de informações digitais, o LifeDrive possui um minidisco rígido de 4 GB e tecnologias sem fio Wi-Fi e Bluetooth integradas. “Nossa missão é tornar a vida mais fácil. Nestes dez anos passamos de computadores de mão com pequenas capacidades de armazenamento e processamento para máquinas potentes que podem substituir o laptop. É uma prova de que a computação móvel está no nosso DNA”, observa Szapiro.

    Atenta também ao usuário que está começando a descobrir e a desfrutar das facilidades dos computadores de mão, a Palm desenvolveu um produto ideal para ser o primeiro handheld, o Tungsten E2, que tem preço sugerido no varejo de dez vezes de R$ 99,00. “Este computador de mão é a solução mais barata do mercado com tecnologia sem fio Bluetooth, que permite conexão com aparelhos celulares, impressoras, PDAs, microcomputadores e demais dispositivos. Com ela, o usuário pode se conectar a telefones celulares e acessar a internet para visitar sites, enviar e receber e-mails ou até mesmo utilizar os mais populares serviços de mensagens instantâneas, como MSN ou ICQ”, explica Szapiro.

    A força da Palm no mercado brasileiro é inquestionável, alcançando 83% de market share na sua categoria e com uma base instalada de aproximadamente 4 milhões de aparelhos. No Brasil, a Palm está presente com uma subsidiária própria desde 2001, quando atuava através de importação de seus produtos, e a partir de 2003 começou a fabricar no mercado nacional com a inauguração de uma planta em Jaguariúna, no interior de São Paulo, onde nestes últimos três anos já produziu nove diferentes computadores de mão, inclusive o Treo 650.

    PALM: DEZ ANOS. UMA VISÃO

    Janeiro de 1992- Palm, uma empresa pioneira em soluções móveis e de Internet sem fio, é fundada por Jeff Hawkins, que pouco tempo depois se úne a Donna Dubinsky.

    Setembro de 1995 – U.S. Robotics adquire a Palm Computing.

    Março de 1996- A Palm Computing lança o Pilot 1000, que conta com 128 kb de memória e capacidade de armazenar centenas de endereços, números de telefones, anotações pessoais e lista de compromissos. Este é o primeiro de muitos produtos que reafirmam a visão de que o futuro do computador pessoal é a computação móvel.

    Março de 1997- É lançado no mercado o segudo produto da Palm Computing, o PalmPilot, e o rápido crescimento de sua popularidade reafirma de maneira sólida o termo “Palm Pilot” na cultura popular.

    Maio de 1997 – A 3Com adquire a U.S Robotics e, em conseqüência, a Palm Computing, uma subsidiária da U.S. Robotics.

    Setembro de 1997- A Palm Computing comercializa mais de 1 milhão de Pilots em 18 meses, convertendo-se em um  dos produtos eletrônicos voltados ao consumidor final de mais rápida venda na história. 

    Novembro de 1998- Jeff Hawkins, Donna Dubinsky e Ed Colligan - os responsáveis pelo desenvolvimento do popular “PalmPilot” - se unem para fundar uma nova companhia: a Handspring.

    Fevereiro de 1999- O elegante e moderno computador de mão Palm V redefine a indústria do computador de mão como um novo ícone... um produto que estrategicamente não tem funções adicionais comparado com seu antecessor, porém com um design inovador. A mensagem é clara: estilo faz a diferença.

    A Palm começa uma dinâmica campanha de publicidade que mostra uma mulher nua, representando assim a beleza e a simplicidade do produto e do corpo humano.

    Maio de 1999- A Palm Computing possibilita que as pessoas se mantenham conectadas com seu primeiro computador de mão sem fio, o Palm VII.

    Março de 2000- O lançamento das ações da Palm foi um dos IPOs mais bem sucedidos na história comercial dos Estados Unidos.

    Junho de 2000 - É quando os produtos da Palm se tornam populares, a tela grande é lançada e a marca é usada na abertura de programas como o “Late Show” com o David Letterman.

    Maio de 2001- A Palm marca o lançamento da edição número 10.000 de seu aplicativo Palm OS.

