SEPARN
SEPARN
domingo, 29 julho, 2007
CAVERNA


                         AS CAVERNAS

 

O PESQUISADOR

O cientista que se dedica à pesquisa e exploração de cavernas chama-se espeleológos. Sua disciplina é auxiliar de várias ciências, pois engloba, entre outras, a análise de problemas químicos e geológicos da constituição das rochas, de sua formação e desenvolvimento; das condições físicas e meteorológicas; da flora da fauna, etc.

A espeleológia, como disciplina autônoma, data de meados do século XIX, e a primeira sociedade científica que a ela se dedicou foi fundada na França, em 1895. Outras sociedades difundiram-se por vários países, e a espeleológia ganhou um grande impulso a partir de 1930. O primeiro Congresso Mundial sobre o assunto realizou-se em Paris em 1953.

Além das aplicações já mencionadas, a espeleológia é também importante no estudo da hidrologia, pois o conhecimento das cavernas, fontes e movimentos da água no subsolo são freqüentemente necessários para prevenir a poluição da água que serve a população humana.

A França, Itália e a Servia estabeleceram Centros de Pesquisa Bioespeleológicas, onde estudam intensivamente a fauna e a flora das cavernas.]

A técnica para exploração de cavernas requer o uso de equipamentos de proteção complexos, além de material de escalada, sendo necessário em alguns locais o uso de equipamento adequado de mergulho.

A FORMAÇÃO DAS CAVERNAS

Todos os agentes formadores de cavernas são classificados como agentes geológicos e elas podem ser formadas de várias maneiras, sendo que três formas são as mais comuns: nas costas escarpadas do litoral, a atividade erosiva das ondas corrói as rochas menos resistentes e cria cavernas marítimas, em geral de pequena extensão e profundidade. Os movimentos da crosta terrestre podem deslocar uma região, afastando-a do mar, razão pela qual, cavernas formadas dessa maneira podem ser encontradas hoje a centenas de quilômetros do mar.

A ação vulcânica é outra criadora de cavernas, pois o resfriamento da lava ocorre primeiro na superfície, que se solidifica. No interior da terra, a lava ainda líquida continua a escorrer, e assim cria atrás de si vazios subterrâneos. Quando cessa totalmente o movimento de lava, está formada uma caverna.

Entretanto a maioria das cavernas da superfície terrestre foi formada pela ação da água em terrenos calcários. Submetido à ação da água, principalmente quando ela é rica em ácidos orgânicos e dióxido de carbono, o calcário vai-se dissolvendo. Esta água afunda na rocha calcária através de fissuras e vai erodindo-a, formando fendas e pequenos canais. Todos eles acabam unindo-se sob a terra em uma única corrente, e o canal que escavavam se converte num corredor. No entanto, como a maior parte dos ácidos da água se perde próximos da superfície, a erosão avança muito lentamente e, normalmente, a formação de uma gruta leva alguns milhares de anos.

Porém, a formação de cavernas pode ser mais rápida. Por exemplo, quando a água da chuva se concentra em rios que correm sobre rochas mais impermeáveis, como a ardósia que se encontra adjacente ou em cima da calcária, as cavernas são criadas com mais rapidez, devido à maior exposição ao ácido corrosivo. Além disso, quanto maior o fluxo de água, poderá ser arrastado mais areia de quartzo e pedras grandes que erodem a superfície calcaria mais mole com extrema rapidez. Nos trópicos, devido ao intenso índice de chuvas típico destas regiões, as taxas de erosão são muito mais altas que em zonas temperadas. Como exemplo resultante desta ação natural pode ser citado a Câmara de Sarawak, no Parque Nacional de Gunong Mulu, Bornéu, Indonésia. Esta caverna é tão grande, que no seu interior cabem oito aviões Boeing 747 Jumbo, um atrás do outro. Suas medidas impressionam, são 700 metros de comprimento e 400 de largura, sem pilares naturais de apoio: está escavada em rochas calcárias muito espessas e sem fissuras, apoiada apenas pelos lados. 

Em algumas ocasiões, as correntes subterrâneas de água se comunicam com rios de superfície através de mananciais ou ressurgimentos. O rio vai erodindo a rocha do seu leito, tornando o vale mais profundo; ao mesmo tempo, a corrente subterrânea escava novos leitos, dissolvendo a pedra calcária para se manter no mesmo nível do rio. Os corredores situados agora sobre o nível do vale, ficam abandonados. Deste modo foi formado o gigantesco sistema de corredores de Flint Ridge, no Kentucky, Estados Unidos, o mais longo do mundo, com mais de 500 km de extensão total. Trata-se de leitos secos e abandonados pelas correntes que os formaram à medida que o rio Verde ia se aprofundando em seu vale.

ESPELEOTEMAS

Durante a formação das cavernas, quase sempre está relacionada com a circulação de águas subterrâneas, formam-se no seu interior inúmeros depósitos minerais que, através de processos químicos, de dissolução e precipitação ou de dispersão coloidal e floculação criam ornamentos com variadas e diversas formas. Estas formas são um dos poucos fenômenos naturais que exercem e excitam tanto à imaginação do homem, principalmente pela singularidade, o mimetismo e a beleza de suas formas. Muitas possuem um aspecto bizarro e pitoresco, outros encantam pela sua peculiar beleza, alguns são imensos, outros, de tão delicados, quebram-se ao simples som da voz humana, contudo serão sempre fascinantes aos olhos dos espeleológos, estas obras primas da natureza são os espeleotemas (do grego spelation – caverna e thema – depósito).

O termo espeleotema foi criado por G.W. Moore, em 1952 e poucas são as pesquisas dedicadas a estes singulares fenômenos naturais, contudo sobram textos inebriados com a sua beleza, repleto de adjetivos ricos em metáforas generosas.

Dentre os mais conhecidos espeleotemas do grande público estão as estalactites e as estalagmites, vamos usa-los como exemplo para explicar a sua formação: As águas das chuvas, aciduladas pelo gás carbônico da atmosfera e do solo, ao penetrar pelas fraturas das rochas de calcário, vão dissolvendo-a e transportando o bicarbonato de cálcio em solução até atingir o teto de uma caverna. Estas pequenas gotas de água saturadas de bicarbonato de cálcio, sílica, argila, calcita, aragonita e outras substâncias, são submetidas a condições ambientais muito distintas das anteriores, formando uma pequena crosta na superfície da gota e que com o tempo e o acumulo de minerais transportados gota a gota, logo vai adquirir um feitio cônico ou cilíndrico. Com o passar do tempo, cada gota de água que escorre, ajuda a crescer esta crosta do teto para o solo, a estalactite. E as gotas que caem no solo formam uma nova crosta que se transforma em uma coluna, a estalagmite; ao encontrarem-se formam uma pilastra. Em algumas regiões do mundo, estes espeleotemas crescem a razão de um metro por século, em outras o tempo mais que dobra para alcançar a mesma medida. Vale ressaltar que as grutas que possuem rios permanentes não são tão favoráveis ao desenvolvimento de estalactites ou estalagmites como as grutas mais secas.

Com relação a sua formação os espeleotemas não passam apenas pelo processo de gotejamento, existem variados tipos do chamado de mecanismo de deposição. Buscando ordenar a sua formação, em 1966 o engenheiro José Epitácio Passos Guimarães, agrupou os espeleotemas em três categorias:

1-       depósitos de águas circulantes;

2-       depósitos de águas estagnadas;

      3- depósitos de águas exsudadas;

A primeira categoria inclui as formas oriundas da deposição do carbonato de cálcio, calcita e outros minerais por águas que continuamente se movem, principalmente por ação da gravidade, como gotejamento, o escorrimento e o turbilhonamento. Ocorre tanto no teto como nas paredes e pisos das cavernas. São as mais freqüentes no mundo, formam principalmente as estalactites, estalagmites, cortinas, cálices, torres de calcitas, escorrimento de calcitas e represas de travertinos. Estes espeleotemas são muito comuns nas cavernas do Rio Grande do Norte, principalmente em Felipe Guerra.