    Outubro de 2001- A Handspring anuncia o smartphone Treo, que combina o telefone móvel com um dispositivo eletrônico sem fio, além de mensagens e navegação na Internet, junto com o organizador Palm Os.

    Dezembro de 2001- A Palm divide seus negócios de hardware e sistemas operacionais em duas empresas: Palm Solutions e PalmSource.

    Fevereiro de 2002- Os primeiros smartphones Treo, Treo 180 e Treo 180g começam a chegar ao mercado, combinando telefonia móvel, e-mail e Palm OS.

    Abril de 2002- Um passo para a humanidade, um enorme salto para a Palm: o computador de mão Palm m125 é enviado ao espaço no foguete russo Soyuz.

    Outubro de 2002- A Palm lança no mercado as linhas de computadores de mão Zire e Tungsten, diferenciando o consumidor do mercado profissional móvel.

    A venda da linha Zire ultrapassa 3 milhões em menos de 18 meses.

    Junho de 2003- O computador de mão Tungsten T é usado para testar a capacidade mental dos alpinistas em condições extremas durante escaladas a mais de 29.000 pés no Monte Everest.

    Outubro de 2003- Depois de se separar da Palm Source e adquirir a Handspring, a nova empresa passa a se chamar palmOne.

    Outubro de 2004- A empresa lança o smartphone Treo 650 com Palm OS.

    Artistas como Nick Lachey, Spike Lee e Eva Longoria se transformam em clientes da Palm e ajudam a espalhar a fama da marca em Hollywood

    Abril de 2005- Um significativo marco é alcançado: mais de um milhão de smartphones Treo 600 são vendidos em todo o mundo

    Maio de 2005- A PalmOne adquire todos os direitos exclusivos da marca Palm e muda novamente o nome da empresa para Palm Inc em julho, lançando uma nova categoria com o LifeDrive: mobile manager.

    Janeiro de 2006- A Palm e a Microsoft fazem história com o smartphone Treo 700w, que combina a experiência da Palm e a plataforma móvel do Windows, expandindo assim as ofertas de plataformas para smartphones.

    2006 e além- A visão continua clara: o futuro da computação pessoal é a computação móvel. Com uma década de inovação, parceiros mundiais e milhões de consumidores no mundo todo acompanhe tudo o que a Palm pode fazer daqui em diante. 

    postado por 29204 em 12:30:16 :
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    TROCANDO A BATERIA DO ZIRE 72

    Quem esta lendo isso conheçe esse palm, e sabe o como que ele é bom. Tambem sabe que o calcanhar de Aquiles dele é a bateria. Mesmo assim, sempre achei muito possivel viver com a duração que a bateria tinha (por volta de 4 Horas). Mas depois de 1 ano de uso, carregando ele praticamente todo dia a bateria do meu Zire pediu arrego.
    Esse mês comecei a usar o Battery Graph para ver quanto tempo ela estava aguentando. Para minha surpresa ela não aguentava mais de 2 horas para música e com o cartão WiFi não bateu 30min.
    Com essas informações à mão começei a minha busca por uma bateria. Procurei em inúmeros forums e afins e por incrível que pareca, a quantidade de informação relativa ao zire72 e trocar a sua bateria foi nula. Então passei a concentrar meus esforços em achar uma bateria que funcionasse para o zire72. Depois de muita procura achei um site que vendia uma bateria compatível, mas essa tinha apenas 820mAh, a bateria do zire72 tem 920mAh. Como não me interessava ter todo esse trabalho por uma bateria de menor duração que a original do proprio palm, descartei essa opção.
    Depois de ainda mais procura achei essa , finalmente uma bateria compatível com o zire72 com alta capacidade (1100mAh), foram US$ 26,00 bem gastos, e, ainda por cima, o site mandava para o Brasil. Com o frete e tudo mais ficou US$ 32,00.
    Começou então a espera pela bateria. Foram 19 dias para ela chegar. Ela veio de Hong-Kong.

    Agora a parte boa começa. Vamos abrir o Zire 72 e trocar a bateria.