 Nas formações de espeleotemas pelos ditos depósitos de água estagnada, acontece à atividade química na água represada em pequenas poças, nas quais a água pode ficar saturada de carbonato pela lenta liberação de CO2 no ambiente. Destacam-se as Jangadas, bolachas e as pérolas de cavernas são os seus representantes mais comuns. Em Martins-RN, pequenas grutas que armazenam água, possuem belos exemplares de pérolas de cavernas. Este tipo de espeleotema é mais restrito no nosso estado pela carência de chuvas para a formação de poças saturadas no fundo das cavernas.

E finalmente quanto aos espeleotemas criados pelos depósitos de água exsudada, eles se formam pelo lento e descontínuo movimento das águas através dos vazios intercristalinos, em direção à superfície exterior. Por capilaridade, circulam lenta e descontinuamente pelos poros da rocha, proporcionando uma formação caprichosa, que se destaca entre os demais espeleotemas pela beleza e delicadeza. São restritos a certos ambientes cavernícolas com condições muito especiais de microclima e composição da rocha e inúmeros outros fatores. São conhecidos como helictites (crescem em forma de espiral), agulhas de aragonita, flores de cavernas, flores de gipsita, algodão ou cabelo de anjo, couve-flor, folhas de calcita. No nosso estado, o espeleotema couve-flor é muito comum nas cavernas da região do Mato grande.

Outros autores ligados à temática espeleológica classificam outros espeleotemas como originados em depósitos de origem biológica, chamados biotemas. São espeleotemas formados pela ação de organismos animais ou vegetais (predominantemente) que ocorrem em cavernas.

Quando a água que formam o espeleotema é rica em sais de determinados minerais, terá a sua coloração relacionada ao material que predominante o criou. A calcita forma a maioria dos espeleotemas de cavernas calcárias e geralmente possui uma coloração branca. No Rio Grande do Norte, a caverna da Maisa, em Mossoró, possui um salão com diversas estalactites e estalagmites de calcita, todas em coloração branca.

Nas cavernas de formação arenítica, vão predominar os minerais de sílica, como a opala, a calcedônia e a gipsita. Todos com coloração branca quando puros  cobre ou ferro apresentam coloração característica.

A presença de óxidos de ferro produz ornamentações de coloração vermelha, ocre, parda, amarela e laranja.

No Brasil já foram identificados mais de vinte tipos diferentes de minerais em nossas cavernas, apesar dos poucos estudos existentes. Em termos mundiais o número de minerais que ocorrem em cavernas atinge a casa dos oitenta, dos quais cerca de vinte são encontrados de forma comum nestes ambientes.

Enquanto que a dimensão dos espeleotemas é condicionada pela vazão e volume das águas circulantes, a forma, em características predominantes, é influenciada pelo relevo do local de deposição e da forma de condução desta água, da temperatura da cavidade, do grau de absorção e retenção da umidade do ar do interior da caverna e a forma de circulação deste ar – todos estes fatores influem na evaporação do meio aquoso, aumentando ou diminuindo o grau de concentração dos sais e, portanto, favorecendo ou dificultando o ritmo da deposição.

Pode-se precisar com alguma exatidão a idade de determinados tipos de espeleotemas, por um método conhecido como datação pelo desequilíbrio serial do urânio. Quando a calcita se deposita em uma estalactite, por exemplo, ela contém urânio em pequena quantidade. Com o decorrer do tempo, um dos seus isótopos (o urânio 234) se desintegra, convertendo-se em tório 230. A proporção quantitativa dos diferentes isótopos indica o tempo decorrido desde que o material foi depositado naquele local. 

A NOMENCLATURA

Existem três nomes para designar as cavidades naturais em rochas: chama-se caverna a sucessão de compartimentos intercomunicáveis, em sua maior parte mergulhados na escuridão, pois a luz proveniente da entrada principal só ilumina alguns metros do interior. Entretanto se houver um único compartimento, em contato direto com o exterior, então gruta é a designação correta. O abrigo é apenas um declive rochoso, cuja parte superior se prolonga além da inferior, igual a uma plataforma.