    Para minha comodidade, acompanhando a bateria, vieram 2 chaves que acredito eu sejam para abrir palms.


    essa é a pobre vítima


    Começando a tirar os parafusos, na verdade não é nescessária uma chave de fenda especial para abrir o Zire, ele tem 2 parafusos diferentes que são os que estão vísiveis. Esses podem ser tirados usando uma chave normal bem pequena (logo mais colocarei as ferramentas que usei), tirar o adesivo de traz do palm vai da habilidade e sorte de cada um, eu não sabia onde que o parafuso estava, então tive que tirar todo o adesivo, mas, como pode ser visto na foto, só 1 parafuso atráz do adesivo. Ele fica bem no meio na parte superior do palm, segurando a tela do alto falante.

    Depois de tirada a tela do alto falante existem mais dois parafusos embaixo da tela, ambos no alto, no canto esquerdo e direito. Feito isso, todos o parafusos foram tirados.


    Agora, para abrir o palm você vai ter que aplicar uma certa força. Pelo oque eu observei não adianta forçar na parte de baixo (perto dos conectores USB e de energia), Use de preferência sua propria unha e puxe ele por cima, na parte do botão de ligar e do cartão SD, ali é onde ele vai abrir com mais facilidade, o meu caso, ele abriu muito de repente, feito isso ele vai ser como na foto acima.

    Tirar a bateria antiga do lugar foi na minha opnião a parte mais difícil de todo o processo. A bateria original do palm é colada nele. Pela força bruta não teve como tirar a bateria fora. Tive que ir gradualemente empurândo para um lado e outro, até que ela afrouxasse o suficiente para que eu pudesse forçar uma faca de manteiga (aquelas de plástico sem ponta e bem larga) por baixo da bateria e gradualmente fui puxando a bateria até que ela soltou. Lembre de antes de tudo desconectar o plug da bateria para evitar qualquer trauma no conector ao tirar a bateria.



    Palm aberto com a bateria antiga junto


    Bateria antiga, veja a colola que está nela

    Bateria nova


    Palm ainda aberto com a bateria nova junto. Note que a bateria apesar de possuir maior capacidade de carga é menor que a bateria antiga do palm, isso se torna mais visível ao colocar a bateria no lugar. Ela não “encaixa” como a antiga, fica sobrando espaço. O uso da cola na bateria antiga era logico, pois como isso é um dispositivo portátil não podemos ter partes soltas no seu interior pra lá e pra cá, ainda mais baterias de Li-Ion, que se sofrem curto circuito, poder pegar fogo.

    Aí está o palm com a bateria nova no lugar e conectada, como a gente não pode ter a bateria pra lá e pra cá eu usei cola “super-bonder” para coloca-la presa no lugar. Acredito que ela não venha a soltar, usei uma quantidade razoalvel na parte da bateria que toca na carcaça do palm.


    Esse é o Zire72 montado. É possível ver as sequelas de minha pequena cirurgia. O adesivo ficou danificado, mas acho que isso é um pequeno preço a pagar.


    A Bateria original do palm (uma curiosidade, se você ler na bateria) é feita pela samsung.


    Esses são os equipamentos que eu usei: as duas chaves (azul e rosa) foram as que vieram com a bateria. Tem a pinça e a chave do meu canivete, junto a esta o canivete e o superbonder, e claro, a faca de manteiga, o mais importante foi o kit de chaves de joalheiro que eu usei. Na verdade, dava para ter aberto o palm apenas usando esse kit.

    Pronto, a bateria foi trocada. Vou fazer o teste para ver o quanto tempo a bateria do palm está durando agora, mas acredito que seja bem mais de 2 horas. Consequentemente o palm ficou relativamente mais leve, apesar de não ser uma diferença perceptível.

    Bom, com a nova bateria, usando o clock normal, ela durou exatas 4h12mim, e com um under clock para 156Mhz ela chegou a 6h02mim, isso tudo é com um uso muito variado

    Algumas fotos do Zire72 aberto, para matar a curiosidade dos demais


    postado por 29204 em 10:37:51 :
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