A VIDA SUBTERRÂNEA

A ausência de luz solar faz com que a flora das cavernas seja muito pobre. Próximo à entrada ainda são encontrados musgos e samambaiais, mas nas regiões mais escuras, e dependendo de certas variáveis, crescem apenas fungos e algas. Contudo, há uma variada fauna cavernícola nas cavernas de temperatura constante e ar saturado de umidade. As cavernas secas, comuns no Nordeste, são pouco ou totalmente desprovidas de vida animal.

A fauna cavernícola classifica-se em dois tipos: troglófilos, que ocupam a região próxima à entrada da caverna, e podem ser encontrados também externamente. E os troglóbios, que habitam exclusivamente os domínios subterrâneos.

Entre os troglófilos existem várias espécies de morcegos (que buscam alimentação durante a noite, fora das cavernas). Nas cavernas do estado de Indiana, nos Estados Unidos, vive uma espécie de rato, cujas características diferem ligeiramente das dos roedores que vivem no mundo exterior, tais como: seus olhos são mais salientes; as orelhas, maiores e os bigodes mais compridos.

Os troglóbios em geral, apresentam certas características típicas da adaptação à vida nas cavernas: são sem qualquer coloração (falta-lhes pigmentação) e têm e órgãos da visão atrofiados (muitos são totalmente cegos). Em compensação, possuem o tato, a audição e o olfato muito desenvolvidos.

 

Nas cavernas com águas subterrâneas há anfíbios, peixes, moluscos e crustáceos de espécies não encontráveis em outros lugares. No entanto, a maior parte dos habitantes dos subterrâneos é formada por insetos, entre os quais algumas espécies voadoras tiveram sua capacidade de voar singularmente diminuída. Do grupo dos grandes mamíferos – hoje extintos – que habitaram as cavernas em tempos pré-históricos, restou número considerável de fósseis, encontrados, sobretudo a partir do início do século XX e de grande valor para o estudo da paleontologia.

O HOMEM NAS CAVERNAS

Todo aquele que já teve oportunidade de entrar em uma caverna já deve ter sentido a mesma sensação de admiração e terror que devem ter sido comuns aos primitivos habitantes do planeta, pois em um determinado período da história do homem, o clima resfriou-se bruscamente e, para sobreviver, passou-se a habitar preferencialmente as cavernas, que foram seu refúgio até uma etapa bastante posterior.

Como as cavernas em geral, conservam protegido o seu interior da ação dos elementos da natureza, pôde-se conservar os vestígios da passagem do homem, e assim se constituíram na mais importante fonte de documentos sobre nossas culturas ancestrais. Em cavernas foram encontrados instrumentos de pedra, osso e chifre, mobiliário, utensílios de cozinha e outros objetos de uso freqüente. Em muitas ficaram registradas suas passagens ou permanências, através de pinturas e gravuras nas paredes. Mesmo agora, quando se contemplam suas pinturas ou gravuras rupestres se experimenta o mesmo assombro maravilhado e se sente à força desta arte primitiva.

Por todo o mundo existem exemplos famosos destas obras, na Espanha, sobretudo na região Cantábrica (Altamira), e nas províncias de Lérida (Cogul), Castellón (Cueva de los Cavallos), Albacete (La Mortaja), Teruel (Cueva de los Toros), Satander (Castillo); na França, região do Pirineus (Montespan e Tuc d’Audoubert) e na Borgonha (Lascaux, Les Combarelles); na Itália, ao sul da península (gruta de Romanelli), e na Sicília (gruta da ilha de Levanzo), além da costa da Riviera (gruta de Grimaldi); em Portugal, a gruta de Furninha, em Peniche, e as várias cavernas existentes na região de Alcobaça; na Alemanha, as cavernas de Petersfeld e Vogelherd; na Rússia, as cavernas de Mezin, Klosftefon; na Finlândia, Vittrask e em muito mais.

No Brasil, os abrigos de São Raimundo Nonato (Piauí), na região de Lagoa Santa (Minas Gerais), Bahia, Goiás, Pernambuco possuem inúmeros exemplos da ocupação do homem primitivo. A lista é imensa, provando o quanto o homem deve, em determinado período de sua existência, parte de sua sobrevivência as cavernas.

No nosso estado, nas cavernas e abrigos localizados em Carnaúba dos Dantas (Casa Santa), Apodi (Soledade) e Sítio Novo, pesquisadores já tiveram oportunidade de localizar vários exemplares da arte primitiva e objetos dos antigos habitantes do nosso sertão. Entre as nossas pinturas destacam-se as mãos estampadas, que muitos afirmam ser parte de um antigo ritual de ligação com o mundo espiritual. É provável que esse mistério nunca se resolva.

O ESTUDO DAS CAVERNAS

Para que se possa explorar e estudar uma caverna, a Espeleologia teve necessidade de recorrer aos conhecimentos já existentes em outros ramos do conhecimento para poder levar a bom termo o seu objetivo. É assim que podemos considerar a atividade espeleologico sob o duplo aspecto desportivo e científico. O aspecto desportivo prende-se, fundamentalmente, com as técnicas relacionadas com o alpinismo, além das propriamente espeleológicas, já que é necessário vencer inúmeros e, por vezes, difíceis obstáculos em que só uma boa resistência física, aliada a um bom conhecimento das técnicas existentes, permite ultrapassar. Estão neste caso exemplos como as descidas de poços, a escalada de sumidouros e paredes ou a progressão em passagens estreitas. Do aspecto científico, imensamente vasto e complexo, destacaremos apenas, devido ao seu peso no conjunto da atividade espeleológicas, o agregado das ciências geológicas (Geologia, Hidrologia, Tectônica, Morfologia - superficial e subterrânea, Paleontologia, etc), a Biologia, a Arqueologia e as técnicas da Topografia, a Fotografia, o Cinema, entre muitas outras.

.Quanto à utilidade da Espeleologia, principalmente no caso do Rio Grande do Norte, apenas chamaremos a atenção para os aproveitamentos das reservas hídricas existentes nos calcários, instalações científicas para investigação e como aproveitamento turístico.

Estas são muito resumidamente as partes boas da utilidade das cavernas, mas também aqui existe o reverso da medalha com utilizações que consideramos abusiva do património natural que pertence a todos nós, centrados no aproveitamento como autênticos esgotos, sem qualquer respeito pelo aspecto ambiental, afetando deste modo, populações por vezes bastante distantes devido às características peculiares de circulação hídrica nos maciços calcários.

A Espeleologia não é uma atividade esquisita feita por indivíduos estranhos, mas sim um trabalho técnico e científico como muitos outros, onde há bons e maus executantes e onde todos os indivíduos podem participar sem quaisquer problemas desde que a encarem com a devida seriedade, respeito e conhecimento técnico que ela merece e requer.

 

Rostand Medeiros - rostandmedeiros@gmail.com

Ricardo Sávio - ricardo@carcinicultor.com.br


postado por Rostand Medeiros as 12:56:13 #
0 Comentários

Comente este post!   |    <<< Voltar para Início

 
Perfil
rostandmedeiros
Meu Perfil

Links
Hotéis no Brasil
DNS Grátis
Criar Blog
Blog Grátis
Usuários on-line
EncontraSP
Hoteis

Palavras-Chave
Espeleologia

Favoritos
Não há favoritos.

adicionar aos meus favoritos


Colaboradores do Blog


Comunidades
Não há comunidades.

Posts Anteriores
Estatuto da SEPARN
Exemplo da importância das cavernas potiguares para a utilização em pesquisas
As cavernas do Lajedo do Rosário, Felipe Guerra - RN
METODOLOGIA DE PROSPECÇÃO DE CAVIDADES NO MUNICÍPIO DE FELIPE GUERRA/RN

Arquivos
2008, 01 junho
2007, 01 julho

7243 acessos
CRIAR BLOG GRATIS
..